Olá, me chamo Marcos, tenho 45 anos e sou solteiro. Tenho uma prima chamada Caroline, que deve ter quase 50 anos; ela é morena, fofinha, carioca, mora no Rio de Janeiro e é casada.
Em agosto de 2025, nós fomos para Bonito, no Mato Grosso do Sul. Minha outra prima também foi, acompanhada do filho dela, que mora fora do Brasil. Eu e a Caroline sempre tivemos muita intimidade, a ponto de nos vermos pelados. Desde criança, nós combinávamos de transar; às vezes ela estava de calcinha, às vezes não. Porém, fazia muito tempo que não ficávamos assim — cerca de 10 anos, pois ela se casou e teve dois filhos.
Certo dia, eu mudei os planos e fiquei na piscina do hotel, enquanto a minha outra prima e o filho dela foram realizar os passeios em Bonito, que são maravilhosos. A Caroline decidiu ficar comigo. Fomos para a piscina e, já mal-intencionado, comecei a beber e a oferecer cerveja para ela. Ela acabou ficando bêbada, e começamos a nos esfregar ali mesmo, dentro da piscina. Eu fiquei com o pau duro, latejando de tesão. Falei isso para ela, que continuou se esfregando; ela puxava o biquíni de ladinho e esfregava o meu pau, ainda por cima da bermuda. A cabeça dele ficava encostada na portinha da buceta dela, e ela dizia que queria dar para mim, que queria sentir o meu leite quente.
Eu não aguentei. Levei-a para o quarto, coloquei-a de quatro na beira da cama e comecei a pincelar a cabeça do meu pau, que já estava babando de tesão. A buceta dela estava escorrendo de tão molhada. Ela falava: "Coloca tudo, soca forte, me bate! Hoje você vai foder essa cadela, mãe de dois filhos, de 50 anos de idade". Eu não pensei duas vezes e obedeci. Foi daquele jeito: ela pedia para eu bater nela e dizia que, na hora em que eu fosse gozar, era para avisar, pois ela ajoelharia para chupar, querendo que eu derramasse todo o meu leite quente dentro da boca dela para ela engolir.
Continuei socando forte, sem dó, e ela gemia pedindo para não parar. Quando percebi que ia gozar a primeira vez, ela sentiu meu pau latejar e pediu para eu não tirar de dentro. E assim eu fiz: continuei o movimento sem tirar o pau de dentro, e a buceta dela segurou todo o meu leite. Soltei sete jatos bem grossos. Ela continuava pedindo para eu não parar e para bater nela; eu batia naquela bunda enorme com as duas mãos.
Com os estímulos, logo veio a segunda vontade de gozar. Foi então que ela cumpriu a promessa: ajoelhou-se na minha frente, no chão, e começou a bater punheta para mim, passando a língua na cabeça do meu pau e olhando bem nos meus olhos, dizendo: "Me dá seu leite! filho da puta que vou engolir ele tudinho". e assim ela fez, igual uma cadela ajoelhadano chao e pedindo.
Depois disso, nós deitamos na cama para descansar.
