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Comi a esposa gostosa do meu sobrinho parte 7

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Um conto erótico de Ricardo
Categoria: Heterossexual
Contém 1504 palavras
Data: 16/06/2026 07:21:28

Primeiramente quero agradecer a todos, somos o 8° conto mais lido do mês. 😍😍😍

A Mariana apertou o passo e dobrou a última rocha grande, me puxando pela mão para um vão estreito entre as pedras onde ninguém da areia conseguia enxergar. O mormaço ali dentro era ainda mais abafado, misturado com o cheiro de maresia e o perfume do bronzeador que cobria o corpo dela.

Assim que ficamos escondidos, ela se virou de frente, encostou as costas na rocha quente e soltou uma lufada de ar, com os seios fartos quase pulando para fora daquele biquíni preto milimétrico.

— Eu achei que ia enlouquecer lá na barraca, seu Omar... Sentir a sua mão nas minhas costas e ver o tamanho do seu pau esticando o calção bem na minha frente — ela sussurrou com a voz sumida de puro tesão, agarrando o meu pescoço e me puxando para um beijo molhado, enfiando a língua com uma vontade que me tirou o resto de juízo.

Eu não pensei em Henrique, em praia, em nada. Segurei firme com as duas mãos na calcinha fio-dental dela e puxei para baixo de uma vez, arrancando a peça pelas pernas e jogando na areia. A racha dela estava completamente exposta, clarinha, cheia de grãos de areia grudados nas laterais e ensopada de água de tanto desejo acumulado desde a noite anterior.

— Vai, seu Omar... Coloca logo antes que alguém apareça, me arromba inteira! — ela pediu, arfando alto e suspendendo uma das pernas grossas, jogando a coxa bem em cima do meu quadril.

Abri o cordão do meu calção de banho e puxei para baixo, libertando o meu pau monstro que pulou rígido, latejando forte de tanto sangue, com a cabeça já babando. Segurei na cintura da Mariana, dei uma levantada no corpo dela para alinhar o serviço e desci o quadril com ignorância, enfiando a barra de ferro todinha de uma vez só até o talo dentro daquela bucetinha apertada.

— Ah, caralho! — a Mariana deu um grito agudo que ecoou abafado no vão das pedras, fechando os olhos com força e cravando as unhas compridas nas minhas costas suadas. — Entrou tudo... Meu Deus, que pau grosso! Soca com força, vai!

O barulho da nossa foda começou a estalar alto entre as rochas, um som molhado e rítmico que batia junto com as ondas do mar. A pele dela, escorregadia por causa do bronzeador, colava na minha a cada pancada, e eu metia com gosto, puxando o quadril dela contra o meu para o pau bater lá no fundo do útero. A Mariana jogava a cabeça para trás na pedra, com a boca aberta respirando fundo, completamente entregue àquela loucura em plena luz do dia, enquanto o marido dela cochilava a poucos metros dali.

Eu continuei metendo com força, sem dar descanso, ouvindo o barulho da carne batendo uma na outra e o estalo molhado da buceta dela engolindo o meu pau inteiro. O mormaço daquele vão de pedra estava sufocante, fazendo o suor escorrer pelo meu peito e pingar direto na barriga da Mariana, misturando com o óleo bronzeador e a areia.

— Gostoso... Muito gostoso, seu Omar... Soca mais, soca com ignorância! — ela gemia baixinho no meu ouvido, mordendo o meu ombro calejado para conter o barulho, enquanto a racha dela apertava o meu pau como se quisesse arrancar a pele.

Eu segurei as duas coxas grossas dela por baixo, suspendendo o corpo da Mariana da areia e colando ela ainda com mais força contra a rocha. Comecei a dar umas estocadas rápidas, curtas e profundas, fazendo ela revirar os olhos de puro tesão. A adrenalina de saber que o Henrique podia acordar a qualquer momento e caminhar até ali só deixava o sangue mais quente.

— Olha como você tá toda aberta para mim aqui na praia, sua safada — falei grosso, sentindo a minha porra já subindo com força, o cano do pau esticando no limite. — Olha o tamanho desse bicho enterrado em você!

— Eu sou sua, seu Omar... Sou sua piranha, bota tudo! — ela soltou num sopro, prendendo o ar e contraindo as paredes da bucetinha com tanta força que eu quase não aguentei.

Sentir aquele aperto violento me levou direto pro limite. Dei as três últimas bombadas com o máximo de força, enfiando o pau até o talo, e descarreguei tudo dentro dela. Senti o jato de porra quente encher aquela racha até derramar pelas pernas dela.

A Mariana deu um estalo com o quadril bem na hora, arregalou os olhos e deu um grito abafado, tremendo as pernas feito vara verde enquanto gozava junto comigo. A buceta dela bombeava feito louca, sugando o meu pau com uma força que me deixou até tonto. Ela desabou com a cabeça no meu pescoço, chorando de tesão, com a respiração totalmente cortada.

Ficamos ali grudados por uns segundos, ouvindo o barulho das ondas, tentando acalmar o coração. Eu saí de dentro dela devagar, vendo o meu mel misturado com o dela escorrer pela coxa cheia de areia. A Mariana deu uma risadinha safada, limpou o canto da boca e começou a caçar a calcinha do biquíni na areia.

— Limpa isso aí rápido, seu Omar, e ajeita o calção — ela cochichou, já vestindo a peça de qualquer jeito e ajeitando o sutiã de cortininha. — Vamos voltar antes que o Henrique sinta a minha falta. Hoje à noite a janta vai ser boa.

A gente deu aquela geral rápida no corpo, batendo a areia das pernas e ajeitando os panos para não deixar nenhum rastro suspeito. Eu amarrei o cordão do meu calção, dei uma respirada funda para o coração voltar pro lugar e saí do vão das pedras um pouco na frente, fingindo que estava só apreciando o mar. A Mariana veio logo atrás, ajeitando o cabelo bagunçado e com aquela cara de quem tinha acabado de tomar um banho de benção de tanto tesão.

Quando dobramos a rocha e voltamos para o visual da praia limpa, olhei de longe para a nossa barraca. O Henrique continuava do mesmo jeitinho: largado na cadeira de praia, com as pernas esticadas na areia e o boné cobrindo os olhos, roncando baixinho na brisa do mar. O guri não tinha nem se mexido.

A Mariana passou por mim de raspão, dando uma rebolada que fez a calcinha preta sumir no meio da bunda de novo, e sentou na esteira bem mansa. Eu puxei a minha cadeira, peguei uma lata de cerveja que ainda estava meio gelada no cooler e dei um gole comprido, sentindo o mormaço da tarde queimar as minhas costas suadas.

Não deu cinco minutos e o Henrique deu um estalo, puxou o boné da cara e piscou os olhos por causa da claridade do sol.

— Rapaz... Acho que apaguei feio aqui — ele falou, dando uma espreguiçada boa e limpando a areia dos braços. — E aí, foram ver as pedras? O visual lá do outro lado é bonito?

— É bonito sim, Henrique — a Mariana respondeu na maior desfaçatez do mundo, deitando de barriga para baixo na esteira e olhando para o marido com um sorriso sonso. — Seu Omar até me ajudou a subir numa rocha lá para ver as ondas batendo. O sol tá bem quente lá pro meio.

— É, o mormaço hoje tá de lascar — o guri disse, levantando e pegando a última cerveja do gelo. — Bom que a gente aproveitou bem. Tio, vamos dar a saideira e começar a juntar as tralhas para voltar para casa? Quero pegar a estrada antes do sol sumir de vez.

— Vamos sim, meu filho. O corpo já está pedindo o rumo de casa — respondi, levantando e começando a fechar o guarda-sol para disfarçar o olhar.

A gente arrumou tudo na caçamba do carro e pegamos a estrada para casa. No banco de trás, a Mariana ia quieta, mas pelo espelho retrovisor de dentro do carro, ela ficava me caçando. Toda vez que o Henrique focava a atenção em desviar dos buracos da estrada de terra, ela abria um pouco as pernas no banco de trás, me mostrando pelo espelho que ainda estava sem a saída de praia, com a racha marcada no biquíni molhado de suor e de porra.

Quando o carro encostou no portão de casa e o sol começou a sumir no horizonte, o Henrique puxou o freio de mão e olhou para a mulher:

— Mariana, toma um banho logo e dá uma geral no quarto que hoje eu tô querendo de novo, hein? Aquela de sexta me deixou no apetite.

A Mariana desceu do carro, olhou para mim por cima do teto de metal, deu aquela piscada safada que quase me fez perder as pernas e respondeu pro marido:

— Pode ir tomando a sua chuveirada, Henrique... Vou só botar a água do café no fogo e já vou lá cumprir minha obrigação com você.

Eu entrei na frente, pegando o rumo do meu quarto no rastro daquele mormaço que começava a esfriar, sabendo que a noite ia ser longa e que aquela parede fina ia testemunhar mais um jogo de pura safadeza.

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Foto de perfil de Casal hotCasal hotContos: 71Seguidores: 166Seguindo: 37Mensagem Somo um casal bem safado

Comentários

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Agora o clima esquentou de vez. A fome de sexo reinava na casa grande e Mariana dava conta dos dois. Vou para a parte 8.

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sou casada e adoro 😋 incesto. já fiz cada loucura que não chegam nem perto da esposa do Henrique. já botei meu marido para chupar minha buceta, toda melada disse ao mesmo que tinha acabado de bater uma siririca, mas na verdade tinha acabado de foder com meu filho.

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olha só gostei muito desse conto, só que está virando rotina e repetida, coloca logo esse corno do sobrinho ara ver a esposa sendo fodida pelo tio, bota esse corno para chupar. aqui e conto de putaria, incesto e demais safadezas. quem quer ler outro gênero vá procurar em outro lugar.

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os mais cornos são sempre os mais revoltados nos comentarios kkkkk

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Pelo jeito já vai começar a proliferação de perfil fake kkkkk

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Para mim, esse é o plano do casal: seduzir o velho para que ele deixe tudo para eles (casa, bens etc.). Ela vai engravidar, vai dizer que o filho é dele antes de o velho morrer, e assim o casal fica com toda a herança. Eles estão juntos justamente para executar esse plano de sedução e romance. No final, o casal ganha tudo.

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É só não ler amigo…

Você é insuportável e a gente não aguenta abrir os comentários e sempre ver o seu aqui apurrinhando…

Se não faz seu tipo… vaza

Velho chato do caramba.

Se fosse eu o escritor, teria te esculachado e te colocado no seu lugar já

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