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Saciando a fome de pau - parte 2 de Consolo de borracha

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Um conto erótico de Aline
Categoria: Heterossexual
Contém 1196 palavras
Data: 17/06/2026 11:31:06

Meu dia de sorte finalmente chegou.

Sábado!

E se ele achou que ia fazer a linha difícil depois desses dias na seca, estava muito enganado, mas muito mesmo...

Assim que a campainha tocou, corri com o coração saindo pela boca. Abri a porta e lá estava ele: Ronaldo estava usando o perfume que amo, uma camiseta social preta e a calça jeans marcando o volume que ele carrega no meio das pernas. Que eu amo. O perfume adocicado impregnando o ar da garagem e do corredor com aquele sorriso de canto de boca.

— Que saudade... — ele disse, com a voz gostosa já gemendo me arrepiando os cabelos da nuca abraçado a mim.

Mal esperei ele entrar, não quis saber de "oi", "tudo bem"... avancei no pescoço dele como quem não comia há dias, muito menos queria saber se meus pais estavam. — para minha sorte não estavam — ele soltou uma risada abafada, mas não recuou. Pelo contrário. A pegada bruta que eu tinha imaginado a semana toda veio com força total: uma das mãos dele grudou na minha cintura, me puxando, colando um corpo no outro, a outra na minha nuca, se enfiando nos meu cabelos, me prendendo no beijo que parecia que ia me engolir.

O meu vestido de tecido leve, daqueles fácil de tirar — ou de só levantar — um par de havaianas nos pés e sem sutiã. Assim que a mão pesada e macia dele subiu pelas minhas costas, apertando a minha carne, a minha boceta lá embaixo deu o primeiro sinal de que a fome de pau seria saciada.

— Calma, apressada... Deixa eu trancar a porta — ele brincou, com a respiração já curta.

— Tranca logo e não perde tempo — ordenei, puxando ele pela gola da camisa.

Ele girou a chave sem tirar os olhos dos meus. Ele tinha esse magnetismo; sabe, ele não precisava de muito para me deixar de quatro, toda empinada, completamente arriada por ele. Ele tirou a camisa, jogou no sofá e o sapato em um canto da sala, me olhou de cima a baixo, percebendo o meu peito subindo e descendo com urgência.

— Você tá com fogo hoje, né? — provocou, dando um passo na minha direção.

— Você não faz ideia do tamanho do meu prejuízo, bebê. Você vai ter que me pagar cada centavo hoje.

Não fomos nem para o quarto.

Ali mesmo, no corredor entre a sala e a cozinha, ele me imprensou contra a parede. O gelado da parede nas minhas costas contrastou direto com o fogo que subia, me queimando por dentro e por toda a minha pele. Ele segurou minhas duas mãos acima da minha cabeça com uma facilidade que me deixa até tonta de tesão.

— É assim que você quer? — ele sussurrou, roçando a boca no meu ouvido e serpenteando a língua pelo meu pescoço me fazendo perder as pernas.

— É assim que eu preciso.

Ele soltou minhas mãos só para segurar minhas coxas e me suspendeu do chão. Cruzei as pernas na cintura dele num reflexo. Com uma velocidade absurda, ele puxou minha calcinha de lado — e eu tive certeza de que ele sentiu que eu estava toda molhada, toda lubrificada e pronta pra dar. Quando ele abriu o zíper da calça e eu senti a cabeçona de verdade, quente, viva e pulsando, contra a minha boceta, eu fechei os olhos.

Aquilo sim era o botão de emergência definitivo.

Em um movimento só, ele me encaixou no membro rijo e desceu o peso do meu corpo. Aquela pica entrou rasgando, estufando tudo, me preenchendo até o talo, enquanto nos encaramos em delírio até entrar tudo, exatamente como eu tinha implorado no meio da semana — só que mil vezes melhor, porque tinha o cheiro dele, o toque da pele junto com o calor e a cama velha nem precisou começar a ranger para eu saber que, daquele sábado, o Ronaldo não escapava sem me deixar bamba.

O corredor ficou pequeno para o tamanho do estrago.

Segurando meu peso com uma facilidade que me dava até raiva de tão gostosa, ele foi caminhando e fodendo comigo no colo, me levando em direção à sala sem que a gente se desconectasse por um segundo sequer. Cada passo dele era uma estocada mais funda, que me fazia segurar mais forte nele pra não cair.

No meio do caminho, o tecido do vestido — que já não estava servindo de muita coisa — se enroscou nas minhas pernas. Ele deu um puxão com as mãos, ouvi o tecido rasgar e ficar para trás, largado no chão do corredor. Quando caímos no sofá eu estava quase completamente nua. Desarmada, exposta e fervendo de cima a baixo.

O impacto no estofado fez o Ronaldo entrar ainda mais fundo. Soltei um gemido agudo, daqueles de ecoar na casa inteira, e joguei a cabeça para trás, sentindo o ar sumir. Ele não me deu tempo nem de respirar: se posicionou por cima de mim, com os braços fortes me cercando, os olhos verdes brilhando com uma malícia que me deixa maluca, e começou o bombardeio.

— Nua assim você é uma covardia... — ele rosnou entre dentes, a voz rouca.

Ele começou a ditar o ritmo, e o Ronaldo não sabe brincar de leve. Era uma pegada bruta, firme, me macetando com vontade contra as almofadas do sofá. O suor dele começou a pingar no meu peito, misturando com o meu próprio calor. Eu viajava na sensação de estar saciada daquele jeito — a diferença da carne pro silicone era um absurdo, o calor que emanava dele parecia que ia me derreter de dentro para fora. Apoiei minhas pernas nos ombros dele para dar mais espaço, para ele ir até o talo, e ele aceitou o convite com gosto. Começou a socar com mais força, o estofado do sofá afundando com nosso peso.

A minha mente deu um nó.

Aquela imagem que eu tinha alimentado a semana toda, sozinha na cama, estava acontecendo bem ali. O tesão acumulado de dias acumulou na ponta dos meus dedos e na minha musculatura, que começou a contrair, a boceta apertando o pau dele com força lá dentro.

— Amor... não para, vai fode… isso. — eu choramingava, já completamente entregue, sentindo aquela onda elétrica começar a subir pelas minhas coxas.

— Prende as pernas em mim. — ele comandou, acelerando ainda mais o vai e vem, a pele da mão dele cravando na minha cintura, me segurando firme para eu não escapar do rojão.

— Vai, goza para mim, goza no meu pau sua safada gostosa.

Eu não aguentei mais.

Minhas pernas tremeram, o corpo esticou todinho e eu dei aquele gozo gostoso, espremendo ele com toda a minha força enquanto ele dava as últimas estocadas violentas, soltando um gemido grave bem no meu ouvido e descarregando tudo em mim.

Todo o gozo quente.

Caímos os dois de lado no sofá estreito, os peitos subindo e descendo, os corações parecendo duas baterias de escola de samba disputando espaço. O quarto ainda estava longe, mas o estrago na sala já estava feito.

— Vou me vestir antes que alguém chegue. E você também.

Saí dali completamente pelada, peguei o vestido rasgado do chão e fui até meu quarto vestir algo para mais tarde.

Hoje tem. Era meu pensamento.

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Comentários

Foto de perfil de Leniad

Pqp, muito bom. Eu meço o quão bom é um conto pelo tanto que sinto meu terceiro braço mexer dentro da calça hahaha

Sua história com Ronaldo me lembra muito experiências pessoal minha e sua forma de descrever também... impressionante!

Vc tinha quantos anos quando viveu essas aventuras?

PS: termino essa mensagem meio que com o braço esquerdo... o direito segurando o que seu conto produziu. Bjos!

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