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A FAMÍLIA G (V)

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Da série A FAMÍLIA G
Um conto erótico de Cláudio_New
Categoria: Grupal
Contém 1274 palavras
Data: 17/06/2026 10:37:42

Não foi naquele dia (eu também não sei se daria conta), nem no seguinte. Comecei a achar que eles haviam reconversado entre si e tinham desistido da ideia do trisal. Ao longo do dia, as atividades, as conversas, os passeios... tudo transcorreu na mais perfeita ordem. Quem visse, nada veria de anormal naquele grupo de pessoas; jamais imaginaria que o visitante já fora fodido pelo filho, comera a filha e dera o cu ao pai.

No domingo, último dia naquele paraíso, a mãe e o casal de gêmeos acenderam uma fogueira na margem do Tapajós, colocaram um som rural e montaram mais uma roda de piquenique. Todos nós rodeamos a fogueira, conversando bobagens, mordiscando queijo de coalho assado na fogueira, bebericando vinho e cachaça de jambu, a boca salivando e adormecendo. Eu fazia de conta que não percebia o casal de velhos numa discreta saliência, ele dedilhando a buceta dela, ela acariciando a rola dele. Aquilo estava me fazendo endurecer a rola. O casal de gêmeos parecia estar na deles, sem qualquer evidência sensual, conversando animadamente com a mãe.

O tempo passou rápido, o céu negro pontilhado de luzinhas estelares piscando a nos acalentar. A fogueira, agora feita em brasas e cinza, dizia eloquentemente que o agradável encontro estava acabando. Eu fui o primeiro a me retirar, certo de que terminaria a noite com uma bela punheta, impulsionada pelos lúbricos pensamentos e lembranças daqueles dias ali. Dei boa noite e fui para o quarto.

Tomei um banho caprichado, lambuzei meu cu com lubrificante para melhor enfiar o pênis vibratório que trouxera, coloquei um sobretudo sobre nada, já que dispensei qualquer peça de roupa por baixo, e me preparava para deitar, me acariciar, gozar e dormir, quando discretas batidas na porta do quarto interromperam minha toilette.

Ao abrir, deparei-me com Gláuria, vestida numa mera camisola – transparente como toda camisola –, um bordado tentando ocultar os seios e a buceta, e um sorriso enigmático no rosto. Cacete! A mulher era mesmo gostosa. O corpo, ainda que com as inevitáveis marcas da idade, atestava ter sido bastante atraente no passado, o que decerto fisgara Bitar para o resto da vida.

– Posso entrar?

– Claro, a casa é sua! – brinquei.

Ela passou por mim e o deliciosa perfume de corpo fresco a acompanhou. Falando trivialidades, dirigiu-se à janela e se debruçou, olhando a noite, expondo um convidativo rabo de fêmea ansiosa por pica. Ela agora falava da beleza da noite, de quanto era revigorante passar alguns dias naquele paraíso, em contato com a natureza...

Eu fui ouvindo, concordando com monossílabos, e me aproximando dela. Com a desculpa de também admirar a paisagem noturna, encostei meu corpo no dela, minha rola dura no macio de sua bunda. Ela calou-se por um instante e gemeu baixinho, remexendo de leve o quadril. Também sem dizer palavra, abarquei seu corpo e minhas mãos caíram suavemente sobre seus seios, acariciando-os e sentindo os mamilos endurecidos.

Ela então virou-se para mim e ofereceu os lábios, que sofregamente beijei. Eu custava a acreditar que a amiga de alguns anos, minha fã e ardorosa torcedora que acompanhava nossa jornada musical, estava agora, feito fêmea faminta, nos meus braços, esfregando seu corpo no meu, sua língua na minha e passeando suas mãos por todos os buracos do meu corpo.

Assim mesmo como estávamos, engatados pela boca, levei-a para junto da cama, retirei a camisola pelo alto, deixei cair o sobretudo e eis dois maduros seres nus e se devorando. Empurrei-a para a cama, passeando meus lábios pelo seu pescoço enrugado mas cheiroso; mamei seus seios, arrancando-lhe gemidos; e desci até a sua buceta, incrivelmente encharcada e deliciosamente cheirosa. Lambi, suguei, mordisquei, enquanto ela se remexia, com cadência, forçando a minha cabeça, como a querer que eu entrasse com meu rosto em sua xoxota.

“Onde caralho estaria Bitar?” – perguntava-me. “Será que desistiu do joguinho sensual e ficara no quarto apenas se masturbando, imaginando a esposa estrepada na pica de outro homem?” – hipotetizava eu.

Diante da ânsia dela, subi sobre seu corpo e aprumei minha rola em sua buceta, deslizando suavemente e arrancando dela ganidos e putarias inéditas para mim. Caralho, como aquela coroa era gostosa. Ela dengosamente se remexia, fazia-se de menininha sendo descabaçada, e miava tão putamente que me deixava em brasa. Eu a comia, minha pica quase a gozar, todos os demônios soltos naquele quarto.

Foi quando o vislumbrei, como se tivesse se materializado do nada, Bitar estava ao lado da cama, completamente nu, a tora grossa e palpitante voltada para o alto, assistindo-me comer a suculenta buceta de sua esposa. Não resisti a mais aquela guloseima de carne e músculo, toquei na sua rola e a puxei carinhosamente para mim, engolindo-a, chupando-a, num barulho molhado que rivalizava com o do meu pau no encharcado da xoxota de Gláuria. Caprichei no boquete, enquanto ele se remexia e gemia.

Então retirei o pau da buceta de Gláuria e voltei a chupar a sua xoxota, para isso tendo que empinar meu rabo e escancarar meu cu, senha mais do que explícita para Bitar aprumar a cabeça da sua madeira e começar a me penetrar. Ele pressionou a rola, encontrando certa dificuldade em entrar, mas com jeito foi se sumindo no meu rabo e tomando conta de tudo. Quando começou a dar estocadas, Gláuria, acompanhando com os olhos o seu marido enrabando o cara que a chupava tão divinamente, não conseguiu mais se segurar. Sua buceta molhou-se mais, esquentou e ela urrou feito uma onça, num gozo extraordinário, abrindo mais as pernas, que tremiam, enquanto ela se jogava para a frente, beijando com frenesi a boca do marido, que me comia com avidez.

Todos gemiam em demasia. Na certa Gilma, Giulia e Gaio ouviam nitidamente o barulho dos avós fodendo, e decerto que, embalados por trilha sonora tão deliciosa, também se masturbavam gostosamente, cada um em seu quarto.

Na nossa cama, a quentura estava lembrando as labaredas do inferno. Era Gláuria agora que me chupava, com uma competência de poucas putas, enquanto Bitar me fodia com cada vez mais gosto e vitalidade. Eu sentia meu cu arrombado pela tora que me comia, mas o extraordinário prazer de minha pica dançando na boca de Gláuria, acariciada por sua língua de fogo, punham-me em êxtase.

Não me perguntem como, de repente Gláuria se metera por debaixo de mim, e, com a mão, arreganhava o próprio cu, aproximando-o da minha pica tesa, que foi se enfiando naquele buraquinho apertado. Éramos um trenzinho agora, com Bitar comendo meu cu e eu comendo o cu de Gláuria.

Até quando não consegui mais segurar os raios de prazer que se formavam, e senti minha gala explodir, aos jatos dentro do rabo de Gláuria, ao mesmo tempo em que sentia Bitar esporrar com força nas minhas entranhas. Gozados os dois machos, com as respectivas picas ainda pulsando dentro do cu que cada um comera, estávamos largados sobre a cama, respirando forte, e sem dizer nada.

Rebolamos por cima da cama, nos separando e nos acariciando, beijando-nos como adolescentes, sentindo o quente dos nossos sangues em acelerada corrida por nossas veias. Aí vimos pela janela a chegada repentina daquelas inesperadas pancadas d’água que o nortista tão bem conhece. O gotejar dos fortes pingos, o esforço desprendido, os hormônios do prazer entorpecendo o corpo, acabei pegando no sono, entre aqueles dois corpos nus.

Ao acordar, a chuva agora apenas um chuvisco persistente e mais ninguém no quarto. Arrastei-me até a janela, deixando-me banhar o peito pelos pingos frios que caíam, por instantes perguntava-me se não fora tudo um sonho. Quase que disso me convencia, não fosse meu cu arrombado, vazando gala e meu bigode cheirando a buceta no cio...

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Comentários

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Nossa, que foda incrível.

Quase gozo.

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Na próxima, que será o final da série (e que acabei de escrever - ainda estou com o pau duro aqui na minha mão), na próxima você com certeza gozará.

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