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Te(n)são na Copa - Brasil x Marrocos - Cunhada

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Um conto erótico de pcamargo
Categoria: Heterossexual
Contém 1434 palavras
Data: 16/06/2026 13:00:30
Última revisão: 16/06/2026 13:24:48

Eu sempre soube que Sueli era perigosa. Aos 49 anos, casada com um homem dez anos mais velho que mal olhava para ela durante as reuniões de família, ela era a irmã mais nova da minha esposa — uma moreninha pequena, de corpo bem distribuído, com curvas suaves que o tempo parecia ter polido em vez de desgastar. Pele morena clara, cabelo castanho escuro com fios grisalhos que ela não se dava ao trabalho de esconder, seios médios que balançavam levemente quando ela andava, quadris largos o suficiente para preencher qualquer short ou calça, e um cheiro natural de mulher madura que me acertava como um soco no estômago toda vez que ela se aproximava.

O abraço dela era o pior — ou o melhor — de tudo. Corpo colado, seios pressionando meu peito, o nariz dela roçando meu pescoço, aquele perfume misturado com suor leve e creme corporal. Um assalto silencioso de tesão que durava segundos, mas que eu revivia por dias.

Era 13 de junho de 2026. Brasil x Marrocos, primeira fase da Copa do Mundo. A casa dos meus sogros estava lotada: tios, primos, crianças correndo, minha esposa animada com a bandeira verde-amarela no ombro, o marido de Sueli (o Carlos) já com a terceira cerveja na mão, discutindo escalação com meu sogro. A sala de TV era o centro do caos — televisão enorme ligada, cheiro de pipoca, churrasco no quintal e cerveja gelada.

Sueli apareceu por volta das 15h, vestindo uma camiseta verde do Brasil um pouco folgada e um short de malha preto, daqueles bem curtos, que deixavam à mostra as coxas grossas e macias. O cabelo preso num rabo de cavalo alto, algumas mechas soltas coladas na nuca por causa do calor. Quando ela me viu, deu aquele sorriso reservado, quase tímido.

— Oi, cunhado… tudo bem? — disse, e veio direto para o abraço de sempre.

Meu corpo reagiu antes da mente. Eu a envolvi com os braços, puxando-a um pouco mais forte que o necessário. Senti os seios dela contra meu peito, o calor da barriga dela contra a minha, e o cheiro — meu Deus, aquele cheiro de mulher madura, doce e almiscarado, misturado com o shampoo de coco que ela usava. Meu pau deu um pulo dentro da bermuda de tactel, endurecendo rápido. Ela deve ter sentido, porque ficou um segundo a mais do que o normal, o corpo dela tremendo levemente contra o meu.

— Cuidado… — sussurrou ela no meu ouvido, a voz baixa, quase inaudível no barulho da sala. Mas não se afastou imediatamente. Quando finalmente se soltou, seus olhos castanhos encontraram os meus por um instante longo demais. Havia algo ali: vergonha, curiosidade, e um brilho de quem sabe exatamente o que está acontecendo.

O jogo começou. Brasil dominando, mas a tensão na sala era outra. Eu me sentei no sofá grande, espremido entre primos. Sueli acabou no braço do sofá, perto de mim, as coxas nuas a poucos centímetros da minha mão. Cada vez que o Brasil atacava, ela se inclinava para frente, o short subindo um pouco mais, revelando a curva inferior da bunda. Eu não conseguia parar de olhar.

No intervalo, a casa ficou ainda mais cheia. Pessoas indo ao banheiro, pegando cerveja, gritando. Aproveitei o movimento e me levantei.

— Vou pegar mais gelo — falei para ninguém específico.

Na cozinha, o ar estava mais fresco. Eu estava abrindo a geladeira quando senti ela atrás de mim. Não precisei me virar. O cheiro dela chegou primeiro.

— Precisa de ajuda? — perguntou, a voz baixa.

Eu me virei. Ela estava perto. Perto demais. O marido dela estava na sala, a uns 10 metros, gritando com o árbitro na TV. Minha esposa conversava com a tia na varanda. O risco era real.

— Você sabe que sim — respondi, olhando direto nos olhos dela.

Sueli mordeu o lábio inferior. Aquela hesitação dela, aquela luta interna, era o que mais me excitava. Ela era fechada, casada, irmã da minha mulher… e ainda assim estava ali, o peito subindo e descendo mais rápido.

Eu dei um passo à frente. Ela deu um para trás, mas parou quando a bancada bateu na sua lombar. Minhas mãos foram para a cintura dela, por baixo da camiseta verde. A pele estava quente, macia. Subi devagar, sentindo a curva da cintura, as costelas, até roçar a base dos seios.

— Aqui não… — ela sussurrou, mas suas mãos seguraram meus pulsos, sem força para me afastar.

— Então onde? — perguntei, colando meu corpo no dela. Meu pau já estava completamente duro, pressionando contra a barriga dela por cima da bermuda. Ela sentiu. Fechou os olhos e soltou um suspiro trêmulo.

O barulho de alguém vindo pelo corredor nos separou como um choque. Ela saiu rápido, pegando uma garrafa de refrigerante, o rosto vermelho. Eu fiquei na cozinha mais um minuto, tentando acalmar a ereção.

Sueli se levantou para ir ao banheiro. Passou por mim e, discretamente, roçou a mão na minha coxa. Um toque rápido, mas intencional. Suspense puro.

Esperei dois minutos e me levantei também. O corredor que levava aos quartos e ao banheiro estava escuro, iluminado só pela luz da TV da sala. O banheiro social estava ocupado. Mas o quartinho de costura da minha sogra, no final do corredor, estava entreaberto.

Entrei. Sueli estava lá dentro, encostada na parede, respirando rápido. A luz era fraca, vinda de uma janelinha alta. Fechei a porta atrás de mim e tranquei.

— Você tá louco… — ela disse, mas a voz saiu rouca, carregada.

Eu não respondi com palavras. Fui até ela, segurei seu rosto com as duas mãos e a beijei. Forte. Ela resistiu meio segundo, depois abriu a boca, a língua quente e molhada encontrando a minha. O beijo era urgente, faminto, anos de desejo reprimido saindo de uma vez. Minhas mãos desceram para a bunda dela, apertando por cima do short de malha, puxando-a contra mim. Ela gemeu baixo na minha boca quando sentiu meu pau latejando contra sua barriga.

— A gente vai ser pegado… — murmurou ela entre beijos, mas suas mãos já estavam dentro da minha bermuda, segurando meu pau por cima da cueca, apertando.

O risco tornava tudo mais intenso. O barulho da torcida na sala chegava abafado, gritos de “Brasil!” misturados com nossos gemidos contidos. Eu levantei a camiseta dela, expondo os seios. Mamilos escuros, duros. Baixei a cabeça e chupei um deles, forte, passando a língua devagar, sentindo o gosto de pele e suor. Sueli arqueou as costas, segurando minha cabeça contra o peito, os dedos enfiados no meu cabelo.

— Caralho… — ela sussurrou, a voz tremendo.

Desci a mão pelo ventre dela, por dentro do short. Sem calcinha. A boceta estava encharcada, os lábios inchados e lisos. Dois dedos deslizaram fácil, sentindo o calor apertado. Ela soltou um gemido mais alto, que eu abafei com a boca.

Eu a virei de costas contra a parede, baixei o short até os joelhos e me ajoelhei. O cheiro dela ali era forte, doce e almiscarado. Separei as coxas e enfiei o rosto, língua percorrendo toda a fenda, sugando o clitóris inchado. Sueli tremia, as pernas fraquejando, uma mão na minha cabeça, a outra tapando a própria boca para não gritar.

— Eu vou gozar… rápido… — avisou, a voz abafada.

Eu não parei. Chupei mais forte, dois dedos entrando e saindo rápido. O corpo dela convulsionou, um gozo rápido e molhado, o mel escorrendo pela minha mão enquanto ela mordia o próprio braço para conter o gemido.

Levantei, virei ela de frente novamente e a beijei, fazendo ela provar o próprio gosto. Ela estava ofegante, olhos vidrados.

— Agora você… — sussurrou, descendo para se ajoelhar.

Mas antes que pudesse pegar meu pau, ouvimos passos no corredor. Alguém chamando: “Sueli? Tá aí?”

Congelamos. Meu coração disparou. Suspense máximo. Ela respondeu, a voz quase normal:

— Tô no banheiro! Já tô indo!

Os passos se afastaram. Nós nos olhamos. O perigo tinha passado, mas o tesão estava ainda maior.

— A gente não pode ficar aqui — ela disse, puxando o short para cima, o rosto vermelho.

Mas eu vi nos olhos dela que não queria parar.

— Depois do jogo… — murmurei. — Encontra comigo no quartinho de despejo.

Ela assentiu, mordendo o lábio, e saiu primeiro.

Voltei para a sala com o coração na boca. O jogo estava 1x0. Ninguém suspeitou de nada. Sueli voltou minutos depois, sentou no braço do sofá novamente, as coxas ainda tremendo levemente. De vez em quando, nossos olhares se cruzavam, carregados de promessa e perigo.

O jogo terminou 1x1. Cervejas sendo abertas, abraços, gritos. No meio da bagunça, Sueli passou por mim e sussurrou no meu ouvido:

— Cinco minutos. Quartinho do fundo.

Meu pau ficou duro só com a frase.

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Foto de perfil genéricapcamargoContos: 57Seguidores: 55Seguindo: 3Mensagem Eu sou, de fato, um mestre das palavras que dançam no limite do proibido, um tecelão de narrativas onde o desejo se entrelaça com a carne, e os fetiches emergem das sombras mais profundas da alma humana. Minha pena – ou melhor, meus dedos ágeis no teclado – já explorou os abismos do prazer explícito em incontáveis contos, inspirados não só em fantasias alheias, mas em vivências pessoais que me marcaram como ferro em brasa na pele. Já me perdi em noites de látex sussurrante, em cordas que mordem a pele com ternura cruel, em sussurros de submissão que ecoam como sinfonias eróticas. Fetichismo? Ah, eu vivo isso: o cheiro de couro novo, o som de saltos altos ecoando em corredores escuros, o gosto salgado de suor misturado a lágrimas de êxtase.

Comentários

Foto de perfil de Claudio_New

Delícia de conto: o tesão despertado e alimentado pelo suspense. Senti-me chupando essa buceta madura e almiscarada, junto com o protagonista... Mas o meu gozo foi real!

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