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Parte 1: Mijando com meu pai

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Um conto erótico de João do Pai
Categoria: Gay
Contém 5070 palavras
Data: 17/06/2026 19:13:01

Era pouco antes do meu último ano no ensino médio, o ano era 2005. Foi a primeira vez que transei com meu pai.

Sou João, ou Jão para os mais próximos, desde cedo já havia transado com outros homens, fossem da minha idade ou um pouco mais velhos, sempre me atrai pelo tipo maduro, peludo, com uma barriga de chopp e cara de pai. Provavelmente devido os amigos do meu próprio pai, quase todos eles seguiam esse padrão e estavam sempre em casa para churrascos e festas. Boa parte dos pais dos meus amigos não era muito diferente.

Nesse ano, estava como sempre fui, alto, grande, um corpo levemente peludo - puxava ao meu pai. Mais especificamente, tinha 1,78 de altura, pesava uns 80 quilos, jogava vôlei, então tinha um corpo grande. Meus cabelos sempre foram pretos e pele clara. Havia acabado de fazer 18 anos e, já fazia algum tempo que meu pai, Carlos, havia dito que durante minhas férias de meio de ano, iria poder viajar com o Tio Zeca.

Tio Zeca não era exatamente um tio, mas o melhor amigo do meu pai. Ele era nosso vizinho, morava na casa da frente e minha mãe e sua esposa eram amigas. Zeca era caminhoneiro, estava sempre na estrada, porém fazia viagens curtas, nunca ficava mais do que três semanas fora.

Carlos, meu pai, era um mecânico, tinha 48 anos e era bastante peludo, tinha o corpo normal, forte para sua idade e profissão e, diferente de seus amigos e do Tio Zeca, não tinha uma barriga grande. Ele tinha cerca de 1,75 e pesava uns 70 kg na época. Seu corpo era envolto por pelos densos e pretos, com alguns cinzas no peito, branco mas quase sempre queimado de sol. Ele estava sempre arrumando o caminhão do Tio Zeca e do seu filho, André, que também era caminhoneiro, porém costumava fazer viagens mais longas.

Tio Zeca, por sua vez, era bem mais branco e grande que meu pai, tinha uns 45 anos e ostentava uma bela barriga de chopp, estava sempre sem camisa, exibindo seus mamilos rosados e peitos fartos, tinha uma leve camada de pelos loiros na barriga. Ainda no começo do ano, após um churrasco que meu pai deu em casa, sua esposa havia pedido que fosse até sua casa pegar uma sobremesa que tinha esquecido. Já era fim da tarde e o Zeca havia bebido todas e enquanto o resto de sua família (esposa, filho, filha e o cunhado) estavam na minha casa, ele disse que iria embora dormir.

Cheguei na casa da frente e, ao passar pela sala, Tio Zeca estava no banheiro, bastante bêbado, com a porta aberta. Só moravam ele, a esposa e o filho na casa e por isso, Zeca costumava ficar quase sempre apenas de shorts ou cueca. Dessa vez, ele estava com a bermuda que estava usando no churrasco abaixada até a bunda - redonda e grande, com uma leve camada de pelos loiros, mijando no vaso. Ele quase não me notou, disse oi e perguntou se tava tudo certo. Respondi que sim, que tinha vindo pegar o doce, mas não me mexi, continuei olhando ele dando um longo mijo de pé, seu pau era branco, grosso e o saco tinha alguns pelos loiros compridos e finos. Ele não parecia se incomodar - terminou dando um suspiro, junto de um leve soluço.

O cheiro de álcool e cerveja saindo dele eram fortes e chegavam até mim, que estava agora parado olhando ele de frente e travando a passagem entre o banheiro e a sala. Ele balançou o pau por alguns segundos, ele parecia estar quase meio bomba. Após o balanço, ele olhou bem para baixo, para o seu pau, passou o dedão na cabeça, removendo a última gota e, olhando para mim, a colocou na boca - provando o próprio mijo de cerveja como se fosse nada. Ele levantou um pouco o shorts, cobrindo a bunda mas ainda deixando o pau e as bolas para fora e veio em minha direção. "Só espera dar uma abaixada", ele disse, passando do meu lado para sair do banheiro e, no meio tempo, roçando o seu pau mole e grosso no meu, que em meu shorts estava completamente duro após ver a cena.

Ele foi em direção ao quarto e dormiu imediatamente. Em meu estado de tesão e medo, após ficar um tempo parado no mesmo lugar, fui até a porta do seu quarto, que estava entreaberta, porém Tio Zeca já estava dormindo, com o pau meio bomba para fora e a grande barriga para cima. Queria tocar ele, sentir seu cheiro, lamber aquele pau branco e grosso. Mas apenas dei alguns segundos e logo depois sai, Fui para a cozinha e esperei uns minutos para meu pau abaixar.

Nada igual aconteceu novamente, por isso, quando meu pai e o Zeca surgiram com a ideia de eu acompanhá-lo em uma viagem de caminhão, rapidamente disse sim. Minha mãe deixou após um tempo e ficou marcado que iria com ele em uma viagem curta - caso surgisse - durante minhas férias.

Já tinha transado algumas vezes, sendo quase sempre passivo com alguns colegas de sala, tendo mamado o pai de um amigo e também tinha transado com um belo senhor - parecido com o Tio Zeca, porém com seus 60 anos, que havia ido em casa checar por mosquitos da dengue - que havia sido o primeiro rabo que comi e gozei dentro em minha vida.

Era junho e estava tudo certo para a viagem - sairia na terça-feira de noite e voltaria uma semana e meia depois. Mas na semana anterior comecei a ficar nervoso. Era sábado e estava sozinho em casa - minha mãe estava trabalhando. Conhecia o meu pai, ele normalmente passaria a manhã bebendo com os amigos e chegaria por volta das duas da tarde após beber todas. O que significava que era um dos momentos que tinha livre para fazer uma das minhas atividades favoritas: cheirar suas cuecas e shorts, que em casa ele sempre usava sem mais nada.

Dessa vez dei sorte: o shorts que ele tinha usado na noite anterior estava com uma longa mancha de porra, provavelmente de bater uma antes de ir dormir, de forma que ficou saindo um pouco da ponta após ele se limpar e secou ao lado. O cheiro de pau estava me fazendo delirar, junto da ansiedade da viagem, comecei a bater uma punheta ali mesmo no banheiro do quarto dos meus pais.

Essa era uma atividade comum para mim, cheirar as cuecas e shorts usados do meu pai enquanto batia uma imaginando ele me fodendo, eu alisando seus pelos enquanto sentava nele e gemia. Mesmo jovem, meu pau era grande, 17 cm, e bastante grosso. Nas duas vezes que havia fodido outros caras eles pareciam ter gostado e falado sobre o tamanho e a grossura, e dos meus amigos que haviam metido em mim, tinham até alguns mais longos, mas nenhum tão grosso.

Quase sempre conseguia ouvir o portão de casa abrindo (meu pai não guardava o carro nos sábados e domingos até ficar de noite, sempre o deixando estacionado na frente), mas nesse dia, não sei o que aconteceu, o tesão era grande e simplesmente não ouvi o portão sendo aberto. Quando me toquei que meu pai estava em casa, ele estava já abrindo a porta do quarto.

No desespero - afinal, estava ali eu de pau duro no banheiro do quarto do meu pai -, apenas joguei o shorts de volta no cesto de roupa suja e me sentei direto na privada. Fingindo estar a usando, sem me tocar que o meu pau duríssimo tocava meu umbigo. Tentava encontrar uma forma de tapar a ereção com as mãos, quando meu pai apenas chegou ao banheiro, alguns segundos depois da porta do quarto se abrir.

O banheiro estava com cheiro de punheta e pau, mas não acho que ele percebeu, já que estava cheirando forte a álcool. Sua calça jeans estava desabotoada e com o zíper para baixo. Seu pau longo, grosso e peludo estava pra fora.

- Caralho moleque, que susto da porra! - ele disse alto, me vendo sentado. Na hora notei que ele estava bastante alcoolizado, então ele continuou: " tá cagando aí? Preciso mijar pra caralho".

Por alguns segundos não disse nada, hipnotizado pelo pau do meu pai. Já havia visto ele pelado algumas vezes, fosse espiando ele pela janela do quarto, que dava uma visão privilegiada do banheiro, ou as poucas vezes sem que fomos a um clube ou piscina e nos trocamos em vestiário. Mas nada como aquilo, dessa vez parecia maior, estava meio bomba com certeza e mais do que isso, a cabeça estava para fora, vermelha e lustrosa, como se tivesse sido usada recentemente.

Após uns dois segundos olhando a cena, e meu pau endurecendo ainda mais, me levantei falando que não tinha feito nada ainda. Isso contudo, deixou minha ereção bastante visível, mesmo colocando as mãos na frente. No banheiro apertado, me levantei e chegando mais próximo dele, senti o delicioso cheiro de porra junto do de bebida.

- Tá grandão, hein... - ele disse, se virando para o vaso e mirando enquanto balançava um pouco o corpo, o movimento fez sua calça cair um pouco, deixando metade de sua bunda redonda, branca e peluda a mostra. "Desculpa, pai" eu falei. Mas ele respondeu apenas dizendo que estava tudo tranquilo "Na sua idade eu era bem pior".

Eu estava me abaixando para puxar os meus shorts para cima, quando a calça que ele usava caiu no chão por completo, deixando ele apenas com a camisa de botão aberta. Isso não o impediu de continuar mijando e olhando para mim, mais especificamente para o meu pau. A troca de olhares era mutua, porque assim que ele terminou de mijar, notei um longo fio de baba de porra que ainda estava pendente em seu pau. Ele limpou com o dedo indicador e o resquício de porra caiu na privada.

- Então.... Se quiser ir terminar no seu quarto ou no banheiro.. Ele disse terminando de tirar a roupa, Levantou um pouco as penas para se desfazer da calças e tirou a camisa - meu pai, completamente pelado na minha frente, pelado, com o pau recentemente duro, cheirando a alcool, porra e mijo. Foi ai que ele olhou em volta do banheiro e encontrou seu shorts do dia anterior - Oxe, tinha deixado pendurado.

Nesse momento eu estava do lado de fora olhando meu pai, bêbado e pelado, rodar pelo banheiro, já tinha subido o shorts, mas ainda estava claramente duro. Eu sempre fui cuidadoso, toda vez que batia uma cheirando as cuecas do meu pai as colocava de volta no mesmo lugar, mas dessa vez nem pensei em onde havia pego o shorts, apenas me livrei dele o mais rápido possível. Ele se inclinou no cesto, encontrou o shorts e obviamente percebeu algumas manchas úmidas, de onde havia lambido sua porra seca. Ele sorriu e olhou pra mim.

Sem falar nada, meu pai se virou para a privada, ficando de costas para mim. Deu a descarga e então se abaixou para colocar o shorts, deixando sua bunda totalmente visível. De costas, ele colocou devagar, talvez pela bebedeira, talvez pelo tesão, mas ao se abaixar, abriu quase que totalmente sua bunda, de forma que pude ver seu rabo e, não apenas isso, soube que meu pai havia sido fodido naquele dia.

Já tinha assistido pornos, já tinha dado o rabo e comido alguns, mas nada havia me preparado para ver o cuzinho rosado do meu pai, bastante aberto e brilhoso, ele ainda estava com porra no rabo, alguém havia fodido ele e depositado toda sua semente ali. Um pequeno rastro caia pela sua perna peluda, enquanto os pelos densos em volta do seu buraco estavam totalmente lambuzados. Meu pau doeu de tanto tesão.

Vendo meu pai ali, já com o pau duro, e ele claramente me provocando para saber até onde iria, decidi me arriscar. Me perguntei se ele já sabia da minha atração, se ele já havia me pego de canto de olho o espiando pela fresta da janela enquanto tomava banho e se trocava, se ele sabia que algumas semanas atrás, quando ele também tinha chegado alto e caído dormindo no sofá, fiquei perto dele, batendo uma punheta ao seu lado enquanto olhava o volume no seu shorts.

"Pai…", chamei, a voz saindo rouca e trêmula, quase falhando. "Já que estamos só nós dois aqui… posso te fazer uma pergunta? É meio idiota, eu sei…" - Ele inclinou a cabeça, curioso, os olhos pesados de álcool e algo mais. Com um aceno lento, me encorajou a continuar. Engoli em seco, sentindo o coração martelar no peito. "É que… eu nunca consegui mijar direito perto de outra pessoa. Na escola evito os mictórios, fico travado… e também nunca tomei banho junto com outro homem. Tô com medo de viajar com o Tio Zeca por causa disso. Fico me sentindo… estranho, sei lá."

Meu pai me olhou por um longo segundo. O olhar dele mudou, como se estivesse me vendo pela primeira vez de verdade. O ar entre nós pareceu engrossar." Puxa…" ele disse baixo, soltando o ar devagar. "Tenta agora. Mija aqui com o pai, vai." Sem tirar os olhos de mim, ele abaixou o shorts completamente, deixando o pau grosso e já meio duro balançar livre na minha frente. Ficou ali, parado, esperando, com aquela presença pesada e masculina preenchendo o banheiro apertado. Eu me aproximei, as pernas fracas, e abaixei meu próprio shorts. Meu pau saltou para cima, completamente duro, a cabeça vermelha e latejando. Os dois ficamos frente a frente, pelados da cintura para baixo, paus eretos apontados um para o outro, o cheiro de suor, porra velha e álcool misturado no ar quente.

Ficamos parados ali por um tempo, os dois pelados, rígidos e olhando um para o pau do outro com desejo. Até que abri minha boca para falar: "Acho que não vou conseguir mijar agora". Ele me olhou e disse: "Do jeito que tá, primeiro tem que gozar, depois de dar uma esporrada, sempre dá pra mijar gostoso. Não é assim com você?"

Falando isso, ele começou a alisar seu pau, fazendo movimentos fortes e lentos com a pele, levando ela para cima e para baixo. Seu pau era grande e cheio de veias, o pau mais bonito que eu já tinha visto, mas nada tirava da minha cabeça aquele rabo peludo, grande e cheio de porra. "Acho que sim, mas acho que preciso de uma ajuda pra chegar até lá", eu disse. Na hora meu pai deu um grande sorriso.

- Assim? - Ele disse, colocando a mão no meu pau. Me estremeci por inteiro. Eu não acreditava muito no que estava acontecendo, mas meu pai agora começava a puxar a pele do meu pau para cima e para baixo, próximo, sentia os pelos do corpo dele tocando nos meus.

Levei minha mão até o seu pau, mesmo parecido com o meu, era maior e com mais veias, o saco também era bem mais peludo e caído. Comecei a mexer nele, apertar mais forte e logo estava batendo uma para ele. A nossa respiração era forte e ofegante e ainda assim, nunca senti tanto tesão antes em minha vida, poderia ter gozado ali mesmo, mas algo me impedia. O pensamento de que eu precisava gozar dentro do meu pai, juntar meu leite com o dos outros machos que haviam leitado ele igual uma puta.

Me perguntava quais de seus amigos haviam enfiado o caralho dentro dele, arrombado aquele rabo e gozado dentro.

Enquanto próximos, cada um tocando no membro do outro de forma leve mas firme, nossa respiração ficava cada vez mais ofegante. Percebi naquele momento que tinha um tesão no corpo inteiro de meu pai, ele era inteiro coberto por pelos densos e negros. Desde os pés, até as canelas, as coxas grossas, os braços, o peito e as costas. Cada parte dele era como uma mata atlântica, fosse ao redor do seu grande pau duro e as bolas caídas, peludas e cheias. Mas nada era como olhar para aquela grande, suculenta e, aparentemente, recheada bunda.

O rabo era branco, mas ainda bastante peludo, especialmente mais adentro. Enquanto olhava para o seu corpo, não percebi que meu pai me olhava de volta e cada vez mais estava próximo de mim. Agora, nossos corpos se tocavam, sentia seus pelos roçando na minha pele, cada um deles. E então, sem falar nada e apenas sendo guiado pelo desejo, deixei de tocar seu pau rígido, grande, com uma cabeça rosada e pele grossa e branca ao redor, para levar minha mão até sua parte de trás.

Fiz isso alisando cada centímetro de seu corpo e sentindo os pelos. Eu já tinha alguns, principalmente nas coxas, barriga, peito e braços, mas nada como ele. Quando percebi, estava olhando para o rosto do meu pai, com a mão em sua grande e suculenta bunda, dei um leve apertão e ele fechou os olhos. Senti que fosse um sinal e então coloquei minha mão mais a fundo e logo dois dedos se encaminhavam para o seu buraco. Estava melado, comecei a rodear com dois dedos, sentindo a porra já bem liquida e quente ao redor. Massageei aquele rabo por alguns segundos e então enfiei os dois dedos dentro. Meu pai gemeu, enquanto meu pau se estremeceu inteiro e tive que me segurar para não gozar ali mesmo.

Passei alguns segundos apenas fazendo um movimento de tira e põe, enquanto ele apertava o meu pau e me masturbava cada vez mais forte. Tirei os dedos e olhei, aquela gosma brilhosa, agora bastante aguada, estava em minha mão e, olhando diretamente para o rosto do meu pai, coloquei os dois dedos na boca.

- Caralho moleque, que tesão - ele disse, falando pela primeira vez após termos começado aquele momento sensual e proibido. O seu pau ainda estava completamente ereto. O gosto de porra na minha boca era levemente amargo, com o inconfundível sabor de rabo que já havia provado algumas vezes. Mas agora não era qualquer um, era o do meu pai. Voltei e dessa vez coloquei três dedos dentro daquele buraco. Ele gemeu, com sua voz grave, e continuou gemendo enquanto massageava a parede de seu rabo leitado.

- Porra, Jão. Você ta querendo meter no pai né, filhote? - Ele disse, agora já encurvado e olhando diretamente nos meus olhos.

- Posso te chupar antes, pai? - Perguntei, ainda incrédulo e tomando cuidado com o que estava fazendo. Tinha medo que a qualquer momento ele fosse apenas me dar um soco na cara, me chutar. Mas o tesão era ainda maior. Naquele momento percebi que acima de tudo, meu pai era um grande putão, que gostava de um pau grande e grosso em seu rabo. Não tinha como ele não ser com aquele rabo largo e querendo dar para o próprio filho. - Mas antes quero sentir o gosto desse rabo cheio de porra. - Disse me abaixando para perto de sua bunda, o banheiro era apertado e nós dois estávamos suando e ofegantes.

Meu pai agora estava quase debruçado sobre a privada, com a bunda arrebitada para o alto e eu de joelhos, olhando aquele rabo grande e peludo, com pelos densos e o cheiro de suor e esperma se unindo em um aroma de macho inconfundível. Enfiei minha cara ali dentro, colocando minha língua em seu buraco e fazendo movimentos circulares que colocavam a ponta da minha lingua dentro do cu dele, puxando para mim o resto daquela porra aguada e amarga que estava alojada lá dentro.

Meus dentes pegavam alguns pelos no meio, e os fios longos e molhados se enfiavam no meu nariz. Me sentia como se estivesse me afogando, mas não conseguia tirar minha cara e minha boca dali. Chupando o rabo, me veio a imagem do Tio Zeca fodendo meu pai, algo que já havia me masturbado anteriormente pensando (com os dois me fodendo), mas agora era quase que como se eu pudesse ver a cena. Tio Zeca já tinha fodido meu pai, isso era claro como a luz do dia. E agora, eu tinha bastante certeza de que ia foder meu pai também.

Não sei quanto tempo se passou, alguns minutos, pareciam horas, passava a língua em volta daquele buraco aberto, lambendo os pelos e deixando minha saliva com a porra de desconhecidos ao redor. Quando parei, apenas olhei para aquele grande rabo branco e peludo e dei uma leve mordida. Ouvi meu pai sussurrando "porra". E então me levantei e comecei a esfregar a cabeça do meu pau no rabo dele.

Meu pai estava rebolando no meu pau, aquele cuzão aberto e peludo desejava minha pica e, dando uma guinada para trás, a cabeça entrou no buraco. "Caralho" exclamou meu pai. E eu planejava ir devagar, bem lento - meu amigo Rafa sempre reclamava que eu tentava enfiar tudo de uma vez no rabo dele -, porém ele apenas puxou meu quadril com as duas mãos e me fez enfiar tudo. Estava quase no talo e ele deu um urro de prazer.

Naquela hora, quase gozei e tive que me segurar, sem me mover, se não explodiria dentro do meu pai ali mesmo. Estava com medo de que se gozasse, tudo aquilo ia acabar. "Gostou menino? Enfia esse pau grosso no rabo do pai, enfia... Acha que eu não vi você punhetando olhando pro rabão do pai, né? Só o cheiro da sua pica me acordou na hora, moleque safado da porra". Ele começou a rebolar.

Sentindo aquele rabão mexendo em meu pai, tive que falar gemendo, quase chorando: "Se continuar assim eu vou gozar, pai... não vou conseguir segurar não..." "Goza então, filhote... Enche o rabo do pai com essa porra grossa." Mal terminei de ouvir e meu corpo inteiro travou. Agarrei firme aquela bunda peluda, afundei os dedos nos pelos molhados de suor do peito dele e meti tudo até o talo.

Senti meu pau pulsar forte dentro, jorrando jato atrás de jato bem no fundo daquele cu quente e arrombado. Meu pai gemeu alto, apertando o rabo em volta da minha rola como se quisesse sugar até a última gota. Eu tremia inteiro, gemendo contra as costas dele, sentindo o cheiro forte de macho suado que subia daquele corpo peludo. Quando parei de gozar, ainda com o pau latejando dentro dele, meu pai se endireitou devagar, virou o rosto e me deu um sorriso safado. Meu pau ainda duro escorregou para fora com um ploc molhado, deixando um fio grosso de porra escorrendo pela perna peluda dele. Ele então me guiou para o quarto do banheiro e me jogou deitado na cama de casal e subiu em cima de mim como um animal.

Aquele corpo de quase 50 anos, forte e totalmente coberto de pelos pretos era uma visão que eu nunca mais ia esquecer. O peito largo, a barriga com aquela camada de pelos, as coxas grossas e peludas... tudo brilhando de suor. Ele se posicionou por cima do meu pau ainda duro, segurou ele com uma mão e sentou devagar, engolindo tudo de novo. "Agora o pai vai cavalgar esse pauzão" murmurou, começando a subir e descer. Os pelos da bunda dele roçavam nas minhas bolas, no meu corpo, a cada descida. Eu passava as mãos pelo peito dele, apertando os mamilos duros no meio daquela mata de pelos pretos com alguns fios brancos.

Meu pai gemia cada vez mais alto, batendo a mão grossa no próprio pau enquanto rebolava gostoso. De repente ele acelerou, o corpo peludo tremendo, e gozou forte. Jatos grossos e brancos acertaram meu rosto, meu peito e minha barriga, deixando a minha pele clara com a porra quente do meu próprio pai. Um pouco da porra entrou direto na minha boca e pude sentir aquela porra meio amarga e leitosa, o sabor me enlouqueceu. Ele devia estar guardando aquele leito e não devia ter gozado quando alguém fodeu ele mais cedo.

No mesmo momento, sentindo aquele cu apertar forte em volta de mim e com a porra dele em meu corpo e na minha cara, eu gozei pela segunda vez, enchendo ele de novo, misturando minha porra com a que já tinha lá dentro. Ofegantes, ele desceu devagar do meu pau e se virou, ficando de quatro por cima de mim, na posição do 69. Aquela bunda grande, branca e extremamente peluda desceu direto na minha cara. O cheiro era insano: suor, porra, rabo usado. Dois fios longos de porra misturada escorriam do buraco rosado e aberto, escorrendo pelos pelos densos em volta do cu dele.

"Chupa o cu do pai, Jão... limpa tudo com essa língua" meu pai ordenou. Não pensei duas vezes. Abri a boca e enfiei a língua bem fundo naquele buraco quente e melado, chupando minha própria porra misturada com a dele. O gosto era forte, salgado, safado. Ao mesmo tempo, senti a boca quente do meu pai engolir meu pau até o fundo, enquanto ele enfiava dois dedos grossos no meu cu, abrindo caminho. Começamos um meia-nove sujo e molhado: eu chupando e lambendo aquele rabão peludo dele, ele mamando minha rola e fodendo meu cu com força com seus dedos e baba. Os pelos da bunda e das coxas dele roçavam o tempo todo no meu rosto, me sufocando de macho.

Isso durou um tempo, até ele ficar duro novamente. Enquanto ele esfregava o rabo na minha cara, que já estava dormente de tanto tesão, ele lambia meu pau de uma forma que depois de alguns minutos ficou duro também. Ele revezava entre meu pau e o meu rabo, enfiando dois dedos grossos lá dentro enquanto chupava meu pau, sugando todo o resto de porra que estava lá dentro. Depois de ter ficado um pouco mais duro, ele se ajeitou e colocou o pau direto na minha boca "agora chupa o pau peludo do pai, Jão. Vou te sufocar até tu não conseguir respirar seu filho da puta tesudo".

Apenas abri e engoli. Em alguns momentos chegava a sufocar com o peso dele em cima de mim e o pau me sufocando, as bolas dele esfregando no meu rosto. Estava delirando, era como estar com uma febre de 40 graus e nunca querer que aquilo passasse. Cada parte do meu corpo estava sensível e sentir aquele corpo junto do meu, acho que pela primeira vez cheguei a ter um orgasmo de verdade. Então, ele parou de esfregar as bolas e o pau na minha cara, e ficou ajoelhado na cama em minha frente, ele tocou rápido o pau, dando algumas batidas e começou a gozar em meu peito, dessa vez bem menos, mas ainda grosso e branco, com o cheiro da porra ainda misturado com o cheiro de mijo e de suor, alcóol e tudo o resto.

Enquanto ele gozava, eu bati uma punheta rápida e gozei pela terceira vez, dessa vez um gozo mais ralo, quase transparente, escorrendo fraco entre meus dedos. Nós dois ficamos ali, suados, melados de porra, respirando pesado. Meu pai, com aquele corpo peludo brilhando, deitou ao meu lado e passou a mão grossa no meu peito, misturando nossa porra, juntou um pouco com os dedos e enfiou em minha boca.

O cheiro de sexo estava forte. "Vem, filhote. Vamos tomar um banho" disse ele dando um tapa leve na minha coxa. Levantei com as pernas ainda fracas. Meu pai caminhou na frente, aquele corpo peludo, as costas largas cobertas de pelos pretos, a bunda grande e branca com fios pretos em volta do buraco ainda entreaberto, de onde escorria um fio fino da nossa porra misturada pelas coxas peludas. Meu pau deu uma latejada só de olhar.

Entramos no banheiro do quarto. Meu pai abriu o chuveiro e ajustou a água quente. Ficamos os dois embaixo do jato, a água escorrendo sobre nossos corpos suados. Ele me puxou contra si, peito peludo colado no meu, e me deu um beijo, língua grossa invadindo minha boca e gosto de pau. Depois de um tempo, ele se afastou um pouco, olhou para baixo e sorriu. "Agora tenta. Mija aqui na frente do pai, vai."

Eu estava meio sem jeito ainda, mas depois de tudo que tinha acontecido, o tesão falou mais alto. Segurei meu pau, apontei para o ralo e, mesmo com ele me olhando direto, consegui relaxar. Um jato forte e amarelo saiu, quente, misturando com a água do chuveiro. Meu pai ficou observando, uma mão alisando lentamente o próprio pau no meio daquela mata de pelos molhados. Quando terminei, me ajoelhei devagar no piso molhado do box, olhando para cima. A água caía sobre o corpo peludo dele, escorrendo por seu peito peludo, da barriga e do pau grosso que pendia pesado entre as pernas. Ele começou a se ajeitar para mijar também, foi quando percebi que não podia perder aquela oportunidade.

" Pai… mija em mim" pedi, a voz baixa e cheia de desejo. "Por favor… quero sentir o mijo, pai." Ele deu um sorriso safado, quase orgulhoso. Segurou o pau grosso com uma mão, puxou a pele pra trás e mirou em mim. "Tá querendo virar putinho do pai mesmo, né?" O jato quente dele acertou primeiro meu peito, descendo forte. Depois ele mirou mais pra cima, molhando meu pescoço e então minha lingua na boca entreaberta. O mijo quente do meu pai escorria pela minha pele enquanto eu abria a boca, sentindo o gosto forte e amargo na língua. Ele mijou bastante, longo e grosso, cobrindo meu corpo todo. Eu gemia baixinho, pau duro de novo só com a sensação.

Quando terminou, ele me puxou pelo cabelo molhado, colocou a cabeça do pau ainda pingando na minha boca e mandou: "Limpa agora." Chupei a cabeça devagar, tirando as últimas gotas enquanto a água do chuveiro lavava nossos corpos. Meu pai me olhou de cima, com aqueles olhos pesados de tesão e cumplicidade, o peito peludo subindo e descendo. "Essa viagem com o Zeca vai ser só o começo, Jão. O pai agora sabe exatamente o que você precisa. Amanhã quando sua mãe tiver fora, eu vou meter forte nesse teu cuzinho, moleque".

"Vou me preparar antes," disse. "Mas... Posso saber quem tinha metido em você antes? Foi o Tio Zeca?"

Ele deu uma risada. "Não foi o Zeca não, não dessa vez. Mas se você continuar uma boa putinha, te levo no bar pra beber uma com meus amigos quando tu voltar dessa viagem".

Saímos do banho. O cheiro dele ainda estava grudado em mim.

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Comentários

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Não demore a escrever o restante, imaginando a viagem ja e vc e seu pai no bar ...

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DESSA VEZ PODE NÃO TER SIDO O TIO ZECA, MAS O TIO ZECA JÁ COMEU SEU PAI COM CERTEZA NESSAS VIAGENS PELA VIDA. MAS SE NÃO FOI O TIO ZECA, ENTÃO QUEM FOI??? AQUI CURIOSO TAMBÉM.

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