Estava já no final da festa em casa do meu amigo Mauro e eu tinha bebido demais.
O Mauro disse à Lu, a minha namoradinha, para eu me deitar num dos quartos do fundo da casa.
A Lu era uma menina inocente e estava preocupada. "Como você se sente, amor?", me perguntava ela. "Espera um pouco , preciso de descansar só uns 10 minutos", respondi.
Fiquei deitado na cama e ela sentada na minha frente num sofá.
Devo ter dormido talvez dez minutos, e acordei com o Mauro sentado na cama perguntando à Lu como eu me sentia. Ela descreveu a situação e perguntou para ele porque não se sentava ao seu lado, para não me acordar.
O Mauro é o meu melhor amigo e se destacou nos desportos do colégio, e sempre conquistou as garotas mais bonitas da turma. Apesar de ser o meu melhor amigo eu não confiava nele, e fiquei fingindo estar dormindo.
Eles ficaram conversando e eu não aguentando voltei a dormir. Acordei pouco depois com uma gargalhada da Lu.
- "Quieta se não vai acordá-lo", alertou o Mauro
- "Está bem....,mas tenho de ir embora"
- "Não por favor, espera mais um pouco"
- "Está bem, mas tenho medo que ele acorde"
- "Eu acho que você está mentindo", disse a Lu
- "É verdade.....eu transei com a Amanda e ela até chegou a chorar"
- "Porquê?"
- "Primeiro porque estava doendo, mas depois porque gozou que nem uma louca", respondeu o Mauro.
- "Não acredito"
Então o Mauro fez um gesto, explicando o tamanho do pau dele. A Lu disse que ele era mentiroso, que isso não existia. O Mauro propôs então mostrar à Lu para provar que estava falando verdade. A Lu entrou então no jogo e disse-lhe que se ele adivinhasse a cor das calcinhas dela que aceitava que ele lhe mostrasse o pinto.
O Mauro fez uma contraproposta, adivinhava a cor das calcinhas dela, ele mostrava o pinto dele para provar que estava falando verdade e se fosse mesmo verdade ela deveria ser castigada.
Castigada como?, perguntou a Lu. Ele respondeu então que ela teria de lhe dar as calcinhas.
A Lu não acreditando que ele adivinharia, aceitou.
Então o Mauro disse que eram brancas, de renda. A Lu ficou vermelha. Ela estava mesmo usando calcinhas brancas. Ela usava uma mini saia preta e uma blusinha amarela, e ao sentar-se ele devia ter reparado nas suas calcinhas.
Ele então colocou o pinto para fora das calças, sem se levantar do sofá e a Lu deu um gemido de espanto e tapou o rosto.
- "Olha para ele, Lu", disse o Mauro orgulhoso.
Ela destapou o rosto e ficou olhando, quase hipnotizada.
- "Quer pegar nele?" perguntou o Mauro, sugerindo que o punhetasse.
- "Você está louco, o meu namorado está aqui, você não está vendo?"
- "Ele está dormindo e não vai ficar sabendo"
E aí o Mauro pegou na mão da Lu e a levou até ao seu pinto. Pensei que ela resistisse, mas primeiro tocou só com um dedo e depois deixou-se levar, o acariciando devagar e com confiança.
Ficaram assim uns momentos e ele começou a pedir-lhe para tirar as calcinhas, como tinha sido combinado, que ela estava faltando ao prometido.
Ela levantou-se então um pouco e as baixou até ao meio das suas coxas e voltou a sentar-se, fletindo um pouco os joelhos.
Ele vislumbrou então a xana peludinha da Lu e começou a tocá-la com um dedo, percebendo-a molhada.
Enquanto isso, ela estava agora agarrando no seu pau, porém com toda a mão, puxando a pele para baixo e para cima de forma lenta e ritmada.
- "Quer que eu o coloque na sua bucetinha?", perguntou ele todo excitado.
- "Nãoooo!", respondeu ela.
- "Deixa só no meio das suas coxas", pediu ele.
Com os seus braços fortes ele a agarrou e beijando-a na boca aos poucos ganhou a confiança dela, tirando-lhe as calcinhas e começando a esfregar a sua pica grossa na sua bucetinha, enquanto lhe pedia para colocar só a cabeçinha para ver se a sua xana estava quentinha.
- "Não faz isso, por favor" pediu ela.
- "Deixa só um pouquinho", insistia ele.
- "Você promete que não vai dizer nada ao Artur?"
- "Claro sua bobinha, porque iria dizer?"
Ele voltou a esfregar a cabeçorra da sua pica bem na entrada da bucetinha dela, e ela gemeu.
- "Você está gostando???"
- "Sim, muito"
A bucetinha da Lu estava encharcada e clamava por uma pica grande e grossa. Ele abriu mais as pernas da Lu, colocando-as em cima dos seus ombros e a bucetinha da Lu ficou à sua mercê, sem qualquer proteção.
Ele então disse para ela pegar no pinto dele e o colocar na sua portinha. Ela assim o fez devagar e ele começou então a forçar.
- "Não por favor, está doendo, além de que você está sem camisinha e pode me engravidar"
- "Lu eu juro que gozo fora"
O Mauro continuou então a forçar.
- "Você vai me deixar toda aberta", reclamava a Lu.
- "Não minha querida,....com o tempo ela volta a se fechar"
Após a convencer ele alojou a pica nas entranhas da Lu, que lhe perguntava se já tinha entrado tudo. Ele respondeu que já só faltava metade. Então ele forçou mais e entrou a outra metade dilatando a bucetinha da Lu, que reclamava que estava doendo e ele ficou socando devagar, a chamando de putinha linda, e elogiando, como ela era apertadinha.
Ela se foi acostumando, e as reclamações deram lugar a gemidos. Ele metia nela, enquanto lhe abria a blusinha e lhe descobria os seios, pois estava sem soutien.
Os seios eram tamanho médio e de auréolas grandes, e baloiçavam ao ritmo das estocadas, e então ele excitado, começou a amassa-los com as mãos, a deixando ainda mais louca.
Nunca tinha visto a Lu tão excitada.
Quando ela começou pedindo para ele não parar, ele sentiu então que ela estava chegando ao climax e socou de forma mais vigorosa.
Só se ouvia a respiração deles, e o som seco dos sacos dele batendo na minha Lu.
E então chegou o momento e a Lu quase desfaleceu, tal a intensidade do orgasmo que a assolou.
Mas, ele ainda não tinha gozado e então ele socou mais um pouco, até por fim gozar dentro das entranhas da Lu, pouco se importando se a engravidava, depositando nela um montão de semen, esvaziando por completo os seus sacos.
Ele saiu de cima dela, enquanto observava triunfante o seu seman a derramar da buceta da Lu.
A Lu alarmada vestiu as calcinhas e se limpou a um lenço. Os dois rapidamente se arranjaram e me acordaram. Levei a Lu até à sua casa e ela nada me contou.
Só três meses depois, quando o Mauro foi estudar para França, a Lu me contou que tinha transado com ele algumas vezes e que numa vez o cafageste tinha metido no cuzinho virgem dela. Mas, isso são outras histórias.