Policial e filho viadinho convivendo na mesma casa, claro que ia dar merda

Um conto erótico de André Martins
Categoria: Gay
Contém 9201 palavras
Data: 02/06/2026 12:29:28
Última revisão: 02/06/2026 12:39:04
Assuntos: adrenalina, adultério, adúltero, afeminado, alfa, Ameaça, arriscado, bandido, Bareback, bêbado, bodybuilder, bola gato, BOPE, Boquete, Brutamontes, cafajeste, Cafetão, canalha, Caralho grande, caralho grosso, caralhudo, Chantagem, chantagista, cheirado, cheirador, Cheirão, cheiro, chulé, Chupada, chupeta, Criminoso, cueca suja, cueca usada, delinquente, depósito, depósito de leite, depósito de porra, descoberta, detento, Dominação, dominador, dotado, drenando, Drogado, Drogas, Em Público, escondido, ex-detento, ex-hétero, exposed, exposto, ex-presidiário, ex-preso, Fetiches, Filho, flagra, flagrante, fortão, forte, Garganta profunda, Gay, Halterofilista, Hard, Hétero, Heterossexual, homofobia, Homofóbico, Incesto, loiro, Lutador, machismo, machista, macho alfa, mais novo, mais velho, maludo, mamada, marginal, meias, mijada, mijão, mijo, milícia, miliciano, músculos, musculoso, na onda, na pele, na rua, no beco, noiado, no pelo, Obediência, obra, ódio, Ogro, Pai, Pai e Filho, pau grande, Pau grosso, pauzudo, peão, pedreiro, pego no flagra, PICA GRANDE, PICA GROSSA, picão, picudo, piranha, Piranhas, piroca grande, Piroca grossa, PIROCÃO, PIROCUDO, polícia, policial, Policial militar, Presidiário, Preso, Primeira vez, Prostituição, prostituta, prostitutas, PULANDO A CERCA, Puta, putas, queijo, Raiva, risco, rola grande, Rola Grossa, rolão, roludo, SACUDO, segredo, Selvagem, sem camisinha, SEM CAPA, sem cueca, Sexo Anal, sexo hard, Sexo oral, sexo selvagem, sigilo, suado, Submissão, Submisso, sujo, suor, super dotado, Tenente, tornozeleira, tornozeleira eletrônica, Traição, traste, trintão, troglodita, viadinho, viado, Voyeur, voyeurismo

Se você já ouviu falar em Bangu, sabe que é um lugar quente pra porra. Naquela tarde de quinta-feira não foi diferente, parecia que alguém tinha ligado o forno sob o asfalto, dentro das casas e até nas sombras das árvores. O termômetro do relógio de pulso marcava 40ºC, o chão exalava brasa e o tenente Jonas Leão amassou a garrafa d’água sobre o rosto, mas nada desfez o mormaço abrasante na porta da penitenciária. Melhor dizendo, ex-tenente...

- Quente pra caralho, puta que o pariu. Tô no inferno... – ele resmungou e cuspiu grosso no chão.

Era o último dia cumprindo pena no presídio militar depois de cinco anos preso e, apesar da cara feia e do comportamento ranzinza, o desgraçado não tinha do que reclamar. Depois de roubar, traficar, entrar pra ala podre do BOPE e se envolver em vários esquemas de lavagem de dinheiro, corrupção e formação de quadrilha com traficantes e milicianos na Baixada, o ex-tenente Jonas Leão tinha que sair da penitenciária e agradecer de joelhos a qualquer deus que fosse, porque era pra ele ter cumprido muito mais tempo.

Mas não, o cara era intragável. A primeira coisa que ele fez foi xingar o calor, em seguida acendeu o cigarro e maltratou os pulmões em plenos 41ºC de Bangu.

- Tem que ter coragem pra fumar num dia quente desse, Guile. – o advogado riu, feliz com a liberdade do cliente.

- Quero mais é que se foda. Não pedi tua opinião. – Jonas foi seco e rude, como sempre.

- Ô, calma aí. Não tá animado de ter saído, meu amigo?

- Primeiro: não sou teu amigo. Segundo: se tu fosse brabo de verdade, eu não teria ficado um ano preso, quem dirá cinco.

- Guile, pelo amor de Deus, eu fiz o melhor que eu-

- TEU melhor foi um LIXO pra mim! Tu não foi pago pra isso. – o grandão apontou o dedo no peito do advogado, fez cara feia e cuspiu outra vez no chão antes de sair andando.

- Espera, tem uma coisa que eu prec-

- Não enche, bichona! Dá um tempo. Tô fora, chega perto de mim não. – ajeitou a mochila nas costas e saiu.

Pode ser que, em algum lugar do Brasil, as prisões cumpram com a função de ressocializar os detentos e reinseri-los de volta à sociedade, mas no caso do Jonas, o presídio piorou os desvios de personalidade e aflorou seus piores demônios. A PM adorou condenar e expulsar um sujeito tão autoritário, prepotente e arrogante feito ele, os próprios colegas de farda já não suportavam mais a convivência diária.

Jonas Leão era um homem que, só de olhar, você sabia que era casca grossa, aquele policial mais criminoso que os bandidos. Pele branca, 1,86m de pura massa magra, corpão musculoso de halterofilista bodybuilder, porte de tanque de guerra e a cara carrancuda, sempre com as feições fechadas, brabo e de poucas palavras. Rosto liso, as orelhas carcomidas da época que praticava luta, o nariz com uma cicatriz horizontal no meio e óculos escuros cobrindo seus olhos acinzentados.

O tipo de brutamontes que veste a blusa, os braços alargam as mangas, o peitoral estufa o pano e as veias ficam visíveis nos muques. Pés que mais pareciam patas, costas tão largas quanto às de um touro, antebraços duros, riscados por veias imensas, e calos nas mãos, muitos calos. Aquele ali sabia montar e desmontar fuzil de olhos fechados, você não imagina o quão letrado em armas, munição e táticas de guerra ele era. Afinal de contas, dos 38 anos, dez foram servindo à Polícia Militar e ao Batalhão de Operações Policiais Especiais, o BOPE.

Por conta do cabelo loiro puxado pra cima, Jonas foi apelidado de Gringo na prisão, mas os policiais que trabalharam com ele só o chamavam de Guile devido às semelhanças físicas com o personagem do Street Fighter. Só que as similaridades ficavam apenas no corpo, porque o lutador do jogo é um militar exemplar, enquanto o ex-tenente Leão não era flor que se cheire. Isso antes de ir pra prisão, imagine depois.

O depois é o seguinte: Jonas saiu da penitenciária, tomou o ônibus, não pagou passagem e ainda chamou o motorista de viadinho filho da puta por ter demorado a abrir a porta. Quando chegou em Belford Roxo e desceu na antiga casa onde morou antes de ser preso, ele abriu o portão, atravessou a porta da sala e se deparou com um jovem de 18 anos jogado no sofá. Era um rapaz branquinho que nem ele, os mesmos olhos cinzentos, mas o corpo magro e feições um tanto quanto... Diferentes.

Olhar menos vigoroso que o do ex-tenente, as pernas cruzadas pro alto, shortinho curto, blusa com a barriga de fora e o cabelo preso em coque. Esse jovem loirinho e meio afeminado que ele encontrou era ninguém mais ninguém menos que... Euzinho aqui, que vos escrevo.

- Quem é tu!? – ele falou grosso.

- Pai? O senhor voltou?! – eu dei um pulo do sofá assim que o vi entrar.

- Pai? Eu não tenho filho, muito menos viado!

- Para de graça, pai! Sou eu, Gael! Lembra de mim? Minha mãe... Ela... – minha voz embargou e quase chorei.

- Fala que nem homem, porra! Desembucha, tua mãe morreu?!

- É... Aconteceu. Já tava bem doente e partiu, tem mais ou menos seis meses.

- Foi tarde. – ele cuspiu no chão, largou a mochila, tirou a blusa e se jogou no sofá. – O que tu tá fazendo na minha casa, posso saber?

- Bom... Fiquei sem ter onde morar, não dava pra pagar o aluguel sozinho lá. Aí eu vim pra cá e tô cuidando da casa desde então, já tem meses.

- Tu chama isso de cuidar? – o desgraçado passou o dedo na mesinha de centro, viu a poeira e me olhou, o ódio estampado em seu rosto. – Minha vontade é te botar no olho da rua, moleque, não tenho filho viado. Se tu quer morar debaixo do meu teto, vai ter que ralar duro pra cuidar da casa. Tô precisando mesmo de uma empregadinha, e tu é viado, não é? Acho que dá pro gasto. Vai pegar uma gelada pra mim, anda.

- Mas não tem cerveja na geladeira.

- Então vai comprar, ora porra. Tá esperando o quê, quer voltar praquele chiqueiro onde tu morava?! Bora, seu merdinha, pega teu dinheiro e vai lá no boteco. Aproveita e traz cigarro, o meu tá acabando. De repente assim tu me convence.

- Foi mal, eu não queria... Tá, já volto.

Corri no quarto, peguei minha carteira, calcei os chinelos e desci correndo pra ir no bar comprar o que ele mandou. Você pode achar que eu fui otário de acatar as ordens desse macho escroto do caralho, mas a verdade é que eu não cresci com meu pai, não desenvolvi o menor afeto por ele e, pra mim, Jonas Leão não passava de um completo estranho, alguém que comeu minha mãe, me fez e sumiu. Ou seja, só mais um homem qualquer...

Vou te contar o que eu faço com um homem qualquer...

- Pega o litrão mais gelado que tiver naquela espelunca. E ó, traz isqueiro também. Não esquece do cigarro.

- Relaxa aí, velhote. Vou rapidão e volto num minu-

- QUEM TU CHAMOU DE VELHO?! – o ogro pulou do sofá, me cercou contra a parede da sala e me encarou como se eu fosse um inimigo declarado, cheguei a sentir sua respiração quente e raivosa cobrir meu rosto.

- Ô, calma lá. Segura a onda, é só forma de falar. Gíria, cara. Tô de boa, cê acha que eu ia falar alguma coisa pra te ofender? Se minha intenção fosse essa, eu nem iria no bar comprar cerveja. Respira, vai? Esse tempo no presídio te deixou irritado, quero que você relaxe em casa. – falei mansinho.

- Acho bom mesmo. – meu pai rosnou, voltou pro sofá e procurou futebol pra assistir. – Não demora, viadinho. Quando voltar, pega minhas roupa e põe pra bater, escutou?

- Anotado, senhor tenente.

O grande problema de você não reconhecer seu progenitor como pai é que sua mente fica livre pra ver ele como qualquer outra coisa. No meu caso, eu olhava praquele loiro troncudo largado de pernas abertas na poltrona e enxergava um traste, um criminoso, um fanfarrão da pior espécie, e o mais foda nisso tudo é que macho escroto é meu tipo preferido, tá entendendo o perigo?

- Tá olhando o quê, boiola?! – ele percebeu minha olhada e não gostou.

- Não, é que... Tem tempo que não te vejo. – disfarcei.

Mas não consegui ignorar o tamanho do malote entulhado entre as pernas dele. E a tornozeleira eletrônica apitando no pezão massudo? Do caralho. Meu pai deitou com as mãos atrás da cabeça, suas axilas loiras e peludas ficaram visíveis e eu tive que lutar comigo mesmo pra sair daquele transe, do contrário teria passado vários minutos ali, observando cada traço viril e másculo do cretino.

- Vai logo, porra! Saí daquele inferno doido pra molhar o bico, garganta tá seca. Vai pegar o gelo, viado, faz tua função. – ele cuspiu no chão de novo, perto do meu pé, e por alguns segundos eu desejei ter recebido aquela cusparada na cara ou na língua.

O que Jonas tinha de podre, tinha de gostoso e de alfa. Dava pra chamar o babaca de tudo, menos de feio, pois até o chulé dele era delicioso de sentir. Você tinha que ver como meu nariz entupiu quando voltei do bar e peguei ele removendo as botinas encardidas, as meias imundas e amareladas. Subiu aquele cheirão forte de testosterona vencida, juntou com a cecezada e eu me peguei dividido entre o ranço e o tesão, porque só de olhar pro pezão veiúdo me deu gatilho.

- Tomar no cu, hein! Que demora do caralho! Parou pra dar o rabo na rua, seu moleque!? Quase morri de sede! Trouxe meu cigarro?

- Trouxe tudo, toma. – abri o litrão, servi no copinho e dei na mão dele. – Geladinho, tenente, do jeito que o senhor pediu. Vê se tá bom.

- É... – ele matou tudo numa golada só, botou o cigarro na boca e não se mexeu nem pra acender, eu que tive que riscar o isqueiro. – Até que tu serve de empregadinha, teheheh! Se continuar assim, vou deixar tu morar aqui. Só não vou chamar de filho, não tenho filho bichona. Tu vai ser no máximo meu escravo até eu arranjar uma otária pra botar em casa, fechou?

- Se essa é a sua vontade... Tô dentro.

- Agora vai lá preparar o rango pro dono da casa, vai? Tô como, estômago roncando de fome. Aproveita e leva minha roupa pra máquina, viado. Mochila tá cheia, dá essa moral.

- Deixa comigo, tenente. – peguei a bolsa no chão, fui na área de serviço e comecei a tirar peça por peça pra pôr pra bater.

Shorts imundos; cuecas sujas de porra ressecada, cheias de pentelhos loirinhos e com cheiro de água sanitária de macho; mais meias encardidas e aquele azedume pesado de quem repetiu as mesmas boxers por vários dias seguidos, a ponto de o tecido endurecer e formar crosta nas extremidades. Podrão!

- “Tudo nesse cara é excêntrico, até o cheiro dele. Puta que pariu...” – pensei alto, minha mente foi longe.

Eu não sabia se sentia nojo ou tesão no cheiro extremo e absoluto do meu pai, mas o prazer venceu, aproximei o nariz de uma das cuecas e dei aquela cheirada fortona, pra fazer os olhos queimarem e as narinas marinarem no cheiro da inhaca do canalha. Pra alguns pode ser nojento, mas pra mim foi tipo receber o carimbo dos feromônios do Jonas nos meus pulmões. Realmente senti o traste dentro de mim, ainda que por poucos segundos.

- Cadê a comida, viadão do caralho?! – ele berrou da sala. – Tu é viadinho ou não é? Tem que providenciar o rango, ô porra!

- Já vou, já vou. Dois minutos.

- Dois minutos não, eu quero AGORA! Quando eu mandar, tu para o que tá fazendo e me serve. Vou ter que repetir, Gael?

- Não, nunca! Faço agora mesmo, tá na mão.

Corri na cozinha, fritei dois bifão gordo pra alimentar o brutamontes, cozinhei batatas, ovos, e servi com arroz, feijão, farofa e salada verde. Pensei na fome que meu pai devia estar desde que saiu da prisão, observei ele folgadão no sofá e enchi o prato, pois aquele ali certamente tinha que encher o bucho pra manter a forma física.

- E aí, tô aprovado no fogão? – fiquei curioso.

- Porra, moleque... Na moral... – ele falou de boca cheia, de tão empapuçado que ficou.

Não deu outra: o filho da puta comeu de lamber os beiços, se empanturrou e ainda pediu mais quando terminou. Depois que ele matou a fome e esvaziou o prato pela segunda vez, eu fui lavar a louça e deixei Jonas na sala vendo TV, daí arrumei tudo, voltei e só escutei o ronco do grandalhão na poltrona.

- Pai? Dormiu? – chamei, mas ele seguiu boquiaberto, de olhos fechados e respirando profundamente.

Toquei sua perna torneada, dei um apertão de leve e nada, o macho prosseguiu dormindo feito pedra. Mas também, quem aguenta ficar de pé depois de comer pra caralho e encher a cara de cerveja? Claro que ele pegou no sono fácil, com direito à mão repousada em cima do volume da pica, um pezão no sofá e a sola maciça virada na minha direção, a chulezada indo longe.

- “Vai ser um desafio e tanto conviver com esse cara, já tô até vendo...” – imaginei.

Tentei acordá-lo mais uma vez, apertei seu bíceps volumoso e meu dedo sem querer esbarrou na floresta de pelos debaixo do braço. O cecezão de presidiário explodiu no meu nariz, eu tomei coragem pra chegar perto do sovacão e dei aquela cheirada pra entupir as vias aéreas. Esquentei minha corrente sanguínea na testosterona de um ex-policial do BOPE.

- Hmmm... – de repente o loirão abriu os olhos, esticou os braços, as pernas e o corpo todo no sofá, começou a se despreguiçar.

Tentei sair, mas minha visão foi abduzida pelas camadas de músculos se sobrepondo nos braços, nos ombros, no trapézio, no peitoral e nas coxas conforme Jonas foi estalando cada parte do corpo. Poderia ter parado aí, mas ele também esticou os pés, abriu bem os dedos e eu quase morri de sede no tempero poderoso que exalou dos espaços entre eles. Como se nada disso bastasse, até o volumão na bermuda deu um pulo no fim da despreguiçada do meu pai.

- Tá olhando o quê, viadinho, perdeu o olho?! Nunca viu macho? – o maldito percebeu.

- É que geralmente o pessoal perde peso na prisão. Você não, tá malhado, tá forte... Tá grande, hein, pai? Porra... – apertei o antebraço veiúdo e ele rapidamente tratou de desfazer o contato físico, não deu mole nem por um segundo.

- Desencosta, seu bicha. Tá maluco de me encostar?! Tira a mão de mim. E outra, tu não é meu filho. Tu é, no máximo, a empregada doméstica. Só até eu botar uma buceta nessa casa, depois eu penso se tu continua aqui ou se volta pra rua.

- E você acha que vai encontrar uma esposa que te sirva do jeito que eu sirvo, senhor tenente? As mulheres de hoje em dia não gostam de homem durão que nem você, não, fique sabendo. Elas vão cansar na primeira semana.

- Comigo não tem essa de gostar ou não gostar, viado. Mulher minha obedece e ponto final. Ou anda na linha, ou vai pra rua também, não perco tempo com buceta fraca. – ele me chocou com a habilidade de reduzir mulher a buceta, mas eu também sei reduzir homem a pica.

- Olha lá... Uma hora você vai encontrar uma moça que vai te chamar de machista, aí eu quero ver.

- Mas eu sou mesmo. E quem não gostar, pode ralar. Faço questão não, tu acha que eu ligo? Tehehehe. Agora vou subir pra tirar um cochilo, fez a cama? Ligou o ar?

- Não liguei, você não avisou que ia-

- A partir de hoje, trata de se acostumar. É pra ligar o caralho do ar sempre que eu for dormir, não sou obrigado a dormir no calor. Já basta aquele inferno de prisão.

- C-Claro! Vou providenciar pra já, senhor. Seu pedido é uma ordem. – levei a mão direita à testa, prestei continência e meu pai deu um risinho sacana de quem gostou do que viu.

- Aí sim, moleque. Tu vai ser a doméstica perfeita, tudo que eu preciso. Se continuar obediente, trago até uns parceiro meu pra te enrabar qualquer hora dessa. Mas ó, vou cobrar. Fazer uma grana em cima de tu, já é? – o pilantra passou por mim, rasgou um tapa de mão cheia na minha bunda e eu cheguei a me arrebitar todo, senti muito tesão com essa atitude devassa dele.

- Não acredito. Vai me vender e ainda vai ser meu cafetão? Só pode ser piada, né? – tive que fingir que meu cuzinho não piscou diante daquela ideia perversa.

- Por que não? Já fiz muito isso com as puta da Lapa na época de PM, por que não faria agora? Vai emprestar o cu pra caralho pros amigo e ainda vai encher meu bolso até eu descolar um trampo, melhor forma. Hehehehe. Vou dormir. – ele me ignorou, subiu a escada e foi pro banheiro tomar banho.

Eu me adiantei, liguei o ar condicionado do quarto e fui conferir se a máquina já tinha batido as roupas. Cheguei na área de serviço achando que tava tudo certo e em ordem em casa, escutei aquele urro vindo do segundo andar e a voz grave do meu pai fez as janelas tremerem.

- GAEL, SEU VIADO IMPRESTÁVEL DO CARALHO! QUER VOLTAR PRA RUA?! CADÊ MINHA TOALHA, MOLEQUE!?

- Vish, foi mal! Tava focado no almoço, acabei-

- MAL NADA, PÉSSIMO! ANDA LOGO, Ô PORRA!

- Tô indo!

Busquei a toalha, bati na porta do banheiro e ela abriu, aí o ogrão apareceu na minha frente recém saído do banho, todo molhado e adivinha? Completamente pelado, nu. Meus olhos travaram no físico escultural e lapidado do meu pai. Repito: não dava pra saber se ele era mais escroto ou mais gostoso, porque era páreo duro entre o comportamento tóxico e o corpão musculoso.

- Demorou pra caralho, Gael! Tava aonde, marica?!

- Fui ver se a roupa bateu, pra pendurar no varal. Aproveitar que tá sol e-

- Sol, sol... Ligou a porra do ar que eu mandei?

- Liguei, tá clima de montanha. E a cama limpinha, só esperando você deitar e dormir. – suei frio pra não manjar o piruzão na cara dura, minha permanência ali na porta do banheiro se transformou numa prova de resistência.

- Pelo menos isso. Se eu tiver que gritar teu nome outra vez, tu vai tomar uns tapa na cara pra deixar de ser surdo. OUVIU, PIVA?! – ele levantou a mão pra mim e soube me intimidar.

- Ouvi, sim. Desculpa, só quis agilizar a roupa na máquina. Não vai acontecer de novo. – meu cuzinho piscou à beça, refém do caráter alfa desse filho da puta.

- Acho bom. – Jonas abaixou pra secar os pés, eu aproveitei a chance e manjei cada parte do corpo dele.

As axilas peludonas e loiras, os pelos cada vez maiores no peitoral malhado, a trilha descendo no abdômen trincado, a pentelhada ao redor do talo da jeba, a envergadura do pirocão molenga, o comprimento assustador, a largura estratosférica, o peso megalomaníaco do saco fanfarrão, a pele espessa, encouraçada e ligeiramente mais morena que o tom claro do meu pai... Cada detalhe era melhor que o outro, pena que não durou muito e ele se enrolou na toalha.

- Comeu, bebeu, se refrescou, agora é só dormir. Bons sonhos, tenente.

- Corta o papinho furado, viado. Quero dormir em paz, nada de me acordar ou incomodar.

- Claro. Boa tarde. – debochei.

Apesar de aceitar que eu morasse com ele, meu pai era seco e rude dentro de casa. Não deixava eu dormir até tarde nem nos fins de semana, exigia café, almoço e janta na mesa todos os dias, de segunda a segunda, e só me dirigia a palavra pra dar ordens. Outro ponto sobre o ex-tenente é que ele tava sempre me chamando de viadinho, de bichinha ou de tchola, nunca de filho. Às vezes até chamava pelo nome, mas sempre acompanhado dessas palavras.

O parasita passou quase dois meses comendo, bebendo e fumando às minhas custas, drenou mais da metade do salário que eu recebia como balconista e eu comecei a achar que ia falir se continuasse morando com ele na Baixada Fluminense, até que o jogo virou. Jonas se envolveu numas obras em Belford Roxo, fez amizade com os peões e foi ser pedreiro lá pra dentro da favela do Castelar, aí a rotina dentro de casa mudou.

Antes meu pai passava o dia em casa e eu me dividia entre trabalhar e ser o empregadinho dele. Depois que virou peão de obra, ele saía cedo de manhã, voltava só na hora do almoço pra encher o bucho e se mandava pra favela, pra bater laje até o fim da tarde. A gente chegava em casa praticamente junto, eu às cinco e meia e ele às seis, e eu assumia a dupla função de cozinhar, passar e lavar, senão o traste reclamava e xingava.

- CADÊ A COMIDA, VIADINHO?! PASSEI O DIA QUEBRANDO PEDRA NA RUA E A BICHONA AINDA NÃO TÁ COM A MESA PRONTA!? QUE TIPO DE TCHOLA TU É?! – o esporro veio acompanhado da cuspida de sempre no chão.

- Você vai ter que esperar meia horinha, tenente. Saí tarde do trabalho, peguei engarrafamento e ainda tive que passar no mercado pra comprar o que tava faltando, vou começar a temperar o frango.

- E eu com isso!? Se vira, porra! Eu é que não vou esquentar barriga no fogão depois de passar anos naquele inferno! Bora logo, tô com fome. Aproveita e faz minha marmita que amanhã não venho comer. Pode encher, faz logo duas, três.

- Tá, tá, mas preciso de meia hora pra-

- AGORA, Ô SUA PUTA DO CARALHO! QUER VOLTAR PRA RUA, VAGABA!? – ele apertou a mão na minha nuca, forçou meu rosto contra a parede da sala e me cercou por trás, grudou nas minhas costas pra falar bem de perto. – Ou tu traz a comida agora, ou pode pegar teus paninho de bunda e meter o pé!

- E aí você vai ter que cozinhar, certo? – eu ri.

O brutamontes pensou por uns segundos, reconsiderou e teve que concordar. Se me mandasse embora, ele não teria ninguém pra fazer a comida e as atividades de casa, então voltou atrás, andou pro sofá e foi tirando peça por peça de roupa até chegar lá. Meu pai terminou só na cueca amarelada e folgada, se jogou na poltrona, abriu as pernas e tirou as meias encardidas.

- Toma. Como eu te conheço e sei do que você gosta, preparei uns petiscos e cervejinha gelada enquanto cê espera a comida ficar pronta. E vou preparar seu prato favorito: frango embriagado com macarrão à parisiense. Tem certeza que você vai me jogar na rua, tenente Jonas? – falei em tom irônico, mas ele cagou e andou.

- É o mínimo, moleque. Anda, demora não. Isso aqui vai só forrar o estômago, tô com fome de leão. – o bruto tomou a cerveja da minha mão, comeu vários salaminhos de uma vez e soltou aquele arrotão que só macho ogro solta, bem porcão mesmo.

Com a mão direita, meu pai matou a cerva, amassou o latão e jogou no chão pra eu catar, perto das roupas imundas e suadas que eu já estava recolhendo. O cheiro do álcool se misturou com a testosterona que ele tanto transpirou na obra, tomei o primeiro nocaute da noite e admito que foi difícil continuar na sala, ainda que por poucos segundos.

- “Assim não dá pra conviver com esse cara! Impossível! Ele é um fanfarrão e isso me instiga, fala sério!” – pensei alto.

Com a mão esquerda, Jonas coçou o saco brevemente, não se aguentou e passou os dedos pro lado de dentro da cueca manchada, daí se coçou à vontade e ainda deu aquela cheirada marota pra conferir o estrago de tantas horas suando no canteiro de obras. Eu quase morri de inveja, cheguei a travar vendo a cena.

- Bora, caralho, vai fazer o frango! – ele ordenou.

- T-Tô indo! Meia horinha tá pronto, confia.

- Tomara. Ou então tu vai pagar a janta pra mim, escolhe.

- Relaxa, logo apronto tudo. – me mandei pra cozinha e lá fiquei por quase meia hora, conforme o planejado.

A rotina seguiu como de costume, eu de empregadinho do meu pai e ele me explorando sempre que podia. Até que o sem vergonha conheceu a prima de um peão da obra, começou a se envolver, foi na igreja dela um dia só pra impressionar e a morena acabou se apaixonando por ele. Tadinha... Mal sabia ela que estava sendo preparada pra assumir os afazeres domésticos, o fogão e a máquina de lavar.

Kézia era baixinha, peituda, magérrima e sem bunda, parecia uma tábua na parte de trás, mas seus seios volumosos chamavam atenção na frente. Posso falar? Até eu, que sou viado, às vezes me pegava parado prestando atenção no vai e vem daqueles peitões quando ela tava cozinhando ou lavando louça, pois eram tão imensos quanto dois melões. Davam inveja.

Eu tinha certo apreço por ela, mas o mau da Kézia é que ela era EXTREMAMENTE crente, daquelas bem fervorosas mesmo, e amava a ideia de estar abaixo de outro homem. Quem sou eu pra criticar, se eu também gostava de comer na mão de macho? Nunca meteria o male nela por isso, o foda é que ela era a submissa do sétimo dia e não enxergava nada de errado no comportamento tóxico do meu pai, nem quando ele aumentava o tom de voz e gritava.

Deus me livre chamar mulher de burra ou de lerda. Se eu fizesse isso, estaria sendo machista igual ao ogro que eu chamava de pai. Mas cara, Kézia era tão boba e desapercebida que chegava a dar raiva! Ele conseguia enrolar ela de todos os jeitos possíveis e a coitada caía em tudo que ele inventava. Já diziam as mais velhas: a pior cega é aquela que não quer ver.

Na mente da Kézia, meu pai era um santo. Até a tornozeleira eletrônica ela dizia que era “obra do demônio”, em vez de cair na real e enxergar que estava apaixonada por um miliciano delinquente, criminoso e mais bandido que os traficantes do morro. E mesmo depois que veio morar com a gente, ela continuou sendo o tipo de mulher que achava normal ir dormir tarde da noite, enquanto meu pai ainda tava na rua.

Kézia aceitava isso porque o malandro chegava arrependido no dia seguinte, vestia o terno, penteava o cabelo e acompanhava ela no culto dos casais na igreja. Jonas fazia cena pra convencer que tinha mudado, chorava, louvava ao sem-or e eles voltavam pra casa “recuperados em Cristo”. Aí eu pergunto, quem tava no controle: ela, ele ou o pastor, digo, senhor? Não sei dizer.

O que sei é que, de acordo com a religião da Kézia, não havia lugar no céu pra gente como eu (gay), e isso foi ÓTIMO pra mim, pois cresci fora desse meio e meus olhos foram treinados pra enxergar através dessas relações escrotas de poder. Onde eles viam redenção e salvação, eu via doutrinação e controle, então nunca caí nesse papo de que meu pai aceitou Jesus e virou outra pessoa. Tudo balela.

No fundo, eu sempre, SEMPRE soube que ele ainda era aquele fanfarrão fora da lei, machista até o talo e cheio de preconceitos. O ex-tenente do BOPE podia tentar bancar a imagem de paizão de família reabilitado pra manter Kézia na coleirinha de varoa fiel, mas eu sabia que era questão de tempo até a máscara cair. E caiu, não demorou. Logo no terceiro mês do relacionamento, as atribulações começaram.

Achei estranho quando meu pai chegou em casa todo marcado numa madrugada de sexta-feira pra sábado. A blusa rasgada, o olho roxo, marcas de agressão no corpo e sem um sapato no pé, como se tivesse saído na porrada com alguém depois da obra. Pra Kézia, ele disse que se desentendeu com um dos peões, mas eu desconfiei, esperei um dia e fui averiguar na rua com os vizinhos, não deixei passar batido.

- Bom dia, seu Hélio. Ficou sabendo da confusão de ontem? – me fiz de desentendido e puxei assunto com o coroa bigodudo que era dono do botequim da esquina.

- Fala, garoto, tudo joia? Porra, vi sim. O pessoal anda comentando, sabe como fofoca corre solta.

- Imaginei. Meu pai só arruma problema, puta merda. Não consegue ficar em paz na dele, tem sempre que arranjar briga com alguém.

- O foda dele é que não sabe beber. Bebe e perde o juízo, quer bater em todo mundo, quer gritar com os outros. Aí não, aí perde a graça. Daqui a pouco ninguém vai ficar perto dele.

- Sei bem, seu Hélio. Pra ser sincero com o senhor, nem eu tô querendo assunto depois da porradaria de ontem. – joguei verde pra tentar colher maduro.

- Pois é... As puta acabaram com a raça dele. Um homão daquele tamanho apanhando e correndo de um bando de piranha no meio da rua. Ainda bem que tua madrasta não viu.

- Putas? Meu pai apanhou das putas!? – realmente, foi difícil imaginar o brutamontes fugindo das piranhas enquanto elas corriam de salto alto.

- Apanhou, apanhou feio! Mas também, quem inventa de comer puta sem pagar? Tem que pagar, porra, senão elas chamam as outras e dá no que deu. Veio o grupo inteiro em cima dele, teu pai saiu chutado lá do puteiro. Escorraçaram ele, coitado.

- É... Coitado mesmo, tadinho... – minha cabeça borbulhou.

Horas mais tarde, quando voltei do trabalho e encontrei Jonas jantando no sofá, puxei papo e dei uma de espertinho pra ver se o safado abria a boca, mas ele continuou mentindo e quis me enganar. Tentou fazer comigo o mesmo que fazia com a Kézia todos os dias.

- E aí, pai, tá melhor?

- Não sou teu pai, já falei. – ele respondeu com rispidez, nem a presença da mulher o dobrou. – E outra, não quero ficar falando disso. O cara me pegou na covardia, senão o resultado era outro.

- O cara, né? Entendi... Tudo bem, só queria saber se você melhorou.

- Não tô doente. Fim desse assunto na minha casa.

- Certo. Como você desejar, senhor tenente. – debochei.

Desse ponto em diante, nada mais foi igual.

Uma vez instalada, minha desconfiança foi crescendo como uma bola de neve e eu já não conseguia mais ignorar o elefante branco na sala. Ou melhor, o touro branco, forte e loiro. Bastava acordar e encontrar aquele macho tomando café na mesa pra saber que ele não valia nada, tava escrito na testa. Só pelo jeito truculento com o qual mastigava o pão de boca aberta e falava de boca cheia, eu via o quão relaxado e folgado Jonas era. Com mulher, não seria diferente.

- “Como que a Kézia não percebe quem ele é? Fala sério...” – eu me perguntava dia e noite.

Até que, numa noite de quarta pra quinta, fiquei acordado vendo filme de madrugada, deitei pra dormir depois das duas da manhã e escutei barulho de alguém mexendo no portão. Bateu um medo fudido de ser gente tentando entrar em casa, tava todo mundo dormindo e eu não soube o que fazer, mas tomei coragem, corri na janela da sala, olhei na cortina e me assustei com o que vi.

- “EU SABIA! NA MOSCA!” – minha mente pegou fogo.

Não havia ninguém tentando entrar, pelo contrário, quem é que tava parado no quintal, abrindo o portão com o máximo de discrição e sigilo pra não acordar Kézia e os vizinhos? Ele mesmo, o dito cujo. O marrento e escroto do meu pai, que só reconheci por conta da silhueta grandona e da luzinha vermelha piscando na tornozeleira eletrônica, já que o filho da puta apagou a casa antes de fugir na madrugada.

Tão logo ele saiu, eu calcei os chinelos, peguei a identidade e fui atrás, andando na pontinha dos pés e numa certa distância pra não chamar atenção. Jonas seguiu pro fim da rua, entrou num beco como quem fosse guiar pra favela do Castelar e eu confesso que fiquei com medo do que ele ia aprontar àquela hora da noite, mas segui mesmo assim.

- “Agora tá explicado... Que merda.” – você não imagina minha cara de decepção quando vi meu pai comprar pó na boca de fumo e cheirar ali mesmo, praticamente na entrada da comunidade.

Pelo visto, sua degradação era muito maior do que eu imaginava. Sabia que ele foi preso por ser policial corrupto e tocar o terror no BOPE, mas cheirador noiado? Essa informação foi novidade pra mim. Enfim... O cretino deu vários tecos, ficou ligadão e retornou no sentido da nossa rua, mas parou antes, fez hora na pracinha abandonada e eu achei que seria o fim da noite, só que não.

- Boa noite, posso sentar? – de repente apareceu uma mulher ruiva de vestido, sentou no banco e abriu uma lata de cerveja.

- Depende. Quer sentar aonde? – ele respondeu gracinha, ela riu e os dois começaram a conversar na maior intimidade, como se já se conhecessem.

Quando menos esperei, a moça também cheirou, eles entraram na onda da droga e ela alisou a coxa dele, aí eu entendi o sentido daquilo ali: meu pai gostava de adrenalina, do fogo da noite e da energia da putaria. A graça dele era se dopar e caçar puta na rua, e eu descobri isso assim que ele e a safada sumiram atrás de um arbusto no fim da praça.

- Vai mamar minha pica, sua puta?

- Eu quero, mas tem certeza que aqui é tranquilo? – ela hesitou antes de ajoelhar.

- Tenho, já comi várias bucetinha aqui. Vai me dar tua xoxotinha também, vai? Tô precisando de xereca, passei mó tempo preso.

- Só depende de você. Será que a rola vale à pena?

- Isso é tu quem vai dizer. Mereço ou não mereço uma chupada gostosa?

Posso falar? Considerando que ele bebeu e cheirou à beça, achei que meu pai fosse brochar e fazer vergonha na frente da ruiva, mas mal ela abaixou no chão e o volumão da piroca despontou violento no calção. Jonas segurou na nuca da mulher, forçou o malote na cara dela e botou pra cheirar seu pau, mas ela foi impaciente, não soube degustar o cheiro da pica e quis ir direto ao ponto, já foi descendo o short dele pra liberar a jeba.

- “CARALHO!” – eu tava escondido atrás da moita e fiquei tão chocado que quase berrei. – “ESSE CARA É UM MONSTRO, TÁ MALUCO!”

- Meu Deus, homem! Você é o quê, um jegue!? Que piru de jumento é esse, puta que pariu! – até a piranha tomou susto com o tamanho da bengala.

- “Isso mesmo, queridona, mentir é feio. Fala a verdade, ele precisa saber que é dotado. Enche o ego desse macho, vai? Cheira os pentelhos, mama o saco, dá tudo que ele merece...” – minha mente pegou fogo vendo o charutão de carne pulsar e implorar garganta.

Mas o que me deixou mais inflamado foi perceber que a mulher não tava preparada pra lidar com uma víbora gigante feito a do meu pai. Em vez de apreciar o momento e aproveitar cada detalhe do picão grosso, ela simplesmente arregaçou a cabeçona, lambeu a ponta e não fez o menor esforço pra tentar engolir, pelo contrário, a ruiva deu atenção apenas à glande e ignorou o resto da genitália. Nem a mão no saco ela botou.

- Sssss! Chupa essa porra toda, anda! Mama tudo, quero ver. – o loiro ficou nervoso, pôs a mão atrás da cabeça dela e deu aquela forçada maldosa pra chegar na garganta, mas a coitada engasgou feio, começou a tossir e parou de mamar.

- Tira a mão, homem, vou chupar sem pressão!

- Mas eu quero tudo, tu não tá chupando nada.

- Tô chupando do jeito que eu sei. Se não tá bom, eu vou embora e você fica na punheta, prefere? – ela não deitou pra ele.

- Parece até que tá com nojo de mamar, pô. Faz uma forcinha pra engolir, vai? Me amarro quando engolem meu caralho.

- Tô fazendo o que eu sei fazer, quer que pare? Vou parar.

- Tá, tá, foi mal. Tudo bem, chupa do jeito que tu sabe. Precisa engolir não... – o canalha bufou, revirou os olhos e viu que, ou era aquilo, ou então teria que apelar pra bronha.

A moça voltou a lamber só a ponta da cabeça, ele ficou incomodado e, de longe, eu vi meu pai se controlando pra não apoiar a mão na nuca dela e afoga-la no caralho de novo. E que caralho, viu? A putinha tinha razão em chamar ele de jumento, porque nem em filme pornô eu via um mastro cabeçudo, rígido e envergado feito o dele, sem sacanagem.

- Engole só mais um pouquinho, tu consegue! SSSS!

- Já mandei tirar a mão de mim, não já? – ela não gostou da pressão.

- É que tu lambe a cabeça e eu empolgo fácil, tehehe! Sem querer.

- Se continuar botando a mão, vou parar.

- Tá, tá, eu me controlo. – ele cheirou mais droga, deu pra ela e os dois compartilharam o latão de cerveja.

Não tenho motivo nenhum pra engrandecer ou enaltecer o ex-tenente Jonas Leão, mas a verdade tem que ser dita: o cara nasceu privilegiado, a natureza claramente tinha seu preferido. Além do corpo musculoso, da cara de ruim e do jeitão incorrigível de macho alfa, o pilantra ainda era dono de inacreditáveis 27cm de uma piroca veiúda, da cabeçota inflada e silhueta de cogumelo, tortona pra cima.

- “Como pode uma rola tão pesada apontar pro alto? De onde ele tira tanta força pra manter ela em pé?! Será que alguém aguenta isso no cuzinho? Deve fazer um puta estrago, misericórdia! É do tamanho do meu antebraço!” – foram tantas dúvidas e perguntas na cabeça, eu quase entrei em curto-circuito.

Meu pai tinha rola pra dar, vender, emprestar, distribuir, alugar e compartilhar com a rua toda, e ainda sobraria piru pra ele usar. Se ele quisesse, poderia empilhar três piranhas empaladas na piroca e restaria o cabeção espesso lá em cima, de tão estratosféricas as dimensões da trolha. Parecia uma calabresa curvada, com a bolsa de ovos logo abaixo e duas nozes pesadas dentro, pra não falar do púbis chapado, pentelhudo e deliciosamente loiro.

- FFFF! ISSO, PORRA, CHUPA! – como sempre, ele se descontrolou, apertou a mão na nuca dela e a ruiva engasgou legal.

- Porra, assim não dá! Já tá ficando chato, tô até lacrimejando de nervoso! – ela ficou puta da vida, levantou do chão e empurrou ele pra trás.

- Não, calma! Pera aí, eu que vacilei! Vou parar, continua! – o loiro tentou argumentar.

- Chega, cansei. Por hoje é só, acabou.

- Mas eu tô quase gozando na tua boca, só mais um pouco! Vamo?

- Detesto que goze na boca, tenho nojo. Teu pau é grande demais pra mim, dá não. E tá com gosto estranho, você lavou direito? Parece que tá sujo, ó. – a mulher apontou pra cabeça da vara, mostrou as linhas brancas e isso deixou meu pai bolado.

- Ah, vai te fuder! Fresca do caralho! Tu que não gosta de pica, sua fraca!

- Bem que eu desconfiei que você era otário. Você deve ser aquele escroto que as meninas meteram a porrada outro dia, não é?! Ridículo! Vou embora, tchau.

- Vai, vai mesmo! Essa piroca aqui é só pra quem se garante, tu ainda tem que comer muito feijão com arroz pra dar dentro comigo. Vim do presídio, ô sua puta, mereço piranha melhor.

- Você é um imundo, isso sim. Nem tinha que ter saído da cadeia, marginal. – ela saiu andando, sumiu da praça e deixou ele falando sozinho em meio aos arbustos.

- Puta do caralho... – ele resmungou igual um velho ranzinza, deu mais cheiradas no pó e matou o resto da cerveja numa única golada, em seguida guardou a jiboia de volta no short, saiu do mato encaralhado, de pau pulsando e cara fechada.

Meu pai voltou pra casa bem puto, entrou no sapatinho e foi deitar como se nada tivesse acontecido. Eu esperei um tempo, entrei também e, como bem imaginei, o filho da puta tava acordado, inquieto na cama enquanto Kézia roncava alto. É claro que ele não ia conseguir pregar os olhos depois de beber e se drogar, o que eu não esperava é que o sacana fosse chamar na punheta pra esvaziar as bolas e dormir leve.

- SSSSS! Era só uma garganta quentinha pra eu aliviar nela, tá que pariu! – seus gemidos abafados me deixaram de goela seca na fresta da porta.

E o pior de tudo é que eu apareci no momento exato em que ele esticou o corpo na cama, abriu bem os dedos dos pés e esguichou mingau grosso no lençol. Não cheguei a ver a punheta em si porque o brutamontes tava coberto, mas vi a barraca armada, os contornos da uretra e os galões de porra quente que ela bombeou pra fora na hora da gozada, cena da qual nunca vou esquecer.

- Caralho... FFFF! – a leitada foi tão relaxante que ele ficou grogue depois que esvaziou o tanque, efeito do combo álcool, droga e tesão.

No dia seguinte, quando sentamos pra tomar café da manhã na cozinha, eu percebi as olheiras expressivas no rosto do meu pai e não pude ignorar seu olhar de ressaca e exaustão. Se dissessem que ele tava virado, eu acreditaria, pois até sua respiração parecia pesada, os ombros caídos e o corpo meio curvado pra frente, num claro sinal de cansaço.

- Bom dia, tenente. Tudo certo? – puxei papo.

- Tô ótimo, moleque. Por que a pergunta?

- Sei lá, tá com cara de quem não dormiu nada.

- É mesmo, meu amor. Foi deitar tarde de novo? – até Kézia concordou.

- Tô ótimo. Troca a fita, chega desse papo. – ele terminou de comer, levantou, pegou a mochila e se mandou pra obra, não quis ficar de papo furado.

- Meu pai tá diferente, cê não acha? – tentei abrir os olhos da minha madrasta.

- Tá, sim. Mas a gente vai no culto sábado e vou pedir pro pastor fazer um descarrego nele, isso tá com cara de encosto. – ela apertou meu ombro, no intuito de me confortar.

- É... Você tá 100% certa, SÓ PODE ser encosto. – me esforcei pra não revirar os olhos e bufar na cara dela.

- E você, Gael, não quer vir com a gente? Aposto que a igreja vai fazer muito bem, meu lindo, vai tirar esse encosto do homossexualismo. Vamos? Deus tem um propósito pra sua vida.

- Vou sim, Kézia. Mas lá tem algum pastor que seja gostoso e que traia a esposa? Porque só assim pra eu pensar em pisar numa igreja. Fala sério, né? – não deu pra segurar minha língua afiada.

- TÁ REPREENDIDO, MENINO! DEUS O LIVRE! ISSO SÃO MODOS?! – ela saiu da mesa indignada e foi pro quarto orar pela minha alma.

Mereço... Tomei banho e fui trabalhar, mas a cabeça continuou a mil depois de tudo que vi na madrugada. O álcool, as drogas, meu pai querendo fuder a garganta da ruiva e não conseguindo, a punheta acelerada que ele teve que bater na cama, suas mentiras deslavadas de manhã... Tudo isso cozinhou na minha mente e eu soube que precisava fazer alguma coisa, só não sabia o quê.

O tempo virou à tarde, fez um frio do caralho, caiu chuva e eu cheguei em casa ensopado, pois não levei guarda-chuva e nem casaco na mochila. Passei a maior parte da noite recolhido no meu quarto, jogando com os amigos, fui dormir de madrugada mais uma vez e, assim como aconteceu antes, ouvi barulho no portão quando já era pra mais de duas da manhã.

- “Só pode ser ele.” – deduzi.

Uma friaca da porra, caindo aquele chuvisco fininho do céu, nenhuma alma viva na rua e adivinha quem tava no portão, prestes a sair? Ele mesmo, o sem vergonha do meu pai. De meias encardidas nos pés, chinelos de dedo, touca na cabeça, a calça camuflada do batalhão, camisa de manga longa contornando os músculos dos braços e o peitoral estufado. Cigarro numa mão, latão na outra, carteira no bolso e lá foi ele pro fim da rua.

- “Tem que ser muito viciado em adrenalina pra sair num frio desses. Quem é maluco assim?” – pensei mal do macho, mas imitei ele, me agasalhei e o segui noite adentro, um mais doido que o outro.

Como da outra vez, Jonas passou na biqueira, comprou droga, deu dois tecos ali mesmo e ficou ligadão antes de se encaminhar pra pracinha vazia. Sentou na mesa de cimento, ao relento, ignorou totalmente os micro pingos de chuva e, depois de uns cinco minutos cheirando, eis que uma coroa negra, cacheada e rabuda apareceu pra se drogar com ele. Eles nem disfarçaram na hora de ir pro matagal, e é claro que eu fui atrás.

- O programa completo tá cinquentinha, putão, quer fechar? – ela levantou a saia, empinou e ele foi sedento atrás, já no intuito de grudar e não sair.

- Mas vai deixar eu socar tua bucetinha no pelo, vai?

- No pelo não dá, putão, só faço com camisinha.

- Vamo só dar uma brincada, vamo? Tô precisando de contato físico, quero na pele.

- Já falei que na pele não rola. Brinca um pouco, mas é só brincar, tá ouvindo?

- Posso mesmo? Então toma. FFFF! – ele apontou o grosso calibre na xota dela, meteu metade da mandioca e a coroa chegou a dar um tranco pra frente.

- AAAHNSS, QUE GOSTOSO! Mas vai com calma, você é enorme!

- Nada, tua xoxota que é apertadinha! Heheheh! SSSS! Vamo no cuzinho, vamo?

- Nunca! Não dou a bunda, nem pensar! Hmmm!

O foda é que a mulher tinha o maior rabão, isso chamou a atenção do meu pai e ele ficou galudo pra botar no cu, não conseguiu se controlar na onda da bebida e do pó. Teve uma hora que o soca-soca acelerou, ele começou a enterrar tudão na buceta e a piroca escapou sem querer, quase entrou na cuceta da puta.

- JÁ FALEI QUE NA BUNDA NÃO, PORRA! TÁ MALUCO, CARA?! – ela não gostou nem um pouco.

- Foi sem querer, exagerei na velocidade. Mas tá reclamando do quê, tu não é puta? Se eu pagar o programa, vou querer cuzinho também. Tá com medo? – o desgraçado cresceu pra cima dela.

- Não, cu eu não dou. E você tá enfiando a pica toda, não vou aguentar. Me dá meu dinheiro e cada um vai pro seu canto, chega.

- UEHEUHE! Tá de sacanagem, né, ô sua puta?! Cheirou meu pó de graça, tomou minha cerveja, me arrastou pra cá pra não aguentar nem cinco minuto de rola e agora quer cobrar!? Vai te tomar no cu, vai enganar caralho! Tá achando que eu sou otário, que eu sou trouxa? Vou pagar porra nenhuma, nem fizemo nada!

- Ah, não vai pagar?!

- NÃO! Se eu tivesse te comido, beleza, mas assim, sem ter feito caralho nenhum?! Duvido! Só se eu fosse muito burro pra comer na mão de puta.

- Então tá. – a mulher abaixou a saia, saiu do matagal desaforada e eu terminei a noite vendo meu pai com a pica em pé, batendo punheta na moita e tendo que se aliviar na masturbação mais uma vez.

Mas sei lá, tinha alguma coisa de diferente no meu corpo. Não sei se era o frio, a garoa caindo ou a fome que eu tava naquele macho, o que sei é que fui atravessado por uma vontade perversa de arranjar problema, dei um passo à frente e resolvi que era a hora perfeita pra confrontar e afrontar o homem que me fez.

- Bonito, né, tenente Leão?

- Porra é essa, moleque? Tá maluco?! Me seguiu!? – ele se assustou, escondeu o pino de pó no bolso da calça e pulou pra perto de mim, mas eu não abaixei a cabeça.

- Não precisa esconder, não, eu já sei o que você anda fazendo. Segunda noite fugindo pra caçar puta na rua, hein? Agora entendi aquela tua briga, não pagou o programa e as putas te comeram na porrada.

- QUEM TU PENSA QUE É PRA FALAR ASSIM COMIGO, FEDELHO?! VIADINHO DO CARALHO!

- Relaxa, cara, não tô aqui pra brigar. E nem vim te cobrar nada, quem sou eu pra cobrar qualquer coisa?

- Acho é muito bom tu saber teu lugar de bicha! Agora mete o pé, volta pra casa!

- E deixar você galudão na punheta? Nem fudendo, eu posso ajudar. – respirei fundo, estiquei o braço e botei a mão na mala dele, ciente de que tomaria um soco no meio da cara por causa da minha ousadia.

A mão do troglodita fechou ao redor do meu pescoço, ele me prendeu com força e eu quase fiquei sem ar, meu rosto avermelhou diante da ira dele. As próximas palavras saíram atravessadas, raivosas e carregadas de ódio, Jonas cuspiu na minha cara na hora de falar.

- QUER MORRER, BICHONA!? SOU TEU PAI, FILHO DA PULTA, ESQUECEU?!

- Ah, agora eu sou teu filho?! Me chamou de viadinho o tempo todo, me fez de empregado e agora lembrou que sou seu filho, tenente? Me poupe, sou nada! Não tenho pai, sou órfão! O que eu tenho é um macho gostoso e necessitado em casa, isso sim. Um cara que só quer fuder uma garganta e esfolar um cuzinho no pelo, tô mentindo?! Eu sei o que você quer e posso ajudar, vai por mim! Confia! Tô aqui pra isso! – minha mão passeou no malote, eu senti o caule da piroca latejar entre meus dedos e foi aí que a droga pancou o cérebro do grandão.

Ele olhou pra baixo, observou minha mão patolando, me encarou e aliviou a força no meu pescoço. Quando achei que tava tudo resolvido entre nós, Jonas me derrubou de joelhos na grama, agarrou o volume da pica e forçou no meu rosto, numa tentativa de me humilhar e ao mesmo tempo mostrar quem manda. Só que aquilo, pra mim, não era humilhação. Desde quando cheirar pica e virilha suada de macho é humilhante? Nunca!

- Até que tu tem razão, pelo menos uma vez na vida. Serviu tão bem em casa, de repente serve de estepe pra eu esvaziar o saco. Ter filho viadinho tem suas vantagens, heheheh!

- Tá vendo aí? Sempre soube que ainda ia sofrer na tua pica, macho. Pai é o caralho, a partir de hoje você é MEU MACHO! Pode me usar!

- Pode usar a bichona, pode? – ele sacou a giromba, arregaçou e eu cheirei os rabiscos brancos de pertinho, do jeito que sempre quis fazer desde que passamos a conviver sob o mesmo teto.

Tava cansado de cheirar e de lamber as esporradas que meu pai impregnava nas cuecas, então abri bem a boca, dei-lhe a tão sonhada chupada na cabeçona do caralho e vi os dedos dos pés dele contorcerem dentro das meias, tudo por conta do céu da minha boca escorregando e agasalhando a glande naquela madrugada fria em Belford Roxo. Dá vontade, né?

- Hmmm! Não acredito, moleque...

- Não acredita em quê?

- Que tô deixando meu filho mamar.

- Já falei que não sou teu filho, porra, esquece isso! Me trata como putinha, prefiro. Se a ruiva do outro dia não aguentou mamar tudo, se liga no que eu sei fazer. – abocanhei pelo menos metade da verdura, ela engrossou nas minhas amídalas e me fez derrubar as primeiras lágrimas de nervoso.

- OOOORGH, SSSS! CARALHO, VIADINHO! – descontrolado, ele abriu as mãos no meu crânio, controlou a pressão e foi empurrando centímetro por centímetro goela adentro, totalmente desacreditado na minha habilidade de engolir tudo. – EU COM UMA PIVA DESSA DENTRO DE CASA E PASSANDO FOME, TOMAR NO CU! FFFF!

Acho que nem eu mesmo acreditei quando meu nariz amassou no púbis loiro e a saca pesada entortou meu queixo. Minha respiração foi tomada de assalto pelo cheiro vivo da pica suada, a pentelhada abriu meu apetite e meus lábios fecharam ao redor do talo da piroca, daí ela enterrou minha garganta, pulsou e o gosto do babão salgado saturou minhas papilas.

- CONTINUA ENGOLINDO, VIADINHO, SUSTENTA! NÃO QUERIA PIRU?! AGORA AGUENTA! SSSS! – ele mordeu o beiço, seus dedos dos pés torceram mais uma vez e o macho começou a suar em meio ao frio do matagal.

- GLOGH, GLOGH, GLOGH...! – meus engasgos foram os únicos sons que deu pra ouvir ali, além dos gemidos e rosnados sinceros do meu pai.

- ISSO AÍ, AGRADA TEU PAI! QUEM MANDOU SER VIADINHO!? EUEUHEH! CHUPA!

Viciado em amarrotar minha goela, Jonas esqueceu que eu era gente, esqueceu que eu era seu filho e ARREGAÇOU minha boca como se eu fosse uma mera caçapa na mesa de sinuca. Virei buraco, fui massacrado sem misericórdia e admito que senti uma luxúria sádica ao ver que tava dando narigadas sucessivas nos pentelhos dele, na mesma medida em que tive a garganta emperrada na cabeça da rola.

- Ô, NEM PENSA EM MAMAR SÓ A CABEÇA!

- Mas eu não aguento tudo, pai. Mmm... – fiz charminho, banquei o fraco.

- SEM CHORO, VIADO DO CARALHO! ABRE A BOCA, TEU PAI TÁ MANDANDO!

- Será que eu-

- ABRE A BOCA, PORRA, OBEDECE! QUER TOMAR NA CARA?! – ele deu várias pauladas na minha fuça, esfregou o cabeção nos meus lábios e cavou seu caminho de volta pra goela. – ISSO AÍ, TRATA DE ABRIR! SSSS! VOU FUZILAR, SE PREPARA!

Dito e feito, fuzilou. Mamei até deixar a caceta limpa e sem nenhum rastro esbranquiçado de queijo, espanei a glande e ela ficou brilhando. Caprichei nas bocadas e dei aquela chupada completa no saco, primeiro engolindo uma bola de cada vez, depois bochechando as duas ao mesmo tempo. Sentir seus pentelhos loiros deslizarem na minha língua foi demais, melhor ainda com as caras e bocas que o filho da puta fez enquanto domou minha cabeça e descontou a raiva na minha garganta.

- CONTINUAR ASSIM, VOU ENCHER TUA GARGANTA DE LEITE! – Jonas deu o aviso e seguiu estocando a mil por hora.

- UHUMMM! HMMM! – tentei concordar de boa cheia.

- TEM NOJO NÃO, VIADO!? QUER LEITINHO, QUER?! QUER LEITINHO GROSSO DO PAI, PUTINHA?! HEIN!?

- UHUMMM! GHHRRR! – dei a resposta engasgando no caralho.

Eu queria que o macho me olhasse e visse que eu não era fresco igual às piranhas que ele caçava na rua, pois só assim pra fidelizá-lo. E sabe o que aconteceu? Ele viu. Tirei uma de suas meias, cheirei o chulé azedo no meio da mamada e o traste quis mais, um tirano feito ele jamais ficaria satisfeito apenas no bola gato.

- Vem cá, vira. Vamo ver se dá pra fingir que esse cu é buceta.

- Faço tudo que você quiser, precisa nem pedir. – arriei meu short, empinei o lombo e abri bem as nádegas pra ele.

- Bom que contigo não preciso preocupar com gravidez. Viadinho que só dá cu não pega barriga nunca.

- Como se você se importasse em ser pai, né, tenente? Hahaha! Até parece que liga.

- Ligo mesmo não, quero gozar dentro e meter o pé. Heheheh! Deixo leite no buraco e ralo, comigo é assim. Foi assim que tu nasceu, se liga. – o demônio encaixou a cabeça na portinha, apertou as mãos na minha cintura e...

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