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O outro lado sem I.A. : alunas que me surpreendem - Ricarda, parte 2

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Categoria: Trans
Contém 1881 palavras
Data: 17/06/2026 01:14:52
Última revisão: 30/06/2026 04:02:04

Recomendo que leia os contos anteriores - sobre a Ramona, partes 1 e 2; e a Ricarda, parte 1 - para não ficar perdido aqui...

Aquela 'aula' se desdobrava em extremos e me parecia que chegava ao seu ápice (não sou - tão - ingênuo kkkkkk) mas não como foi...

Talvez a aula só estivesse cancelada pra mãe delas, pro pai, mas não pra elas. Aquelas putinhas certamente planejaram (juntas) aquilo, como já me era óbvio. Queriam transar comigo (ou tentar essa sorte) confidenciaram isso uma pra outra (ou, possivelmente Ricarda, deu a ideia e o plano; e Ramona, por sua postura mais passiva/submissa frente à irmã, aceitou) e combinaram tudo.

Resolvi então surpreender aquelas cadelinhas pauzudas (surpresa que ainda me atiçava muito o tesão) e iria inverter tudo pra elas, como fazia nas aulas de Matemática mostrando formas mais rápidas de resolver problemas (que as deixavam desnorteadas, e também me respeitando mais - algo de que gostava, e elas apreciavam - e falarei mais sobre isso adiante)... agora demonstraria que notei toda armação e que 'pagariam o pato' (e a aula; sim, eu cobraria dos pais aquela "aula") dobrado...😈

Aquela luxúria pervertida não estava completa; e lembrei da relação entre as duas, com "Ri" a constrangendo, e até mesmo humilhando, a irmã que vinha se aconchegar em mim, algo como se buscasse proteção em mim; e de como Ri extrapolava seu lado dominante...

Nisso, Ricarda voltou a comer a irmã, com Ra já meio exausta de tanto gozar, enquanto Ri estava com a 'corda toda', dizendo "vai, vagabunda, aperta esse cú na minha rola", "me come gostoso a rola, puta" e "você é minha escrava e meu brinquedo e vou te usar como eu quiser" enquanto fodia Ramona sem dó que gemia por prazer mas, por vezes, também de dor; e, nessas horas, Ricarda não queria nem saber e parecia gostar ainda mais da transa com a irmã gemendo também da dor que sentia, mostrando o lado sádica dela, algo de que já desconfiava...

Aquilo que, inicialmente, me dava prazer, me fez entender o que acontecia entre as duas... ambas tinham 'papéis' uma com a outra (ou Ricarda obrigava Ramona a assumir o papel que ela quisesse) e era claro que Ricarda agia como 'domme' dela e, Ramona, apesar de na maior parte do tempo curtir, não parecia estar plena com isso... e imaginei como elas seriam quando não estava com elas. Talvez nem os pais percebessem isso. Como seriam as duas quando "dormindo" em seu quarto? Isso me atiçava (demais) - um tesão tão devasso quanto aquele incesto delas...

Lembrei que "Ra" dizia que Ricarda adorava treinar na academia (mas ela, Ramona, parecia não se importar tanto - numa de minhas aulas, sabendo que iriam malhar logo após seu término, notei Ramona quase me dizendo com os olhos "preferia ficar contigo" após perguntar se ela tinha algum treino preferido, depois de uma cara de desânimo quando brinquei sobre termos acabado o treino dos neurônios para o treino dos músculos delas)... ou seja, Ricarda dizia o que a irmã deveria fazer, querer, responder, obedecer; ela mandava na irmã, talvez em quaseŕ tudo (até sobre namorados, era claro que "Ri" tinha seus rolos e "Ra", nenhum - será que Ricarda não deixava ela namorar, por ciúmes ou mesmo um sentimento de 'posse' sobre a irmã?)...

E então, após Ricarda gozar, mais uma vez, no cú da irmã - e como gozou, não parava de enchelr o rabo da Ramona, que já deixava escapar leite de seu anelzinho apertado com o pau da 'Ri' ainda a fustigando no cú e pulsando mais e mais porra. Ricarda quase desfaleceu de tão intenso que foi pra ela... e Ramona, que quase gozara, reclamou disso pra irmã que a mandou calar a boca com um tapa na cara dela dizendo 'logo terá outra chanĺce e você goza, minha submissa'...

Meu lado dominante gostava de assistir aquilo mas também me fez odiar e essa raiva da "Riccccccç da qual falei...

Com Ricarda meio zonza ainda de sua gozada intensa, falei pra Ramona pegar um cinto de alguma calça dela; e, quanto ela voltou, AMBOS amarramos os braços e pernas da "Ri", que se pegou surpresa 'despertando' da letargia que a dominava quando se percebeu dominada (por nós) e nesse momento com ela olhando para mim como que dizendo "me solta e vamos fazer da Ramona nossa escrava comum" eu tomei o pensamento em palavras e disse pra Ricarda:

— Agora é sua vez, Ricarda, de virar A SUB na brincadeira, putinha safada...

E então Ricarda, esperta que era, rapidamente captou toda a situação, esbugalhou os olhos e retrucou que ela era a dominadora da irmã ali, onde fosse, quando fosse; e que não autorizava a irmã a deixar seu papel de escrava dela, ser escrava de outro (ela já percebia que Ramona se escondia dela em mim) ou mesmo ser uma domme; ao que respondi:

— ...ERA assim até hoje, Ricarda, sua cadela metida a domme. Você será minha escrava; isso mesmo, MINHA escrava, sua menina mimada; mas, mais que isso, será também a escrava da Ramona; e vocês duas serão minhas escravas, só que você uma sub da minha outra sub, cachorra...

Ramona então, com um sorriso maldoso no rosto, me contou algo que não sabia (e pensei no quão longe toda aquela armação ia; ou se foi armado por ambas ou mesmo -bem mais- armado pela Ra para descontar na Ri tudo que ela já notava nela, Ra, e não queria na Ri)... e falou que poderíamos fazer isso por todo o fim de semana (aquela aula era numa sexta-feita) - explicando que os pais passariam uns dias fora do País - e que ela, Ra, estava cansada de Ri ter ido ficando má (demais) com ela e cada vez menos carinhosa e mais estúpida, confirmando que aquela relação abusiva era longa; e que concordava comigo e que ela, Ri, seria nossa escrava até decidirmos algo diferente pra ela..

Ricarda se surpreendeu e, consternada, começou a gritar que não, que não aceitava aquilo, que a irmã seria castigada por ela assim que a soltássemos e eu fôsse embora; ao que intervi que não, não seria assim, apontando pro meu celular que ficou sobre a mesa ligado, nos filmando e ficaria tudo registrado para que não só ela se lembrasse do ocorrido mas de que agora ela faria o que eu e Ramona quiséssemos...

O jogo se invertia, para todos nós...

Felizmente, algo me fez pensar em ligar a câmera do celular naquele dia (acho que, por notar que poderia ficar -totalmente- a sós com Ramona, achei por bem -e para O MEU bem- registrar; mas nem imaginaria que seria nesse sentido) e agora daria o (merecido) castigo em Ricarda...

Ricarda calada ainda demonstrava surpresa e, chegando do lado dela, ordenei "chupa" com meu pau já se chegando na boca da 'domme' e, quando ela foi balbuciar algo, já meti minha rola pra dentro da boca daquela gostosa, segurando-a pelos cabelos e ordenando: "não é pra falar, cadela; é pra chupar..." e logo ela tomou gosto no que a elogiei: assiiiimmmm, Ricardinha delícia" e, enquanto comandava a chupada dela, Ramona besuntava de KY o pau -estalando de duro- e também o cú da Ricarda pra entrar no brioco da irmã, o que fez de uma vez falando "você vai me pagar quando me comia sem me preparar, safada; por muitas vezes, sim, eu gozei mas você poderia ter sido (um pouco) carinhosa que fosse"... e, quando Ricarda abriu a boca (com meu pau dentro) pra tentar gritar, afundei minha piroca toda na goela da Ri.

Ficamos eu e Ramona usando da Ricarda, Ra afundando todo seu varão duraço no cú de nossa puta; e eu afundando meu pau todo naquela garganta apertada me fazendo delirar e ver estrelas (lembra que falo dessa sensação noutro de meus contos?) enquanto eu e Ra nos beijávamos gulosos na boca degustando nossa bonequinha rs...

Notei que Ricarda resfolegava quase sem conseguir respirar e balançava o corpo todo entre nossos avanços e saídas de dentro dela em sua garganta e cuzinho e também notei que Ri demonstrava estar gostando daquilo, rapidamente deixando de resistir e passando a contribuir com aquela perversão enorme.

Enquanto Ramona dizia que ela sempre a comeu, dominou e abusava -em certa parte- dela, como eu (levemente) percebia quando Ricarda a constrangia em algumas de nossas aulas, ela também comentou que acha que Ricarda nunca tinha sido passiva (ao menos não com ela) e as peças iam se 'encaixando' - Ricarda era 'o macho' da relação incestuosa daquelas gêmeas mas Ramona agora se descobria ser também o macho e, pelo que parecia, Ricarda estava adorando ser a fêmea... tesão aquilo!

Meu pau não queria descer, aquela pirocão da Ramona também não; e nem o de Ricarda que, de quatro pra nós, tinha seu pauzão duraço pingando e babando porra num fio sem parar melando o colchão dos pais... era tesão demais.

Ramona notou e esculachou a irmã, mostrando notar o que eu também percebia...

— ah, sua cachorra... não era assim que me chamava, Ricarda?... está gozando de ser completamente abusada, é?

...e deu dois tapões naquela bunda arrebitada toda empinada enquanto recebia as fodidas da picona da Ramona.

Ricarda estremeceu e seu pau junto...

— ah, cachorra... tá gostando mesmo, né?

...e deu mais dois, três, quatro tapões naquela bunda enquanto Ramona passou a aumentar o ritmo no cú dela.

Ricarda se estremeceu de novo e seu pau junto... e de novo, e de novo... enquanto Ramona distribuía tapas e metidas... Eu entrei no 'clima' e a puxei pelos cabelos dizendo...

— ah, Ricarda... olha só. Achei que estava gostando mesmo; e agora tenho certeza. Você está curtindo ser nossa fêmea, né?

...enquanto puxando seus cabelos em direção às suas costas fazendo seu rosto levantar, passei a socar meu pau todo dentro da garganta profunda daquela gostosa...

— toma, Ricarda... agora toma mais piroca, cadela! - dando-lhe um tapa no rosto...

Ricarda estremeceu mais uma vez, seu pau já golfava mais daquele mel de prenúncio de gozo... Ramona notou e arqueou sobre a irmã, pegando o pauzão dela e masturbando-a gostoso, no mesmo ritmo que a sodomizava e também passei a ficar na mesma cadência fudendo sua boca... Ramona suava, estremecia, ora arqueava o corpo como se fosse vomitar, mas logo serpenteava e estávamos tarados naquilo quando Ramona diz:

— goza agora, Ricarda, goza, sua puta... goza bem forte e se assume o que você será: minha escrava, minha boneca, minha fêmea, minha sub... vai, safada. Mostra a fêmea que você me fez mas que, de fato, sempre quis ser...

E eu continuei

— isso, Ricarda... será minha escrava também. Vocês duas serão, putinhas. Minhas alunas pros outros, minhas putas quando estivermos sós...

Ricarda arqueou forte o corpo, Ramona também, eu também e ficou insustentável... Gozamos, gozamos, gozamos... Ramona enterrou todo o pau no rabo de Ricarda, o pau de Ricarda ganhou vida própria, pulsando fortemente entre os dedos de Ramona que o soltou para, agora livre, soltar um monte de golfadas de porra, na cama dos pais e em minhas pernas; e eu, sem aguentar, fiquei enchendo a boca de Ricarda que engolia tudo gulosa demais...

PQP! Que 'aula', que loucura...

E isso foi assim por toda aquela noite... uma aula de revelações e surpresas que nunca imaginaria acontecer... e ainda tínhamos o fim de semana.

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Foto de perfil de Loiro Safado RJLoiro Safado RJContos: 42Seguidores: 43Seguindo: 65Mensagem homem, hetero ativo, curioso, tarado, safado, ousado, com pegada... mente aberta, um tanto pervertido e dominador... os contos cujos títulos têm ⭐⭐⭐, ⭐⭐, ⭐ e * são os com maior quantidade de leitura - último levantamento em Fevereiro/2026

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