Estava eu jantando com meus pais quando, no meio da refeição, minha mãe soltou:
— Seu avô vai passar um tempo aqui em casa com a gente.
Parei o garfo no ar.
— Como assim “um tempo”?
— Sim, ele vem esse final de semana. Ele teve uns picos de pressão alta e tonturas fortes. O médico recomendou que ele fique um tempo com a família para monitorar melhor.
Meu pai completou:
— E qualquer coisa que ele precisar, você tem que colaborar, tá filha?
Soltei um suspiro alto e reclamei, sem conseguir disfarçar a irritação:
— Ah não… sério? Eu vou virar babá de velho agora? Aff. Que saco…
Minha mãe me olhou séria:
— Olha o respeito, mocinha. Seu avô vem de longe, tá precisando da gente. E nada de som alto ou bagunça, entendeu? Ele precisa de sossego.
Baixei a cabeça, resmungando:
— Tá bom… que maravilha.
Por dentro eu estava fervendo. Adeus privacidade, ia ter que aturar meu avô morando aqui a partir desse final de semana.
Domingo chegou rápido.
Meus pais saíram cedo para buscar meu avô na rodoviária. Eu fiquei em casa, ainda de mau humor, enrolada no sofá assistindo qualquer coisa na TV. Quando escutei o barulho do carro estacionando, soltei um suspiro longo e fui abrir a porta sem muita vontade.
Assim que abri, meu avô apareceu logo atrás do meu pai, carregando uma mala pequena. Romeu: 63 anos, homem grande e encorpado, com 1,85 m de altura. O cabelo, mantido curto e arrepiado, apesar da idade, ele não tinha uma única entrada na testa. Ele abriu um sorriso grande ao me ver.
— Nossa, como você tá grandinha! Faz anos que eu não te via. Tá uma moça linda.
Ele me olhou de cima a baixo, claramente surpreso.
— Quantos anos você tem agora?
Respondi, tentando sorrir.
— Dezoito.
— Dezoito? Caramba… o tempo voa mesmo.
Ele deu um passo à frente e me deu um abraço apertado, daqueles de avô. Senti o cheiro dele, homem perfumado.
Quando ele se afastou, fiquei olhando para ele por um segundo. Por dentro eu pensei: “Ele até que parece melhor do que eu imaginava…”
Minha mãe fez um belo almoço de recepção, e serviu a mesa no capricho. Meu avô estava no centro da mesa. Ele contava histórias do antigo trabalho, das viagens que fazia quando era mais novo, das confusões que aprontava quando jovem. Falava com graça, gesticulando bastante, e meus pais riam alto das coisas que ele dizia. Até eu, que estava de mau humor, acabei rindo de uma história dele sobre uma briga num bar.
Em certo momento, ele olhou para mim com um sorriso curioso e perguntou:
— E você, Clarissa? Me conta da sua vida. Tá estudando ainda?
Respondi, mexendo a comida no prato.
— Tô no último ano.
Ele assentiu, interessado.
— E namorado? Tá namorando alguém?
Fiquei um pouco sem graça com a pergunta direta, mas respondi:
— Não… não tô namorando. Só ficando com um menino lá da escola.
Meu avô ergueu as sobrancelhas, com um sorrisinho malicioso no canto da boca.
— Ah… “ficando”, né? — repetiu ele, como se achasse graça no termo — E esse menino te trata bem?
Fiquei um pouco desconfortável com o rumo da conversa.
— Mais ou menos. É coisa de escola, nada sério.
Ele ficou me olhando por um segundo a mais do que o normal, ainda com aquele sorrisinho leve, antes de voltar a comer como se nada tivesse acontecido.
Mas eu percebi. O jeito que ele me olhou depois da minha resposta não foi o olhar normal de avô.
Na segunda-feira eu voltei da escola com duas amigas para fazer um trabalho em grupo. Como estudo de manhã, chegamos em casa por volta das 12h30. Mal tínhamos aberto os livros na mesa da sala quando meu avô apareceu vindo da cozinha, com um copo de água na mão.
Ele abriu um sorriso grande ao ver as meninas. Disse ele, todo simpático:
— Olha só que moças bonitas vieram visitar! Vocês são amigas da minha neta?
As duas riram, claramente achando graça do jeito dele. Meu avô puxou conversa rapidinho, perguntou o nome delas, de qual série eram, fez umas piadinhas. Ficou uns minutos ali conversando, bem carismático, depois disse que não ia atrapalhar e voltou para o quarto.
Assim que ele saiu, eu suspirei e falei:
— Ele vai ficar um tempo aqui em casa.
Uma das minhas amigas, a Julia, virou para mim e falou:
— Até que ele é coroa bonitão, hein?
Eu sorri e respondi brincando:
— Leva ele pra tua casa então.
As três caímos na risada.
A semana foi passando.
Meu avô se adaptou rápido à casa. Às vezes ele ficava na sala, sentado na poltrona assistindo TV ou olhando o celular. Outras vezes passava o dia no quarto, descansando mexendo no notebook. Mas o que eu mais sentia era o horário da tarde.
Meus pais trabalhavam em horário comercial, então a partir das 12h30 até umas 18h éramos só eu e ele em casa. No começo eu tentava ficar no meu quarto fazendo lição ou vendo série, mas era impossível não esbarrar com ele.
Eu percebia os olhares.
Quando eu passava pela sala, ele olhava mais tempo do que precisava. Quando eu ia pegar água na cozinha, sentia ele me observando por trás. Às vezes ele sorria de um jeito diferente quando eu entrava na sala, um sorriso demorado, quase avaliando. Não era nada escancarado, mas era constante o suficiente para me deixar inquieta.
Eu tentava ignorar, mas não conseguia. Comecei a reparar em detalhes que antes não notava: o jeito como ele olhava para as minhas pernas quando eu usava short em casa, o tom de voz mais baixo quando falava só comigo.
E o pior: eu não estava mais só irritada.
Estava começando a ficar consciente demais da presença dele.
Uma noite, de madrugada, acordei com vontade de ir ao banheiro. A casa estava escura e silenciosa. Levantei devagar e fui andando pelo corredor, ainda sonolenta.
Quando passei na frente do quarto do meu avô, notei que a porta estava entreaberta. Uma luz azulada saía de dentro. Curiosa, me aproximei devagar e espiei pela fresta.
O notebook dele estava ligado em cima da cama. Caminhei até o computador e vi o vídeo, uma menina magrinha, de uns 1,60m, cabelo castanho claro comprido, estava sendo comida por um homem mais velho. Ela era muito parecida comigo. Quase idêntica.
Fiquei paralisada por uns segundos, pensando no que via.
De repente ouvi um barulho de passos na cozinha, era ele vindo. Meu coração disparou. Voltei correndo para o meu quarto na ponta dos pés, mais silenciosa possível, e fechei a porta devagar.
Deitada na cama, meu coração ainda batia forte. Fiquei olhando para o teto, sem conseguir dormir.
Era eu. A menina do vídeo era muito parecida comigo.
Os dias foram se passando e, aos poucos, fomos ficando mais íntimos.
No começo eu evitava ficar muito tempo perto dele, mas com o tempo acabei me acostumando. Nós começamos a conversar mais. Ele me contava histórias da época dele, perguntava sobre a escola, sobre meus amigos… Era até agradável conversar com ele. Meu avô era bem mais divertido e comunicativo do que eu imaginava.
Uma tarde, eu estava na sala de jantar tentando fazer uma lição de matemática que não entrava na minha cabeça de jeito nenhum. Ele passou por lá, viu minha cara de sofrimento e perguntou:
— Tá difícil aí?
Respondi, bufando.
— Tá um inferno.
Ele riu e sentou do meu lado.
— Deixa eu ver.
Passei o caderno para ele. Meu avô ficou uns minutos olhando, explicando passo a passo, com uma paciência que eu não esperava. No final, consegui entender tudo.
Quando ele terminou, eu olhei para ele impressionada e falei:
— Nossa, vô… você é muito bom nisso.
Ele sorriu, com um brilho diferente no olhar, e respondeu:
— Antigamente eu estudava pra concurso, sabia? Se precisar de ajuda de novo, é só chamar.
Fiquei olhando para ele por um segundo a mais. Ele parecia genuinamente contente em me ajudar… mas tinha alguma coisa no jeito que ele me olhava que me deixava um pouco inquieta.
Uma tarde, enquanto estávamos na sala, meu avô me olhou com curiosidade e perguntou:
— E aquele menino que você falou… o que você tava ficando? Ainda tá rolando?
Eu dei de ombros, olhando para o chão.
— Ele me pediu em namoro… mas eu disse não. Desde então ele não quer mais nem olhar na minha cara.
Meu avô ficou em silêncio por um momento, depois perguntou com calma:
— E por que você disse não?
Hesitei. Não costumava falar sobre isso, mas algo nele me deixava mais à vontade. Continuei:
— No meu último namoro… o menino me traiu. Estávamos juntos há quase um ano. Eu descobri que ele ficava com outra menina da escola o tempo todo. Foi horrível.
Minha voz falhou no final. Tentei segurar, mas as lágrimas vieram mesmo assim. Comecei a chorar baixinho, cobrindo o rosto com as mãos.
Meu avô ficou quieto por alguns segundos. Depois se aproximou, sentou mais perto de mim no sofá e passou o braço ao redor dos meus ombros, me puxando gentilmente contra ele.
— Vem cá, minha neta… não chora. Aquele menino não te merecia.
Fiquei ali, chorando baixinho no ombro dele, sentindo o cheiro dele. Ele acariciava minhas costas devagar, em silêncio.
Por algum motivo, naquele momento, eu me senti estranhamente segura.
Ele continuou me abraçando, acariciando minhas costas devagar enquanto eu chorava baixinho. Depois de um tempo, ele afastou um pouco o rosto e olhou para mim. Murmurou ele em voz baixa.
— Você é linda, sabia? Muito linda mesmo. Uma moça linda assim não merece sofrer por causa de menino idiota.
Fiquei quieta, sentindo o rosto quente. Ninguém nunca tinha me falado daquele jeito.
Ele continuou, ainda mais perto:
— Tem que deixar rolar, Clarissa. A vida é curta. Quando aparece uma coisa boa, temos que aproveitar.
Eu não soube o que responder. Só fiquei olhando para ele, encantada com o jeito que ele me olhava. Meu coração batia forte.
Devagar, meu avô se aproximou mais. Segurou meu rosto com as duas mãos, com uma delicadeza que me surpreendeu. Seus olhos desceram para os meus lábios por um segundo… e então ele me beijou.
Foi um beijo na boca. Calmo no começo, mas firme. Seus lábios eram quentes, eu congelei por um instante, mas não afastei. O beijo durou alguns segundos, lento, carinhoso.
Quando ele se afastou, ainda segurando meu rosto, olhou nos meus olhos e sorriu de leve.
Eu fiquei ali, atordoada, sentindo o gosto dele na boca.
Ele continuou me olhando por um momento, o polegar acariciando minha bochecha. Depois perguntou, voz baixa e direta:
— Você é virgem?
Eu neguei com a cabeça, sem conseguir falar. Meu rosto queimava.
Ele não disse mais nada. Abriu o zíper da calça devagar, enfiou a mão dentro e puxou o pau para fora. Era grosso, grande, meio semi-duro, com um saco pesado e caído. Ele abriu bem as pernas, segurando a base e balançando o pau devagar na minha frente, como se quisesse que eu olhasse bem.
Fiquei de boca aberta, sem conseguir disfarçar o choque.
Ele perguntou, com um sorrisinho:
— O do seu namoradinho era assim?
Eu fiquei olhando fixo para o pau dele por uns segundos, ainda de boca aberta. Finalmente consegui responder, quase sussurrando:
— Definitivamente não…
Ele sorriu e se aproximou e me beijou de novo, dessa vez mais fundo, a língua entrando na minha boca enquanto segurava minha nuca. Com a outra mão, ele pegou a minha e levou até o pau dele, fazendo meus dedos envolverem aquela grossura quente e pesada.
— Segura ele para mim.
Eu obedeci, sentindo o pau pulsar na minha palma. Ele estava bem duro agora. Ele me beijava com mais vontade, empurrando o quadril devagar contra minha mão.
Depois ele se afastou um pouco, olhou nos meus olhos e fez uma leve pressão na minha cabeça, me guiando para baixo.
— Vem… chupa ele agora.
Eu me inclinei, nervosa, e abri a boca. Ele colocou a cabeça grossa entre meus lábios e foi empurrando devagar. Quando chegou bem no fundo da minha garganta, eu engasguei um pouco, os olhos lacrimejando.
Foi nesse exato momento que ouvimos o barulho da porta.
Meus pais tinham chegado.
Meu avô reagiu rápido. Puxou o pau da minha boca com um movimento seco, guardou tudo para dentro da calça em segundos e fechou o zíper. Eu me levantei correndo, limpando a boca com as costas da mão, o coração disparado.
Ele se sentou no sofá como se nada tivesse acontecido, pegando o controle da TV.
Eu mal tive tempo de me recompor quando a porta da sala se abriu.
Depois minha mãe chamou todo mundo para jantar. Sentamos à mesa como sempre: eu, meus pais e meu avô. Tentei agir normalmente, mas ainda sentia o gosto dele na boca e o coração batendo forte.
No meio da refeição, enquanto minha mãe falava sobre o trabalho dela, senti algo roçando minha perna por baixo da mesa. Era o pé do meu avô. Ele passou devagar pela minha panturrilha, subindo até o joelho, de forma discreta.
Fiquei surpresa, arregalei os olhos por um segundo. Olhei para ele de canto de olho e ele estava comendo normalmente, como se nada estivesse acontecendo. Senti um arrepio subir pela coxa.
Não consegui segurar: dei uma risadinha baixa, quase nervosa, e passei meu pé de volta nele, roçando devagar na perna dele.
Ele não mudou a expressão, mas vi um sorrisinho discreto aparecer no canto da boca. Continuou conversando com meu pai como se nada estivesse acontecendo, enquanto seu pé subia mais um pouco pela minha perna, agora por baixo da barra do short.
Eu mordi o lábio, sentindo o calor subir pelo corpo. O risco de estarmos fazendo aquilo bem ali, na mesa com meus pais, tornava tudo ainda mais intenso.
Quase na hora de dormir, fui tomar banho já sabendo que meu vôzinho ia ser meu naquela noite. Tomei um banho demorado, perfumei um pouco. Quando voltei para o quarto, coloquei uma camisola fina, curta, sem nada por baixo. Deixei a porta entreaberta de propósito.
Meus pais foram dormir por volta das 23h. A casa ficou em silêncio. Fiquei deitada na cama, coração batendo forte, esperando.
Não demorou muito. Ouvi os passos leves no corredor. A porta se abriu devagar e meu avô entrou, fechando atrás de si com cuidado.
Ele se aproximou da cama sem dizer nada. Se ajoelhou no chão ao lado, puxou o lençol devagar e começou a me cheirar. Primeiro os pés. Ele inspirou fundo, depois passou a língua devagar pelos meus dedos, subindo pela sola, pelo tornozelo. Subiu beijando e lambendo minhas pernas, devagar, sentindo o cheiro da minha pele.
Eu tremia.
Ele continuou subindo, cheirando e lambendo minhas coxas, até chegar na minha bocetinha. Ficou ali um tempo, inalando fundo, depois passou a língua bem devagar por toda a extensão, saboreando. Soltei um gemido baixo quando ele abriu meus lábios com a língua e me chupou com calma.
Subiu mais, lambendo minha barriga, os seios, chupando os mamilos com vontade. Chegou no meu pescoço, cheirou forte, depois me deu um beijo profundo na boca, misturando o meu gosto com o dele.
Ele me olhava com fome enquanto fazia tudo, sem pressa, como se quisesse sentir cada parte de mim.
Depois de me lamber inteira, ele se sentou na beira da cama e me puxou gentilmente pela nuca.
— Vem… chupa o pau do vô agora.
Eu me ajoelhei entre as pernas dele. Segurei aquele pau grosso e pesado com as duas mãos e coloquei na boca. Estava quente, com cheiro forte de homem. Chupei devagar no começo, sentindo o gosto dele, depois fui descendo mais fundo, tentando aguentar o máximo que conseguia. Ele gemia baixinho, segurando meu cabelo com uma mão, guiando o movimento.
— Isso… assim, devagar… que boquinha gostosa.
Depois de um tempo ele me levantou, me deitou na cama de lado e se posicionou atrás de mim. Senti a cabeça grossa do pau pressionando minha bocetinha. Ele foi enfiando bem devagar, centímetro por centímetro, me abrindo aos poucos. Eu mordia o travesseiro, gemendo baixo, sentindo ele me esticar inteira.
Ele murmurou ele no meu ouvido:
— Calma… respira. Vai acostumando com o pau do vô.
Ele ficou parado um tempo todo dentro de mim, bem fundo, me dando tempo para me acostumar com o tamanho. Depois começou a meter devagar, movimentos longos e profundos, uma mão segurando meu peito e a outra na minha cintura.
Ficamos assim por um bom tempo, ele metendo lento e gostoso, me beijando o pescoço e sussurrando no meu ouvido. Quando o senti tremendo, ele tirou e gozou fora de mim. Se levantou e limpou.
Depois ele não saiu. Me puxou mais para perto, encaixando meu corpo no dele de conchinha, o pau ainda meio duro roçando em mim. Passou o braço por cima da minha cintura e ficou ali, respirando no meu pescoço.
Dormimos assim, grudados, até o sol começar a aparecer.
A partir daquele dia, meu vô me comia quando queria.
Não tinha mais hora nem lugar. Às vezes era de manhã cedo, antes dos meus pais acordarem. Outras vezes era na sala, no meio da tarde, enquanto eles estavam trabalhando. Já trepamos na cozinha, na mesa de jantar, e até na cama dos meus pais quando eles saíam. Ele não pedia, simplesmente pegava. E eu deixava. Na verdade, eu adorava.
Quando eu chegava da escola, muitas vezes ele já estava sentado no sofá, calça abaixada, aquele pau grosso e grande balançando duro, esperando por mim. Eu largava a mochila no chão e ia chupar na hora.
Mas o que me deixava realmente molhada era o risco.
No jantar, ele passava o pé por baixo da mesa, roçando devagar na minha bocetinha por cima da calcinha, enquanto conversava normalmente com meus pais. Eu ficava apertando as coxas, tentando não gemer, e passava meu pé no pau dele, sentindo ele ficar duro. Era uma brincadeira perigosa e viciante.
Teve um dia que foi insano. Meus pais estavam na sala assistindo TV. Ele saiu para o quintal e eu fui atrás. Me ajoelhei do lado de fora da janela, abaixei a calça dele e chupei ele ali mesmo, enquanto ele ficava conversando com meus pais pela janela aberta, como se nada estivesse acontecendo. Eu engasgava com o pau dele na boca, baba escorrendo, e ele respondia as perguntas deles com a voz quase normal.
Foi uma das coisas mais safadas que já fiz.
Mais uma semana se passa e chegou sexta-feira à noite, estávamos os dois na sala quando minha mãe saiu da cozinha e falou:
— Filha, sabe seus tios João e Jéssica? Eles vêm amanhã para cá, junto com sua prima também. Amanhã nós vamos todos ao Passaúna.
Meu avô, que estava sentado na poltrona, olhou para ela curioso.
— O que é Passaúna?
Eu respondi antes da minha mãe:
— É um parque grande, vô. Tem um lago bem bonito, área para fazer churrasco, pedalinho… é bem legal para passar o dia.
Ele assentiu, com um sorriso tranquilo.
— Deve ser muito bom. Faz tempo que eu não vou num lugar assim.
Minha mãe sorriu:
— Pois é, vai ser bom para todo mundo. A gente sai cedo, tá?
Eu só balancei a cabeça, olhei para o meu vô e sorri.
No sábado de manhã, meus tios João e Jéssica chegaram junto com minha prima. Depois de um café rápido, meu pai avisou que íamos todos no carro dele para o Passaúna. O problema é que não tinha espaço suficiente.
Meu avô sentou na janela direita do banco de trás. Eu fiquei do lado de fora, esperando. Meu pai olhou para os bancos lotados e perguntou:
— E agora? Onde a Clarissa vai sentar?
Antes que alguém pudesse responder, meu avô falou rápido:
— Pode deixar, ela vai no meu colo.
Meu pai hesitou por um segundo, mas acabou aceitando:
— Tá bom então… vamos logo.
Entrei no carro e sentei no colo do meu avô. O banco estava apertado, então eu tive que me encaixar bem nele. Sentindo o calor do corpo dele nas minhas coxas e bunda. Ele passou um braço ao redor da minha cintura, “para eu não cair”, e me puxou mais para trás.
O carro começou a andar. Eu tentava ficar quieta, mas sentia o pau dele, já meio duro, pressionando contra mim por baixo da roupa. Cada balanço do carro fazia meu corpo roçar mais nele.
Meu avô fingia que estava tudo normal, conversando com meus tios, mas a mão que estava na minha cintura descia devagar, apertando de leve minha coxa por baixo do short.
Eu mordi o lábio e fiquei olhando pela janela, sentindo meu coração bater forte.
Chegando no Passaúna, fomos direto para um quiosque grande perto do lago. O lugar estava cheio de gente, mas conseguimos uma mesa grande debaixo de uma árvore. Tinha churrasco, refrigerante e cerveja para quem quisesse.
Todo mundo sentou e começou a conversar animado, colocando as novidades em dia. Meu tio João falava do novo emprego, Jéssica contava sobre a filha deles, minha prima falava da escola… meu avô participava bastante, rindo das histórias e fazendo piadas. Parecia estar se divertindo de verdade.
Eu tentei entrar na conversa, mas estava difícil me concentrar. Meu avô tinha sentado do meu lado. Embaixo da mesa, o pé dele não parava quieto, roçava devagar na minha perna, subia na minha coxa. Cada vez que ele fazia isso, eu sentia um arrepio subir.
Em certo momento, enquanto todo mundo ria de uma história do meu tio, ele se inclinou um pouco para mim e falou baixinho, só para eu ouvir:
— Tá gostoso o dia, né?
Eu só assenti, sentindo o pé dele subir mais um pouco por baixo do short. Meu rosto esquentou. Tentei disfarçar, sorrindo para minha mãe quando ela me perguntou alguma coisa, mas por dentro eu estava uma mistura de tesão e nervoso.
Meu avô continuava conversando normalmente com a família, rindo alto, enquanto o pé dele me provocava por baixo da mesa, como se nada estivesse acontecendo.
O tempo foi passando e o sol ficou mais forte. Em certo momento eu me levantei e falei:
— Vamos entrar na água?
Todo mundo topou. Descemos até a beira do lago, tiramos as roupas de cima e fomos entrando. A água estava gelada no começo, mas foi ficando gostosa.
Quando eu fui andando mais para o fundo, minha mãe gritou da margem:
— Ei, cuidado Larissa! Não vai tão fundo!
Meu avô, que estava um pouco atrás de mim, respondeu rápido:
— Deixa comigo, eu protejo ela.
Ele veio nadando até mim e se posicionou bem atrás do meu corpo. Debaixo da água, ninguém conseguia ver. Senti as mãos dele na minha cintura primeiro, depois ele se encostou totalmente em mim.
Ele tirou o pau para fora da sunga e começou a roçar bem no meio da minha bunda. A cabeça grossa cutucava meu cuzinho, pressionando devagar, quase tentando entrar. Ele fazia movimentos sutis com o quadril, esfregando o pau entre minhas nádegas enquanto fingia que estava só me segurando para eu não ir mais fundo.
Eu mordi o lábio com força, tentando não gemer. O pau dele roçando meu cuzinho, cutucando, pressionando a entrada. Meu avô estava bem duro, respirando pesado perto do meu ouvido. Ele sussurrou baixinho, só para mim:
— Fica quietinha… ninguém vai perceber.
Minha mãe ainda olhava da margem, sorrindo, sem fazer ideia do que estava acontecendo debaixo da água.
Depois de nos secarmos, voltamos para o quiosque. Passamos a tarde comendo, conversando e tirando fotos. Quando a noite começou a cair, meu tio João teve a ideia:
— Vamos jogar truco?
Todo mundo topou na hora. Arrumaram a mesa, abriram mais cerveja e começaram a jogar. Eu fiquei de fora, só olhando e rindo das brigas deles.
Em certo momento meu tio olhou para mim:
— Clarissa, não quer jogar também?
Respondi:
— Eu não sei jogar…
Meu avô, que estava sentado do meu lado, bateu de leve na própria coxa e falou com um sorriso:
— Vem cá, eu te ensino.
Sem pensar muito sentei no colo dele. Sentei meio sem jeito nas pernas dele, depois ele me ajeitou devagar. Sussurrou no meu ouvido:
— Calma.
No meio do jogo, minha tia Jéssica comentou, sorrindo:
— A Clarissa e o Romeu se dão tão bem, né?
Minha mãe concordou na hora:
— Verdade, eles estão grudados desde que chegaram.
Meu avô riu baixinho, apertou de leve minha cintura com o braço e disse:
— É verdade. Até eu melhorei com a presença da Larissa.
Todo mundo fez “aaah” e “que fofos”, rindo da situação. Meu pai e meus tios brincaram um pouco, dizendo que eu estava sendo a enfermeira particular dele.
Só minha prima, a Letícia, ficou quieta. Ela olhava para gente com uma cara séria, quase desconfiada, sem rir junto com os outros.
Eu forcei um sorriso olhando para ela sem jeito, sentindo o pau do meu avô, já meio duro, pressionando contra minha bunda por baixo da roupa. Ele mantinha a mão na minha cintura, apertando de leve de vez em quando, enquanto fingia que estava só me ensinando a jogar.
Antes de ir embora, resolvi ficar um pouco sozinha perto da água. A noite já tinha caído e o lago ficou mais calmo. Fui caminhando até uma parte mais afastada, sentindo o vento fresco no rosto.
De repente senti alguém cutucando minhas costas. Virei rápido e era minha prima Letícia, com uma cara séria. Disse ela, direto:
— Eu sei o que tá rolando aqui.
Fiquei gelada.
— Como assim? Do que você tá falando?
Ela deu um passo mais perto, quase sussurrando:
— Eu vi como ele te olha. Como ele te toca. Não sou idiota.
Senti o sangue subir no rosto. Tentei disfarçar:
— Você vai fazer o quê?
Ela me olhou com nojo.
— Você deveria ter vergonha na cara. Se esfregando com o avô na frente de todo mundo… que nojo.
Eu sorri de canto, provocativa.
— Tá com ciúmes? Quer também? O dele é desse tamanho. — Fiz um gesto com as mãos, mostrando um tamanho grande:
Letícia arregalou os olhos. Sem pensar duas vezes, ela me deu um tapa forte nas mãos.
— Você é pior do que eu pensava. Me dá nojo. Vontade de vomitar.
Eu segurei o rosto, sentindo arder, mas mantive o olhar firme nela.
— Estamos no mato… é só escolher um lugar.
Ela me olhou com desprezo, balançou a cabeça e virou as costas, saindo pisando duro.
Enquanto ela se afastava, eu ainda falei, voz baixa mas clara:
— Se abrir o bico, você vai ver. Cuida da sua vida.
Na volta para casa, o carro estava tão cheio quanto na ida, obviamente. Meu pai dirigia, minha mãe no banco da frente, meus tios e prima atrás. Eu eu voltei no colo do meu avô de novo.
Assim que o carro começou a andar, ele passou o braço pela minha cintura e me puxou mais para trás, encaixando meu corpo no dele. Poucos minutos depois, senti a mão dele descendo devagar pela minha coxa, por baixo do shortinho. Ele começou a roçar os dedos bem de leve na minha bocetinha por cima da calcinha, fazendo movimentos circulares lentos.
Eu mordi o lábio, tentando ficar quieta.
Olhei discretamente para o lado. Minha prima Letícia estava me encarando. Ela viu tudo. A mão dele se mexendo entre as minhas pernas, meu corpo levemente mexendo no colo dele.
Em vez de ficar nervosa, eu dei um sorrisinho para ela… e pisquei o olho devagar.
Letícia arregalou os olhos, com uma cara de choque e nojo ao mesmo tempo. Ela virou o rosto rápido para a janela.
Meu avô, sem se importar com nada, continuou roçando os dedos na minha bocetinha. Eu fiquei quietinha no colo dele, sentindo o pau dele duro contra minha bunda, enquanto o carro seguia até a volta para casa.
Meu avô ficou mais alguns dias na casa dos meus pais antes de voltar para Ponta Grossa. Foi nessa época que assumimos o nosso namoro, embora em segredo absoluto. Desde então, a distância não esfriou as coisas: todo dia mandamos nudes um para o outro, e eu não canso de olhar. Todo mês ele dá um jeito de vir nos visitar. Minha mãe, inocente, acha apenas que ele está mais apegado à família, rs.
