Tendências – Cap 18 - Furacão Médica - Reafirmação!

Da série Tendências
Um conto erótico de Cigana CD
Categoria: Crossdresser
Contém 1587 palavras
Data: 15/06/2026 21:25:21

Tendências – Cap 18 - Furacão Médica - Reafirmação!

Feminização, Menino para Menina, Transição, Crossdresser

Este episódio ocorreu a algum tempo, não há uso de material ilícito, nem apologias a uso de violência/drogas/pedofilia. Conta a história de Amanda, muito antes dela saber que seria Amanda.

Fiz uma análise, de tudo o que já havia vivenciado, de tudo o que vivi nestes últimos dias (semanas, meses) e assim fui colocando em uma folha, tinha que estruturar tudo o que iria falar com ela, imaginei que escrevendo, seria melhor para depois apenas mandar áudio que faria com cuidado.

“Quando criança, em mais de uma vez, me vi atraída para o vestir-se de forma feminina, usar batom, vestir meia calça, colocar um sutiã muito maior que o meu tamanho e encher eles com meias, laranjas até achar algo que assim simula-se os seios com peso e balanço.”

Nestas tentativas, me via feminina? Lógico que não, mas me sentia de alguma forma pertencente àquele mundo, seguido de uma angústia, depois de uma negação natural.

“Lembro-me de abrir as revistas de compras Hermes, e lá ficar selecionando brincos, roupas íntimas, saias, batons, essas revistas eram trazidas por amigas de mamãe que ficava 1 ou 2 dias escolhia marcando com caneta e eu apenas marcava com a mente, desejando que um dia poderia ter algo meu.” “Em certa ocasião, perdida no tempo, estava maquiada com batom, meu cabelo com uma tiara, e ouço mamãe entrando em casa, eu estava no corredor, e correndo fui para o banheiro, simulei estar no banho me limpando embaixo do chuveiro, mas devo não ter ajeitado tudo no quarto de mamãe, mas só fui lembrar disso quando saí e vi mamãe no quarto resmungando algo como, “que bagunça é essa”.”

Fui anotando as vezes em que mamãe recebia os produtos amostra grátis das indústrias que ela trabalhou, e quando ia descartar eu ia e pegava um ou outro e usava, eram batons, eram cremes até a certa vez que sem saber como usar, usei um creme depilatório que me causou coceiras, fiquei toda depilada e tentei fugir da possibilidade de educação física, simulando uma torção no pé e mamãe me levou ao médico que graças a Deus apenas pediu para eu erguer o agasalho e analisou apenas meu pé, a canela depilada passou desapercebido.

Tudo isso foi vindo a mente e eu escrevendo, fui percebendo que realmente, eu tinha algum espectro trans, até então na época, achava que era algum disturbio hormonal, passageiro, pois os atos de punição meus , a mim, geravam um certo tempo de abstinencia, mas o gatilho vinha rápido, forte, tão forte quanto o arrependimento, a culpa o horror de poder ser descoberto e taxado de viado, bicha, boneca, que eram os nomes usados na época aos meninos afeminados.

Comecei a reler e fui anotando outros momentos, outras situações e descobri que eu me sabotei, inúmeras vezes no caminho que agora eu tinha certeza que deveria seguir, tudo isso, essa reflexão me fez ver que eu sempre fui menina, sempre adorei, amei e me senti feliz sendo feminina, a negação fez parte mas agora eu não iria nunca mais negar, só ainda não tinha me tornado feminina por medo na escola, no bairro, no mundo que eu sabia que não era fácil.

Agora eu tinha uma meta, me tornar menina, nas minhas férias, assim como Minha namorada tinha feito, a única coisa que eu ainda não tinha uma afirmação era sobre minha genitália, eu sabia os efeitos dos hormônios , sabia de como minha libido iria mudar de foco, mas também já tinha lido que após uma formação feminina no corpo, a manutenção não iria prejudicar minha ereção. Havia conversado algumas vezes com Rose sobre isso e ela já tinha se decidido em retirar seu pênis, mas não fez pressão contra ou a favor do que eu faria, ela disse que me amava pela essência e não pelo que meu corpo iria representar para ela.

Então fiz alguns outros rabiscos e comecei o áudio, mandando primeiramente para meu whats, para depois analisar e ver se era isso mesmo.

“Olá Dra, Tudo bem? Precisamos marcar uma nova consulta, mas antes queria lhe mandar este áudio, para não ficar longo farei ele em partes”

Mandei, e ouvindo , percebi que talvez pelos contatos whats ela não tinha eu ou se olhasse iria ver que a foto não era de uma menina, então já fiz um segundo texto.

“Dra, é a Amanda, sua nova cliente, estamos no tratamento inicial de hormonização, estive pensando muito e gostaria de lhe pedir algo entre médica e paciente.”

Com uma pausa fui e gravei os próximos audios, com o coração a mil. Segue a transcrição.

“Havíamos combinado de que iremos inicialmente, bloquear os hormônios masculinos, que combinamos com minha mãe e a Dra, então eu queria que isso se mantivesse, mas gostaria que fosse entrado logo com os hormônios femininos, eu estou com medo de iniciar o próximo ano letivo e ainda estar masculina, acho que consigo encerrar este ano já com características mais femininas, e esconder na escola, com uso de moleton, é possível?”

“Mas eu gostaria de fazer isto sem que ninguém a minha volta soubesse, é algo que eu preciso fazer para ainda mais me reafirmar como uma menina trans, está muito difícil esta mudança de menino e menina todo dia, é cansativo e às vezes a visão masculina está me dando uma depressão que gostaria de não sentir. Além do que ano que vem, todas as minhas futuras amigas já estão com seus corpos praticamente formados, digo seios grandes, pele, cabelo, bunda, isso que tenho visto olhando as meninas mais velhas.”

“Por favor, veja se é possível, podemos conversar isso na próxima consulta em particular, naqueles minutos em que ficamos sozinhas, pode ser Dra.”

Bom revi os áudios, e sem tentar entrar no processo de negação ou de me boicotar, pois confesso que deu vontade eu criei coragem e mandei os áudios, agora era aguardar e ver o que isso iria ser analisado pela médica.

Quando terminei de enviar os áudios, parecia que uma calmaria tomava conta de minha alma, mas uma ansiedade se iniciava, o que realmente iria acontecer comigo, com meu corpo, com meus colegas se descobrissem.

Então, para me acalmar, fui e peguei meu celular e fui baixando dele para o computador, todas as fotos que já havia tirado, algo me intrigava a muito, por que mamãe teve essa ideia da loja se chamar Amanda, será que ela havia percebido algo em mim mas nunca falou?

E assim gastei umas 2 horas baixando fotos, mais uma hora renomeando e criando pastas por ano e dentro delas por estação e ao final eu tinha um dossiê fotográfico interessante, sai do quarto, fui na cozinha fiz um lanche e voltei, encontrei mamãe em seu quarto dei um beijinho e falei que iria estudar mais um pouco.

-- Tchau filha, está com uma cara tão misteriosa, está acontecendo algo, filha ?

-- Não, mamãe, é estudo na escola,mas agora estava relaxando, limpando as fotos do celular.

Não era mentira, eu estava estudando" Amanda ou Karine" no seu inicio, até isso me intrigou em parte, como que escolhi tão rápido um nome e por que Karine.

Nas pastas fui selecionando 1 foto de cada período, peguei a primeira gerei uma cópia e dei o nome de Amanda 1, e fui assim até uma foto que tirei no instante que terminei a foto da primavera passada, tinha 7 anos de foto, 27 fotos selecionadas, ai entrei na IA e pedi uma análise das fotos, procurando traços comuns da primeira à última"

Me assustei com a resposta.

“Se eu tivesse uma sequência de 27 fotos da mesma pessoa ao longo do tempo, eu não poderia determinar a identidade de gênero da pessoa apenas pelas imagens. Identidade de gênero é uma experiência interna, não algo que possa ser inferido com certeza por características visuais. “

Então enviei um upload dos áudios e do texto. Depois disso aguardei, a IA fez umas observações e ela complementa no último parágrafo.

“Em uma sequência como a que você descreve, e pelo que relata, um observador provavelmente notaria uma mudança gradual na expressão de gênero — isto é, na forma como a pessoa se apresenta visualmente — mais do que uma mudança em sua identidade, que não é diretamente visível. Deve-se tomar em conta o vestuário, poses, lugares e a forma corporal de algumas, embora muitas apresentem apenas um perfil incompleto.”

Eu pergunto como assim incompleto, e a IA escreve:

“Se a pergunta for quais traços visuais costumam levar observadores a perceber alguém como mais feminina em fotografias, eu analisaria aspectos como:

Formato e desenho das sobrancelhas.

Presença e estilo da maquiagem.

Comprimento, corte e tratamento do cabelo.

Expressões faciais e poses.

Vestuário e acessórios.

Contorno visual do rosto (suavizado por maquiagem, cabelo ou iluminação).

Aparência da pele (depilação, cuidados estéticos, textura).

Linguagem corporal.

Apresentação social geral (como a pessoa escolhe se mostrar).

Ambientes utilizados para as fotos.”

Ao ler tudo isso, não que a IA fosse mudar algo, mas fez eu olhar novamente este grupo de fotos, como um observador em cada aspecto que ela relatou e sim, cada um dos pontos tinham um traço feminino, quer no olhar, cabelo, até mesmo roupa ou lugar em que minha mãe tirou as fotos, pois muitas delas foram tiradas por mamãe, usando meu celular em alguns passeios, lanches feitos em shoppings, mamãe tinha essa mania de fotos a muito tempo, e eu gostava, mas nunca tinha analisado elas assim, cronologicamente como um elemento de mudanças.

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