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Abusado pelo papai

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Um conto erótico de Escritor Anônimo
Categoria: Gay
Contém 906 palavras
Data: 16/06/2026 10:42:46

Quando eu era criança e tinha fortes tempestades de madrugada, eu caminhava até o quarto do meu pai para dormir com ele. Eu me sentia seguro lá. Teve uma noite que o céu parecia estar desabando do tanto que chovia. Os relâmpagos iluminavam o meu quarto e os trovões faziam eu tremer de medo. Nessa noite, eu me levantei da cama, segurando o meu ursinho de pelúcia contra o meu corpo, e fui para o quarto do meu pai. Eu abri só uma brecha da porta do quarto dele, o suficiente para ver o que estava acontecendo lá dentro. Vi a mulher que se dizia ser a minha mãe deitada na cama e meu pai por cima dela, ambos ofegantes. O corpo nu do meu pai brilhava de suor. A cada estocada que ele dava nela um novo gemido escapava deles. Eu entrei no quarto. Fui direto para o lado da cama e quando eles me viram, de pressa eles se cobriram com um lençol. Eu falei: "Papai, estou com medo dos trovões. Posso dormir aqui com o senhor?" Meu pai olhou para mim com os olhos arregalados, surpreso por eu aparecer ali do nada. Depois de uns segundos tentando assimilar a situação, ele respondeu: "Claro. Pode sim." Ele deu uns tapinhas na cama para que eu subisse nela. Minha mãe, ainda nua, saiu da cama enrolada em um lençol. Antes de ir embora ela olhou para o meu pai e falou: "Divirtam-se." E saiu do quarto.

Eu subi em cima da cama. Eu era uma coisinha pequena perto do meu pai que parecia um gigante. Ele era alto e musculoso. Seu corpo nu era todo esculpido e brilhava de suor. Seu cheiro era forte e inebriante, pura testosterona. Ele olhou para mim e perguntou: "Você vai dormir de pijama, meu filho? Não está com calor igual o papai aqui?" Eu respondi na inocência: "Não. Está fazendo muito frio, papai." Ele sorriu e disse: "Ah, deixa disso. O papai vai aquecer você. Tira a roupinha, vai." E ele me ajudou a tirar a camisa e o short que eu estava usando. Naquele dia, eu não estava de cueca e fiquei completamente nu na frente do meu pai, tendo apenas meu ursinho de pelúcia para cobrir as minhas partes íntimas. Não era problema para mim ficar nu na frente dele, eu já fiquei assim inúmeras vezes, principalmente quando ele me dava banho ou a gente tomava banho juntos. Mas naquela noite eu estava com muito frio e o meu corpinho tremia todo por causa disso. Ele levantou o cobertor que cobria o seu corpo e me chamou para se aninhar a ele. Eu me juntei a ele, deitei em posição de conchinha, virado de costas. Ele se achegou a mim e colou o seu corpo no meu para que o calor dele me aquecesse. Em poucos minutos o frio foi passando e eu fui parando de tremer. Abracei o meu ursinho mais forte e assim eu pensei em dormir. Meu pai me deu um beijo na bochecha e me desejou boa noite. Quando eu estava quase caindo no sono, senti sua mão grande e calejada segurar na minha cintura. Ele passou alguma coisa por entre as minhas pernas. Era algo largo, grosso e parecia estar molhado. Naquela idade eu não sabia bem o que era, pensei que fosse a mão dele, mas por que ele colocaria a mão dele entre as minhas pernas? Senti aquela coisa se movendo, indo e voltando. Meu pai me beijou outra vez, só que agora o beijo tinha sido no pescoço. Um beijo de lábios molhados. Ele passou a língua no meu pescoço e foi subindo até o lóbulo da minha orelha. "Faz casquinhas." Eu falei. Ouvi ele dando uma risadinha como resposta. Aquela coisa entre as minhas pernas acelerou o ritmo no vai e vem. O corpo do meu pai batia nas minhas costas e no meu bumbum. Era estranho. Parecia que o meu corpo reagia ao corpo dele. Senti meu próprio pênis ficando duro com aquela fricção e meu anelzinho ainda virgem começou a piscar. Aquela coisa grossa, larga e molhada que vinha e voltava estava perto demais do meu anelzinho, às vezes eu sentia ele passando pelas bandas da minha bunda, mas não chegava a me penetrar, só entrava e saía pelo meio das pernas. Ouvi o meu pai ficando cada vez mais ofegante atrás de mim. Quando ele não aguentou mais, ele deu um chupão no meu pescoço, me causando dor e arrepio, e empurrou com toda força o seu pau entre as minhas pernas, gozando jatos e mais jatos de porra, melando a cama toda. Eu, em minha inocência de criança, pensei que ele tinha mijado na cama. Eu até falei que ele tinha feito pipi. Ele só sorriu e deu um beijo na minha testa. Depois disso ele me abraçou forte e finalmente dormimos. Naquela noite eu nem sabia o que isso significava, mas conforme eu fui crescendo e outras coisas foram acontecendo, eu entendi o que o meu pai estava fazendo comigo. Ele estava me usando para satisfazer os seus desejos. O meu próprio pai fez isso comigo.

***

Nota do autor: Isso fazia parte de uma história muito maior que eu estava pensando em contar, mas vai demorar um pouco para eu desenvolver a história. Quem sabe eu trago mais sobre isso ou não também. Comentem o que achou, quero ver a opinião dos leitores.

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Conto deixou de fazer sentido quando a mãe sai do quarto e não volta. Como assim?

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