A viagem gostosa

Um conto erótico de leomiguinho
Categoria: Homossexual
Contém 740 palavras
Data: 02/06/2026 14:36:53

Eu estava viajando de ônibus. Era noite e sentei na poltrona mais ao fundo, ao lado da janela. Logo em seguida, uma mulher atraente sentou-se ao meu lado; tinha a pele branca e cabelos lisos e escuros. Nós nos cumprimentamos.

No início da viagem, o ônibus estava com poucos passageiros, todos bem espalhados. Acomodei-me na poltrona, coloquei uma manta sobre o corpo, pus os fones de ouvido e relaxei.

Após um bom tempo de estrada, o ônibus passou por um solavanco e ela se assustou. No reflexo, inclinou-se e segurou a minha coxa com força. Eu me assustei um pouco, olhei para ela e perguntei se estava tudo bem. Um pouco envergonhada, ela me respondeu:

— Desculpa, moço. Eu me assustei. É que não sou acostumada a viajar sozinha e fico nervosa. Sempre viajei acompanhada, então eu segurava a mão de quem estava comigo e me apoiava na pessoa.

— Entendi. Se te acalmar e você quiser, pode segurar a minha mão — respondi, colocando minha mão sobre a manta, com a palma para cima.

— Ai, moço, acho que me ajudaria a relaxar, mas não quero te incomodar.

— Não é incômodo nenhum, pode segurar.

— Está bem, muito obrigada.

Nos apresentamos e conversamos um pouco. Ela foi se acalmando, ajeitando-se na poltrona e se aproximando de mim. Peguei a manta e a estendi sobre nós dois; ela agradeceu, e ficamos de mãos dadas por baixo do cobertor.

O tempo passou. Ela não queria soltar a minha mão, mas não encontrava uma posição confortável. Então, mudei de postura e disse que, se ela quisesse, poderia se apoiar em mim. Ela resistiu um pouco, alegando que não queria abusar da minha boa vontade, mas insisti. Falei que não havia problema e que, inclusive, poderia abraçá-la para que ficasse mais cômoda. Ela aceitou, apoiou-se no meu peito e eu a abracei, posicionando minha mão na altura de sua cintura. Durante a viagem, comecei a mexer os dedos, acariciando sua cintura bem de leve. Ela se acomodou um pouco mais e colocou a mão na minha coxa. Aos poucos, percebi que a mão dela também se mexia, retribuindo o carinho.

Apesar de a situação ter começado a me excitar, tentei me controlar. Porém, minha mão em sua cintura passou a acariciá-la com um pouco mais de firmeza, ora espalmada, ora com a ponta dos dedos. Ela começou a corresponder na mesma intensidade, passando a mão na minha coxa com mais força e dando leves apertadas. Senti meu pau dar sinal de vida e pulsar; de vez em quando, eu forçava o corpo para que ele se movesse dentro da calça de moletom.

Essas carícias foram ficando mais intensas. Minha mão já descia da cintura para a lateral da coxa, até que dei uma apertada firme perto do quadril dela. Ela correspondeu, forçando ainda mais o movimento, subiu a mão pela minha coxa, segurou o meu pau e o apertou. Dei uma relaxada na poltrona, deixando o corpo escorregar um pouco para baixo, me oferecendo para ela.

Nesse instante, ela segurou meu pau por cima da calça, deu um leve suspiro, colocou-o para fora e foi descendo a cabeça. Senti sua boca quente e molhada na glande. Ela foi descendo pela extensão do meu membro, me masturbando. Nisso, minha mão subiu pelo corpo dela, entrou por debaixo da blusa e apalpou seus seios com força.

Desci a outra mão e cheguei à sua bochecha. Estava muito molhada. Fiquei ali, massageando-a, enquanto ela continuava o boquete...

Que oral delicioso. No escuro do ônibus, com as cortinas fechadas, eu estava ali sentado, recebendo um dos melhores boquetes da minha vida. Ela segurava meu pau e, à medida que sua boca o engolia, sua mão subia e descia acompanhando o movimento, masturbando-me. Ao mesmo tempo, ela apertava o membro com os lábios. Chegou o momento do ápice: meu pau pulsou forte, senti que ia gozar e ela não parou. Continuou chupando e masturbando, engoliu todo o meu gozo e não perdeu uma única gota do meu esperma. Foi limpando tudo com a boca até que diminuímos o ritmo.

Ela guardou o meu pau, acomodou-se no meu colo e eu a abracei. Dei-lhe um beijo e sussurrei em seu ouvido:

— Obrigado. Foi maravilhoso gozar na sua boca.

— Amei chupar você. Me relaxou muito — ela respondeu.

— Eu também relaxei. Você é maravilhosa.

Dei mais um beijo bem gostoso nela e voltei a me ajeitar na poltrona. Com ela aninhada no meu colo, acabamos dormindo.

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