19. Dia 20 (domingo) - Felipe
A pessoa trabalha cinco dias por semana, é o esposinho perfeito no sábado, vai escolher em quatro lojas diferentes entre sete opções idênticas a melhor mesa retangular de quatro lugares, acabando por comprarmos uma redonda de seis lugares, e boa sorte pra gente se não couber, pense em um dia inteiro dedicado a escolher mobília, cortina, almofada, toalha de mesa. Mas num sinal de trânsito compramos uma rede, tudo no carro alugado, o carro de Celo está vindo no cegonha, chega na terça. Agora volto a ser um homem com rede, verdade que me arrependi de ter comprado a estante de livros na primeira que me agradou, sempre existirão melhores, mas não fiquei insatisfeito.
No fim do dia ele estava cansado, disse que Helena sempre se dedicou a fazer um lar perfeito, e ele queria me dar essa mesma coisa, mostrei para ele os dois putinhos levando toalhas e lençois para o carro, disse que eles decoram qualquer ambiente, mas estar com Marcelo m deixava feliz, todo lugar era maravilhoso. Não estava brincando, temos nosso lar e eu o adoro, e a medida que o tempo passe vamos aperfeiçoando nossa casa, ele precisava de calma. Ouvi um suspiro, falei que na terça ele tinha uma entrevista, tem uma cafeteria no empresarial ao lado do nosso prédio, e ele não precisa ficar no emprego se não quisesse, apontei para uma poltrona cor de café ia combinar com um banco de madeira que vimos e com nosso sofá de couro caramelo com capitonê, tapete rosa claro e a luminária sem cúpula de lâmpada amarela, o lustre dourado que ele achou caro não iria, mas o de vidro, sim. Sentei e ele sentou ao meu lado, eram as coisas que ele queria, só não queria impor sua vontade à força.
Beijei as costas de sua mão olhando em seus olhos.
Terminamos essas compras e corremos para casa, Nino e Eloi ficaram sem saber se deveriam ou não interagir conosco na cama, mas o juízo prevaleceu e foram para o outro quarto, havia uma cama de casal lá, de frente a uma televisão e de lado a uma cômoda. Celo e eu queríamos ficar sozinhos.
Deixei ele me comer. Ele precisava se sentir o cara, eu precisava me dar a ele do mesmo modo como ele vinha se esforçando para me agradar, meu pau encostando na borda do colchão, metade de cima empurrado contra a cama e as pernas penduradas para fora, ele me enrabando forte, no pelo, perguntei se nas minhas férias vamos chamar minhas enfeadas ou se somos nós que vamos ver nossa família, ele começou a meter mais rápido, dizia que eu era um sujeitinho nojento, quanto mais passava o tempo ao meu lado mais se grudava em mim, e parou, parou de repente e começou a meter o pau no meu cu perguntando quais eram as fantasias sexuais que ainda não realizei, não sei, eu estou completamente realizado, eu me sinto inteiro, pleno, completo, feliz.
Ele põe a sola do pé em minha cabeça e empurra o cacete dentro de mim, depois para senta, eu agora que o empurro e sento no seu pau, bato na cara dele, digo que quando estiver me instigando não parar até gozar, não podia fazer isso de me deixar doido e correr, ele ri, me vira, deita sobre mim e diz que se eu enlouquecer é bem feito, seremos dois loucos, porque é isso, louco por mim, pensando se era comum em nossa época de garotos ser amigo de pessoas como Jonas, será que não éramos desde sempre e só descobrimos agora, fala que quando eu era moleque eu tinha uma boca cor de cereja, era lisa e brilhante, quando a gente chupava picolé era difícil não focar apenas na minha boca, confessei que na festa de despedida dele aos vinte e cinco eu lhe dei um beijo e fiz o possível para encostar na pontinha da boca, ele riu disse que percebeu, gozou farto dentro de mim, mandou eu não me mover, de repente Eloi e Nino estão logiando minha bundona linda e loucos para buscar a porra de meu marido na pica dele e no meu cu.
Depois eu me viro e ver o ruivinho e o neguinho de titio chupando meus ovos e meu pau, alisando minha virilha e com olhos vidrados em mim e em Celo que me beijava, porra, esporrei para um caralho, ambis beberam tudo, Celo agarrou Nino pelo cabelo e mandou ele tirar o pijama que ele já vestia, dormimos cada um agarrado a um dos dois como se fossem pelúcias. Acordei com aquele rapaz lindo se desculpando por ter me acordado, levei Eloi para o banho, ele disse estar se afeiçoando a Nino. Pedimpara elemfastar eu ia dar uma mijada, ele fez o contrário, se colocou de joelhos na minha frente com a mão na minha jeba e dizendo que Nino pediu para ele fazer isso sempre que pudesse, disse que isso prende os machos, falei que Nino não tem bom histórico de prender ninguém, mas Eloi tinha, segurou Tina mesmo ela sabendo que desse mato não ia sair coelho, ele riu, mandei ele sair da frente, ele obedeceu, mas disse que se eu reconsiderasse, queria merecer tudo o que eu pudesse oferecer a ele, tinha saído só uma gotinhas, o fiz ajoelhar e o banhei, e ele deve ter experimentado com o namoradinho, estava curtindo que eu o cobrisse de mijo, depois eu lhe dei dois tapas leves na cara, ele me sorria realizado.
A outra dupla viu tudo e foi reencenar a situação no outro banheiro, preparamos café, comemos em tom de diversão, de palhaçada, nos organizando para fazer o almoço quando acontecem duas ligações. A primeira foi de dois caras amigos do ex de Nino, falaram que o babaca tinha gravações das surras que lhe deu. A segunda foi a do editor de Jonas, para nos informar que ele havia entregue três livros irrepreensíveis, a história da violência, a sua romaria pelo mundo, e o livro de sua juventude, onde ele conta sobre as duas melhores pessoas do mundo. O editor estava emocionado com a voz embargada, disse que nunca havia passado pelo dever horrível de informar que Jonas fez num quarto de hotel o mesmo que Bruno fez num presídio. Então ele chorou, e nós o consolamos, a gente já esperava, mas sempre é um choque, era uma tendência de Jonas…
Ele nos fala que iria mandar as coisas dele junto com as cartas de despedida, junto com as suas cinzas, claro, se a gente concordasse, porque ele foi encontrado depois de dias. Concordamos, claro.
Tínhamos de fazer o almoço, para que o pânico não nos encontrasse livres para lhe dar ouvidos. Dois rapazes bateram em nossa porta, eram bem branquinhos, um de cabelo castanho como a poltrona que compramos, e o outro com cabelo preto, malhados, mas não de forma monstruosa, eram educados, otorrinolaringologistas em formação, Nino foi nos apresentar, um namorado e dois donos, os rapazes queriam ouvir mais sobre donos, mas explicaram sobre o que aconteceu, como souberam sobre os vídeos, o que fizeram, disseram-se arrependidos com a divulgação, porque pouca gente podia saber que era Nino o rapaz da filmagem, e pelo risco de dar em nada como falou a universidade. Discordei, encobrir era para proteger a reputação do lugar acima de qualquer interesse, divulgar a punição ainda mais que o crime, isso previne o caso, eles disseram que o bandidinho não sofreu maiores danos, mas não aguentou as fofocas de corredor e desistiu da especialização faltando quatro meses para terminar. Nino estava completamente devastado, Celo o abraçou por trás já que Eloi lhe amparava e garantia que iriam fazer algo quando as cabeças esfriassem, Celo disse que iria falar com a filha, advogada.
20. Dia 20 (domingo) - Eloi
Uma sequência de desastres, a morte do amigo de meus donos, a exposição da tortura imposta a meu namorado e dois fãs gostosíssimos surgem a fim de pegar meu namorado pra si. Marcelo mandou eu me impor e me mostrar como dono de Nino, era meu namorado, meu era um pronome de posse, pronome possessivo, disse que se eu não defendesse meu lugar no mundo ninguém ia defender isso por mim.
Me mostrei quase agressivo, mas Nino gostou, perguntou se eu realmente gostava dele, a gente estava na área de serviço enquanto os dois pilantras que comeram meu namorado dando a ele “a melhor foda de sua vida” estavam na sala com meus machos, eu disse que eram quatro picas melhores que a dele, melhor ser enrabado por um deles que por Nino, mas nenhum deles sabe me entender e me aceitar de igual para igual, depois do sexo, Marcelo e Felipe me tratam com carinho e respeito, mas abaixo deles e eu gosto de pensar que picas e caras podem passar por minha vida, mas eu vou querer ter alguém para construir uma relação como a de Marcelo e Felipe, e temos tempo e quando chegarmos à idade deles será ainda mais sólida a nossa relação. Nino me beijou, disse que não ia falar sobre seus sentimentos ainda, mas quer tentar construir isso comigo, eu o beijei e o chamei de meu amor e ele gostou, disse que ele tinha paus melhores que o meu, mas o único cuzinho onde o dele tinha autorização de entrar era o meu, e eu tava louco pra dar o meu rabo pra ele, ele me beijou e disse que estava sim bem apaixonado por mim. Mas aí ele correu para dentro.
Bem, tínhamos arroz, feijão preto com todo tipo de carne dentro e uma farofa de mercado com cebola frita, é um almoço, mas a dupla não convidada, come por quatro, adeus marmitas. Vou contar como são os dois, um tem barba e cabelo curto castanho, barriga tanquinho, músculos definidíssimos e pelos na barriga, peito, axilas e antebraços, olhos verdes, pauzão como os dos meus donos, ele é o mais calado e mais atirado também, esse é Guga; já Luiz é moreno da pele cor de leite, musculoso do mesmo modo, corpo liso exceto por um traço discreto de pelos que passa da cueca pelo umbigo e quase chega ao peito braços e pernas, tem um bigode farto como os cabelos encaracolados dele pretos como seus olhos.
Guga estava imprensando Lipe contra a parede e recebendo os dedos dele dentro de sua cueca, um beijo romântico entre eles, Celo conversava com os dedos nos cabelos de Luiz e recebendo os mesmos dedos nos pelos de seu peito, parecia aquele papo furado depois do sexo, os quatro se beijando, conversando, e eu na expectativa de ter um desentendimento, não.
Felipe pegou meu ruivinho pelo cabelo e o trouxe para se encaixar entre Guga e ele, Nino ficou tenso, não sabia como agir, Felipe falou que iria emprestar ele e eu para os machos mais novos, mas que a nossa coleira continua dele, a menos que a gente discorde disso, Nino me olhou e eu balbuciei para ele ler meus lábios que o amava, ele respirou fundo sorrindo e disse que tinha medo de desobedecer Felipe, mas tinha de explicar aos dois a quem seríamos emprestados quais são as regras, quais eram as consequências, e se… Felipe segurou forte o pescoço de Nino, disse a Gustavo que Nino e eu somos uma fonte de alegria para Marcelo e ele, como se fossemos namorados na hora de trepar e filhos quando não havia sexo envolvidos, que gostava de putaria, e sabia que Nino e eu somos dois putos que amam safadeza, sacanagem e sexo, mas a gente ia voltar pra casa sempre antes da hora de dormir, a gente ia dormir em casa, em segurança e felizes.
Nino se sentiu seguro para beijar Gustavo, dizer que tinha um namorado, dois donos e dois… Felipe me mandou buscar o material, eu fui buscar, voltei como era pra ser nu com cotoveleira e joelheira, Nino já estava nu e foi se proteger também, nossa comida foi colocada na mesa e depois passada para os potes de ração, como cadelinhas comemos de quatro sem usar as mãos, os garotos felizes por estarmos descendo tanto na ladeira da dignidade, os quatro trocavam beijos entre si, estabeleceram de se chamarem de tios e sobrinhos, decidiam o que fariam conosco, era necessário algo além da humilhação, do plug, dos tapas e da palmatória, nunca nada que deixasse marcas físicas permanentes ou psicológicas.
Terminamos de comer e fomos levados para o banheiro, Luiz preparou o chuveiro e deixou na temperatura e pressão que achou melhor, colocou meu namorado e eu com o peito na parede e as mãos nas costas, um beijando o outro e aí enfiou a mangueirinha no meu cu e depois no de Nino, eu nunca gostei de me preparar na frente de ninguém, mas eu já estava preparado, o enema era apenas para maltratar, humilhar, e isso me deixa de pau duro.
Naquela tarde foi proposto usarmos PrEP, os garotos já usavam e com pessoas muito expostas eles não dispensavam camisinha, aulinha dada, sugestão acatada, usaram camisinha sim pra comer meu rabinho, mas não se deram ao luxo de troca de preservativo para mudar para o cu de meu namorado, a verdade é que Nino e eu nunca usamos nada de segurança entre ele e eu, puxão de orelha dado, segue o baile.
Piroca no cu, sem romance, sem conversa, nós dois de quatro com os quatro buracos abertos a disposição, Nino agradecia tapas na bunda, chupadas no cu, engasgadas, os quatro bebiam cerveja e completamente pelados conversavam como se estivessem em um bar, e se beijavam e nos davam seus pés para lamber e adorar quando outro deles fodiam nosso cu, eles esperavam, nos faziam esperar, colocavam plugs, três dedos ou um pouco de cerveja gelada dentro de um rabo quente, eu estava morrendo de vontade de levar uns belos tapas e sentar a vontade no pau de Marcelo, queria que Felipe me desse uma surra de caralho na garganta, queria gala, mas com esses caras o nível de crueldade galopou, eu via pau duro ficar mole e voltar a endurecer, horas de doses homeopáticas de putaria, e eu com vontade de dar, levei um senhor tapa na bunda quando coloquei dois dedinhos no meu cu, ainda tive de ver Nino ter cinco minutos rebolando na pica grossa de Luiz, ele teve autorização de beijar aquela boca de bigode e quase goza, e minha bunda latejando. fomos levados para a cama de hóspedes e chorando de vontade de dar o cu, vendo tanto macho bonito e dotado, ahh, sofrimento interminável.
Barriga para cima e o pau de Felipe entra no meu cu sem aviso, dói e rasga e eu não tenho força para gritar, respirar ou pensar, ele se deita sobre mim e sopra em minha boca, eu retorno, ele me diz que sou seu veadinho e eu pertenço a ele, caralho, eu podia morrer para agradar meu macho, ele se levanta e Luiz me beija, gostoso, antes de enfiar o caralho em minha boca e tampar minha garganta com aquele pau branco da cabeça pálida, gozo e entro numa espécie de transe onde os machos fazem de mim seu ddepsito de porra de fato, não tenho consciência total do que aconteceu ali, sei que foi pica que entrou em mim, e dedos que buscaram o fundo de minha garganta ou alargar bastante meu cu, Felipe me faz deitar sobre o corpo de Luiz, logo em seguida o pau me invade, e depois o segundo pau me invade, deliro, minha boca ganha cuspe, mordida, beijo, gozam, desmaio.