Após aquele dia, minha cunhada continuava frequentando a nossa casa. Era normal ela dormir lá. Meus pais gostavam dela, ela ajudava nas tarefas e, de certa forma, já fazia parte da rotina da casa.
Morávamos em um apartamento de 2 quartos, no meu quarto tinha uma bicama. Eu dormia na cama de baixo, meu irmão dormia na cama de cima e, quando ela ficava lá, dormia no sofá da sala. Meus pais sabiam que existia uma intimidade entre eles, mas não achavam certo ela dormir no mesmo quarto que nós.
Eu ficava esperando algum comentário, algum sinal de que aquilo tinha significado alguma coisa, mas ninguém falava nada. O que me deixava ainda mais confuso. Será que foi só aquilo e pronto? Será que teria mais vezes? Será que eu tinha que tomar iniciativa?
Às vezes eu acordava de madrugada para ir ao banheiro e ficava olhando ela dormindo no sofá e imaginando coisas.
Em uma dessas vezes que levantei para ir ao banheiro, quando eu já estava saindo, ao abrir a porta me deparo com ela, me assustei um pouco, mas ela só me empurrou para dentro e fechou a porta. Fiquei apreensivo, pois meu irmão e meus pais estavam em casa dormindo.
Ela começou a me beijar, meu pau ficou duro rapidinho, ela percebeu e já foi acariciando meu pênis e tirando minhas calças e começou a me chupar de joelhos, que tesão. Após vários anos, ainda lembro daquela sensação. Aquela mistura de tensão e perigo ficou marcada na minha memória. Ela fazia muito gostoso, conseguia pôr meu pau inteiro na boca e deixava ele bem babado. Quando eu já estava quase chegando ao limite, ela parou. Naquele momento me lembrei do que tinha acontecido naquela primeira vez com ela (com a porra na boca). Ela se levantou e me beijou novamente, dessa vez não fiquei com tanto nojo, curti e deixei rolar.
Após uns beijos, minha boca ficou toda melada, aí ela se virou e empinou a bunda, e que bunda gostosa. Não pensei muito e já fui tentando penetrar, coloquei a cabeça ainda com dificuldade, pois eu não tinha experiência, estava tentando empurrar no cu dela, mas ela direcionou meu pau.
Ela fez todo o trabalho de sentar e rebolar, eu a segurava pela cintura e ela rebolava com força, não demorou muito e eu gozei, só aí que lembrei que estava sem camisinha, enchi a bucetinha dela de porra, ela se virou, me beijou mais um pouco, começou a escorrer pelas pernas dela, ela pegava com os dedos e enfiava na minha boca e me beijava, depois de uns beijos ela falou que iria voltar daquele jeito para o sofá (sem se limpar).
Ela voltou, eu fiquei ainda alguns minutos no banheiro com aquele prazer todo, pensando em tudo que tinha acontecido e o quanto tinha sido perigoso e gostoso ao mesmo tempo, tive medo dela engravidar, pois não sabia se ela tomava algum remédio, voltei para a cama também, dormi, feliz da vida, pois tinha sentido uma mulher pela primeira vez.
No outro dia, acordamos, meus pais foram trabalhar, tudo normal novamente, sem uma palavra do que tinha ocorrido, ela e meu irmão saíam um pouco mais tarde para ir trabalhar. A única coisa que ela fez de diferente foi ter dito que precisava comprar o anticoncepcional dela, pois estava acabando, ela nunca tinha dito isso em casa, dessa vez ela fez questão de falar.
Pior que não acabou ainda essa história com a cunhada, mas vou dividir em capítulos, pois aconteceram muitas coisas em vários dias diferentes.