─ Tô faminto. – reclamei.
─ Ué, vai comer... – retrucou Jane.
─ Você me ajuda? – perguntei.
─ Como? – ela quis saber.
─ Me alimenta uai... – pedi.
E ela com cara de interrogação, sem entender nada até que falei.
─ Eu quero zoio de porco, me dá? – perguntei.
─ Zó de porco? O que é isso? – questionou a moça.
─ Não é zó de porco, mas zoio de porco, mas como estou em fase natureba, pode ser o olho da goiaba. – brinquei.
Não adiantou nada, ela seguiu com cara de interrogação, deixei pra lá e não insisti, talvez ela ficasse ofendida, já que tínhamos até alguma intimidade, mas não tanta, mas minha tara por aquela bundinha era sincera e era uma bunda gostosa, mas não era grande, era um quadril largo, bunda magra e arrebitada, tudo muito proporcional.
Ela até já tinha reclamado da tara dos homens por bunda, fez até um discurso bobo e sem noção sobre sexo anal ser coisa de homem gay, expliquei pra ela que gay era sobre sexo entre pessoas do mesmo sexo e que se um homem e uma mulher fazem sexo anal não é sexo homo, ela até quis saber se eu fazia com minha esposa, respondi a verdade, que não fazia e ela me respondeu que não entendia que heteros gostassem disso, tinha deixado de ser virgem aos 16 anos, desde então era só sexo vaginal e ainda disse que só um dos seus namorados tinha pedido sua bunda, ela negou, o cara não pediu mais e com o tempo o namoro acabou.
Mas era uma menina nova, ainda 21 anos, recém chegada à juventude, eu tinha pouquinho mais de 30, embora tenha dito aquelas besteiras, procurei disfarçar, não queria que a menina ficasse com raiva de mim e assim não brinquei mais com ela sobre isso.
Mas dias depois ela me vem conversar e...
─ Você hein? Não fatura o tobinha da mulher mas quer investir no meu?
E, eu, rindo:
─ Foi uma brincadeira, claro.
─ Brincadeira, é? Se eu topasse você ia querer, né? Eu até tenho curiosidade a respeito, sabe? – ela respondeu.
Eu fiquei perdido, não sabia o que dizer e reagi:
─ Nem brinca, se eu comesse esse olho de goiaba eu estaria realizado, seria o zoio de porco mais gostoso da minha vida. – e ri...
Ela, muito vermelha, também riu e disse:
─ Quem sabe um dia eu não mate essa sua fome?
─ Faz assim não, esse papo já tá me deixando com tesão. – falei e fiz questão de deixar visível o volume do meu pau.
─ É um tipo de refeição que nunca servi. – falou aos risinhos sem deixar de olhar meu pau.
─ Não seria uma refeição, seria um banquete. Uma iguaria para 400 talheres, o manjar dos deuses. – lambi os beiços.
─ Eita! Dá pra notar que os talheres estão prontíssimos... – comentou Jane aos risos.
Desde aquela vez fiquei na expectativa, continuava me insinuando, já dizia que o pandeiro dela era perfeito, que o cheiroso devia ser gostoso e ela seguia na malícia, embora às vezes não entendesse bem todos os ditos.
Um dia, ela passou por mim, me passou a mão na bunda e disse:
─ Cadê a fome? Pensei que você ia encher meu caneco de leite! – riu, com o rosto em brasas. – Me deixa curiosa e nada!
Aí não teve jeito, levei-a pra um cantinho, enchi a mão uma das nádegas dela, ela ajeitou pra que a mão ficasse no rego e falei no seu ouvido:
─ Então se segura que hoje estou com muita fome e sede.
E a beijei, fui correspondido e ficamos num beijo molhado, demorado e arriscado, que só parou por ouvirmos passos de gente chegando.
Como foi alguém que só estava de passagem e, por sorte, não me olhou abaixo da cintura, aproveitei e falei pra ela:
─ Hoje se prepara, vamos matar nossas fomes e sedes, me liga no ramal daqui a pouco pra gente combinar direito.
Ela deu um risinho cínico, me deu um beijo rápido, com direito à linguinha passando rápido por dentro da minha boca e saiu.
Eu estava sem ação, não podia voltar imediatamente à seção de tão visivelmente duro que estava meu pau. Aguardei um pouco, tomei uma água e fui para a minha mesa esperar a ligação, só que... Nada.
Então tratei de ligar pro ramal dela, aliás a sala dela ficava do lado da minha.
Ela atendeu, disse que tava ocupada e prometeu me ligar assim que pudesse. E ligou:
─ Ainda tô um pouco ocupada, mas hoje não dá pra gente matar a fome e sede, minha mãe tá me esperando em casa, temos compromissos.
─ Que pena! E o que faço com toda essa fome? Com esse talheres?
─ Se segura, não gasta... rsrsrs. Aí a gente vê o que pode fazer.
─ Vou segurar essa vontade de bater punheta até amanhã, tá? Estarei cheio de leite pra encher o seu caneco. – e ri...
Do lado de lá ela soltou uma quase gargalhada!
Bem... E no dia seguinte lá fomos nós a um motel distante de onde eu morava e de onde trabalhávamos, eu não tinha carro e ela veio com o carro do pai, fomos ao tal hotel, o clima era de acanhamento de ambos, eu até tomei duas latinhas de cerveja, mas o clima continuava.
Escolhi um suíte dos melhores, com piscina, hidro, TVzona e tudo o mais, ao entrarmos, fomos ao chuveiro juntos, poucos toques, uma chuveirada rápida e já pude ver toda aquela gostosura mais de perto, logo a peguei de frente e dei nela um beijo na boca, que foi demorando e demorando, melando e melando, ao fim a gente já tava rolando na cama, eu completamente pelado ela ainda de calcinha e sutiã.
A fui beijando e tirando sua roupa, me compliquei com o sutiã, mas consegui tirar, os peitos dela eram bem melhores soltos, os lambi com gosto, a menina gostava de carícias nos peitinhos, àquela altura eu já tinha tirado sua calcinha, e vi uma bucetinha de pelos aparados acima da vagina e bem peladinha embaixo eu ia cair de língua na bucetinha, mas tava com medo de gozar rápido, só que não teve jeito, ela pegou meu pau, botou na boca e enfiou aquela beleza de buceta na minha cara, fui lambendo o que via pela frente enquanto meu pau era engolido e sugado por ela, alternado com chupadas nas bolas do saco, eu tava quase perdendo o controle, o boquete dela era foda de bom, consegui me concentrar naquela bela buceta e lambi bastante, toquei no clitóris e a menina estava gostando, aproveitei pra enfiar um dedo no zoio de porco, ela não se fez de rogada e facilitou, mas o me guardar pra trepada tava me deixando a ponto de gozar, a avisei ela não tirou a boca e eu acabei gozando na sua boca, ela segurou um bocado na boca, depois cuspiu, mas fez questão de me beijar a boca com minha porra e depois me disse que isso era desejo antigo dela, que ia tentar engolir toda a porra uma outra vez.
Conversamos um pouco e fomos à hidro brincamos bastante tempo, enfiei o dedo no cuzinho dela várias vezes e disse que era pra amaciar.
Voltamos à cama e ela deixou-se de bunda pra cima, passei a lamber sua bunda e passei a língua no rego e depois no cuzinho, ela gemia e relaxava e chegava a jogar a bunda pra cima, comecei a esfregar a cabeça do pau no seu cuzinho e ela ficou de quatro, argumentei que aquela talvez não fosse a melhor posição pro primeiro sexo anal, ela deitou-se então sobre um travesseiro, aí eu enchia a língua de cuspe e lambuzava seu cuzinho, tava bem melado, eu dei mais uma lambuzada bem funda, empurrei com o dedo, aí coloquei a cabeça do pau no buraquinho, empurrei, ela resmungou algo depois disse que doía, tirei, lambi mais, coloquei a cabecinha de novo e empurrei, aí não esperei e fui empurrando direto e devagar, perguntei no ouvido dela se tinha doído ela falou que sim, mas só quando entrou a cabecinha, disse que tava conformável, perguntou se já tinha entrado tudo, respondi que não, que ia botar aos poucos, mas ela deu um empurrão pra trás, fui pra frente, aí o pau tava todo dentro daquela delícia.
Dei uma olhada e foi uma visão linda, meu pau marrom dentro daquela bundinha branca, comecei a entrar e sair lentamente e fui aumentando a velocidade bem aos poucos, quando tava veloz e quase pra gozar, dei uma paradinha, a pus de lado e metia e tirava com alguma força, tava difícil pra segurar, eu queria ficar muito tempo dentro daquele paraíso, diminuí o ritmo e ela pediu pra experimentar de quatro, quando o pau encostou na olhota eu quase gozei, ela lindo demais aquela bunda arrebitadinha cortada no meio pelo meu pau e o recheando, ela disse pra seguir que tava gostoso, que não machucava, aí meti, meti e meti e meti e meti, parei bem no fundo algumas vezes, diminui a velocidade e quando fui rápido, fui sem paradas até o fim e despejei litros no fundo do rabinho.
Estávamos cansados e pra minha surpresa ela disse:
─ Esse teu pau é muito grande, eu cheguei a pensar em desistir, muita coisa pra uma estreia do tobinha. Tô ardida, mas achei bem gostoso...
─ Ainda tá cedo, temos mais tempo, vamos dar uma descansada e foder mais, tá? – sugeri.
Ela concordou, sei que falamos sobre aquela beleza de bunda que ela tinha e ela disse que não era assim, era uma tábua, só depois dos 19 anos, bem depois que ela perdeu o cabaço e que estranhou quando percebeu que as calças ficaram justas e que os homens estavam todos olhando.
Estávamos na cama, ela massageava meu pau que ia crescendo aos poucos eu a bolinava na buceta, no cu tudo que meu dedo alcançava, aí ela ajeitou-se de frango assado, enfiei na buceta, ela espanou-se um pouco, mas fez o movimento ritmado pra uma trepada, gostava quando eu tocava seu clitóris e estava linda com tesão na minha frente, ela segredou no meu ouvido:
─ Tô sentido que não tá tão grandão, tenta botar no meu rabo agora e nessa posição mesmo.
Eu nunca tinha feito daquele jeito, mas foi mirar, empurrar e deu muito certo, e tava gostoso, o cuzinho apertava o pau de forma diferente, a menina começou a falar:
─ Me machuca, tá ardido, mas tá gostoso, vai devagar que fica gostoso, mas mete, deixa arder e mete...
Eu ia bem lentamente, gostei da posição, aí ela pediu pra mudar e quis ficar de quatro.
E lá fui eu, era a posição que mais me perturbava, o ângulo era criminosamente tesudo, mas ela ficou, soquei o pau no fundo e ela pediu devagar, e devagar fui, mudando o ritmo bem lentamente, e indo mais fundo e voltando bastante até quase a cabeça do pau sair, depois empurrava com força, ela resmungou algo, eu botei fundo, pedi pra ela dar uma apertadinha no cuzinho, ela fez, entrei e saí daquele jeito e acabei gozando, não tanto quanto das outras vezes, mas não era normal que eu gozasse três vezes em tão pouco tempo.
─ Gostei, você mandou bem, fez jus à refeição, e eu adorei te servir, a gente pode fazer mais desses banquetes. – falou a menina.
─ É a iguaria que é muito gostosa, lambi os beiços e claro que quero mais. – respondi.
Ainda tivemos alguns jantares e rega-bofes desses e o engraçado é que ela parecia evitar que a gente fizesse sexo vaginal, foram muitas poucas vezes ela queria sempre no tobinha, como ela gostava de falar.