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A Descoberta da Família Livre - Parte 1

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Um conto erótico de Gustavo
Categoria: Grupal
Contém 1413 palavras
Data: 17/06/2026 09:45:15
🤖 Texto produzido com auxílio de inteligência artificial

Era outubro de 2019. Eu tinha 26 anos e namorava Letícia havia quase dois anos. Achava que conhecia a família dela, mas a festa de aniversário de 60 anos do tio Carlos, em Guarulhos, mudou tudo.

Minha sogra Teresa, extremamente religiosa, sempre demonstrava desconforto quando o assunto era o irmão do marido. “Aquela gente tem uns costumes diferentes”, murmurava sem nunca explicar. Meu sogro Paulo, ao contrário, falava do irmão com admiração.

Saímos de Campinas pela manhã. O carro lotado seguia pela Anhanguera entre engarrafamentos e conversas triviais. Quando chegamos à casa em Guarulhos — um sobrado modesto com muro alto e portão automático —, o cheiro de churrasco e a música sertaneja já tomavam conta do quarteirão. Primos e tias riam alto, cervejas geladas circulavam.

Tio Carlos era o clássico tiozão: 1,70m, careca, barba branca rala, barriguinha proeminente. Tia Rosa, aos 58 anos, era outra história. Cabelos castanhos médios, pele morena clara com sardas discretas, seios grandes e pesados que esticavam o decote da blusa, quadris largos, coxas grossas e um rebolado natural que prendia o olhar. Ela me recebeu com um abraço apertado e um sorriso que demorou um segundo a mais que o normal.

A festa correu normal: comi, bebi, conversei. No fim da noite, tio Carlos insistiu para dormirmos lá. Teresa relutou por muito tempo, mas cedeu. Nos acomodaram separadamente: Letícia com a prima Larissa (26 anos, pele clara, corpo bem torneado), meus sogros com a cunhada em outro quarto, e eu na sala com Mateus, o primo de 24 anos.

Foi então que reparei nas peculiaridades da casa. Nenhum quarto tinha porta — apenas batentes vazios ou cortinas finas quase transparentes. Comentei com Letícia:

— Amor, você viu que não tem portas?

Ela bocejou:

— Deve ser costume antigo de família grande. Relaxa.

Não insisti, mas a sensação de vulnerabilidade ficou comigo.

Já passava da uma da manhã quando fui trocar de roupa. Ao passar pelo quarto de Larissa, a cortina estava aberta. Ela estava de costas, nua da cintura para cima, vestindo só um shortinho minúsculo. Seus seios médios e firmes balançaram suavemente enquanto ela se movia. Fiquei congelado por alguns segundos, sentindo o sangue pulsar mais forte. Ela não me viu. Segui para o banheiro com o pau semi-duro.

Deitado no colchão ao lado de Mateus, a casa mergulhou no silêncio. Depois de quase meia hora conversando sobre jogos e futebol, criei coragem:

— Mateus… por que não tem portas nos quartos aqui?

Ele deu uma risadinha baixa, como se esperasse a pergunta.

— Sempre foi assim. Meu pai tirou todas quando eu era criança. Dizia que porta serve pra quem tem vergonha do próprio corpo.

Fiquei quieto um instante, processando.

— E privacidade? Você e a Larissa… dormem no mesmo quarto?

Mateus virou o rosto para mim na penumbra, só a luz fraca da lua iluminando parte do seu rosto.

— Dormimos juntos desde sempre. Às vezes com os pais também. Aqui a gente cuida um do outro de verdade.

Senti um frio na espinha misturado com curiosidade.

— Cuidar como exatamente?

Ele hesitou. O silêncio ficou pesado. Depois suspirou e baixou ainda mais a voz:

— Olha, primo… vou te contar uma coisa pesada, mas você tem que jurar por tudo que é mais sagrado que não vai falar nada. Nem pra Letícia, nem pra ninguém. Especialmente pra tia Teresa.

— Juro, cara. Pode falar.

Mateus se aproximou um pouco mais no colchão, quase sussurrando:

— Aqui em casa ninguém usa roupa. Nunca. A gente é nudista total. Só vestimos quando tem visita de fora, como hoje. Minha mãe odeia fingir, mas meu pai acha melhor não assustar as pessoas logo de cara.

Meu coração disparou. Fiquei em silêncio, sentindo o pau começar a inchar lentamente dentro da bermuda.

— E… é só isso? Só nudismo? — perguntei, a voz rouca.

Outro silêncio longo. Mateus me encarou.

— Não é só nudismo. A gente é liberal pra caralho. Meus pais se conheceram numa praia de naturismo. Cresci vendo eles pelados, transando às vezes na sala, na piscina. Eu e a Larissa aprendemos que corpo é só corpo e prazer é natural. Tem dias que a gente transa junto… todo mundo junto. É normal pra gente.

Senti um calor subir pelo rosto. Meu pau agora estava completamente duro, latejando. Mateus percebeu minha respiração acelerada.

— Tá chocado?

— Tô… mas confesso que tô excitado pra caralho com a ideia.

Ele sorriu no escuro.

— Quer sentir como é? Agora.

— Aqui? Com todo mundo dormindo na casa?

— Tá todo mundo morto de sono. Se alguém acordar, a gente volta pro colchão rapidinho e finge que tá dormindo.

Hesitei por longos segundos, o coração martelando. Medo de ser pego, vergonha, mas uma excitação absurda que venceu. Levantamos na ponta dos pés. Fomos espiar o quarto das meninas: Letícia dormia de lado, Larissa estava descoberta, shortinho subido, metade da bunda firme exposta. Meu pau pulsava dolorosamente.

Voltamos. Mateus tirou a bermuda e a cueca sem cerimônia. Seu pau grosso, com prepúcio, balançou livre. Olhou para mim, esperando.

Tirei a camiseta, a bermuda… e, depois de respirar fundo várias vezes, a cueca. A sensação do ar noturno tocando meu pau duro e minhas bolas foi elétrica. Saímos para o quintal dos fundos, cercado por muro alto. A luz da lua prateada iluminava nossos corpos nus. Conversamos por quase uma hora — ele me contou detalhes das praias, do clube, das noites em família. Meu pau permaneceu duro quase o tempo todo. Ele ria baixinho quando notava.

Em certo momento, ele riu alto de propósito. A janela do quarto dos tios estava aberta. Tio Carlos apareceu, nos viu pelados, sorriu e acenou como se fosse normal. Voltei para a sala com as pernas fracas.

No dia seguinte, depois do café, tio Carlos e tia Rosa me chamaram discretamente para o quarto deles com a desculpa de uns cartões telefônicos antigos.

Entrei. Tia Rosa fechou a porta atrás de mim. O quarto cheirava a perfume dela. Ela me olhou de cima a baixo com um sorriso malicioso, os seios grandes subindo e descendo com a respiração.

— O Carlos me contou o que viu ontem à noite no quintal… — disse ela, voz baixa e rouca. — Gostei muito de saber que você não tem preconceito com nosso estilo de vida.

Fiquei parado, sem saber o que dizer. Meu pau já começava a endurecer novamente dentro da bermuda só com o olhar dela.

Ela se aproximou devagar, quase colando o corpo no meu. Senti o calor dos seus seios roçando meu peito.

— Você ficou curioso, né? Eu vi como olhou pra Larissa ontem… e como ficou pelado com o Mateus.

Engoli em seco. O coração batia tão forte que achei que ela podia ouvir.

— Tia… eu…

— Shhh. — Ela colocou o dedo nos meus lábios. — Aqui você não precisa fingir. Quer experimentar um pouco mais antes de ir embora?

Assenti, quase sem voz. Ela sorriu, satisfeita, e lentamente desceu, ajoelhando-se na minha frente. Seus olhos não saíam dos meus enquanto abria o botão da minha bermuda, baixava o zíper com deliberada lentidão e puxava a cueca para baixo. Meu pau saltou para fora, completamente duro, latejando na frente do rosto dela.

Tia Rosa lambeu os lábios.

— Que lindo… — murmurou.

Ela começou devagar, só a língua quente percorrendo toda a extensão, circulando a cabeça inchada, lambendo a fenda onde já escorria pré-gozo. Segurou minhas bolas com uma mão macia, massageando enquanto a outra apertava minha bunda, puxando-me para mais perto. Depois abriu a boca e engoliu devagar, centímetro por centímetro, até sentir minha glande tocar o fundo da garganta. O calor molhado e o vácuo me fizeram gemer baixo.

Ela chupava com fome crescente, cabeça subindo e descendo, babando copiosamente, fazendo barulhos molhados obscenos. Olhava para cima o tempo todo, os olhos cheios de tesão. Segurei seus cabelos castanhos com força, resistindo à vontade de foder sua boca. Ela acelerou, engolindo fundo, garganta apertando, uma mão punhetando a base enquanto mamava a cabeça.

Não aguentei mais. Gozei forte, jatos grossos explodindo direto na garganta dela. Tia Rosa engoliu tudo sem derramar uma gota, chupando até a última pulsação. Limpou o pau com a língua, guardou-o de volta na cueca e se levantou, me dando um beijo rápido com leve gosto de mim.

— Sempre que quiser voltar… sozinho… a porta está aberta. Literalmente.

Saí do quarto com as pernas trêmulas, os cartões na mão, e mostrei para Letícia como se nada tivesse acontecido.

Na viagem de volta para Campinas, minha mente não parava. Eu sabia que voltaria. E da próxima vez, não seria só um boquete.

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