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SOCIEDADE SECRETA DO TERCEIRO ANO PT 12 A TRAIÇÃO

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Um conto erótico de GABRIEL SILVA
Categoria: Heterossexual
Contém 2436 palavras
Data: 17/06/2026 16:44:40

Saí da casa de Lucia bem tarde já. O tempo estava fresco, mas eu sentia o corpo cansado, como se carregasse o peso de tudo que tinha acontecido naquele ato sexual pervertido. Dirigi direto para o hospital, sem parar em casa. Precisava ver minha mãe.

Quando entrei no quarto, ela estava sentada na cama, acordada, com um sorriso fraco no rosto. Parecia bem melhor — cor nas bochechas, olhar mais vivo. O médico tinha dito que os exames estavam estabilizando.

— Filho… você veio de novo — disse ela, estendendo a mão.

Eu sentei ao lado da cama e segurei a mão dela. Estava quente. Isso me deu um alívio enorme.

— Claro que vim, mãe. Como você tá se sentindo hoje?

— Melhor. Bem melhor. Os remédios estão fazendo efeito. O médico disse que posso ir pra casa em breve.

Eu sorri, mas por dentro o peito apertava. Pedi para falar com o médico. Ele confirmou: ela estava estável, mas ainda precisava de mais alguns dias de observação. O tratamento caro estava sendo pago — e eu sabia por quem.

Fiquei lá com ela um tempinho. Conversamos sobre coisas simples: o trabalho dela, o tempo, como estava a escola. Mas eu via nos olhos dela a preocupação que ela tentava esconder.

Em determinado momento, ela perguntou, voz baixa:

— E seu pai? Tem ligado?

Eu franzi a testa, confuso.

— Como assim, mãe? Pensei que ele estivesse ligando todos os dias pra você. Por isso nem me preocupei tanto com ele.

Ela balançou a cabeça, olhar distante.

— Não, filho. Desde um dia antes do acidente… não tenho mais notícias dele. Nenhuma ligação. Nenhuma mensagem. Nada.

O mundo pareceu parar por um segundo. Meu pai. Aquele homem que sempre viajava, sempre ocupado, sempre distante. Eu nunca fui muito ligado a ele — nossa relação era fria, quase formal. Ele nunca se importou muito com isso. Mas agora… o silêncio dele era diferente. Pesado.

Peguei o celular ali mesmo. Liguei. Não tocou. Caiu direto na caixa postal. Mandei mensagem no WhatsApp. O tic duplo nunca apareceu. “Não entregue”.

— Ele deve estar fora do país — murmurei, tentando me convencer. — Deve estar sem sinal.

Minha mãe apertou minha mão, tentando me acalmar, mas os olhos dela estavam preocupados.

— Seu pai é um homem inteligente, Matheus. Um negociador nato. Logo logo manda notícias. Não fica assim.

Eu assenti, mas por dentro o medo crescia. Com tudo que estava acontecendo — a Seita, Isabela, Edna, o dinheiro sujo —, o silêncio do meu pai parecia uma bomba-relógio.

Fiquei mais um tempo com ela, prometendo que ia conseguir a alta logo. Quando saí do hospital, já era quase meia noite. Fui pra casa, tomei um banho rápido e tentei dormir um pouco. O sono veio pesado, como um apagão.

Acordei com o corpo dolorido. Era cedo. Fui pra escola correndo.

Cheguei atrasado. A primeira aula era de Isabela. Mas quando entrei na sala, ela não estava lá. A cadeira dela vazia. Nenhum recado. Nenhuma explicação. As alunas cochichavam, preocupadas. Eu sentei no fundo, o peito apertado.

Ela não tinha ido. Não tinha me avisado.

E naquele momento, eu soube: algo estava muito errado.

Passei o intervalo inteiro tentando falar com Isabela.

O celular na mão, mensagens enviadas, chamadas que caíam na caixa postal. Nada. Cada minuto que passava sem resposta aumentava o aperto no peito. Neguin e Paulo perceberam — eles me olhavam de longe, curiosos, mas não perguntaram nada. Sabiam que era melhor não se meter. Eu andava pelo pátio como um fantasma, tentando disfarçar a preocupação, mas por dentro estava morrendo.

Quando o sinal tocou, fui direto para a sala de Ricardo. Ele estava sozinho, revisando papéis. Entrei sem bater.

— Professor… posso ficar com o carro mais um tempo? — perguntei de primeira.

Ricardo me olhou por um segundo, depois sorriu de canto.

— Tudo bem. Abastece. E não faz besteira muleque.

Saí da escola assim que as aulas terminaram. Dirigi direto para a casa de Isabela, o coração martelando. Estacionei, subi as escadas correndo e bati na porta.

Sarita abriu. Estava com uma cara preocupada, mas ainda com aquele ar estranho de quem não tinha dormido direito.

— Matheus… ela não tá aqui. Saiu cedo e não voltou. O carro dela tá na garagem, mas nada dela.

Entrei. A casa estava silenciosa, arrumada demais. Peguei o notebook dela na mesa da sala e tentei abrir mas tinha senha. Não tinha como.

— Tenta no quarto dela — disse Sarita

Fui até o quarto. A cama estava feita, mas em cima dela havia uma pasta simples, marrom. Abri.

Dentro, copia de papéis. Anotações. Nomes. Fotos. Relatórios de chantagem. Listas de participantes da Seita. Isabela estava juntando provas. Ela estava investigando. Meu coração acelerou. Pensei imediatamente: Ela foi pra polícia denunciar.

Peguei a chave do carro dela e saí correndo. Dirigi até a primeira delegacia. Nada. A segunda. Nada. Na terceira, o delegado chefe me recebeu. Um homem de uns 45 anos, forte, olhar frio. Ele me reconheceu imediatamente.

— Matheus… — disse ele, com um sorriso que não chegava aos olhos. — Veio resolver isso?

Eu não entendi. Ele me levou aos fundos da delegacia, onde ficavam as celas provisórias — aquelas antes de transferir para a cadeia. Havia cinco celas. Na última, encolhida no canto, estava Isabela.

Ela estava sentada no chão frio, joelhos abraçados, chorando baixinho. O cabelo loiro bagunçado, roupa amassada, olhos vermelhos e inchados. Quando me viu, o choro aumentou, mas ela não se levantou.

— Matheus… — sussurrou ela já chorando.

O delegado cruzou os braços.

— Ela veio denunciar. Trouxe papéis, nomes, tudo. Mas… se sabe né Seita domina tudo aqui. Polícia, imprensa, juízes. Não tem escapatória pra ela já fichei ela.

Eu fiquei parado, olhando para ela através das grades. Isabela, a mulher forte que eu admirava desde o primeiro dia, agora reduzida a isso. Chorando em uma cela fria, sozinha.

O delegado me deu um tapa no ombro.

— Resolve isso, garoto. barreto vai gostar.

Ele saiu. Fiquei ali, mãos segurando as grades, olhando para Isabela.

— Eu vou te tirar daqui — murmurei. — Eu vou conseguir.

Ela levantou o rosto, lágrimas escorrendo.

— Eles têm tudo, Matheus… minha familia… eu não tenho mais pra onde correr.

O silêncio da delegacia era apavorante. Eu sentia o peso de tudo — a Seita, as mentiras, o poder que eu estava ganhando e o preço que estava pagando e agora só me restava uma alternativa.

Eu não aguentei mais ver Isabela assim.

Ela estava encolhida no canto da cela, joelhos abraçados, chorando em silêncio. O cabelo loiro bagunçado, o rosto inchado de tanto chorar, o corpo tremendo como se o frio da delegacia tivesse entrado nos ossos dela. Eu estava do outro lado das grades, mãos apertando o ferro frio, sentindo que o mundo inteiro estava desmoronando.

— Eu vou ligar pra ele — disse eu, voz rouca. — Seu Augusto. Ele pode fazer algo.

Isabela levantou o rosto, olhos vermelhos, desesperados.

— Matheus… não… você não precisa…

— Eu preciso — cortei. — Eu prometi que ia te proteger.

Disquei o número na frente dela. O telefone tocou duas vezes. Seu Augusto atendeu com a voz calma, quase preguiçosa, como se nada no mundo pudesse abalá-lo.

— Matheus.

— Seu Augusto… Isabela tentou denunciar. Ela está presa. Eu sei que ela errou, mas… tem algo que eu possa fazer pra ajudar? Eu caso com ela hoje mesmo se for preciso.

O silêncio do outro lado durou alguns segundos. Depois veio um suspiro longo.

— Garoto… eu gosto de você. Você é legal. Mas não abusa da noa vontade. Lembra das regras?

— Eu lembro — respondi, voz tremendo levemente.

— Faz assim: um integrante responsável pela disciplina está indo praí agora. Ele vai resolver o caso. Vou informar sua situação pra ele. Dizer que um integrante tem interesse nela. Mas Matheus… mesmo sendo um grau como o meu, a Seita tem regras que eu não posso descumprir.

Eu agradeci ele.

Desliguei. Isabela tinha ouvido tudo. Ela desabou. O choro veio forte, alto, como se o último fio de esperança tivesse se rompido. Ela cobriu o rosto com as mãos, o corpo sacudindo.

— Matheus… o que você fez… — soluçou ela. — Eles vão me destruir…

Eu segurei as grades com desespero, sentindo o metal enferrujado cortar meus dedos.

— Eu vou te tirar daqui. Eu prometo.

Dez minutos se passaram como uma eternidade. Dois homens negros, altos, de terno preto impecável, entraram no corredor. Com eles, uma mulher de uns 45 anos, blazer feminino preto, óculos escuros, cabelo preso em coque severo. Ela caminhava como se o chão lhe pertencesse. Alanis — a juíza da Seita.

Ela parou em frente à cela de Isabela. Olhou para ela como se fosse um objeto. Depois virou o rosto para mim, com um leve aceno.

— Matheus. me falaram muito bem de você.

Abriu a cela com uma chave que tirou do bolso. Segurou os cabelos loiros de Isabela com violência, puxando a cabeça dela para cima. Isabela soltou um gemido de dor, lágrimas escorrendo.

— Criança… o que você fez agora? — disse Alanis, com a voz fria, quase divertida. — Como você quer pagar as consequências?

Isabela chorava, voz falhando:

— Por favor… minha família… meu irmão… minha mãe…

Analisa puxou o cabelo com mais força, fazendo Isabela gemer.

— Sua boba… por que isso? Matheus praticamente te salvou. Mas agora esse erro fatal não pode passar impune.

Ela soltou o cabelo de Isabela, que caiu de novo no chão, soluçando.

— Pequena Isa… vou te dar 3 escolhas. Escuta com atenção.

Analisa levantou um dedo:

— Um: mato sua mãe, seu irmão e até seu sobrinho, filho do seu irmão. Você vive com isso pro resto da vida.

Dois: te torturo devagar e te mato. Nada rápido.

Três: você vira nossa puta barata, como o esperado. Mas vai começar bem debaixo mesmo.

Isabela chorava, o corpo inteiro tremendo. Analisa se agachou na frente dela, segurando o queixo com força, obrigando ela a olhar.

— Escolhe. Ou eu escolho o dois por você.

Isabela ficou em silêncio por longos segundos, o choro silencioso, o corpo sacudindo. Depois, com a voz destruída, quase um sussurro:

— Puta…

Analisa sorriu, satisfeita.

— Boa menina.

Ela soltou o queixo de Isabela e se levantou, ajustando o blazer.

— Amanhã você começa. E Matheus… cuide bem dela. Ricardo gosta de você. Não estrague isso.

Alanis saiu com os dois homens. A cela ficou em silêncio, só o choro baixo de Isabela ecoando.

Eu fiquei ali, mãos nas grades, olhando para ela — a mulher que eu admirava desde o primeiro dia, agora reduzida a isso.

E eu, mais uma vez, não consegui impedir. Saímos da delegacia em silêncio. Isabela caminhava ao meu lado como se o corpo pesasse toneladas. Eu segurei a mão dela com força enquanto íamos até o carro. Ela não disse uma palavra. Apenas entrou no banco do passageiro e ficou olhando para o nada, os olhos inchados, o rosto marcado pelo choro.

Dirigi devagar até a orla. Parei em uma sorveteria simples que ficava de frente para o mar. O sol já estava baixando, pintando o céu de laranja e rosa. Pedi dois sorvetes — de chocolate para ela, de flocos para mim. Sentamos num banco de frente para o mar.

Isabela segurava o sorvete, mas mal lambia. Uma lágrima escorreu pelo rosto dela e caiu no sorvete.

— Eu tinha medo que isso acontecesse… — murmurou ela, voz rouca. — Mas não imaginava que doeria tanto.

Eu passei o braço ao redor dos ombros dela e a puxei para perto. Ela encostou a cabeça no meu ombro, tremendo levemente.

— Eu tô aqui — falei baixo. — Não vou te deixar sozinha nisso.

Ficamos ali por quase meia hora, em silêncio, só o som das ondas e o vento do mar. O sorvete dela derreteu na mão. Ela nem percebeu.

No caminho para casa, Isabela de repente tocou meu braço.

— Entra naquele motel ali.

Eu olhei pra ela, surpreso.

— Isa…

— Por favor.

Obedeci. Entrei no motel. Pegamos um quarto discreto. Assim que a porta fechou, Isabela virou para mim. Os olhos dela ainda estavam vermelhos, mas havia algo diferente neles agora — uma determinação dolorida, quase desesperada.

— Se eu vou ser puta… — disse ela, voz baixa e trêmula — que eu comece por você. Você merece.

Ela se aproximou e me beijou. Não foi um beijo violento. Foi profundo, lento, cheio de dor e gratidão. As mãos dela seguraram meu rosto como se eu fosse a única coisa real que restava no mundo.

Isabela tirou a blusa devagar, revelando o sutiã simples. Depois a calça. Ficou só de lingerie na minha frente. O corpo dela era lindo — seios firmes, cintura marcada, quadril largo, pernas longas. Ela tirou o resto da roupa, ficando completamente nua.

— Me toca — sussurrou ela.

Eu a abracei, beijando seu pescoço, descendo para os seios. Chupei um bico devagar, depois o outro, sentindo ela estremecer. Minhas mãos deslizaram pelas costas, apertando a bunda grande e macia. Isabela gemeu baixo, puxando minha camisa para cima.

Nós dois nos deitamos na cama. Eu tirei minha roupa rapidamente. Ela abriu as pernas, puxando-me para cima dela. Meu pau roçou na entrada molhada dela.

— Eita que pauzão em vem devagar… — pediu ela, olhando nos meus olhos. — Quero sentir você.

Eu entrei devagar, centímetro por centímetro. Isabela soltou um gemido longo, as unhas cravando nas minhas costas. Quando estava todo dentro, parei, sentindo a buceta quente e apertada pulsando ao meu redor.

— Você é tão bom pra mim… — sussurrou ela, beijando minha boca.

Comecei a me mover. Devagar no início, profundo, sentindo cada reação do corpo dela. Isabela rebolava por baixo, gemendo no meu ouvido, as pernas entrelaçadas na minha cintura. O ritmo foi aumentando, mas continuou intenso, conectado. Eu segurava o rosto dela, olhando nos olhos enquanto metia.

— Eu te amo… — ela murmurou de repente, voz embargada. — Mesmo com tudo isso… eu te amo.

Eu acelerei um pouco, metendo mais fundo, mas ainda com carinho. Segurei os seios dela, chupando os bicos enquanto socava. Isabela gemia mais alto, o corpo arqueando, unhas arranhando minhas costas.

— Mais… mete todo… — pedia ela.

Virei ela de lado, levantando uma perna e metendo por trás, beijando o pescoço dela. A mão dela segurava minha nuca, puxando meu cabelo. O sexo era intenso, mas romântico — cheio de beijos, olhares, palavras sussurradas.

— Goza dentro… — pediu ela, voz rouca. — Quero sentir sua porra.

Eu meti mais fundo, sentindo o orgasmo subir. Gozei forte dentro dela, gemendo no pescoço dela. Isabela gozou junto, o corpo tremendo, buceta apertando meu pau, soltando um gemido longo e bonito.

Ficamos abraçados, suados, ofegantes. Eu ainda dentro dela. Isabela acariciava meu cabelo, lágrimas silenciosas escorrendo pelo rosto.

— Obrigada… — sussurrou ela. — Por me fazer sentir humana ainda.

Eu a abracei mais forte.

A Seita podia ter levado muitas coisas.

Mas naquele momento, naquele quarto simples de motel, ela ainda era minha e eu a amava.

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Comentários

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Amava o caralho.... ele teve a oportunidade de proteger ela e escolheu a velha professora que já era vivida, tinha lance com ricaços e já estava acostumada. Sem pestanejar ele escolheu a velha e nem lembrou da Isabela. Agora ela vai ser sujeitada pior que as duas velhas foram. Lembrando que a mãe dela até agora só pegou nata e filé. Matheus teve oportunidade e escolheu outra. Sexo fofinho não vai apagar a escolha que ele fez ao ver Isabela destruída e a velha gozando muito com ele.

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