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MLK SAFADO DO ORFANATO 03

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Um conto erótico de Gustavo
Categoria: Homossexual
Contém 1376 palavras
Data: 16/06/2026 08:17:19

Minha mãe nos acordou por volta de umas sete da manhã, para escovar os dentes e tomar café. Eu abri os olhos ainda meio sonolento e o Cris já estava acordando, me encarando com um sorriso maroto, claramente lembrando de ontem. Sorri de volta, senti meu cuzinho ainda dar uma latejadas depois de tanto ele me foder.

O quarto com meu irmão era uma suíte, então não andei muito pra ir no banheiro. Enquanto eu colocava pasta na escova, o Cris entrou silencioso, colou o corpo grande e quente atrás de mim, enfiou uma mão por baixo do meu short, apertando e abrindo minhas nádegas com vontade.

— Como tá esse rabinho gostoso hoje, meu viadinho? Será que ainda tá com o formato do meu pau? — Sussurrou rouco no meu ouvido e deu uma mordida no lóbulo.

— Fala baixo, Cris! Meu irmão pode ouvir! — Reclamei com o coração disparado.

Ele riu baixinho e apertou mais forte.

— Teu maninho tá capotado ali no beliche. Relaxa, Gugu. Ele não acorda tão fácil. — Disse com mais um sorriso, dando um tapa na minha bunda.

Eu não podia negar, se ele não acordou conosco ontem fodendo do lado dele, não seria nossa conversa no banheiro que ia despertar aquela pedra.

Comecei a escovar os dentes, ele foi urinar. O barulho do jato forte me fez olhar. A pica dele, mesmo mole era comprida, acho que era do tipo que não costuma crescer muito quando endurece, uma delícia, balançava pesada enquanto despejava aqueles jatos amarelos no vaso. Só de ver aquela cobra morena, flashes da noite anterior invadiam minha cabeça. Ele me arrombando de quatro, de lado, gozando dentro de mim, depois me fazendo gozar só na mão dele. Meu cu piscava involuntariamente. Acho que acabei demorando tempo demais, porque ouvi ele rir.

Ele me pegou no flagra e sorriu.

— Tá admirando a rola do seu macho de novo? Tá viciado, né?

Eu não respondi, ele passou por trás de mim, encostou o corpo e trancou a porta. O clique da fechadura me deu um frio na espinha.

— Tá maluco, Cris?! Se a mamãe chegar vai perguntar por que estamos trancados.

— Cala a boca e bota pasta na minha escova, seu putinho! — Ordenou, me olhando feio.

Eu fiquei assustado, mas fiz o que ele mandou. Entreguei a escova na sua mão e ele mandou com a voz grossa:

— Agora abaixa aí e mama um pouquinho!

Olhei pra sua virilha e vi que ele não tinha nem se dado o trabalho de guardar aquela vara depois de mijar. Sua piroca já estava meio dura, mas eu não tinha lhe visto lavar o pau, então achei que ainda estava meio sujo.

— Você acabou de fazer xixi, tá sujo. — Falei baixinho.

— Foda-se! — Ele respondeu. — Ajoelha e mama!

Recuei um pouco, mas ele suavizou o tom, se aproximando e empurrando delicadamente minha cabeça:

— Vai, Gustavo... por favor, dá uma mamada gostosa pro seu macho. — Ele se aproximou de mim e delicadamente foi me empurrando na direção da sua rola. — Meu viadinho não vai me deixar não, né? Olha como eu tô!

Aquele jeito dele de ser bruto e ao mesmo tempo carinhoso me deixava desarmado. Me ajoelhei no chão frio e fiquei de frente com sua pomba, antes de por na boca eu cheirei e constatei que ainda tinha o cheiro de mijo, quando eu abri a boca para pedir pra ele lavar, ele socou a cobra pra dentro me forçando a por na boca. O gosto ruim invadiu, mas ele não me deixava escapulir.

Eu ia chupando com um certo nojo e ao mesmo tempo eu o ouvia gemer baixinho enquanto escovava os dentes, não demorou pro gosto ruim dar lugar para aquele gostinho adocicado que eu adorava de mel de macho.

Continuei mamando, qualquer nojo que eu tinha no começo virou tesão. Ele me prendeu entre suas pernas contra a bancada da pia e ia socando na minha boca como se tivesse fodendo meu cu. A mão livre acariciava meu cabelo e as vezes tentava enfiar mais fundo, me fazendo engasgar e chorar com aquela cabeça grande na garganta.

Dessa vez eu queria mais. Respirei fundo pelo nariz e comecei a descer devagar, sentia cabeça ir forçando, engasguei, meus olhos se encheram de lagrimas e eu já babava tanto que acho que melei o chão, mas não parei. Empurrei mais... mais... quando senti meu nariz encostar nos pentelhos dele.

Caralho. Eu engoli o mastro inteiro.

18cm inteiros enterrado no fundo da minha goela. O Cris gemeu surpreso e tirou a escova da boca.

- Puta merda, Gugu... isso engole tudinho! Porra, que boquinha perfeita. Já tá profissional na mamada.

Segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a foder minha garganta devagar, entrando e saindo quase todo. Eu babava horrores, o nariz escorria, os olhos cheios d’água, mas ver meu machinho feliz gemendo enquanto socava na minha garganta era maior que qualquer desconforto. O barulho molhado ecoava no banheiro.

Toda vez que ele tirava a lança pra eu respirar, batia com a cabeça grossa e babada no meu rosto, nas bochechas e na testa, rindo baixinho daquele jeito safado.

- Isso aí... respira pelo nariz... tá mamando como uma vadia profissional!

Em um dos momentos que ele puxou pra fora, eu tossi e engasguei, saliva escorrendo pelo queixo. O Cris riu, deu dois tapinhas com a rola pesada na minha cara melada e mandou:

— Abre de novo, vai... não para não.

Voltei pra rola, engoli tudo de novo. Ele soltou a escova de vez, segurou minha cabeça com as duas mãos e deu umas estocadas mais firmes, fodendo meu rosto com vontade. O barulho molhado (gluck gluck) ecoava no banheiro.

Em outro respiro, aproximei o rosto e comecei a chupar suas bolas, uma de cada vez, sugando devagar enquanto batia uma punheta gostosa na rola toda melada de baba. O Cris gemeu mais alto, quase engasgando com a própria pasta.

— Caralho, Gugu... chupa essas bolas também... que delícia, putinho...

Voltei pra rola com fome, engolindo tudo novamente. Ele alternava: socava fundo, segurava alguns segundos me fazendo engasgar, ria quando eu me debatia um pouco, tirava, batia com a rola na minha cara e mandava eu mamar de novo.

— Isso... engole o pau do macho... tá melhorando pra caralho...

Depois de uns minutos ele acelerou, gemendo rouco:

- Vou gozar... abre bem a boca!

Tirou a pica e bateu uma punheta rápida. O primeiro jato foi enorme, acertou minha testa e melou metade da minha cara, o segundo bateu direto na minha boca, senti a textura nos dentes e na língua, uma consistência que lembrava uma gelatina de tão grossa. Era impressionante a capacidade do Cris de gozar tanto em um período tão pequeno.

- A tua boquinha é demais... – Ele arfou.

Quando terminou, ficou com as pernas meio bambas e se apoiou na bancada da pia, esfregando a rola melada no meu rosto, recolhendo os restos que tinham sobrado na cara e me fazendo engolir tudo.

- Abre a boquinha que eu quero ver engolir todinho o teu leite matinal. – Ele disse apertando meu queixo e me fazendo mostrar pra ele minha língua com quase 50 gramas de gala.

Eu engoli tudo aquilo sentindo o gosto do leitinho de macho dele, dessa vez não estava tão doce quanto o da noite anterior, mas ainda assim, uma delícia.

Meu cacete já tinha melado todo o meu pijama com aquela safadeza e o cheiro forte de macho já impregnava o banheiro.

O safado ainda me fez limpar toda a pica dele antes de lavar na pia e guardar no short. Eu levantei e mal terminei de limpar o rosto quando meu irmão bateu na porta.

— Ei! Abre aí! Por que vocês trancaram a porta?

Destranquei rápido. Ele entrou reclamando com uma cara de sono.

O Cris, com a maior cara de inocente, respondeu:

— Coisa de homem, moleque. Não é pra pirralho como você. Agora cala a boca... talvez mais tarde eu te mostre o que é de verdade.

Eu olhei desconfiado pra ele. Ele só deu uma piscadela safada pra mim e saiu do banheiro.

Acho que passei o café inteiro pensando naquilo, aquele safado queria comer meu irmão? Não sei se ficava com ciúmes ou raiva. Porém, o resto do dia ainda ia me proporcionar bem mais sentimentos.

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