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O Submundo do Clube dos Cornos

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Um conto erótico de Mark da Nanda
Categoria: Grupal
Contém 1347 palavras
Data: 17/06/2026 10:27:41
Última revisão: 17/06/2026 10:55:38

Nolasco Cortez, ou simplesmente Cortez como preferia ser chamado, era um homem de 38 anos, relativamente alto, corpo quase atlético mantido por academia três vezes por semana, cabelo castanho escuro bem cortado e sem barba. Contador, tinha aquele ar sério de quem trabalhava com números o dia todo. Lucimara Maria, ou simplesmente Luma para ele e para os íntimos, era sua esposa há dez anos. Aos 35, era uma morena de pele bronzeada, quadris largos, seios cheios e naturais que era seu cartão de visita. Tinha um sorriso fácil e um olhar que, quando queria, conseguia derreter o marido.

A rotina do casal era confortável. Até demais… e exatamente por isso estava matando o desejo aos poucos.

Tudo mudou numa quinta-feira à noite.

Luma estava especialmente molhada e safada. Passara a tarde lendo um conto erótico, imenso, dividido em vários capítulos e assistindo vídeos que a deixaram com a buceta latejando. Quando Cortez foi se deitar, tarde da noite, nem bem se aconchegou na cama e ela puxou a sua calça de pijama perna abaixo. Então, ela subiu sobre ele, olhando-o de cima para baixo e encaixou seu pau dentro dela. Passou a rebolar, buscando sentir seu pau o mais profundo possível, isso enquanto apertava os seios de mamilos túrgidos. Logo, começou a rebolar, de olhos fechados, gemendo, às vezes dando pequenos gritinhos, até que um escapou:

- Isso, Corno… mete bem no fundo… Vai!

Cortez arregalou os olhos e sorriu, achando graça. Não teve tempo para falar nada, nem que quisesse, pois Luma passou a galopá-lo igual amazona em desvairada carreira. Então, minutos depois, gozou forte, quase no mesmo instante que ela. Ela se jogou sobre ele, a buceta pulsando... o pau pulsando... Os dois ficaram ofegantes, suados, ainda conectados. Depois de alguns segundos ele, ainda de olhos fechados, perguntou:

- Que história de corno foi aquela, Luma?

Ela riu, ainda com a respiração entrecortada, e fez um carinho no rosto dele:

- Foi nada, amor. Corno é só um apelido carinhoso. Você não me chama de Luma por causa de Lu de Lucimara e Ma de Maria? Então… Cor de Cortez e No de Nolasco. Corno. Só isso.

Cortez ficou quieto por um segundo, analisando, mas logo estreitou os olhos. Conhecia a mulher bem demais:

- Para de me enrolar! Você nunca me chamou assim em dez anos de casado. Abre o jogo ou vou começar a pensar coisas...

Luma deu uma risada graciosa. Então, levantou-se um pouco apenas para encará-lo e mordeu o lábio inferior, ainda sentindo o pau dele amolecendo dentro dela. Respirou fundo e decidiu contar.

E contou. Tudo.

Revelou a conversa que surgiu do nada com as amigas na casa da Aline e como a curiosidade nasceu ali. Falou então das pesquisas na internet, dos sites alternativos, os fóruns de hotwife, os grupos de casais liberais. E, principalmente, o que tinha acontecido naquela tarde: sua leitura de um imenso conto chamado “A Jornada de um casal ao liberal”, falando da vida de um casal, e dos vídeos que a deixaram especialmente louca:

- Vídeos… Que vídeos? - Perguntou Cortez, a voz já rouca de novo.

- Ah, amor… Vídeos…

- Me mostra.

Luma pegou o celular e foi direto no site em que assistiu um dos vídeos. Acessou especialmente um dos vídeos que mais a tinham marcado. Nele, uma loirinha magrinha, delicada, com uma bucetinha de pelinhos loiros, quase uma adolescente, era completamente destruída por três negões com paus grossos e longos. Havia de tudo: sexo oral e vaginal, com revezamento entre os negões, mas o ápice foi quando ela se submeteu a uma tripla penetração, na vagina, no cu e na boca. O ator que fazia o marido dela, um branquinho bem franzino, assistia a tudo calado, sentado numa cadeira num canto, de pau duro na mão e cara de quem estava no paraíso e no inferno ao mesmo tempo.

Cortez assistiu em silêncio, os olhos levemente arregalados. Luma o observava, curiosa com a forma com que ele reagiria àquela novidade. E não poderia ter sido melhor: o pau dele foi endurecendo aos poucos, logo sendo ajudado pela mão dela numa punheta lenta e carinhosa.

Quando o vídeo acabou, Cortez estava visivelmente excitado. Colocou Luma de quatro e a penetrou sem aviso, arrancando dela um grito. Ele passou a penetrá-la desesperadamente, buscando aquele mesmo orgasmo de minutos atrás:

- Vai… Pode falar - Ele pediu.

- Falar... o quê, amor? Ai! - Ela gemeu baixinho, sua pele ficando arrepiada.

- Pode me chamar de corno. Eu deixo.

Luma sorriu maliciosa, empinou a bunda e deu duas reboladas fortes, fazendo Cortez gemer algo. Ela sabia que precisava acalmá-lo, ou gozariam antes do tempo. Então, pediu que ele se deitasse e ela se sentou sobre ele, de costas, exibindo sua imensa bunda. Aliás, abrindo-a para que ele enxergasse seu apertado e amarronzado cuzinho. Encaixou seu pau em sua buceta e foi descendo devagar, lentamente, quase torturando-o. Só então começou a cavalga-lo lentamente, rebolando:

- Então é isso que você quer, corno? - Ela falou com a voz doce e safada ao mesmo tempo: - Quer que eu te conte como o Valdecir, o negão de pau imenso do filme, tá me comendo agora?

- Valdecir!?

- É. Valdecir... Aquele do filme com o maior pau. O negão careca e de barba...

- Ah, tá. Então fala. Me conta...

- Conto... Melhor! Eu mostro. – Ela dizia de olhos vidrados na parede à frente, como se falasse com o próprio Cortez: - Olha como o pau dele está esticando a minha buceta, corno. Ele... Ele tá arregaçando ela inteirinha… Tá tão fundo, amor… A-Acho que depois dele você nem vai conseguir me sentir mais…

Cortez gemeu alto, apertando a bunda... abrindo a bunda para ver o cuzinho que piscava sem parar:

- Continua, amor… - Ele pediu com a voz rouca.

- Então... Ele tá me chamando de putinha, amor… de putinha do corno. Agora, ele tá dizendo que essa buceta vai ficar viciada nele e... e... ele tá dizendo que a minha bucetinha é só dele. Aliás, ele tá dizendo que ele vai ser o meu dono agora. Você vai deixar, amor? Vai!? Vai deixar ele falar assim com você, seu corno?

Luma deu uma rebolada e travou, esfregando-se sobre Cortez de modo que a cabeça de seu pau roçou o colo de seu útero. Ele só fez o que podia: gemeu alto. Ela se arrepiou novamente e continuou:

- E você... você tá só assistindo dali. Ó! – Disse indicando a parede à sua frente: - Quietinho, sentado ali no cantinho, de pauzinho duro mas sem poder se tocar porque o meu novo dono mandou. Isso te excita, amor?

- Caralho, Luma! Como você tá safada...

- Shiiiiiu! Corno não fala a não ser quando é permitido e só sobre o que é perguntado. Foi o meu dono quem disse. – Luma riu alto de si mesma: - Responde. Isso te excita, corno? Você está gostando de ver sua mulher sendo arrombada por um pauzão preto bem maior que o seu na sua frente e sem poder fazer nada?

Não houve tempo para Cortez responder. Ele começou a gozar forte novamente, urrando. Luma se surpreendeu e ao sentir seu marido tremer inteiro, também gozou. Luma tremia, o corpo inteiro, ela ainda apertando os joelhos.

Quando os corpos se acalmaram, ela virou o rosto, e viu por sobre os ombros seu marido respirando pesadamente. Então, se desengatou dele e se deitou em seu peito, dando um beijo molhado nele. Sussurrou então:

- E esse foi só o primeiro negão, amor. No filme, tem mais dois. Será que eu aguento? Aliás, será que você aguenta?

Cortez a encarou e Luma não conseguiu mais se segurar, gargalhando da expressão assustada dele. Ele também não resistiu e começou a rir junto dela. Beijaram-se depois que as risadas cessaram. E dormiram. Talvez tenham sonhado. Talvez só ela, pois ele tinha incertezas ainda se aquilo seria realmente um sonho ou o início de um pesadelo.

OS NOMES UTILIZADOS NESTE CONTO SÃO FICTÍCIOS E OS FATOS MENCIONADOS E EVENTUAIS SEMELHANÇAS COM A VIDA REAL SÃO MERA COINCIDÊNCIA.

FICA PROIBIDA A CÓPIA, REPRODUÇÃO E/OU EXIBIÇÃO FORA DO “CASA DOS CONTOS” SEM A EXPRESSA PERMISSÃO DO AUTOR, SOB AS PENAS DA LEI.

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Foto de perfil de Mark da NandaMark da NandaContos: 364Seguidores: 728Seguindo: 17Mensagem Apenas alguém fascinado pela arte literária e apaixonado pela vida, suas possibilidades e surpresas. Liberal ou não, seja bem vindo. Comentários? Tragam! Mas o respeito deverá pautar sempre a conduta de todos, leitores, autores, comentaristas e visitantes. Forte abraço.

Comentários

Foto de perfil de Samas

Essa palavra " Submundo " me chamou a atenção,pois possibilidades são infinitas,e só de imaginar que existe esse mundo torna a história mais interessante ainda pois fica difícil imaginar para que Norte que ela vai.

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Muito bom!!!

Pelo título teremos continuação né!

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Mark escreveu em conto anterior que ele ele estava experimentando formas novas de escrever e isso faria parte de uma Série "Contos Incontáveis" e pelo que entendi não necessariamente teriam sequência!!!

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O final ficou em aberto e da para sentir o cheiro de que as coisas podem sair do controle entre Cortez e Luma.

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Sim...

A história pode render e muito...

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