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A Melhor Amiga Da Minha Esposa E Os Novos Vizinhos A Transformaram Numa Puta Pt3

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Um conto erótico de Carvalhinho
Categoria: Heterossexual
Contém 2987 palavras
Data: 17/06/2026 13:39:44

Na manhã seguinte acordamos e nos beijamos preguiçosamente. Já era tarde, quase meio-dia. Fomos tomar café na cozinha. Depois Thais foi tomar banho e eu fiquei esperando. Estávamos nos arrumando para ir a um restaurante quando a campainha tocou. Era o Douglas.

Ele entrou e disse animado:

— Vocês dois vão almoçar lá em casa? Sobrou muita carne e bebida de ontem.

Eu respondi:

— Não, obrigado. Já vamos num restaurante.

Douglas insistiu:

— Que isso, gastar dinheiro à toa? É melhor aproveitar o convite dos seus vizinhos.

Eu e Thais nos olhamos. Ela deu de ombros e disse:

— Tudo bem, nós vamos.

Seguimos Douglas até a casa dele, que ainda estava toda bagunçada da festa. Pamela estava na piscina, usando um biquíni chamativo e bem cavado que mal cobria seu corpo. Rômulo não estava lá. Douglas comentou:

— Meu irmão foi pegar a Sandra.

Pamela se dirigiu a mim e à Thais, nos cumprimentou com um sorriso e foi até a área da churrasqueira e do fogão. Ela falou:

— Eu não sou boa na cozinha, então não vai ser o melhor arroz do mundo, mas é o que tem.

Thais foi até ela e as duas ficaram conversando animadamente.

Logo depois Sandra chegou. Ela cumprimentou Douglas e, quando me abraçou, eu não consegui evitar lembrar da transa que vi na festa — ela sendo comida pelos dois. Meu pau ficou duro na hora. Sandra me apertou no abraço, como se tivesse percebido.

Rômulo cumprimentou Thais com um abraço bem apertado, demorado demais para o meu gosto. Douglas me chamou e, ao lado de Rômulo, ficamos os três na churrasqueira enquanto as mulheres conversavam na beira da piscina.

Douglas olhou para Thais e disse:

— Thais, entra na piscina e aproveita.

Sandra respondeu:

— Eu já vim preparada.

Ela foi ao banheiro e voltou pouco depois, só de biquíni. Thais comentou:

— Eu não trouxe o meu, coloquei para lavar.

Pamela falou na hora:

— Eu te empresto um!

As duas saíram juntas para pegar o biquíni.

Thais retornou usando um biquíni curto que Pamela havia emprestado. Ela estava extremamente gostosa — o modelo cavado destacava sua bunda empinada, a cintura definida e os seios médios. Douglas e Rômulo não tiravam os olhos dela nem por um segundo.

Enquanto as carnes assavam na churrasqueira, eu e os dois irmãos conversávamos sobre vida, trabalho e coisas do dia a dia. Eles me perguntaram como funcionava o meu trabalho de casa. Eu expliquei o modelo de home office, as tarefas técnicas e comentei que trimestralmente precisava viajar para Brasília para reuniões presenciais.

Enquanto isso, as três — Thais, Sandra e Pamela — estavam na piscina, rindo e conversando. Rômulo deu um sorrisinho, olhando para Thais dentro d’água, e falou:

— Deve ser foda deixar uma esposa como a Thais aqui sozinha e ir pra capital, né? Eu nem conseguiria dormir direito…

Notei claramente os olhares dele e do Douglas percorrendo o corpo da minha esposa o tempo todo.

As primeiras carnes saíram da churrasqueira e começamos a comer. Estava tudo bem saboroso. Pamela se aproximou de mim, ainda de biquíni, e disse:

— Entra na piscina, Ti!

Depois virou para o irmão e continuou:

— Douglas, você acredita que outro dia apareceu um rato aqui? O Thiago veio matar e me ajudar. Ele foi muito gentil.

Douglas sorriu e falou:

— Obrigado, cara.

Enquanto conversávamos, notei Rômulo e Sandra se levantando separadamente e indo para dentro da casa. Fiquei desconfiado e resolvi segui-los discretamente.

Entrei e fui até a sala . O que vi me deixou paralisado.

Sandra estava de joelhos na frente do Rômulo. Ela havia puxado o short dele para baixo e segurava aquele pau grosso de 19 cm com as duas mãos. Devagar, ela passou a língua pela cabeça rosada, lambendo o pré-gozo que escorria. Depois abriu a boca e engoliu o máximo que conseguiu, os lábios esticados ao redor da grossura dele. Começou a chupar com vontade, subindo e descendo a cabeça, fazendo barulhos molhados enquanto a saliva escorria pelo queixo. Rômulo segurava os cabelos dela e gemia baixo, empurrando o quadril para foder a boca da Sandra.

Ela tirou o pau da boca, deu uma lambida longa desde as bolas até a cabeça e depois enfiou tudo de novo, engasgando um pouco, mas continuando com fome. Os olhos dela lacrimejavam de tesão.

Rômulo não aguentou só receber. Ele a levantou, tirou o biquíni dela rapidamente e a colocou sentada na mesa. Abriu as pernas dela e se ajoelhou. Começou a chupar a boceta da Sandra com vontade: lambeu os grandes lábios, enfiou a língua bem fundo, depois sugou o clitóris com força enquanto enfiava dois dedos grossos nela. Sandra gemia alto, segurando a cabeça dele, rebolando contra o rosto do Rômulo enquanto ele a devorava.

Fiquei ali, escondido, assistindo tudo. Meu pau ficou completamente duro, latejando dentro da calça.

Rômulo não perdeu tempo. Ele posicionou Sandra de quatro sobre o sofá, empinando aquela bunda média bem para cima. De onde eu estava, conseguia ver tudo perfeitamente. Ele passou a mão grande pela boceta dela, abrindo os lábios inchados e molhados. Começou a enfiar dois dedos grossos devagar, fazendo um som obsceno de “ploc, ploc, ploc” enquanto entravam e saíam da buceta encharcada dela. Sandra gemia alto, rebolando contra a mão dele.

— Me fode… me fode com esse pauzão, vai! — implorava ela, a voz rouca de tesão.

Rômulo sorriu safado e respondeu:

— É claro que vou, vadia.

Ele tirou os dedos, segurou o pau grosso de 19 cm pela base e esfregou a cabeça rosada e grande na entrada molhada da Sandra. Ficou provocando, passando para cima e para baixo, batendo de leve no clitóris inchado. Sandra empinava mais a bunda, desesperada. Então, devagar, ele começou a penetrar.

A cabeça grossa do pau dele forçou a entrada, abrindo a buceta dela centímetro por centímetro. Sandra soltou um gemido longo e gutural quando ele foi enfiando, o pau grosso esticando as paredes dela visivelmente. Ele parou na metade, puxou um pouco para trás e empurrou novamente, mais fundo, até enterrar quase tudo. O som molhado da penetração era alto. Rômulo segurou firme os quadris dela e começou a meter com ritmo lento e profundo, tirando quase todo o comprimento e enfiando de novo com força, fazendo as bolas dele baterem na boceta dela.

Cada estocada fazia os seios médios da Sandra balançarem e ela gemer mais alto:

— Isso… assim… me arromba com esse pau grosso!

Rômulo acelerou aos poucos, segurando os cabelos dela como rédea, metendo cada vez mais forte enquanto a buceta dela escorria de tesão.

Fiquei ali, imóvel, assistindo tudo. Meu pau estava latejando, completamente duro dentro da calça.

Foi então que ouvi a voz da Pamela chamando:

— Sandra, cadê você?

Os dois se apressaram. Rômulo entrou rápido no banheiro e Sandra seguiu para a cozinha, tentando disfarçar. Eu ainda estava parado ali, de pau duro latejando, quando Pamela dobrou o corredor e me encontrou.

— Oi, Ti. Você viu a Sandra? — perguntou ela.

Ainda excitado e com a respiração um pouco alterada, respondi:

— Não, Pamela… não vi.

Ela me olhou com atenção e notou meu nervosismo. Franziu a testa e perguntou:

— Ti, tá tudo bem?

Forcei um sorriso e respondi:

— Sim, está tudo bem. Vamos lá voltar pro churrasco.

Ao voltarmos para o churrasco, Thais e Douglas estavam na piscina. Ele não tirava os olhos dela. Thais estava extremamente gostosa com aquele biquíni curto, molhada, os cabelos loiros grudados no corpo e a bunda empinada brilhando com a água. Eu estava excitado só de olhar para a minha própria esposa.

Mas a Pamela me tirava do sério. Ela me provocava o tempo todo com toques “acidentais” no braço, roçando o corpo no meu e soltando indiretas com um sorrisinho safado.

Sandra e Rômulo preparavam os acompanhamentos do churrasco. Pouco depois, Sandra avisou:

— Já está pronto! Vamos almoçar.

Todos nos sentamos à mesa que Douglas e Rômulo colocaram na área de churrasco. Foi então que chegou uma mensagem no meu WhatsApp. Era o Hugo, marido (ou ex, sei lá) da Sandra. Ele escreveu:

“Oi, boa tarde Thiago. Podemos conversar?”

Respondi apenas “sim” e desliguei o telefone na hora.

Enquanto almoçávamos, Douglas e Rômulo conversavam animadamente com Thais e Sandra sobre a loja onde elas iriam trabalhar, explicando detalhes do cargo, horários e como funcionava o dia a dia.

Após o almoço, resolvemos aproveitar a piscina. Eu e Thais ficamos juntos na água, nos beijando bastante, abraçados e curtindo o momento. Enquanto isso, Douglas e Sandra saíram da área da piscina. Eu sabia muito bem o que eles iam fazer.

Pamela decidiu ir para o quarto dela. Pouco depois, Rômulo se aproximou e interrompeu nosso amasso, dizendo com um sorriso:

— Vocês não estão querendo uma cerveja não?

Ele saiu para pegar as bebidas. Eu então falei para Thais:

— Amor, preciso ir ao banheiro.

Fui em direção ao banheiro, mas sem querer ouvi gemidos vindos do escritório que eles usavam como depósito de mercadorias. Me aproximei devagar e olhei pela porta entreaberta.

Douglas estava metendo com força e imponência, estocando fundo na Sandra. O corpo musculoso dele batia contra ela com violência ritmada. Sandra gemia alto, descontrolada:

— Me arromba, seu filho da puta! Come essa puta, vai!

Fiquei ali alguns segundos olhando, excitado e incomodado ao mesmo tempo, mas decidi voltar para a piscina antes que me vissem.

Quando cheguei, Thais estava nervosa e ofegante. Ela me viu e disse rapidamente:

— Amor, você demorou…

Alguns minutos depois decidimos ir embora. Douglas e Rômulo se despediram dela com um sorriso:

— Até amanhã, Thais.

Assim que chegamos em casa, resolvi mandar uma mensagem para o Hugo:

“Hoje na sua casa, ok?”

Ele respondeu quase imediatamente:

“Ok.”

Fiquei ali com Thais, mas minha mente não parava. Ela estava muito estranha o dia todo.

Me arrumei para ir encontrar o Hugo e avisei a Thais e a Sandra, que estava lá em casa:

— Vou sair para encontrar um amigo.

Segui até a casa do Hugo. Ele me recebeu com um abraço forte e disse:

— Thiago, que bom te ver, cara!

Entramos e ele comentou:

— A casa tá bagunçada… a Sandra mal para em casa ultimamente.

Eu respondi:

— Divórcio é complicado, né cara?

Continuei:

— Você devia liberar o divórcio logo, sem complicações.

Hugo me olhou sério e falou:

— Você acredita na Sandra, né? Mas você deveria odiar ela .

Eu perguntei:

— Por quê?

Hugo me mandou sentar no sofá e começou a falar, visivelmente abatido:

— Eu e a Sandra passamos por um momento em que eu não conseguia ter relação com ela. Procuramos ajuda, mas ela me propôs que eu liberasse ela pra ficar com outros homens. Eu não aceitei. Mesmo assim, ela fez. Depois pediu o divórcio. Eu tentei salvar o casamento, ainda tenho esperanças… mas o que eu descobri me deixou mal. E não quero que aconteça com você.

Ele fez uma pausa e continuou:

— Eu coloquei um aplicativo espião no celular dela. Descobri muita coisa. Eram mensagens com vários homens, fotos nuas… Mas o que mais me chocou foram as conversas com o Douglas e o Rômulo. Os dois davam em cima dela descaradamente, e ela fazia o mesmo. Eles trocavam nudes. Depois ela perguntou sobre o emprego e o Douglas respondeu: “É seu, mas eu quero uma ajuda sua. Eu quero sua amiga gostosa, a Thais.” O Rômulo também a quer muito. Eles já mandaram nudes e mensagens pra ela, mas ela não responde. Aí a Sandra falou: “Eu tenho um plano.”

Eu olhei para ele em choque e perguntei:

— Que plano é esse?

Hugo me mostrou o restante das mensagens. A festa, o emprego, tudo faz parte do plano deles. Os dois ainda reforçavam que a Pamela não poderia saber de nada. Fiquei sem palavras.

Eu disse:

— Hugo, obrigado. Eu já sei o que fazer.

Saí da casa dele atordoado. No caminho, mandei uma mensagem para a Pamela:

“Quero falar com você.”

Cheguei em casa e não conseguia olhar para a Sandra e nem para a Thais do mesmo jeito. Como assim os dois mandaram nudes e cantadas pesadas para ela e ela não me falou nada?

Foi então que recebi a resposta da Pamela:

“Vem aqui em casa. Meus irmãos saíram.”

Saí de casa com o pretexto de colocar o lixo na rua e aproveitei para tocar a campainha da casa dos vizinhos.

Cheguei no quarto da Pamela. Assim que entrei, ela me jogou na cama e perguntou com um sorriso:

— Você aqui? O que você quer?

Fui direto ao ponto e contei tudo: as mensagens, o aplicativo espião que o Hugo colocou no celular da Sandra, o plano deles, as cantadas pesadas e os nudes para a Thais.

Pamela me olhou com os olhos cheios de lágrimas e disse:

— Meu Deus, Ti… Eu sinto muito.

Ela continuou, visivelmente abalada:

— Eles não são responsáveis. Mexer com mulher casada… Meus pais vão matar eles. Meus pais já estão acostumados com as besteiras dos dois, mas nunca passaram a mão na cabeça deles. E o que você quer fazer agora?

Eu respondi:

— Eu quero a sua ajuda.

Pamela me olhou por um momento e disse:

— Eu te ajudo… mas com uma condição. Se a sua esposa aceitar essas cantadas, eu quero que você não aceite essa humilhação. Eu gosto de você, Ti.

Ela se aproximou e me beijou na boca. Eu retribuí por um segundo, mas logo a afastei com cuidado e falei:

— Desculpa… mas eu não quero isso.

Completei:

— Eu vou hackear todas as câmeras dessa casa, o celular da Thais e o sistema da loja. Você vai me ajudar?

Ela concordou.

Nos despedimos e eu voltei para casa. Assim que entrei, Thais me avisou:

— A Sandra vai dormir aqui hoje.

Eu me deitei ao lado dela na cama, mas não conseguia relaxar. Ficava pensando se ela já tinha caído na lábia daqueles dois.

Na manhã seguinte, Thais e Sandra se preparavam para ir trabalhar. Decidi levá-las até a loja. Era um local grande, bem organizado, com roupas masculinas de todos os tipos e preços.

Assim que chegamos, Douglas e Rômulo apareceram. Pamela também estava lá. Ela me cumprimentou normalmente e, quando teve oportunidade, sussurrou:

— Passa o celular.

Entreguei o aparelho para ela. Pamela conectou rapidamente no Wi-Fi da loja.

Fiquei mais um tempo por ali, observando o local. Antes de sair, Pamela e eu ficamos sozinhos por um momento e ela me disse baixinho:

— Não sei o Wi-Fi lá de casa.

Eu respondi:

— Não precisa. Vou invadir as câmeras pelo sistema da empresa. Conheço o dono e fui eu que arrumei o sistema para ele. As da loja eu só consigo acessar por Wi-Fi. Mas obrigado.

Saí da loja e voltei para casa. Passei mais de uma hora trabalhando nisso, mas consegui. Hackeei e acessei as câmeras de ambos os lugares.

Pela tela, vi que Thais e Sandra estavam atendendo os clientes. Douglas e Rômulo estavam no caixa, conversando e rindo entre si.

Nas horas seguintes fiquei ocupado trabalhando. Precisei finalizar um relatório técnico complexo para um cliente de Brasília, ajustar algumas configurações de servidor e resolver um problema de latência que estava afetando o sistema. De vez em quando eu alternava as telas e olhava para as câmeras que havia hackeado.

Douglas e Rômulo não ficavam muito tempo na loja. Passavam, davam uma olhada, conversavam com alguns clientes e depois sumiam. Thais, por outro lado, estava visivelmente perdida. Ela ainda não sabia muito bem como a loja funcionava, ficava confusa com o sistema de caixa e a organização das peças.

Em determinado momento, notei que Sandra e os dois entraram na sala de mercadorias nos fundos da loja, onde ficavam as roupas e sapatos estocados. Fechei a porta atrás deles. Eu aumentei o volume das câmeras e vi tudo.

Sandra foi posicionada de frente para os dois. Ela se ajoelhou rapidamente, puxou os paus deles para fora e começou a chupar um de cada vez. Primeiro o de Douglas, o pau enorme de 23 cm grosso. Ela lambia da base até a cabeça, depois abria bem a boca e engolia o máximo que conseguia, babando bastante. Depois alternava para o Rômulo, o pau mais grosso ainda de 19 cm, forçando os lábios ao máximo. Eles seguravam a cabeça dela e fodiam sua boca alternadamente, fazendo ela engasgar e babar enquanto olhavam para ela com tesão.

Depois de alguns minutos, eles a levantaram. Rômulo a colocou de quatro sobre umas caixas de sapatos e meteu com força na boceta dela de uma vez só. Sandra gemeu alto. Douglas enfiou o pau na boca dela ao mesmo tempo. Os dois começaram a foder ela com violência, estocando fundo e rápido. O som molhado dos corpos se chocando ecoava na sala. Eles trocavam de posição: um na boceta, outro na boca, depois viravam ela, metiam de lado, de frente… Sandra gemia descontrolada, o corpo tremendo:

— Isso… me fode… me arromba!

Eles foderam ela com tudo por vários minutos, cada vez mais forte, até que os três gozaram horrores. Rômulo gozou dentro dela, Douglas gozou na cara e nos seios dela. Sandra tremia inteira, gozando forte enquanto a porra escorria pelo seu corpo.

Eu vi e ouvi tudo, sentado na frente do monitor.

O resto do expediente seguiu normalmente. O movimento na loja ficou bem baixo. Thais estava no balcão organizando as meias que estavam à venda. Depois ela se dirigiu até a sala de mercadorias e ficou ali, com um papel na mão, anotando o número de algumas caixas.

Foi quando Douglas apareceu. Ele começou dizendo:

— Me desculpa, eu sei que você não gosta que eu diga isso… mas você é uma gata.

Ele se aproximou por trás, agarrou-a pela cintura e colou o corpo nela, roçando o pau contra sua bunda enquanto falava:

— Eu fico louco por você…

Thais se soltou bruscamente e respondeu brava:

— Eu sou casada. Me deixa em paz!

Ela saiu da sala de mercadorias visivelmente irritada.

Eu, assistindo tudo pelas câmeras, fiquei aliviado. Pelo menos dessa vez ela reagiu. Mas ainda precisava ficar em alerta. Isso claramente não estava acabado.

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Comentários

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Só se ela for muito burra. Já viu que os caras estão só de curtição. Transam com a amiga dela todo tempo, ela percebe. Agora o marido, tenho a impressão que ele deseja que ela o traia. Ele deveria falar a real pra ela, mas a vigia pra ter um álibi pra trair. Tb não vale nada.

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Está fácil de resolver, e só dizer pra esposa sabe de tudo e não deixar ela trabalhar pros caras e afastar ela da amiga da onça, mas ao invés disso vai ser traído e vai virar corno manso

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