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ADORAMOS INCESTO (meu primo e eu damos gozo para nossas mães)

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Um conto erótico de Pedro
Categoria: Heterossexual
Contém 510 palavras
Data: 16/06/2026 22:10:40

Me chamo Pedro, tenho 23 anos e meu primo Lucas tem 21. Desde adolescentes sempre fomos muito unidos, parceiros de aventura. Costumávamos dormir na casa um do outro, especialmente nos fins de semana.

Tudo era normal até entrarmos na puberdade e começarmos a sair com garotas. Aí passamos a comentar entre nós quem tinha ficado com quem, quem tinha transado, etc. Sempre falávamos abertamente sobre sexo. Às vezes brincávamos que “era melhor descascar uma banana” (bater uma punheta) do que ficar sem pegar ninguém.

A primeira vez que aconteceu algo entre nós foi por volta dos 18 anos. Ele estava dormindo na minha casa. No meu quarto tinha duas camas de solteiro: a minha e outra que era do meu irmão.

Era tarde da noite, o quarto estava escuro. Estávamos deitados e começamos a conversar:

— E aí, mano, tá dormindo?

— Não, tô acordado.

— Tá fazendo o quê aí? Tá descascando a banana?

— Ainda não… mas agora vou — ele respondeu rindo.

Ficou um silêncio. Logo depois ele perguntou:

— E aí, tá batendo uma?

— Tô sim.

Ele esticou a mão e encostou no meu pau:

— Sai fora…

Eu brinquei:

— Ou descasca uma pra mim aqui?

Ele respondeu na mesma moeda:

— Eu não… descasca você uma pra mim.

Estiquei a mão, segurei o pau dele e bati por uns dez segundos. Depois falei:

— Agora bate você pra mim.

Ele fez o mesmo. Depois cada um terminou na sua cama. Gozamos quase juntos. A partir dali, isso se repetiu várias vezes: eu batendo pra ele e ele batendo pra mim.

Com o tempo, essa intimidade nos deu liberdade para falar sobre nossos desejos mais profundos.

Certo dia, comecei a ouvir minha mãe gemendo durante a noite, enquanto transava com meu pai. Aquilo me excitava muito. Passei a me masturbar ouvindo os dois. Era um segredo só meu.

Numa noite em que meu primo dormiu lá, antes de apagar as luzes, eu comentei casualmente:

— Mano, você acredita que eu ouço meus pais metendo toda hora?

— Sério?

— Sério. Minha mãe geme alto, dá pra ouvir direitinho.

— E você bate uma pensando nisso?

— Claro, kkkk.

— Puta merda… eu já vi minha mãe pelada várias vezes.

— E bate uma pensando nela?

— Bato sim…

Depois de apagar as luzes, começamos a nos masturbar. Eu gemia baixinho imitando minha mãe: “Ai mãe… ai que delícia…” Ele entrava na brincadeira: “Que tesão, mãe… quero te foder…”. Gozamos os dois.

A partir daí, o desejo em comum só cresceu. Fizemos um desafio: ser cada vez mais ousados. Começamos gozando nas calcinhas das nossas mães (ele na da mãe dele, eu na da minha). Depois fomos evoluindo: gozamos nas escovas de dente, tirávamos fotos e mandávamos um pro outro, gozamos em cremes, shampoos… e até na comida.

Até hoje, anos depois, continuamos fazendo isso. Adoramos esse lado incestuoso da coisa. Nos masturbamos juntos, trocamos calcinhas das nossas mães, gozamos nas mesmas peças, trocamos fotos e batemos punheta olhando as fotos delas.

(Se você também tenho tesão em incesto vamos trocar experiências no Telegran, me chamem no @pefaria ou no e-mail pedrofaria59@outlook.com)

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