Após ver toda aquela filmagem, levantei-me ainda perturbado e fui até a cozinha. Thais estava com o mesmo pijama curto que usou na noite anterior. Ela me abraçou, me deu um beijo gostoso e disse com um sorriso:
— A noite foi boa, né amor?
Ela preparou o café da manhã e nos sentamos à mesa. Pouco depois Sandra apareceu. Thais perguntou:
— Quando os dois foram embora? Eu e o Thiago fomos pro quarto e nem os vimos sair.
Sandra respondeu tranquilamente:
— Eles não demoraram muito.
Tomamos café normalmente. Mal sabia a Sandra que eu tinha visto toda a filmagem dela sendo comida pelos dois vizinhos.
Depois do café, Thais foi tomar banho. Eu e Sandra ficamos sozinhos na cozinha. Ela me perguntou:
— Você está ansioso pela festa dos vizinhos hoje?
Eu respondi:
— Ansioso é demais… estou curioso.
Ela sorriu e disse:
— Eu estou ansiosa. Parece que vai ser bem animada.
Terminei meu café, levantei e fui colocar o lixo na rua. Foi quando vi a Pamela...
Pamela estava com um vestido tomara-que-caia curto, preto, justo no corpo. O tecido fino marcava bem seus seios médios, deixava os ombros e parte do colo à mostra e mal cobria a bunda média, mas bem empinada. As pernas morenas claras estavam à mostra, as unhas postiças nos pés e mãos bem feitas, cílios postiços alongados e aquele perfume doce e marcante que ela sempre usava.
Eu me aproximei e cumprimentei:
— Bom dia.
Pamela sorriu e respondeu:
— Bom dia, Ti.
Ela continuou:
— Você vai na festa dos meus irmãos hoje?
— Sim. Você vai estar lá? — perguntei.
— Não… Essas festas deles têm muita coisa que eu não gosto — respondeu ela, dando de ombros.
De repente, Pamela se aproximou e me deu um abraço apertado, colando o corpo no meu por alguns segundos. Senti o calor dela e o perfume invadindo meu nariz.
— Tchau, meu Uber chegou — disse ela, soltando-me com um sorriso.
Nesse momento, Thais me chamou da porta:
— Amor! A Sandra me mostrou a mensagem do grupo. A festa vai ser na piscina, então vamos ter que comprar biquínis. Você nos leva?
Eu perguntei curioso:
— Que grupo?
Sandra, que estava por perto, explicou:
— O grupo que os meninos criaram para a festa. Tem umas 50 pessoas.
Eu suspirei e respondi:
— Tá bom, vou me arrumar para levar vocês na loja de roupas.
Após pegar o carro, levei as duas até uma das lojas de roupas dos vizinhos. Chegando lá, Thais e Sandra começaram a olhar vestidos, conjuntos e várias peças. Sandra brincou:
— A partir de segunda-feira você e eu vamos trabalhar com vendas de roupas, então é melhor ir reparando no atendimento da loja.
Thais riu e respondeu:
— Sim, é bom mesmo.
Ela me olhou e perguntou:
— Amor, eu não te perguntei ainda… o que você acha desse emprego que eu arrumei?
Eu respondi com sinceridade:
— Não conheço bem os dois, então tenho minhas dúvidas sobre eles. Mas você merece um emprego fixo.
Enquanto isso, a vendedora se aproximou e as levou para o provador para experimentarem os biquínis.
A vendedora entregou vários biquínis para as duas e as levou para o provador. Eu fiquei sentado do lado de fora, numa poltrona confortável, atuando como jurado oficial delas. De vez em quando elas saíam para me mostrar os modelos.
Primeiro saiu a Thais. Ela vestia um biquíni vermelho curto, daqueles que mal cobrem o essencial. O top triangular apertava seus seios médios, marcando bem os bicos. A calcinha era cavada, deixando a maior parte da bunda empinada à mostra, destacando a cintura fina e as pernas torneadas. Com os cabelos loiros soltos e os olhos azuis brilhando, ela deu uma voltinha na minha frente.
— O que achou, amor? — perguntou sorrindo.
— Perfeito… esse destaca demais sua bunda — respondi, sentindo o pau começar a reagir.
Depois foi a vez da Sandra. Ela apareceu com um biquíni preto micro, ainda mais ousado. O top sustentava seus seios médios e deixava o piercing no umbigo bem à mostra. A calcinha era fio-dental, praticamente desaparecendo entre as nádegas médias mas bem chamativas. A tatuagem de leão nas costas ficava parcialmente visível, e a floral no braço direito dava um ar ainda mais sexy. Ela posou, rebolando de leve.
— E esse, Thiago? — perguntou com um sorriso malicioso.
— Tá perigoso… você fica muito gostosa com preto — falei, sem conseguir disfarçar o olhar.
Elas continuaram experimentando outros modelos. Thais provou um biquíni azul claro, comportado mas ainda curto, que deixava sua pele clara ainda mais luminosa e marcava perfeitamente sua bunda empinada. Sandra experimentou um verde neon que contrastava com sua pele, destacando o piercing no umbigo enquanto o tecido fino grudava nos seios. Thais apareceu depois com um branco, quase transparente quando molhado, deixando os bicos rosados levemente visíveis. Por fim, Sandra vestiu um rosa vibrante que realçava sua bunda e fazia seu corpo definido ficar ainda mais provocante.
Eu ia julgando cada um, elogiando as curvas delas, sentindo o tesão subir a cada saída do provador. As duas riam, desfilavam e pediam minha opinião, claramente se divertindo com o meu olhar vidrado.
Thais e Sandra então resolveram escolher o biquíni uma da outra, como nos tempos de escola, quando escolhiam o parceiro de festa junina da outra. Elas começaram a rir e relembrar um caso antigo dessa época, quando Sandra escolheu um parceiro para Thais que era o crush dela, mas o menino era muito tímido e quase não dançou.
Sandra escolheu para Thais um biquíni dourado extremamente cavado e pequeno, daqueles que deixam quase tudo à mostra. O top mal cobria os seios médios dela e a calcinha era tão reduzida que a maior parte da bunda empinada ficaria exposta. Era um modelo que certamente faria Thais ser o centro das atenções da festa.
Thais, rindo, fez o mesmo com Sandra e escolheu um biquíni vermelho fogo, micro, com lacinhos laterais. A parte de baixo era praticamente um fio-dental que sumia entre as nádegas, e o top deixava o piercing no umbigo dela bem em evidência, destacando ainda mais seu corpo definido e a tatuagem de leão nas costas.
Eu as observava de pau duro, sentado na poltrona, sem conseguir disfarçar a excitação. Aprovei os dois modelos:
— Podem usar um short curto também por cima da parte de baixo do biquíni, pelo menos pra sair de casa.
Sandra piscou e respondeu:
— Sim, gato!
Thais se aproximou, me deu um beijo demorado e falou sorrindo:
— Seu ciumento… claro que vou usar um short, né?
Após levar as duas para comprar os biquínis, eu e Thais voltamos para casa e aproveitamos o resto do dia juntos, relaxando e curtindo o momento a dois.
Em determinado momento, Thais foi até a garagem e demorou. Fui procurá-la e a encontrei no portão conversando com Douglas, que estava sem camisa, exibindo o corpo musculoso. Ele dizia:
— Nossa, você vai ficar linda com esse biquíni.
Thais, visivelmente sem graça, respondeu:
— Assim você me deixa sem jeito…
Eu apareci e falei:
— Tudo bem, Douglas?
Ele me olhou e disse:
— Claro, Thiago. Posso conversar com você rapidinho?
— Entra aí — respondi, e o levei para a sala.
Douglas foi direto ao ponto:
— Você pode me emprestar sua caixa de som? A Thais comentou que você não usa.
Eu olhei para ele e respondi:
— Claro. Pra falar a verdade, eu nunca usei. Pode pegar. Está na garagem ou no quarto vazio onde eu e Thais guardamos uns objetos. Vou olhar.
Fui até o quarto, peguei a caixa de som e entreguei para ele. Douglas sorriu e comentou:
— A festa promete. Vai ter muita bebida, mulher a rodo… só gostosa e todas bem safadas.
Ele pegou a caixa e saiu. Fiquei ali parado, pensando. Ele parecia ser exatamente do tipo que come todas e trata as mulheres como objeto. O jeito como ele olhava e falava com a Thais me preocupava bastante. Mas a hora da festa estava chegando e eu ainda tinha muitas dúvidas se devia ir ou não.
Thais se dirigia para o banheiro para tomar banho quando eu a abracei por trás e a beijei no pescoço.
— Tem certeza que quer ir nessa festa? — perguntei.
Ela se virou, me beijou na boca com vontade e respondeu:
— Sim, amor. Quero ir.
Ainda colada em mim, ela sorriu e completou:
— Vem me acompanhar no banho…
Eu não pensei duas vezes e entrei com ela. Assim que a porta fechou, Thais tirou a roupa e ficou completamente nua. Entrei no box junto com ela. A água quente caiu sobre nossos corpos enquanto nos beijávamos com desejo. Minhas mãos apertavam sua bunda empinada, descendo entre suas pernas e sentindo como ela já estava molhada.
Eu a virei de costas, coloquei ela empinada contra a parede do box e a comi com força e tesão. Metia fundo, segurando firme sua cintura, enquanto a água escorria entre nossos corpos. Thais gemia alto, empinando mais a bunda para mim, pedindo mais. O som molhado das estocadas ecoava no banheiro junto com nossos gemidos. Eu segurava seus cabelos loiros molhados e acelerava o ritmo, fodendo com vontade até gozarmos juntos.
Saímos do banho satisfeitos. Thais foi se arrumar. Ela vestiu o biquíni dourado cavado que Sandra havia escolhido para ela e colocou um short curto por cima da parte de baixo. Depois me olhou e perguntou:
— Coloco uma blusinha por cima ou não?
Eu respondi:
— É bom colocar, sim.
Eu me arrumei com uma blusa leve, uma calça leve e tênis. Thais me olhou de cima a baixo e disse:
— Você vai assim?
— Vou sim — respondi.
Ela me avisou:
— Sandra já está na festa.
Nós saímos, seguimos até o portão da casa dos vizinhos e entramos. Lá tinha umas 50 pessoas. Douglas e Rômulo nos receberam logo na entrada. Eles me cumprimentaram com um aperto de mão e abraçaram a Thais demoradamente. Notei que os dois olharam bastante para ela.
A área da piscina estava bem arrumada, com luzes coloridas, som alto e uma decoração que deixava o clima bem animado. A música alternava entre pagode, funk, samba e até rock. Havia várias mulheres — desde novinhas de 18, 19 anos até mulheres de 37, 38 anos —, todas de biquíni e extremamente gostosas. Alguns homens também estavam presentes.
Sandra estava ao lado de um rapaz que conversava com ela bem perto, sussurrando no pé do ouvido dela. Douglas e Rômulo, cada um, estavam acompanhados de duas mulheres.
Eu e Thais fomos pegar uma bebida. Sandra nos viu e chamou:
— Amiga, vem comigo! Vem, Thiago, vamos ali pegar churrasco.
Nós fomos com ela. A festa estava apenas começando.
Eu e Thais passamos a primeira hora da festa juntos, dançando e bebendo. Estávamos nos divertindo. Sandra, por outro lado, estava bem agarrada com o rapaz, que falava o tempo todo no pé do ouvido dela. Em determinado momento, eu vi quando ela o beijou na boca.
Douglas se aproximou de nós e disse com um sorriso:
— Vem comigo, me concede o prazer de dançar com a sua esposa?
Thais respondeu na hora:
— Sim!
Eles foram dançar um pagode. Notei que Douglas não tirava a mão da bunda da minha esposa, apertando enquanto dançavam colados.
De repente, uma novinha se agarrou em mim e disse:
— Você é amigo de quem? Não te conheço… você é um gato!
Sandra apareceu imediatamente, repreendeu a menina e falou:
— Ele é meu, piranha!
Sandra me puxou para longe e me levou para pegar uma cerveja. Assim que chegamos num canto mais reservado, ela me prensou contra a parede e sussurrou:
— Me agarra… estou fugindo de um rapaz que não sai do meu pé. Disse pra ele que sou sua amante e que a Thais não sabe.
Eu respondi chocado:
— Você tá louca? Se ele falar pra alguém…
Ela me abraçou forte e disse:
— Fica de boa.
O rapaz apareceu logo em seguida. Sandra, sem pensar duas vezes, sentou no meu colo. Senti o corpo dela quente contra o meu e, inevitavelmente, fiquei duro. Ela percebeu na hora e sussurrou com um sorriso safado:
— Você ficou excitado, foi?
Eu a tirei do meu colo rapidamente e me levantei. Quando voltei para procurar a Thais, não a encontrei.
Procurei a Sandra, mas a vi conversando com o Rômulo. Decidi parar de ser paranoico — talvez a Thais tivesse ido só ao banheiro. Eu também precisava ir, então entrei na casa. Como a planta era idêntica à nossa, me orientei facilmente.
Passei pela cozinha e vi uma mulher sendo fodida por dois homens ao mesmo tempo. Na sala, vários casais se pegavam sem pudor. Fui em direção ao banheiro, mas havia uma fila enorme. Enquanto observava a casa, notei várias câmeras instaladas. Reconheci a marca — era a mesma que eu tinha usado na minha casa.
Passei pelo escritório deles, que estava sendo usado como depósito de mercadorias das lojas, e vi outro casal se pegando ali. Foi quando vi a Pamela entrando em um quarto. Eu a chamei:
— Pamela, você está em casa?
Ela se virou e respondeu:
— Oi, Ti. Vem comigo.
Entrei no quarto dela. Pamela fechou a porta e trancou. Depois me empurrou de leve para sentar na cama. Estava com um vestido curto bem justo.
— Odeio quando eles dão essas festas — desabafou. — Fico no meu quarto, pego só as bebidas e o que tiver pra comer.
Ela continuou:
— Tava perdido?
— Estou procurando a minha esposa — respondi.
Pamela sorriu e disse:
— A Thais, né? Ela vai trabalhar com eles… Você tem uma esposa linda, Ti.
Eu me levantei:
— Vou procurar lá fora então.
Antes de eu sair, ela me deu um beijo na bochecha e falou:
— Qualquer coisa é só bater e me chamar. Vou ficar aqui a noite toda.
Saí do quarto dela e entrei no quarto ao lado. Era uma suíte. Ouvi a porta se fechando atrás de mim e vi quando o Rômulo empurrou a Sandra para dentro do banheiro da suíte.
— Você vai ser minha essa noite, vadia — disse ele, retirando o biquíni dela com brutalidade.
Os dois começaram a transar ali mesmo. Logo em seguida o Douglas apareceu e participou de tudo, revezando com o irmão.
Fiquei escondido na penumbra do quarto, assistindo tudo. Rômulo metia com força na Sandra, segurando-a pelos quadris enquanto ela gemia alto, de quatro no chão do banheiro. Douglas se aproximou e enfiou o pau grosso de 23 cm na boca dela, fodendo sua garganta. Eles revezavam sem piedade: um na boceta, outro na boca, depois trocaram de buraco. Sandra gozava sem parar, o corpo tremendo, os gemidos abafados pelo pau de um deles. Em determinado momento, Rômulo meteu fundo e ela gozou novamente, apertando o pau dele, enquanto Douglas gozava nos seios dela. Os três estavam suados e ofegantes.
Depois do sexo, Sandra entrou no box para se lavar. Foi quando ela virou o rosto e me viu ali, parado na porta. Em vez de se assustar, sorriu e disse:
— Você viu tudo, seu safado…
Eu respondi baixinho:
— Sandra, como você foi cair na lábia desses dois?
Ela deu de ombros, ainda com a água escorrendo pelo corpo:
— Eu só estou aproveitando a minha solteirice. Por onde anda sua esposa? Ela está sozinha numa casa cheia de homens… Se fosse eu, já estaria com outro.
Sandra saiu do banheiro, passou por mim e caminhou pelo corredor com porra escorrendo pelas pernas, sem se importar.
Fui atrás da Thais. Encontrei ela molhada, os cabelos loiros lisos pingando. Perguntei:
— Onde você estava?
— Na piscina — respondeu ela.
Olhei para ela e questionei:
— De short?
— Um idiota me empurrou antes de eu tirar o short — explicou, rindo.
Ela me beijou e a festa continuou. Mas notei que Thais ficou estranha o resto da noite. Ela sumia por um tempo e reaparecia mais carinhosa do que antes, me beijando e se esfregando em mim. Fiquei desconfiado.
Em determinado momento, falei:
— Vamos embora.
Ela respondeu:
— Já? Mas se você quer, vamos então.
Nós dois saímos da festa. Assim que chegamos em casa, na sala mesmo, Thais me jogou no sofá com urgência. Ela estava louca de tesão. Tirou o short e o biquíni rapidamente, subiu em mim e me cavalgou com força, gemendo alto enquanto eu apertava sua bunda. Depois eu a virei de quatro no sofá e meti fundo, com vontade. Foi uma das nossas melhores transas da vida — intensa, molhada e sem controle. Gozamos juntos e caímos exaustos no sofá.
Dormimos ali mesmo na sala, enquanto a festa ainda rolava alta na casa ao lado.