Se você é um homem que sente atração por outros homens, com certeza vai entender o que eu passei. Todo cara gay ou bi passa por esse tipo de experiência algumas vezes na vida, e normalmente é assim que começa o despertar pra sexualidade. Praticamente um rito de passagem, evento canônico de todo gay.
Quantos de nós já não se apaixonaram por um amigo hétero gostoso quando eram mais novos? Quem nunca sentiu atração por aquele tio machão ou qualquer outro parente, que atire a primeira pedra, não é verdade? Pois bem... Não falei tio à toa. Na minha vida, essa pessoa foi o tio Wagner, irmão mais velho do meu pai.
Tudo começou nos meus 18 anos, época boa e mais tranquila. Morava perto do meu primo em Nilópolis, jogava bola com os moleques da rua dele e às vezes passava lá pra agitar um fute, coisa de quem só precisava estudar e tirar boas notas.
Eu era novinho, mas tinha certa maldade, já tinha até ficado com umas minas da minha rua. Ficadas bobas, sabe? Coisa da gente fazer rodinha pra dar beijo de língua e curtir o fogo da adolescência, nada mais. De uma certa forma, acho que nunca me peguei olhando pra homens até então, essa coisa de homem com homem foi inédita pra mim. Aconteceu de repente.
Lembro que eu e meu primo inventamos de jogar futebol na chuva com os moleques, depois entramos imundos de lama e ele emprestou uma roupa pra eu tomar banho. Primeiro Natan tomou o banho dele, em seguida eu entrei no banheiro, liguei o chuveiro e fechei o blindex pra tomar o meu, foi aí que aconteceu.
- Licença, Luquinha. – era tio Wagner, pai do Natan.
- Opa! Aconteceu alguma coisa? – fiquei preocupado com a entrada repentina dele.
- Aconteceu, moleque. Com todo respeito... – tio Wagner parou em frente ao vaso sanitário, abriu o zíper da calça jeans e botou o piruzão gordo pra fora. – Tô apertadaço, quase mijando!
- Caramba! – cheguei a perder a voz quando vi o tamanho daquela pica.
Diferente do meu pai, que era um cara liso, sem pelos e que só andava arrumadinho, tio Wagner era um quarentão peludo que exalava seu cheiro forte por onde passava. Ele era desses cafuçus que carregam caixote no CEASA, já viu? Pele morena clara, já meio calvo, nariz largo, antebraços veiúdos e corpo parrudo de paizão de família, sem grandes definições, mas com ombros malhados e muques graúdos devido ao trabalho braçal pesado.
- Aaaah, precisava esvaziar o tanque! Que alívio... – meu tio abriu a torneira, começou a tirar água do joelho e eu assustei no barulho do mijão caindo na água do vaso.
- Porra, tio, isso é quase uma mangueira!
- Bebi água o dia todo, Luquinha. Só agora parei pra dar o mijão. – ele arregaçou a tromba, revelou a cabeçona suada e eu pirei com o cheiro forte de pica que subiu no banheiro.
Mesmo estando debaixo do chuveiro, esse aroma quente penetrou no meu nariz e me deixou zonzo, como se eu tivesse bebido. Que me lembre, foi uma das primeiras vezes que senti tesão em outro cara. O coração pulou no peito e bateu maior nervoso, sorte que o blindex tava embaçado, senão tio Wagner teria me visto de pau duro.
- Desculpa atrapalhar teu banho.
- Que nada, tio. Sei como é, tá tranquilo.
- Sssss... – até os gemidos dele deram tesão.
O cacete do meu tio era bem mais moreno que sua pele, assim como os lábios e os mamilos, mas o que me deixou mais aguado é que os outros moleques da minha idade eram tudo lisinho e fresco, enquanto o irmão do meu pai ostentava testosterona e virilidade em cada parte do corpo peludão.
Era pelos nos antebraços, nas costas, na barba, no bigode, nas pernas, nos pés, em tudo, pra não falar da pentelhada em volta da base do pau, do sacão cabeludo e dos matagais nos sovacos.
Conforme o mijo foi acabando, ele espremeu a piroca entre os dedos, se livrou dos últimos pingos de urina e esse movimento sem querer fez ela aumentar de tamanho, parando na linha tênue entre a flacidez e a meia bomba. As veias incharam, a glande pulsou, a largura cresceu e eu me segurei pra não olhar muito, com medo da reação dele.
- Valeu, Luquinha. Brigadão, moleque.
- Valeu, tio Wagner. Quando precisar, só entrar.
- Beleza.
Pra ele, apenas uma simples ida no banheiro pra mijar. Pra mim, o primeiro grande choque de descoberta da minha sexualidade. Fiquei tanto tempo com a rola do meu tio na mente que cheguei a criar calos nos dedos, de tantas punhetas que bati lembrando dos detalhes do cacetão:
Dos pentelhos sem corte definido, com alguns fios já brancos e denotando experiência; dos bagos encouraçados e revestidos em pele grossa, um mais pesado e caído que o outro; da envergadura do caralho, que já era meio torto mole; do cheiro forte e das pequenas linhas brancas de queijo.
Eu, que nunca nem tinha colocado um pau na boca antes, senti tesão até na sujeira e no suor do tio Wagner, dá pra acreditar? Até me aventurei em cheirar uma calça ou outra que ele tirava depois do trabalho, só que com o tempo isso foi perdendo efeito e minha curiosidade crescendo, eu precisava de mais do que cheirar.
Queria sentir meu tio além do cheiro, porém ele era casado, pai de família e todo machão, então considerei missão perdida tentar algo. A melhor coisa que eu fiz foi ficar na minha e fingir que não sentia atração por ele, porque esquecer aquele picão mesmo era impossível.
No aniversário do meu primo, rolou a maior festança na casa dos meus tios, a família se reuniu e teve churrasco com bebedeira até tarde em Nilópolis. Na hora de ir embora, sobramos eu e Natan bebendo no portão com os amigos dele, minha tia disse que eu podia dormir lá se quisesse e meus pais liberaram.
Eles foram pra casa, eu fiquei ali bebendo e ajudei tio Wagner a arrumar o quintal, depois eu e Natan fomos pro quarto, fizemos nossas camas e ele mostrou o óculos de realidade virtual que ganhou de presente.
Pra quem não sabe, óculos de realidade virtual é tipo um óculos mesmo, que você põe no rosto e ele te isola do mundo externo, faz você mergulhar num jogo, num aplicativo, num filme ou num vídeo. Nós jogamos durante um tempo, depois cada um deitou na sua cama e dormiu.
Ou pelo menos deveria ter dormido, porque a luz do quarto apagou, Natan começou a roncar e eu não preguei os olhos. Minutos depois que ele pegou no sono, a porta abriu devagarinho, vi aquela silhueta masculina se esgueirar pro lado de dentro e mexer na escrivaninha.
- “Tio Wagner.” – pensei.
Ele viu que a gente tava dormindo, pegou o óculos de realidade virtual e saiu do quarto do mesmo jeito silencioso e furtivo com o qual entrou. Eu sabia que meu tio tava aprontando alguma coisa só pelo risinho sem vergonha na cara dele, então esperei um tempo e levantei pra investigar.
Saí andando pela casa escura sem ouvir barulho nenhum, o único ruído que escutei foi da minha tia roncando alto no quarto. Até que cheguei no final do corredor, vi a porta do escritório encostada, a luz acesa, e ouvi murmurinhos estranhos vindo de lá. Bisbilhotei na fresta e o que vi me deixou assustado, foi de cair o cu da bunda.
- Safada... Gostosa... Peitinho durinho o teu, será que é boa na chupeta? – a voz do meu tio saiu baixinha, sorrateira, e me seduziu.
Ele podia tentar falar baixo pra se esconder no silêncio da madrugada, já a piroca grossa apontada pro teto do escritório, isso foi difícil esconder. Difícil não, impossível. Como esconder uma mandioca nas calças? Não dá, não tem como.
- “CACETE! O que ele tá fazendo?!” – fiquei tão fascinado pela ereção do tio Wagner que até demorei a notar o óculos de realidade virtual no rosto dele.
O cara tava totalmente imerso num vídeo pornô, desligado do mundo exterior e disperso do escritório. Seu corpo parrudo estava sentado meio curvado na cadeira giratória, as pernas esticadas pra frente, uma cruzada na outra, e os dedos dos pés abrindo e fechando devagar conforme a pica cuspia babão.
- O que eu tô precisando é uma mamada. Minha mulher não gosta de chupar, fico carente pedindo boquinha. Heheheh. – ele confessou.
- “Hmm... Será que é chamada de vídeo com alguém?” – deduzi.
Se mole já chamava atenção, dura então... A trolha do tio Wagner era uma aberração de imensa. Grossa pros lados, grande pra frente, tortona pra cima e quase do tamanho do meu antebraço, com o cabeção pulsante batendo igual um coração de boi e as bolas pesadonas na bolsa escrotal, que mais parecia uma sacola folgada.
- Vontade de fazer uma espanhola nesses peitão teu. Queria você aqui me chupando agora, piroca tá toda babada. – ele apertou as mãos no ar, como se estivesse alisando os seios da atriz pornô.
E o pior é que meu tio nem tava batendo punheta pra se manter duro, a putaria rolando solta no óculos de realidade virtual foi suficiente pra fazer a ereção dar seta pra cima. A uretra larga ditava a curvatura do caralho, não parou de minar babosa da ponta da cabeça e eu não consegui ficar ali parado, tive que entrar no escritório pra conferir de perto.
- “Se ele tirar o óculos e me pegar aqui, eu tô fudido.” – senti medo, mas a curiosidade e o tesão falaram mais alto.
Aproveitei que ele tava cego pela imersão do óculos, me aproximei e, de perto, a caceta ficou maior do que já era. Ali tinha, brincando, papo de 23 pra 24cm de piroca, e não era qualquer piroca, era uma piroca longa, espessa e da chapoca gorda, muito acima da média. Uma ripa de madeira, quase. Acho que nem com as duas mãos eu conseguiria segurar ela inteira.
- Fica olhando muito não, putinha, pode mamar. Tô carente, hoje eu deixo. – ele passou o dedo na glande, tirou a teia de baba e eu me deixei levar pelo pedido sincero.
Ajoelhei, cheguei perto com o máximo de cuidado, abri a boca e meu hálito quente envolveu a parte de cima da pica, no que ela reagiu pulsando e mudando de tamanho.
- SSSS! – tio Wagner se contorceu, escarrou um filetão de baba esbranquiçada e eu tive o deleite de receber aquele rastro de pré-gozo no rosto.
Passei mal com a quentura do sêmen dele na minha pele.
- Pode chupar, ninguém vai saber. Segredo nosso. – o macho insistiu.
Pensei que ele tava falando comigo, perdi totalmente o pudor e confundi legal, a tensão sexual foi forte demais pra mim. Lambi a pontinha da cabeça, vi que ele não se assustou e tomei coragem pra envolver a língua na glande, foi quando meu tio se abriu, cruzou os dedos dos pés e se esticou na cadeira.
- Isso, chupa! Hoje o dia foi cheio, só chupeta pra aliviar. FFFF! Enche a boca na minha pica, vai?
Você não imagina como suei de nervoso nesse momento. Porque esperei que ele fosse remover o óculos e me punir, mas não, o safado se entregou à tecnologia, relaxou o corpo parrudo, jogou os braços pra trás e me deixou à vontade pra pagar o primeiro boquete da minha vida.
- SSSS! Chupada gostosa, boquinha quentinha! – ele se derreteu na cadeira, e olha que eu nunca tinha mamado antes.
Tão logo abocanhei a cabeça, a pica continuou aumentando na minha boca e seu gosto meio salgado de suor dominou as papilas, eu levei alguns minutos pra me acostumar com esse amargor. Suguei a glande, espanei ela no céu da boca e aos poucos fui dando os primeiros rasantes em direção à metade da vara, o que tirou meu fôlego.
- Calma, sem fome. A rola não vai fugir, ela te quer. Gostou da tua boca, olha. – a jeba pulou sozinha no ar, soltou mais pontes de baba espessa e eu entrei com a língua embaixo, não deixei pingar no chão.
Caí de boca nos bagos cabeludos do meu tio, chupei sua virilha peluda e o gostinho da testosterona nocauteou meus sentidos, aquele aroma íntimo que só minha tia deveria conhecer. Lutei pra engolir as duas bolas ao mesmo tempo, mas foi anatomicamente impossível, dado o tamanho cabuloso delas.
- Chupa uma bola, vai? SSSS! Isso, continua. Agora a direita, pra ela não sentir inveja da esquerda. Heheheh. Tesão de mamada.
Fiz esforço pra engolir mais, arreganhei bem os beiços e quase cansei a mandíbula, mas não desisti até chegar pelo menos na metade do caralho. Foi difícil? Sim, demais. Mas quando aconteceu, o cabeção travou nas minhas amídalas, o gosto amargo aumentou e eu derramei lágrimas de nervoso, entalado na vara do meu tio.
- AAARGH! Caralho! Mentira que vai no talo!? – nem ele acreditou.
Aliás, pra ser franco, eu também não acreditei no que fiz. Botei a língua pra fora, engoli a giromba inteira e a ponta da língua ainda fez carinho no saco, daí eu chorei de novo... Mas choro de satisfação, de descoberta: eu tinha acabado de descobrir que nasci pra mamar pica, começando pela marreta do tio Wagner.
- “Chupar uma pica grossa enche a boca, será que fina é diferente? E se fosse uma maior, eu daria conta do recado?” – depois da primeira engasgada, mil e um pensamentos curiosos e sacanas permearam minha mente.
Envolvi a mão no talo da jeba, mas meus dedos não fecharam ao redor dela, culpa da largura. Segurei firme, casei as sugadas com o subir e o descer da mão e imitei as atrizes dos vídeos pornôs, paguei boquete ao mesmo tempo que masturbei o macho. Mais uma vez, ele esticou as pernas, os dedos dos pés torceram e os pelos arrepiaram.
- OOORGH! Gostei, foi lá na garganta! Tô sentindo tua goela, putinha! – ele se empolgou, desceu a mão na minha cabeça e fez pressão, me manteve asfixiado no talo da piroca por mais de dez segundos.
Bastou, agora sim chorei de verdade. Meu tio abriu a boca, gemeu mais alto que antes e eu senti o sacão roncar no meu queixo, como se ele elaborasse a seiva antes de jogá-la no fundo da minha goela. Seu púbis pentelhudo vestiu meu nariz, minha respiração foi a pura nata dos feromônios, e o filho da puta ainda teve a maldade de forçar a cintura no meu rosto, meio que querendo fuder minha garganta.
- SSSS! CARALHO, QUE PORRA É ESSA?! – só então o tio Wagner se deu conta do meu cabelo curto, suspendeu o óculos e me encarou. – LUQUINHA!? O QUE TU TÁ FAZENDO?!
- C-Calma, tio, eu posso explicar!
- Explicar como?! Sou teu tio, porra! Tenho mulher! E outra, sou macho! Tu é bicha, é?
- Por favor, deixa eu explicar! Juro que é a primeira vez que faço isso, nunca senti atração por homem antes.
- Que papo estranho, moleque. Não enrola, responde! Perdeu a noção do perigo?!
- Perdi, vacilei. Levantei pra ir no banheiro, escutei barulho e vi você aqui se masturbando, daí cê chamou pra mamar e eu vim, não resisti.
- Não chamei você, chamei a puta do vídeo! Quem deu autorização pra tu me chupar?! – ele levantou da cadeira e apertou meu braço, mas o que mais captou minha atenção foi a piroca ainda em riste, mirada pro teto.
- Eu sei que você falou pra puta. Mas foi mais forte que eu, tio Wagner, desculpa. Quando vi, já tava sentindo o cheiro do teu pau. Você não imagina como me atrai.
- Eu... Te atraio? – meu tio aliviou a pressão no meu braço e me olhou, curioso. – Tá falando sério?
- Demais. Cê sabe que eu pego as minas lá da rua, nunca fiz isso antes.
- Tem certeza, moleque? Porque do jeito que tu mamou, pareceu a primeira vez não.
- Não?
- Não. Pareceu que tu é acostumado a engolir pau. Chegou no talo, porra, nem tua tia dá conta.
- SÉRIO?! Pra mim é elogio, tô me achando bom nisso. Hahaha.
- Continua, explica esse papo de atração.
- Desde o dia que eu tava tomando banho e você entrou no banheiro pra mijar, lembra? Nunca mais tirei sua rola da mente. Eu nem sabia que dava pra sentir essas coisas por outro homem, mas acho que...
- Acha o quê?
- Acho que só fiquei assim por que é você. Sei lá, seu corpo me atrai. Seus pelos, o cheiro, seus pés... Você todo me atrai, juro que não resisti. Por favor, não conta pros meus pais! – ajoelhei e implorei.
De pé na minha frente, ele fez cara de bravo, vestiu o short de dormir e olhou pra porta do escritório. Tio Wagner foi até lá, passou a chave, voltou pra cadeira giratória e me encarou.
- O que você fez é bem sério, garoto. Me dá um bom motivo pra não contar pro teu pai.
- Quer um bom motivo? Olha aí no seu colo. – apontei pro meio das pernas dele, indiquei a caceta envergada e ela fez mancha de babão no pano fino.
Bastou eu apontar pra ela dar um salto e puxar o tecido pra cima, tio Wagner não teve como esconder a barraca armada.
- Tá maluco, moleque!? Sou teu tio, porra, me respeita!
- E desde quando te mamar gostoso é falta de respeito? Pelo contrário, quero te ajudar a aliviar. Você gostou da chupada, não gostou? Fala a verdade.
- É... Até que tu mama legal. Mas mesmo assim, já pensou se tua tia acorda?
- Mais um motivo pra gente não perder tempo. Deixa comigo. – ajoelhei, pus a mão no volumão e ele tirou.
- Tô falando que eu sou hétero, Luquinha, não gosto de boiolice.
- Mas gosta de chupeta, não gosta?
- Demais, sou viciado.
- Tô vendo. É só falar disso que teu pau pula, ó. – pus a mão de novo e dessa vez ele não me impediu, apenas reclamou.
- Não sou viado, tô falando.
- Cara, eu só quero te aliviar. Põe o óculos e deixa eu fazer o resto, ninguém vai ver.
Continuação no On Now.
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