Aviso: Este é o décimo quinto capítulo da saga Putty de Karola...
Antes de prosseguir, leia o Capítulo 14: Irmãs Reunidas!
O Sol despontava preguiçoso sobre a fazenda em Xotaville, pintando o céu de tons quentes enquanto o galo iniciava seu canto matinal. Mas o som saia estranho, entrecortado por gorgolejos e tremores: Putty estava de quatro atrás dele, com a boca colada firmemente no cuzinho apertado do animal.
Sua língua longa e flexível invadia fundo, girando e sugando com deleite, lambendo cada preguinha quente enquanto o galo se contorcia, cacarejando de prazer misturado com o esforço de cantar. Putty gemia baixinho contra a carne, sentindo o sabor salgado e animalesco encher sua boca.
— Que delícia de café da manhã... merda quentinha direto da cloaca. — murmurou ela entre lambidas, com sua buceta molhada pingando no chão.
No quarto das irmãs, Püia acordou com um resmungo, esfregando os olhos rosados. O ambiente era um excesso de fofura: bichinhos de pelúcia empilhados na cama, cortinas com babados rosa e branco, lençóis macios cheios de estampinhas delicadas. Ela franziu a testa, ainda se sentindo deslocada naquele mar de frescuras.
— Isso aqui parece o quarto de uma princesa de cinco anos... — resmungou, jogando as pernas para fora da cama.
Pôia já estava de pé, vestindo o uniforme preto e branco impecável de empregada, seus cabelos azuis perfeitamente arrumados. Ela sorriu com doçura ao ver a irmã acordar.
— Bom dia, Püia. Hoje é nosso primeiro dia juntas no serviço. Vamos nos arrumar e eu te mostro tudo direitinho.
Püia bufou, mas vestiu o uniforme idêntico, ajustando a saia curta com relutância. As duas saíram do quarto, e Pôia ia explicando as rotinas com a voz baixa e cuidadosa: varrer a cozinha, arrumar os quartos, lavar a louça, cuidar das plantações menores.
Chegaram ao quarto principal. Ao abrir a porta, Püia parou como se tivesse levado um soco. O cômodo era um campo de batalha escatológico: lençóis encharcados de gozo cremoso e viscoso, que ainda escorria devagar... paredes salpicadas de urina amarela, formando pequenos riachos verticais... muito vômito gosmento em poças espalhadas, e a diarreia pastosa marrom cobrindo o chão, os móveis e até o teto em alguns pontos.
O cheiro era denso, uma mistura inebriante de suor, mijo, vômito e merda cremosa, mas tudo impregnado com um tipo de prazer residual. Püia sentiu o estômago revirar.
— Meu Deus do céu... isso é... isso é impossível de limpar! — exclamou, com as pernas fraquejando. Ela desabou sentada no chão, seus olhos arregalados de choque.
Pôia deu uma risadinha leve, cobrindo a boca:
— Calma, maninha... no começo eu também ficava assim. Mas você vai ver, é só começar que vira rotina. E... às vezes até gosto de limpar certos pedacinhos.
Ela piscou, lambendo discretamente um restinho cremoso de bosta que encontrou no batente da porta, sentindo um arrepio de tesão percorrer o corpo. Püia a olhou horrorizada, mas acabou aceitando a mão estendida da irmã e se levantando.
As duas pegaram baldes, panos e produtos, iniciando a limpeza. Püia resmungava o tempo todo enquanto esfregava uma mancha pastosa do colchão.
— Como alguém consegue sujar tanto assim? Eu vou matar alguém... — mas Pôia só sorria, trabalhando com calma e até cantarolando baixinho.
Lá fora, Putty havia mudado de alvo: agora estava deitada de costas embaixo da vaca, com a boca aberta diretamente sob o cu volumoso do animal. A vaca mugia baixinho, relaxando os músculos, e uma enxurrada quente e pastosa de diarreia começou a cair direto na garganta da alienígena. Ela engolia em goles grandes, sentindo o líquido cremoso e marrom encher sua boca e descer pelo esôfago, inchando a barriga levemente como um balão macio e elástico.
— Mmm... isso é tão grosso e quentinho... mais, vaca, me dá mais! — gemia ela, lambendo os lábios sujos enquanto a cascata continuava, salpicando seu rosto e os cabelos vermelhos.
Mary e Joan se aproximaram, ainda sonolentas. Mary, com seu vestidinho curto azul costumeiro, veio saltitante com suas sardas brilhando ao Sol, as tranças maria-chiquinha balançando, e sorriu.
— Putty! A gente vai na cidade comprar umas coisas. Quer vir?
Joan vestia uma camisa folgada que deixava os seios flácidos e pesados à mostra:
— Vai ser rápido. Ração pros bichos, umas sementes... talvez uns produtos de limpeza...
Putty se levantou, ainda com pasta marrom grudada nos cantos da boca:
— Claro! Mas eu vou correndo. Quero testar esses poderes novos.
Joan riu:
— Você é louca. Tá bom, nos vemos lá.
Mary e Joan entraram na caminhonete vermelha barulhenta, enquanto Putty disparou em velocidade sobre-humana.
Chegou à cidade minutos antes, seu vestido de látex vermelho colado ao corpo como uma segunda pele, destacando os mamilos duros, o volume carnudo da buceta sempre molhada e as preguinhas do cu ansioso.
Os pedestres paravam para olhar e comentar:
— Olha só essa... que roupa escandalosa!
— Parece que saiu direto de um filme pornô...
As duas chegaram, e Joan desceu da caminhonete:
— Primeiro a loja de animais, pra ração. Depois a gente vê o resto.
Mary acenou animada:
— E talvez uns pirus de borracha... pra gente se divertir em casa, hihihi.
De repente, o ar mudou. Soldadas, como as que invadiram a casa da fazenda dias antes, surgiram de becos e vans, cercando o trio. Rifles de alta tecnologia apontados, cheios de LEDs coloridos.
Putty rosnou baixinho:
— Que merda é essa agora?
Um carro preto blindado parou com um ronco grave. Iza saiu do banco do motorista, vestindo seu uniforme verde justo que marcava cada curva da buceta, e uma micro-saia quase inexistente.
Sem expressão, ela abriu a porta traseira. Alexa desceu, careca e impecável em preto, com um sorriso frio nos lábios.
— Putty, está na hora de você entender quem manda aqui de verdade.
Ela fez um sinal. Uma das Soldadas ergueu uma espécie de pistola de cano grosso.
— Depois do nosso último encontro, percebi que precisava de argumentos mais... persuasivos para te convencer a me ajudar na dominação desse mundinho patético. Atire!
Um raio azul foi disparado. Putty saltou com agilidade impossível, desviando. Mas o raio acertou Mary em cheio.
A loira gritou, caindo de joelhos enquanto orgasmos violentos a dominavam. Seu corpo convulsionava, com gozo cremoso jorrando da buceta rosada, encharcando o vestido curto e o asfalto.
— Ahhhh! Não... não consigo parar! Mas tá gostoso... tão forte! — berrou ela, enfiando o punho inteiro na buceta carnuda e inchada, masturbando-se com desespero.
Mary lambia o gozo da própria mão, gemendo alto:
— Joan... vem cá... bebe de mim, amor... por favor!
As pessoas na rua congelaram:
— O que está acontecendo com ela? — murmurou alguém, filmando. Outros se aproximavam, excitados.
Joan correu para Mary:
— Amor! Calma, eu tô aqui!
Mas Mary agarrou a cabeça dela e a pressionou contra a buceta encharcada:
— Bebe tudo... mijo, gozo, tudo! Ahhh, não para!
Joan abriu a boca, engolindo o jorro quente de gozo misturado com urina, e seus próprios seios começaram a vazar leite enquanto ela gemia de tesão.
Putty avançou furiosa contra a Soldada que atirou:
— Vocês vão se arrepender!
Ela disparou de novo, mas Putty desviou e acertou um soco que a arremessou metros para longe.
Outra Soldada ergueu uma arma maior, com cano duplo:
— Toma isso!
Um raio vermelho foi disparado dessa vez. Putty desviou, e uma senhora de meia-idade na calçada foi atingida. A mulher urrou, tentando apertar as nádegas, mas era inútil. Um jato violento de diarreia pastosa explodiu de seu cu, enchendo a calcinha branca de uma só vez. A pasta marrom grossa transbordou, escorrendo pelas pernas em riachos quentes, pingando no chão.
— Ohhh Deus... não consigo segurar... é tão bom! — gemeu ela, caindo de joelhos, enquanto continuava cagando descontroladamente, sua saia sendo levantada pelo fluxo, lambendo os lábios de prazer involuntário.
A Soldada continuou atirando, mirando Putty, que pulava e desviava como um borrão. Cada raio perdido acertava alguém: uma jovem de saia curta começou a cagar em jatos pastosos, gemendo alto enquanto a merda cremosa escorria pelas coxas; outra mulher escorregou na gosma pelo chão, caindo de bunda e se lambuzando toda.
O asfalto virou um mar escorregadio de diarreia, pessoas caindo, recebendo jatos na cara, engolindo acidentalmente e gemendo de prazer. Sons molhados de flatulências, merda esparramando, gritos e gemidos ecoavam por toda a rua.
— Olha isso! Tá todo mundo cagando! — gritava alguém de uma janela, transmitindo ao vivo.
De repente, um raio verde acertou Putty pelas costas. Ela caiu de joelhos, e seu estômago começou a se revirar. Com um gorgolejo alto, sua boca se abriu e um jato esverdeado de vômito explodiu com força brutal.
— Blaaaarggh! Porra, nunca vomitei verde... Ahhh! — gemeu ela, contorcendo-se enquanto tentava tampar a boca, mas o vômito gosmento vazava entre seus dedos, salpicando tudo.
Ela se levantou, ainda jorrando, e virou a torrente contra as Soldadas:
— Toma isso, suas putas!
O jato verde as derrubava uma a uma, arremessando-as longe, cobertas de gosma pegajosa.
Mas então veio um choque! Iza se aproximou por trás, com um taser especial na mão, e descarregou a potência máxima em Putty.
O corpo da alienígena estrebuchou violentamente, tremendo de eletricidade, e ela desmaiou no chão, ainda vomitando verde pela boca aberta.
As Soldadas se recuperaram, pegando o corpo inerte de Putty e jogando-o no porta-malas do carro de Alexa. Iza entrou sem uma palavra, acelerando rumo ao prédio da Alexa Corp. As Soldadas se dispersaram, sumindo nas sombras.
No chão da rua, Mary e Joan continuavam imersas na putaria. Joan ergueu a cabeça da buceta encharcada de Mary, com a boca melada de gozo cremoso e urina.
— Ué... cadê a Putty?
Continua...