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Final do ano 2024

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Um conto erótico de CasalIn
Categoria: Heterossexual
Contém 1624 palavras
Data: 16/06/2026 14:21:30

Após um longo período de pausa e pensamentos se não estávamos nos expondo demais, os leitores começaram a enviar e-mails alguns até dizendo que nos conheciam e mandando propostas que, sinceramente, não temos nenhum interesse. Isso nos fez pensar se não estamos contando demais sobre nossa vida; mas, depois de um bom tempo, pensamos: quem liga? Por que não apenas ignorar? Está nos fazendo bem escrever e rever nossas aventuras, quase uma terapia; às vezes esquecemos como a vida pode ser boa. Então, vou contar um dos melhores finais de ano das nossas vidas.

Tudo começou em novembro de 2024. Após um período de loucura que fizemos, voltamos felizes e motivados: nosso casamento estava ótimo, comecei a desempenhar melhor no trabalho e na vida, e comecei a praticar exercícios físicos regularmente. Porém, o final do ano estava chegando e, na escola do nosso filho, teria um passeio de uma semana, um acampamento. Ou seja, teríamos uma semana livre. Porém, devido à data ser bem próxima, estávamos sem tempo para planejar tudo, pedir liberação do nosso trabalho e tudo que é necessário para sair uma semana; mas eu tinha algumas horas de banco e pude pedir folga, e minha esposa trocou uns plantões para que pudéssemos fazer isso acontecer por ao menos uns 4 dias.

Nosso planejamento era uma viagem às serras gaúchas, com bastante frio e lugares para podermos brincar, kkkk. Tínhamos colocado uma meta de registrarmos nossos momentos para vermos no futuro algo que fazíamos, porém bem timidamente. Não somos muito bons com câmeras, mas decidimos tentar, e essa era uma ótima oportunidade.

Chegando o dia, pegamos tudo que era necessário e colocamos no carro. Tínhamos algumas horas de viagem; colocamos nossos brinquedos sexuais, inclusive um novo no qual eu poderia, com um controle, fazer o vibrador dela na calcinha funcionar, deixando ela louca em todos os lugares pelos quais passamos. Sabia que seria uma loucura o caminho, então já tomei aquele tadala para aguentar o trajeto, kkkk.

Ao sairmos da cidade, já comecei, às vezes, a acionar o aparelho. De início, apenas risadas, era a primeira vez que estávamos utilizando; mas realmente funciona. Logo ela estava vermelha e bem molhada, me olhando com cara de safada. Não demorou muito para ela estar me mamando na estrada; ela estava bem animada. Encontramos uma entrada na beira da estrada com algumas árvores e corremos até lá, supernervosos; abaixei a calça dela e transamos ali mesmo. Foi maravilhoso! Aproveitamos para colocar o tripé e filmar a transa; esse foi o nosso primeiro vídeo, meio desajeitado, mas saiu.

Voltamos à estrada, mas o tadala fez um efeito maior do que eu pensava: duas horas após nossa transa, eu já estava com o pau duraço novamente. Então, segui brincando com minha esposa. Ela já estava de vestido e sem calcinha desde a nossa transa; ela ficou se masturbando para mim no banco da frente para me provocar e, às vezes, me mamava, visto que meu pau não baixava. Encontramos um lugar lindo no caminho entre Santa Catarina e a serra gaúcha, uma encosta. Como era dia de semana, estava vazio, nem carros passavam na estrada; posicionamos a câmera com uma vista linda das montanhas e da floresta e fizemos nosso minifilme, kkk. Ela me mamou da forma deliciosa que ela sempre faz e eu não perdi tempo: soquei na boca dela até ela engasgar, chupei o cuzinho dela e logo estava fudendo aquele cuzinho maravilhoso. Não demorou muito e, com aquele tesão todo, gozei e voltamos à viagem. Nossa primeira parada foi Gramado.

Chegando em Gramado, a cidade estava superlotada — não é o tipo de ambiente que gostamos —, mas visitamos alguns lugares. Ela me deu uma mamada em alguns parques e lugares quando podia, e aproveitamos para tirar umas fotos; mas dormimos para seguir viagem no dia seguinte. Comemos muito bem, a serra gaúcha é excelente. Nós, dessa vez, tínhamos a ideia de buscar no Tinder alguém que gostássemos e para ficarmos com alguém bem longe de casa; queríamos algo bem casual mesmo. Era completamente diferente do que fazíamos, e isso nos deixava com tesão.

Bem sem filtros, saímos passando e gostamos de algumas pessoas, mas lá era bem difícil: as pessoas não pareciam tão abertas e muitas não queriam sair com um casal. Mas, das que selecionamos, quatro deram match: três meninas e um menino. Na conversa com as meninas, apenas uma realmente nos interessou. Ela era de Canela; então, decidimos voltar e dormir na cidade para conhecer ela e aproveitar a cidade também. E realmente acertamos: a menina era um doce, gentil, porém bem safadinha. De cara minha esposa gostou dela, e eu também, claro; era uma loira magrinha com muita educação. Enfim, decidimos ir ao nosso hotel.

Eu estava quase tendo um infarto de tão nervoso, não sabia como agir; minha esposa parecia mais natural. Peguei uns vinhos, que sempre ajudam; logo elas estavam se pegando. Eu fiquei procurando onde me encaixar ali, mas logo encontrei o meu lugar: a menina ficou chupando minha esposa enquanto ela ficou na beira da cama, e eu socando na boca dela; depois, eu chupei minha esposa enquanto ela chupava a menina e, finalmente, chegou o momento de socar na menina. Eu não tirei o olho da minha esposa para ver a reação dela, mas ela não tinha nada no rosto, ela só disse: "Soca com tudo". E assim foi; gozei duas vezes em quase uma hora de um dos melhores sexos da minha vida. Utilizamos brinquedos e todas as fantasias que tínhamos; saímos de lá sorridentes e felizes. Mas eu ainda tinha a preocupação: será que minha esposa falou aquilo por tesão ou ela está tranquila mesmo?

Bem, logo fomos para a cama e ela falava tão animada, e um pouco bêbada sobre aquilo, que decidi perguntar no outro dia; e só fomos dormir. Tínhamos falado com o menino, mesmo com poucas esperanças; minha esposa geralmente não gosta muito de outros homens e confesso que ainda me sinto um pouco inseguro, mas, depois da última noite, se ela quisesse eu aceitaria, visto que temos coisas a realizar também, como a dupla penetração e o spitroast, que deixam ela com muito tesão. Bem, conversamos com o menino e ele foi supergentil, apesar de um pouco apressado; mas é típico dos homens, acredito que ele estava morrendo de tesão, afinal minha esposa é uma mulher linda. Fizemos algumas perguntas, como tamanho do pau, etc. Minha esposa odeia dotados, não por nada, mas porque ela tem o útero baixo e, no anal, acaba que com a DP ela sente dor mais do que prazer. Então, testando com os brinquedos, chegamos à conclusão que mais do que 16 cm geraria mais dor do que prazer, o que não era nossa intenção; não ser muito grosso também. E o menino parecia ser perfeito: 16,2 cm e não parecia grosso quando vimos na foto.

Novamente fomos para o nosso hotel; dessa vez minha esposa parecia bem nervosa. Era algo fora do comum para mim também, mas eu sabia o que fazer: coloquei minha rola para ela mamar e chamei o menino para que ela fizesse o mesmo nele. Ela prontamente se ajoelhou e mamou ambos daquele jeito que ela sabe; ela estava inspirada, ia satisfazer dois homens ao mesmo tempo. Logo tirei a roupa dela e pedi para o menino chupar ela o máximo que conseguisse; eu, novamente, fiquei socando na boca dela na beira da cama. Ela logo gozou. O menino logo colocou a camisinha e me olhou como quem pedia permissão; apenas balancei a cabeça e ele começou a socar na bucetinha dela enquanto ela me chupava. E fomos trocando a posição: colocamos ela de quatro para fazermos o spitroast, onde eu socava na boca dela ao mesmo tempo que ele socava na buceta, mas, para nossa surpresa, ele gozou rapidamente. Até ele ficou surpreso, mas o tesão realmente estava surpreendente; ele ficou de lado olhando enquanto eu continuava com ela. Falei que não tinha problema e disse para ele se recuperar; eu utilizei os brinquedos e coloquei ela para me chupar. Ele parecia ter vindo preparado: com uns 10 minutos já estava de pé novamente. Deitamos ele na cama, minha esposa ficou por cima dele cavalgando; peguei nosso lubrificante e preparei ela para a dupla penetração. O menino já estava chupando os peitos dela e tive de ser rápido para ele não gozar novamente.

Logo posicionei ela e comecei a comer o cuzinho dela enquanto o menino fudia a bucetinha; ela começou gozando, e logo o menino gozou também. Ele logo saiu e finalizei no cuzinho dela. Foi uma loucura esses dias! Terminamos e, da mesma forma, fomos dormir; como íamos voltar no dia seguinte, era importante descansar.

Na volta, no carro, conversamos sobre aqueles momentos e sobre como nos sentimos em cada um deles. Com a menina, ela disse se sentir mais leve e que curtiu bastante, e que não sentiu o ciúme que pensou que sentiria quando eu estava metendo nela; que o tesão e o momento faziam com que esse sentimento fosse superficial. E, inacreditavelmente, foi o mesmo sentimento meu com o menino: eu não percebi, mas ela sentiu um pouco de dor ainda na DP, mas estava com tanto tesão que não quis parar. Não é algo que queremos com frequência, mas foi uma excelente experiência; iremos repetir no futuro algumas vezes, para ser sincero, kkk.

Nossa vida é assim: sempre tentamos coisas novas. Para vocês que nos acompanham, sabem que não foi de uma hora para outra, é uma escada, uma trajetória; é só colocar a pessoa que você ama à frente e viver, porque todos nós vamos morrer e tudo o que guardamos são as lembranças. Viva uma vida que vale a pena.

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