Psicóloga Sexóloga - Recaída

Um conto erótico de Júnior Paulista
Categoria: Trans
Contém 1282 palavras
Data: 15/06/2026 17:58:16

Olá, pessoal, Júnior por aqui.

Tive uma recaída. "Freud explica", pensei. A explicação eu sabia: está lá no livro "O Complexo da Castração". Nele, o menino assume que todas as crianças têm pênis. Quando descobre que a menina não tem um, ele pensa que o órgão sexual foi retirado dela, ou seja, há uma falta, e deduz que ele pode perder o pênis dele, o que é chamado de castração.

A mulher trans que possui um pênis encarna perfeitamente a fantasia inconsciente da mulher fálica. Para o inconsciente desse homem, ela resolve o conflito: ela possui os traços de feminilidade pelos quais ele se atrai, mas a presença do pênis elimina o medo inconsciente da castração. É a união idealizada do feminino com o falo protetor.

Foi por isso que voltei na minha psicóloga.

— Oi, Júnior, seja bem vindo. O que te traz de volta? - perguntou Laura.

— Oi, Laura. Tive uma recaída.

— Por mim? - perguntou ela, sem esboçar expressão facial que identificasse o que sentia.

— Não especificamente - respondi, corado.

— O que você tem sentido, pensado? Espero que não seja desculpa para voltar a me comer - disse séria.

— Depois daquela experiência, há 4 meses, eu sei que gosto de mulher. Mas, não consigo deixar de pensar em trans. Eu me sinto atraído pelos pênis delas. E você, naquele dia, me deixou com mais tesão do que com Catarina. E não posso sair por aí transando, devido à religião, que ainda me prende. Então me acabo no pornô.

— Você não havia me dito isso antes, sobre religião.

— Isso me prende muito, não tenho liberdade. Sair com alguém é pecado. E estou pecador diante de Deus depois do que aconteceu aqui, embora não tenha transado pela primeira vez aqui. Mas é mais pecado ainda transar com pessoas do mesmo sexo.

— Então tá tudo certo, porque eu sou mulher - respondeu ela, profissionalmente.

— É, mas você tem um pau!

— Sim, já falamos sobre complexo da castração e você compreendeu.

— Sim, entendi. Mas o problema maior é que agora eu quero ser enrabado, dar meu cu, mas tem que ser para uma mulher trans.

— Aqui entra o conceito de passividade, não no sentido sexual, mas no sentido de que ser passivo é assumir uma posição de feminização, pois no sexo o homem normalmente é o dominador. Por outro lado, sexo anal é antinatural, então envolve entrega, submissão. Nas crianças, existe a fase oral, onde usam a boca para experimentar as coisas, e a fase anal. Entregar as fezes é satisfazer o papel de submissão aos pais. Você guarda e entrega. Isso é controle. No sexo anal você deixa de ter controle como homem, o ser fálico, para ser controlado, o ser feminino.

— Entendi. Queria ver na prática isso. Aí você pode me entender melhor - disse eu, olhando para o canto, envergonhado.

Ela não disse palavra. Levantou-se, abriu a cama embutida, pegou a camisinha e lubrificante.

— Tire a roupa. Deite na cama - ordenou. Fiz o que ela me pediu. Enquanto isso, ela tirou a roupa, deixando exposto o pau mole dela. O meu também estava mole.

Ela se deitou ao meu lado, mas logo montou em mim, beijando-me a boca com lascividade. Eu retribuí e meu pau ficou duro, encostando no dela, que também estava duro.

— Agora você vai me chupar - ordenou ela, recostando-se na cama. — E está proibido de se tocar.

Eu me ajoelhei na cama, na frente dela. Comecei pelos peitos, dando ênfase aos bicos. Depois desci mordiscando a barriga e cheguei no pau dela. Dei um selinho na chapeleta, fazendo-a arrepiar-se.

— Você sabe o que tá fazendo, parece ter experiência - falou ela.

— Aprendi nos vídeos pornô. E faço como gostaria de receber - afirmei.

Continuei, passando a envolver aquela cabeça vermelha, que já começava a soltar fluido. Avancei e engoli aos poucos, até chegar ao final. Subi e desci algumas vezes, alternando pressão e velocidade. Ela suspirava. Por fim puxou minha cabeça e me deu deu um beijo intenso. Meu pau babava.

Ela me colocou de bruços e eu retesei meu precioso. Ela encostou a língua quente, eu relaxei e ela começou a lamber e dar chupadas ali. Achei gostoso. Ela penetrou com a língua, senti um arrepio. Meu pau ficou mais duro. Ela pegou o lubrificante e colocou com generosidade no meu cu. Em seguida lambuzou o pau dela.

— Vem aqui na beirada da cama e deita de lado. Entra mais fácil, e eu posso pegar seu pau - pediu Laura.

Fiz o que ela pediu. Ela se aproximou, com o pau molhado, e encostou a cabeça. Retesei o fiofó e ela manteve a pressão.

— Relaxa. Aqui você só vai sentir prazer. Prazer em ser feminilizado. Ser o passivo.

Eu tentei fazer força como se fosse defecar. Isso ajudou a entrar a cabeça e eu senti uma queimação no meu cu. Ela parou. Em seguida colocou o corpo do pau dela. 14 centímetros e grossura que mais pareciam uma lata de refrigerante no meu cu virgem, mas era igual ao meu, que tinha 2 dedos de largura. Mas a queimação parou. Ela mexeu o pau para frente e para trás. Meu pau amoleceu depois que eu fui enrabado por ela.

O vai e vem aumentou, e eu sentia um incômodo, querendo expulsar o invasor. Ela começou a masturbar meu pau meia bomba, aumentando o ritmo das estocadas. Sim, passou a ser um entra e sai intenso. Eu comecei a sentir prazer por ela estar me masturbando e dei uma gemida.

— Geme, meu paciente. Geme gostoso pra doutora Laura.

— Ahhh! Ai meu cu!

Ela me virou de barriga para cima e deixou meu pau solto na minha barriga. O entra e sai dela, pele com pele, sem camisinha, era uma delícia. Nessa posição minha próstata começou a ser massageada. Eu senti um choque e gemi forte. Ela continuou, segurando minhas pernas nos seus braços, eu na posição frango assado, tomando no cu, e achando gostoso, vendo aquela mulher de cabelo cacheado e olhos verdes sorrindo pra mim, com o pau dela no meu cu.

— Fode meu cu! Quero gozar pelo cu, vai Laura, vai, fode!

— Surpreendente! - respondeu, ela.

Meu pau começou a ter aquela sensação que antecede o gozo. Ela estocava ritmadamente, forte. Ela parou.

— Fica de quatro. Submisso fica de quatro pra dar o cu.

Obedeci. Ela começou a me comer novamente, enterrou o pau sem dó. Eu gritei:

— Meu cu tá ardendo! Mas não para, tô sentindo prazer!

Ela agarrou as bandas da minha bunda, apertando e aumentou as estocadas. Seu saco batia na minha bunda. Meu pau duro como pedra escorria pré-gozo. De repente meu corpo teve um espasmo, minhas pernas tremeram, meu cu apertou o pau dela e meu pau jorrou porra com intensidade. O prazer foi indescritível!

Laura, ao me ver gozar, continuou por mais alguns segundos, e gozou dentro de mim. Nesse momento, senti que ser passivo era aceitar o domínio do outro. Agora eu era um hétero afeminado, como diriam as pessoas de hoje.

Desabamos na cama, suados. Ela subiu em mim, lambendo a porra na minha barriga e tórax, e depois subiu para me beijar. Que gosto bom! Eu retribuí, chupando aquele pau com sabor de cu. Não era muito bom, gosto de cu é de cu.

Nos deitamos, abraçados. Aquilo estava mais para clima de romance. Minha terapeuta havia me comido. Eu estava extasiado, desejo realizado.

Vesti minhas roupas. Ela vestiu as dela e nos despedimos.

Na próxima seção Laura me explicou com profundidade a temática sob a ótica de Freud e da psicanálise. Após a sessão teórica, acabamos nos pegando. Eu comi ela e ela me comeu novamente. Pelo jeito viramos amantes ou ficantes.

Eu voltaria a frequentar o consultório de Laura por um bom tempo.

FIM

Fim.

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