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Sabe aqueles dias em que tudo parece se encaixar de uma forma estranhamente perfeita? Pois aquele deveria ser um desses dias. É como se Pedro lançasse sua moeda da sorte e, indiferente do resultado, qualquer queda sempre lhe fosse favorável.
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O dia amanheceu claro, prenúncio de sol, o trânsito estava fluindo muito bem, algo raro para uma segunda logo cedo em São Paulo. No estacionamento do prédio de escritórios, onde ele tem sua empresa, a vaga logo em frente ao elevador o estava esperando. Todos chegaram no horário. Os contratos que estavam pendentes foram fechados pela manhã e à tarde a reunião virtual com o pessoal do novo projeto foi rápida, objetiva e produtiva, do jeito que Pedro gosta.
Com tudo funcionando feito um relógio suíço, Pedro conseguiu finalizar suas tarefas às 4 e resolveu adiantar seu treino.
Pedro é bastante organizado, tem em seu carro uma mochila com uma muda de roupa para treinar, bem como roupas sociais caso precise estar menos ‘engenheiro’ fora do escritório. Além disso, uma toalha e um bom kit de higiene. Então, foi direto treinar.
Na academia, Pedro se trocou, trancou sua mochila e seus pertences no armário do vestiário e iniciou seu treino.
Geralmente ele não fica muito ligado no que está acontecendo a sua volta. Na verdade, em quem está à sua volta. Está sempre com a cabeça cheia. Mas naquele dia Pedro estava sentindo-se especialmente sortudo. E com isso eu quero dizer que ele estava, além de tudo, no cio. Pedro andava muito ativo na internet. Estava trocando muito com outros caras. Seu tesão estava a mil!
Por isso, no aparelho de pernas ao seu lado, Pedro viu um belo par de coxas jovens e grossas. Ele ficou curioso por ver a quem aquelas delícias peludas pertenciam. Porém o equipamento tinha certa altura que bloqueava sua visão. Pedro adiantou suas séries e mudou para o aparelho do outro lado do seu objeto de desejo.
Ao passar em frente, deu uma secada tão grande naquele novinho gostoso com ar de cafajeste, que foi impossível não ser percebido pelo dono daquele corpo jovem e delicioso.
Pedro seguiu no outro aparelho, aproveitando agora o melhor ângulo de visão.
Aquelas pernas maravilhosas, flexionando. Aqueles gemidos gostosos, a respiração compassada, forte. Os pelos que entravam pelas bordas das pernas da bermuda, instigando a imaginação de Pedro. “Deve ter o saco peludo, que delícia!”, “Saco peludo e suado dentro da cueca, que tesão!”.
Pedro sentiu seu pau pulsar. Para sua sorte ele estava sentado, o que facilitou o ajuste e o disfarce, além do tempo que ele teve que dar pensando em problemas, até que sua animação se dissipasse e ele pudesse continuar seu treino.
O carinha seguia sua rotina, alternando equipamentos e longas olhadas no espelho. E como se olhava no espelho! Ele estava usando uma regata branca que ficava justa, o que evidenciava uma barriguinha redondinha e proeminente. Isso deixou Pedro enlouquecido. Os peitinhos salientes de quem havia engordado um pouco, braços brancos com tatuagens variadas, bigodinho e cavanhaque de malandro, rosto longilíneo aparentando uma ascendência franco/hispânica, cabelo de molinhas, comprido, abaixo da orelha, óculos grandes, estiloso, e um calção preto e curto, que ele fazia questão de ajustar constantemente.
E a bunda? Que bela bunda ele tinha! Redondinha, grande, empinadinha, que fazia questão de desfilar para um lado e para o outro, deixando Pedro hipnotizado a ponto de se perder na contagem de suas séries.
Em determinado momento Pedro ficou em um equipamento no centro da academia, de modo que o novinho ficou a sua direita, porém mais para trás, fora do campo de visão. Nesse instante Pedro vê entrando e se posicionando a sua frente um coroa corintiano, baixinho porém delicioso. Barba bem feita, bigodinho baixo, braços fortes, veias aparentes. Sentou-se no equipamento de pernas. A mala ficou evidente na bermuda de surfista que ele usava. E que mala gostosa!
Pedro perdeu a linha ali mesmo. Ficou em pé, desconcertado. Parou o que estava fazendo e não disfarçou a admiração pelo paizão corintiano. Claro que o dad percebeu, mas disfarçou. Ele estava de olho no novinho. Pedro ficou puto. “Dad safado! Olha pra mim, caralho!” E não é que ele olhou?! Foi como se o pensamento de Pedro o tivesse chamado. “Estou com sorte mesmo!”, “Ele nunca havia me notado.” Pedro já havia o visto pela academia, ao contrário do novinho, que era a primeira vez que ele notava.
E o paizão olhou para a mala de Pedro, que ao perceber o olhar ficou animado. E não foi só Pedro que se animou, seu pau também deu sinais, o que o deixou todo exibido, nada muito indiscreto, mas o suficiente para o dad ficar levemente corado e esquecer de olhar para o novinho.
O paizão parou o que estava fazendo, reclinou-se no assento e colocou os dois braços atrás da cabeça. Ele usava uma regata, o que deixou à mostra aqueles belos sovacos peludos e aqueles braços malhados fortes e veiudos. Nesse momento Pedro teve que sentar para não passar vergonha. Seus pensamentos foram longe demais, passaram do ponto de retorno. Seu pau acordou novamente. Pedro deu um tempo, bebeu praticamente toda sua garrafinha, até que o coroa subiu para o primeiro andar e ele pode se distrair com o carinha novamente.
O novinho foi para um aparelho que Pedro não sabe o nome, nunca usou, porém são movimentos pélvicos que a pessoa realiza de barriga para cima elevando o quadril. "Caralho, parece estar fodendo alguém!"
Esse outro aparelho fica em frente a um espelho e Pedro ficou encantado observando aquele maravilhoso reflexo enquanto utilizava outro aparelho próximo. Pedro já nem disfarçava que estava olhando o carinha pelo espelho.
O carinha, que já estava visivelmente interessado em Pedro, andou de um lado para o outro, olhou-se muito no espelho, desfilou aquele belo par de pernas e aquela bunda em frente a Pedro. Acabou escolhendo outro equipamento de pernas bem à sua frente.
Sentado no equipamento, o novinho se ajeitava para iniciar as séries. Pedro já não disfarçava o interesse. Estava encarando mesmo. Encantado por aquelas pernas.
Foi nesse momento que o menino resolveu erguer as pernas do calção em direção a virilha. Isso enlouqueceu Pedro que, de um salto, foi diretamente para o banheiro e entrou em um dos reservados.
Pedro já estava em ponto de bala. Pau duraço, a ponto de começar a babar e melar seu calção de nylon. Pedro tira o pau do calção. A jeba pulsava! Cabeção brilhando de tão duro que estava. “Cara, faz tempo que você não faz isso.”, “Que tesão!”. E começou a puxar e empurrar a pele do pau, para a frente e para trás, cobrindo e descobrindo a cabeça melada. O dedo indicador da outra mão ele passou no freio do pau, catou a babinha e levou à boca. Isso o deixou mais doido de tesão! “Caralho!”, “PQP!”, “Tesão demais!”
A cabeça de Pedro variava entre as pernas, a bunda e o saco cabeludo do carinha e os brações, o sovado peludo e a mala do coroa. Pele para frente e para trás. Coroa, carinha, coroa, carinha, e a moeda girando no ar. O tesão de Pedro só aumentava.
Até que o pau de Pedro, já super melado pela baba farta, fazendo um barulho de tcheck! tcheck! tcheck!, a cada ida e vinda de sua mão, ao mesmo tempo que a outra mão acariciava seu mamilo e seu piercing fazendo seu corpo estremecer e seus olhos revirarem em suas órbitas, de tanto prazer, ficou muito teso. A cabeça estava super vermelha, parecendo que ia explodir de tão inchada. E plaft! plaft! plaft! plaft! plaft!
As contrações fortes e ritmadas do cuzinho de Pedro e da base de seu pau fizeram com que gozasse em abundância. Ele não havia erguido a tampa do sanitário, e esporrou ali mesmo, no plástico cinza e na caixa acoplada. A porra, escorria pela louça branca, “Que meleca!”
Pedro suspirava ofegante. O misto de satisfação e de ter feito algo proibido o deixava com uma estranha felicidade e a sensação de dever cumprido. Ele pegou um pedaço de papel, limpou o restante da porra que ainda pingava de seu pau, pegou mais papel e limpou a bagunça que fez no sanitário, “Ninguém merece!”.
Logo em seguida ergueu a tampa e deu uma longa mijada. “Que mijada gostosa!”, “Que alívio!” Suspirou Pedro profundamente, todo suado, enquanto expelia o conteúdo que havia consumido de sua garrafinha, mais cedo no salão da academia.
E a moeda? De que lado caiu? Carinha ou coroa? Afinal, para quem Pedro gozou?
A moeda, meus caros, caiu em pé!
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