Quando o tesão fala mais alto

Um conto erótico de Pedro
Categoria: Heterossexual
Contém 808 palavras
Data: 15/06/2026 23:21:21

Eu tenho 23 anos e moro com minha mãe, de 54 anos, num apartamento pequeno de dois quartos. Ela é divorciada há anos e, há uns dois anos, está namorando o Fábio, um cara de 55 anos, bem pra frente e legal. A gente se dá muito bem. Ele costuma dormir aqui em casa com frequência.

No começo, eu ouvia os dois transando. Os gemidos da minha mãe, o barulho de corpos se chocando... No início eu achava normal e não dava importância. Mas com o tempo, aquilo começou a me afetar.

Numa tarde, Fábio e eu saímos de moto, paramos pra tomar cerveja e a conversa foi ficando safada. Falei que gostava de coroas gostosas e brinquei dizendo que minha mãe ainda dava no couro — eu já tinha escutado várias vezes. Ele riu e perguntou se eu escutava ele comendo ela. Confessei que sim, que o quarto era ao lado. Ele provocou: “Não vai ficar de pau duro não?”. Eu ri e disse que estava de boa.

A partir daquela conversa, tudo mudou. Sempre que eles transavam, eu ficava escutando atentamente. Acabava de pau duro e comecei a bater punheta imaginando a cena. No começo era só o sexo em si, mas logo passei a imaginar minha mãe sendo comida. Especialmente num dia que ela estava bem safada, pedindo anal: “Vai... fode meu cuzinho... ai, ai...”. Aquela noite eu gozei como nunca, imaginando ela pelada, o corpo dela, a buceta e a bunda levando vara.

Aquilo virou rotina. Eu esperava ansioso pelas noites que o Fábio dormia aqui.

Num outro rolê de moto, a conversa esquentou de vez. Falamos de swing, troca de casais, sexo sem preconceito. Ele me contou que já tinha ficado com homem e que curtia tudo que dava prazer. Eu admiti que também não tinha preconceito e que, no calor do momento, valia tudo. Ele percebeu que eu estava ficando excitado e perguntou se eu escutava eles. Confessei que sim e que até batia punheta. Ele riu, chamou de safado e disse que eu era igualzinho à minha mãe.

Foi aí que ele mostrou as fotos no celular: minha mãe pelada, chupando o pau dele, sendo comida de quatro, gemendo... Meu pau ficou duro na hora. Ele prometeu que da próxima vez deixaria a porta aberta pra eu ver ao vivo.

Alguns dias depois, ele me avisou: “Fica esperto hoje”. Deixei a porta do meu quarto entreaberta. Por volta da meia-noite, ouvi os barulhos. Levantei com o pau latejando e fui até o quarto deles. A porta estava aberta. Minha mãe estava de joelhos chupando o Fábio. Ele me viu e sorriu. Fiquei ali, punhetando enquanto ele metia nela de quatro, depois de lado, em várias posições. Por fim ele gozou na bunda dela. Voltei pro meu quarto quase gozando. Logo depois Fábio apareceu nu no meu quarto, viu meu pau duro e perguntou se eu tinha gostado. Quando respondi que ainda não tinha gozado, ele segurou meu pau e me masturbou gostoso até eu jorrar na mão dele. Depois lambeu um pouco da minha porra e disse: “Agora se prepara que vai ter mais...”.

A partir daí ele começou a me mandar fotos e vídeos dela nua e sendo comida. Eu batia punheta quase todo dia pensando nela. Às vezes ele mesmo me masturbava quando tinha oportunidade

.

Até que um dia ele fez a proposta pesada:

— Topa gozar nela?

Eu, no calor do tesão, disse que sim.

O plano era simples e doentio: ele ia vendá-la, amarrá-la na cama, colocar música alta, apagar a luz e deixar a porta aberta. Eu entraria quietinho e, quando ele fosse gozar, eu tomaria o lugar e gozaria nela.

Na noite combinada, tudo aconteceu como planejado. Música alta, ela vendada e amarrada de braços abertos na cama. Fábio brincava com chicote, depois metia nela com força enquanto ela gemia alto. Entrei no quarto só de camiseta, pau duro na mão, bem perto da cama. Ver minha mãe pelada, de perto, sendo fodida... foi indescritível.

Fábio me chamou mais pra perto, metia nela e ao mesmo tempo alisava meu pau. Depois sussurrou: “Vou gozar...”. Anunciou pra ela que ia gozar, saiu de cima e me posicionou. Eu estava ao lado dela, olhando seu corpo nu, os seios, a barriga, a buceta inchada. Ele ficou atrás de mim, segurando meu pau.

— Goza na sua mãe... — sussurrou no meu ouvido.

Eu não aguentei. Jatos grossos e fortes saíram do meu pau, caindo no rosto dela, nos seios, na barriga. Gozei pra caralho. Ela sentiu o calor, se contorceu um pouco, mas continuou vendada e sem entender.

Foi o orgasmo mais intenso da minha vida... misturado com um leve remorso logo depois. Mas o tesão falou mais alto

(Se você também tem tesão em incesto ou algo do tipo me mandem mensagem no e-mail pedrofaria59@outlook.com ou Telegran @pefaria)

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