Conto Real. O domingo de chuva e frio pedia um descanso, mas o celular vibrando em cima da cama mudou completamente o rumo daquela tarde. Na tela, a mensagem de Priscila desfez qualquer tranquilidade: "O que você está fazendo? Estou com uma saudade absurda... Tem coragem de vir me ver?"
Priscila tinha 31 anos, era casada, mãe de dois filhos, mas carregava uma malícia que poucas mulheres tinham. Era dona de uma pele branquinha que contrastava com as curvas fartas — uma bunda redonda, peitos generosos e uma intimidade rosada que parecia desenhada. A resposta foi imediata e provocativa: "Só vou se for para gozar na sua boca."
A tréplica dela veio cheia de audácia: "Duvido, você não tem coragem. Sabe que eu sempre deixo você gozar todinho ali dentro. Vem viver essa loucura comigo. Para no estacionamento do meu serviço, eu saio um pouco e, dentro do carro, eu faço o que você quiser."
Minutos depois, o carro cortava as ruas cinzentas até estacionar na parte mais escura e deserta do estacionamento da empresa dela. O tempo chuvoso garantia o isolamento perfeito. Assim que a mensagem de aviso foi enviada, a silhueta de Priscila surgiu na penumbra. Ela abriu a porta rapidamente, trazendo o perfume dela para dentro do veículo, e selou a chegada com um abraço apertado e um beijo quente.
— Você é muito safado — ela sussurrou, com um sorriso cúmplice.
— Lógico, olha o convite que você me faz — respondi, já puxando o corpo dela para mais perto.
As mãos foram direto para os peitos fartos dela por baixo da roupa, apertando com vontade enquanto as bocas se colavam em um beijo profundo, cheio de urgência. O desejo acumulado fez o short sumir do corpo em segundos. Com o membro ainda amolecendo pelo calor do momento, ela sorriu, sabendo exatamente o que fazer.
— Acorda ele — pedi.
Priscila segurou com firmeza, começou a massagear com a palma da mão e, logo em seguida, abriu os lábios, engolindo a cabeça de uma vez. A boca dela era incrivelmente quente e úmida. Ela começou um boquete faminto, descendo e subindo com vigor, sem pressa, alternando a pressão da língua com a sucção firme. Em poucos instantes, o membro pulsou e endureceu feito rocha, preenchendo completamente a boca dela.
A cada movimento, o som úmido da saliva preenchia o interior do carro, cujos vidros começavam a embaçar com o calor dos corpos. Priscila olhava de baixo para cima, com os olhos brilhando de pura safadeza, deliciando-se com o tamanho e com o sabor. Enquanto ela mamava com vontade, uma das mãos livres buscou a bunda farta e redonda dela, apertando a carne macia, enquanto os dedos da outra mão escorregavam para a intimidade. A buceta de Priscila estava completamente encharcada, melando os dedos de imediato. Ao sentir o toque e o deslizar do dedo em seu clitóris, ela soltou um gemido abafado contra o membro, intensificando o ritmo da mamada.
— Tá gostando? — perguntei, sentindo a cabeça latejar.
— Estou matando a minha saudade... Adoro chupar você — ela murmurou, pausando por apenas um segundo antes de voltar a engolir tudo até a base.
Foram mais de vinte minutos de puro delírio, com ela demonstrando toda a sua perícia e tesão. A boca trabalhava sem parar, explorando cada centímetro, sugando com uma força que testava todos os limites. O prazer subiu pela espinha, tornando impossível segurar por mais tempo.
— Não vou aguentar... Vou gozar tudo na sua boca! — avisei, com a voz embargada.
Priscila não recuou. Pelo contrário, ela firmou a mão na coxa, olhou fixamente nos meus olhos e sugou com ainda mais força, cravando os lábios e fazendo uma pressão absurda. Continua..... parte 2 vcs quer?