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Capítulo I - Me descobrindo

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Um conto erótico de Paola
Categoria: Lésbicas
Contém 4170 palavras
Data: 17/06/2026 21:32:58

Meu nome é Paola. O que eu vou relatar aconteceu quando eu tinha 18 anos, e vou contar tudo sem esconder nada, sem pudor e sem fingir que sou santa. Tudo que vivi na minha vida sexual foi porque eu quis, porque eu permiti e, principalmente, porque eu adorei cada segundo.

Na época eu estava no terceiro ano do ensino médio, morando com minha mãe numa cidade próxima da capital. Meus pais se separaram quando eu ainda era criança. Meu pai foi embora pra outro estado e quase não tive mais contato com ele. Depois disso, minha mãe sempre tentou compensar a ausência dele me dando quase tudo que eu pedia — roupas, celular, viagens pequenas… A única coisa que ela cobrava de verdade eram as notas e a frequência na escola.

Eu sempre fui considerada bonita. Tinha 1,60m, olhos verdes, pele branca, cabelo longo que eu pintava de loiro porque me sentia mais bonita e mais “adulta” assim. O que mais chamava atenção era minha bunda — redonda, empinada, bem marcada. Mesmo quando eu tentava esconder, ela chamava os olhares. Na aula de educação física o short do uniforme subia e engolia minha bunda, deixando os meninos taradinhos. Alguns mais ousados chegavam perto e me chamavam de “rabudinha”, “tesudinha”, “delícia”. Eu ficava vermelha, baixava a cabeça, mas por dentro… eu adorava. Me sentia gostosa.

Meus seios também tinham crescido rápido e já tinham um bom tamanho. Meu corpo desenvolveu cedo demais. Acho que meus hormônios entraram em ebulição antes da hora. Desde os 15, 16 anos eu já sentia um fogo constante na buceta e no cuzinho. Quase todos os dias, depois da escola, eu trancava a porta do quarto, colocava um fone de ouvido e me masturbava. Às vezes até duas vezes no mesmo dia. Era meu segredo. Ninguém sabia.

Perdi a virgindade com um menino da escola. Ele era bonito, popular, mas totalmente inexperiente. Tentamos algumas vezes, mas nunca consegui gozar de verdade com ele. Era rápido, desajeitado e me deixava frustrada. Depois de algumas tentativas que terminaram em decepção, eu terminei com ele. Continuei me masturbando sozinha, cada vez com mais vontade, imaginando coisas que eu nem tinha coragem de falar em voz alta.

Por fora, eu era a aluna boa, a menina bonita e educada. Por dentro, eu já era uma bomba-relógio de tesão.

A Taty entrou na minha vida no começo do terceiro ano. Os pais dela tinham se mudado de outra cidade e acabaram alugando uma casa no mesmo condomínio que o meu. Como éramos quase vizinhas e estudávamos na mesma escola, acabamos nos aproximando naturalmente.

Ela era uns cinco centímetros mais baixa que eu (1,55m), tinha minha idade, era magra, possuia seios pequenos a médios, com um corpo bem proporcionado, bunda redondinha, durinha e arrebitada que chamava atenção até mais que a minha. Tinha piercing no nariz e no umbigo, cabelo preto liso até a cintura e olhos pretos bem expressivos. O jeito dela era completamente diferente do meu: extrovertida, falante, sem filtro. Todo mundo na escola já comentava que a Taty ficava com vários meninos e não fazia questão de esconder.

No início éramos só amigas. Nos encontrávamos no intervalo, sentávamos juntas no recreio e, depois das aulas, ela começou a vir pra minha casa pra fazer lição ou “ficar de bobeira”, como ela dizia. Minha mãe gostava dela — achava que a Taty era “boazinha e educada”. Se soubesse…

A Taty era bem mais solta que eu. Falava de sexo com uma naturalidade que me deixava vermelha na hora. Contava, sem nenhum pudor, sobre os meninos com quem ficava, como era a rola de cada um, se chupava bem ou não, se gozava fácil ou demorava. Eu ficava ouvindo calada, fingindo que era normal, mas por dentro meu coração acelerava e minha bucetinha dava umas piscadinhas traiçoeiras.

Uma vez, no intervalo, ela me contou rindo que tinha chupado um menino no banheiro da escola no dia anterior.

— Ele gozou tão rápido que eu nem tive tempo de sentir o gosto direito — disse ela, dando de ombros como se fosse a coisa mais normal do mundo.

Eu só consegui rir sem graça e mudar de assunto, mas passei o resto do dia pensando naquilo. À noite, quando me masturbei, a imagem da Taty de joelhos chupando alguém não saía da minha cabeça.

Com o tempo, ela começou a frequentar minha casa quase todos os dias depois da aula. A gente fazia lição, assistia série, comia besteira… mas aos poucos as conversas foram ficando mais íntimas. Ela percebia quando eu ficava quieta e vermelha e cutucava:

— Tá pensando em alguma safadeza, né, Paola?

Eu negava, mas ela ria e dizia que eu era “santinha por fora, mas tarada por dentro”. Eu ria junto, mas sentia um frio gostoso na barriga.

A Taty usava roupas bem curtas e coladas. Shortinhos jeans que marcavam a bucetinha de forma indecente, blusinhas que deixavam a barriga de fora mostrando o piercing no umbigo. Quando ela sentava de pernas abertas no meu sofá, eu tentava não olhar, mas era impossível não notar o volume da xotinha carnuda marcando o tecido.

Eu ainda era a menina “boa”. Boa aluna, educada, que corava fácil. Mas toda vez que a Taty ia embora, eu trancava a porta do quarto, colocava um fone e me masturbava pensando nela. Imaginava como seria tocar aqueles peitinhos, chupar aquela bucetinha que ela tanto descrevia, ou até… dar meu cu pra ela brincar.

Eu ainda não tinha coragem de admitir em voz alta, mas a Taty já tinha acendido um fogo dentro de mim que eu não sabia mais como apagar.

E foi exatamente por causa dela que, um dia, tudo mudou de verdade.

Com o tempo, a Taty passou a vir pra minha casa quase todos os dias depois da aula. A gente fazia lição juntas, assistia série na televisão, comia besteira no sofá… mas as conversas foram ficando cada vez mais íntimas e perigosas.

A Taty não tinha filtro nenhum. Falava de sexo como quem fala do tempo. Contava detalhes que me deixavam com o rosto pegando fogo e a calcinha molhada:

— Ontem fiquei com o Lucas na casa dele. A rola dele é grossa pra caralho, mas ele goza rápido demais. Chupei ele por uns cinco minutos e ele já tava jorrando na minha boca.

Eu ficava quieta, apertando as coxas uma contra a outra, fingindo que estava só ouvindo. Por dentro, minha imaginação ia longe. Comecei a me masturbar pensando nas histórias dela. Imaginava a Taty de joelhos, chupando, gemendo, sendo usada… e, sem querer, comecei a me imaginar no lugar dela.

Uma tarde, estávamos deitadas na minha cama assistindo um filme qualquer quando ela virou pra mim e perguntou do nada:

— Paola, você já gozou de verdade alguma vez com um menino?

Eu fiquei vermelha na hora.

— Hum… acho que não… — respondi baixinho. — Eles são muito rápidos, não sabem direito onde tocar.

A Taty deu um sorrisinho e se aproximou um pouco mais.

— Pois eu gozo fácil. Às vezes só de ficar esfregando na rola deles já gozo. E quando é com menina… aí é outra história.

Ela disse isso olhando direto nos meus olhos. Eu senti um calor subir pela barriga. Não respondi nada, só engoli em seco.

A partir daí, as provocações dela foram ficando mais diretas. Ela começou a usar shortinhos ainda mais curtos quando vinha pra minha casa. Sentava de pernas abertas no meu sofá e eu via claramente o volume da bucetinha marcando o tecido. Às vezes ela “sem querer” passava a mão por cima da própria buceta enquanto conversava, como se estivesse coçando, mas eu sabia que era de propósito.

Uma vez, ela me pegou olhando fixo e deu uma risadinha:

— Tá olhando o que, Paola? Tá gostando da vista?

Eu quase morri de vergonha e mudei de assunto rapidinho. Mas à noite, sozinha no quarto, eu me toquei pensando exatamente na imagem da bucetinha da Taty marcada no shortinho.

A Taty também começou a me contar coisas mais pesadas. Falou que já tinha feito sexo grupal duas vezes, que adorava dar o cu, que já tinha usado plug na escola o dia inteiro e ficado molhada o tempo todo. Cada história nova me deixava mais molhada e mais confusa. Eu me sentia uma tarada por gostar tanto de ouvir aquilo, mas não conseguia parar de pedir mais detalhes.

— Você não tem vergonha de contar essas coisas? — perguntei uma vez, corada.

Ela deu de ombros e sorriu:

— Vergonha de quê? Sexo é gostoso. Se eu gosto, por que vou esconder? E você… eu sei que por baixo dessa carinha de santinha tem uma putinha querendo sair. Só falta coragem.

Eu ri sem graça, mas por dentro sabia que ela estava certa. A cada dia que passava, eu sentia que estava perdendo o controle sobre aquele fogo que a Taty alimentava.

E foi exatamente por causa dela que, um dia quente de sexta-feira, tudo mudou de verdade. Minha mãe tinha saído para fazer compras e eu estava sozinha em casa, com aquele fogo insuportável que não passava mais. O dia inteiro na escola eu tinha ficado pensando nas histórias que a Taty me contava, na bucetinha dela marcada no shortinho, na forma como ela falava de sexo sem nenhuma vergonha.

Não aguentei.

Tranquei a porta do quarto, abri o notebook e coloquei um pornô lésbico. Duas meninas bonitas se beijando, se tocando, se chupando com vontade. Tirei o short e a calcinha, deitei na cama com as pernas abertas e comecei a me tocar. Estava molhada pra caralho. Meus dedos deslizavam fácil pelo grelo inchado, descendo até a entrada da buceta. Eu gemia baixinho, os olhos grudados na tela, sentindo o orgasmo se aproximando.

Foi nesse momento que ouvi a campainha tocar.

Meu coração quase parou. Eu tinha esquecido completamente que a Taty tinha mandado mensagem mais cedo dizendo que viria depois da aula pra gente “ficar de bobeira”.

Levantei correndo, limpei os dedos na coxa, vesti o short às pressas e tentei ajeitar o cabelo no espelho. Meu rosto estava vermelho, os olhos brilhando de excitação frustrada. Respirei fundo e abri a porta do quarto.

A Taty entrou como sempre, com aquele sorrisinho leve, colocou a bolsa no chão e fechou a porta atrás de si. Estava usando um shortinho legging bem colado que marcava perfeitamente a bucetinha carnuda. Eu ainda estava excitada demais, e sem querer meu olhar desceu direto para aquela marca no tecido.

Ela percebeu na hora.

— O que foi? Esse short sempre sobe demais… — disse ela, se ajeitando um pouco, depois olhou pra mim com atenção. — Você tá vermelhinha. Tá tudo bem?

— Ah… não é nada não — respondi, atrapalhada, sentindo o rosto queimar ainda mais.

A Taty não insistiu. Deitou na minha cama como se fosse a dona do quarto e ficamos conversando besteira por um tempo. Em certo momento ela precisou terminar uma atividade da escola e pediu meu notebook emprestado.

Entreguei sem lembrar que o pornô ainda estava aberto.

Quando ela abriu a tela, o filme voltou a rodar automaticamente. O som dos gemidos das mulheres encheu o quarto.

— Nossa… — disse ela, surpresa, mas sem fechar a tela.

Meu rosto pegou fogo na hora.

— Meu Deus, desculpa… eu… — tentei desesperadamente pegar o notebook de volta.

A Taty segurou o notebook e olhou pra mim com um sorrisinho malicioso.

— Relaxa, Paola. Eu também assisto pornô o tempo todo. Quer assistir juntas?

Fiquei paralisada por uns segundos. Meu coração batia forte no peito. Depois, sem saber muito bem por quê, eu assenti com a cabeça.

Tranquei a porta do quarto, fechei a cortina e liguei o filme na televisão maior.

O clima mudou completamente. As duas mulheres na tela se chupavam com vontade, gemendo alto. A Taty estava deitada ao meu lado, o pé dela encostando no meu de leve. O ar parecia mais pesado.

Em certo momento ela virou o rosto pra mim e perguntou baixinho, com aquele sorrisinho safado:

— Tá gostando?

— Hum… elas são muito bonitas — respondi, tentando disfarçar o quanto eu estava molhada.

— Ficou excitada, né? — provocou ela, o olhar descendo pro meu colo.

Eu só consegui assentir, vermelha até as orelhas.

— Fica tranquila… eu também tô toda molhada — confessou ela, sem nenhuma vergonha.

E então, na minha frente, a Taty tirou o shortinho, afastou a calcinha pro lado e passou os dedos entre os lábios da buceta. Quando tirou a mão, os dedos estavam brilhando de mel.

— Olha como eu tô… — mostrou pra mim.

Fiquei hipnotizada. A bucetinha dela era linda, carnuda, lisinha e completamente babada. Naquele momento eu soube que não ia conseguir me segurar mais.

A Taty percebeu meu olhar e sorriu, aquele sorrisinho safado que eu já estava começando a conhecer bem.

— Tá gostando da vista? — perguntou baixinho, ainda com os dedos brilhando.

Eu não consegui responder. Só assenti, o rosto queimando.

Então ela fez o que eu não esperava.

A Taty se aproximou mais, colocou a mão sobre minha buceta por cima do short e começou a me alisar devagar, com a palma aberta. Senti o calor da mão dela através do tecido fino e soltei um gemidinho baixinho, quase involuntário.

— Nossa, Paola… você tá encharcada — murmurou ela, a voz rouca de tesão. — Tá molhada assim desde quando?

Não respondi. Só abri um pouco mais as pernas, deixando ela continuar. A Taty entendeu o recado. Tirou meu short e puxou minha calcinha pro lado e tocou diretamente na minha bucetinha. Seus dedos deslizaram fácil entre os lábios, passando pelo grelo inchado e descendo até a entrada.

— Aiii… — gemi baixinho, fechando os olhos por um segundo.

Ela começou a me tocar com calma, circulando o grelo, descendo e subindo, espalhando meu mel. Eu estava tremendo. Nunca ninguém tinha me tocado assim. Era completamente diferente de quando eu me masturbava sozinha. A mão dela era quente, segura, sabia exatamente onde apertar.

— Tá gostoso? — perguntou ela, aproximando o rosto do meu ouvido.

— Hum… tá… muito gostoso… — respondi, a voz saindo manhosa e fraca.

A Taty sorriu e acelerou um pouco os movimentos. Seus dedos agora pressionavam meu grelo com mais firmeza, fazendo círculos rápidos. Eu comecei a soltar gemidinhos mais altos, o quadril se mexendo sozinho contra a mão dela.

Sem dizer nada, ela se ajeitou na cama, desceu o corpo e colocou a cabeça entre as minhas pernas. Abriu meus lábios com os dedos e, antes que eu pudesse pensar, enfiou a língua quente e molhada bem fundo na minha buceta.

— Ahhh! — soltei um gemido mais alto, pegando o travesseiro e mordendo com força para abafar o som.

A língua da Taty era macia, habilidosa. Ela lambia toda a extensão, circulava o grelo, chupava os lábios, voltava para dentro. Eu nunca tinha sentido nada parecido. Meus quadris subiam e desciam sozinhos, empurrando minha buceta contra a boca dela.

Ela chupou por uns bons minutos, me deixando cada vez mais molhada e delirante. Depois subiu um pouco, deixou dois dedos entrarem na minha buceta e, com a outra mão, afastou meu top e abocanhou um dos meus seios, chupando o biquinho com vontade.

— Taty… isso tá muito gostoso… — gemi, segurando a cabeça dela contra meu peito.

Ela soltou meu seio, subiu até meu pescoço, beijou a região da nuca e cochichou no meu ouvido:

— Tá gostoso?

— Muito… não para, por favor…

— Quer que eu te beije?

Não respondi com palavras. Apenas virei o rosto e procurei a boca dela.

Nosso primeiro beijo foi molhado, quente e desesperado. Nossas línguas se encontraram imediatamente, se enrolando, se explorando. O gosto da minha própria buceta na boca dela me excitou ainda mais. Beijamos por um tempo longo, gemendo baixinho uma na boca da outra, enquanto os dedos dela continuavam mexendo devagar dentro de mim.

Depois do beijo, qualquer pudor que ainda existia desapareceu.

A Taty desceu novamente e voltou a me chupar com mais fome. Eu empurrava a cabeça dela contra minha buceta, rebolando, gemendo sem controle. O orgasmo veio forte, rápido, me pegando de surpresa.

— Taty… eu vou gozar… não para… ahhh… tô gozando!!!

Segurei a cabeça dela com as duas mãos e gozei na boca dela, o corpo tremendo inteiro, ondas de prazer percorrendo desde o grelo até as pontas dos pés. Minha buceta pulsava, mel escorrendo pela boca da Taty.

Quando o tremor passou, ela subiu, o rosto brilhando do meu mel, e me beijou novamente, dividindo meu próprio gosto comigo.

Ficamos ali, ela por cima de mim, nos beijando devagar, descansando.

Eu ainda não sabia, mas naquele momento minha vida sexual tinha mudado para sempre.

Depois daquele beijo longo e molhado, ficamos ali deitadas, eu ainda tremendo um pouco do orgasmo forte que a Taty tinha me dado. Ela estava por cima de mim, o corpo quente colado no meu, nossos rostos bem perto. Eu sentia o cheiro da minha própria buceta na boca dela e aquilo me deixava ainda mais excitada.

Passei a mão devagar nas costas dela, descendo até a bunda redondinha e firme. Apertei de leve. A Taty sorriu contra meus lábios.

— Tá corajosa agora, hein? — provocou ela baixinho.

Eu não respondi com palavras. Apenas puxei ela mais pra cima e voltei a beijar sua boca, dessa vez com mais fome. Depois desci beijando o pescoço, o colo, até chegar nos peitinhos dela. Tirei a blusa e o sutiã dela devagar, revelando aqueles biquinhos rosados e durinhos. Comecei a chupar um deles, depois o outro, brincando com a língua, sugando com vontade. A Taty gemia baixinho, passando a mão no meu cabelo.

— Isso… chupa meus peitinhos… tá gostoso…

Fiquei um tempinho ali, até ela me puxar gentilmente pra cima e voltar a me beijar. A boca dela era macia, quente, viciante. Depois de um tempo, a Taty sussurrou contra meus lábios:

— Quero gozar também… me chupa, Paola.

Meu coração acelerou. Eu estava nervosa, mas o tesão era maior que o medo. Dei um último beijo molhado nela e desci pelo seu corpo. A Taty abriu as pernas pra mim, toda entregue. Quando vi aquela bucetinha carnuda, lisinha e brilhando de mel bem na minha frente, senti uma vontade louca de provar.

— Você é linda demais… — murmurei, quase pra mim mesma.

Caí de boca nela. No começo fui devagar, sem muita técnica, só lambendo toda a extensão, sentindo o gosto doce e salgado do mel dela. A Taty gemeu e colocou uma mão na minha cabeça, guiando suavemente.

— Aqui… chupa bem aqui no grelo… isso… assim…

Segui as instruções dela e concentrei no grelo, chupando e lambendo com mais vontade. Quanto mais ela gemia, mais eu me soltava. Logo estava chupando com gosto, enfiando a língua dentro dela, sugando os lábios.

A Taty começou a rebolar contra meu rosto, respirando pesado.

— Coloca um dedo no meu cuzinho… por favor… — pediu ela, quase implorando, a voz cheia de tesão.

Eu obedeci. Molhei bem um dedo na buceta dela, deixei ele babado e levei até o cuzinho. O anel estava quentinho e cedeu fácil. Enfiei o dedo devagar até o fundo.

— Aiii… isso… me chupa enquanto fode meu cuzinho… vai, Paola…

Comecei a fazer um vai e vem com o dedo no cu dela enquanto continuava chupando a bucetinha com vontade. A Taty rebolava loucamente no meu rosto, gemendo cada vez mais alto.

Não demorou muito. Ela segurou minha cabeça com as duas mãos e gozou forte, tremendo toda, a buceta pulsando na minha boca, mel escorrendo pelo meu queixo.

— Ahhhhh… tô gozando… caralho… que delícia… — gemeu ela, o corpo convulsionando.

Quando ela se acalmou, eu subi e a beijei, dividindo o gosto dela. Ficamos ali uns minutos, nos beijando preguiçosamente, corpos colados e suados.

Depois de um tempo, a Taty sorriu e disse:

— Eu trouxe uma coisa que acho que você vai gostar… Sempre carrego na bolsa pra quando bate a vontade.

Ela se levantou, pegou a bolsa e tirou uma nécessaire pequena. Abriu e me mostrou alguns plugs de tamanhos diferentes — alguns pequenos, outros médios, de metal.

— Quer experimentar um? — perguntou, com os olhos brilhando.

Meu coração disparou de novo. Eu estava curiosa, excitada e um pouco assustada.

— Quero… mas vai caber?

— Vai sim. Deita de quatro que eu te ajudo.

Fiquei de quatro na cama, empinei a bunda e abri as pernas. A Taty massageou minha bucetinha primeiro, me deixando relaxada. Depois, pra minha surpresa, ela se abaixou e começou a chupar meu cuzinho. A língua quente circulando o anel, entrando um pouco… era uma sensação nova e deliciosa. Eu mordi o travesseiro pra abafar os gemidos.

Quando eu já estava bem molhada e relaxada, ela lubrificou o plug menor e foi empurrando devagar.

— Relaxa… respira… isso…

Senti o plug abrindo meu anel, entrando aos poucos, até a base encostar. Era uma sensação estranha, mas muito gostosa.

A Taty começou a mexer o plug devagar, fazendo um vai e vem. Eu gemia cada vez mais alto.

— Aiii… tá bom… tá muito bom… coloca dois dedos na minha buceta…

Ela obedeceu. Dois dedos entraram fácil na minha buceta enquanto o plug se movia no meu cu. O orgasmo veio rápido e forte. Meu corpo tremeu inteiro, o cu apertando o plug, a buceta contraindo nos dedos dela.

— Tô gozando… ahhhh… com o plug dentro de mim… tô gozando!!!

Quando me acalmei, deitei de costas na cama, ofegante. A Taty veio por cima de mim e me beijou demoradamente.

— Gostou? — perguntou ela, sorrindo.

— Amei… nunca senti nada assim — respondi, ainda respirando pesada.

Ela riu baixinho e sussurrou no meu ouvido:

— Isso é só o começo, sua putinha.

Ficamos ali deitadas por um bom tempo, eu de costas na cama, ainda sentindo o plug rosa bem acomodado no meu cuzinho, e a Taty de lado, com a cabeça apoiada no meu peito. Nossos corpos estavam quentes, suados, e o quarto cheirava a sexo, a buceta molhada e a excitação pura.

Eu olhava para o teto, o coração ainda batendo forte, tentando processar tudo que tinha acontecido nas últimas horas. Tinha acabado de chupar uma menina pela primeira vez. Tinha gozado na boca dela. Tinha deixado ela chupar meu cu. E agora tinha um plug enfiado no meu rabinho… e eu estava adorando.

A Taty quebrou o silêncio primeiro, com a voz calma e um pouco rouca:

— Você gostou?

Eu demorei um segundo para responder. Depois virei o rosto pra ela e falei baixinho, quase envergonhada:

— Eu adorei… Nunca pensei que fosse gostar tanto de transar com outra menina. Foi… muito bom. E o plug… nossa, é uma sensação estranha, mas muito boa. Sinto meu cu todo preenchido.

A Taty sorriu, aquele sorrisinho safado que eu já estava viciada.

— Eu sabia que você ia gostar. Desde o primeiro dia que te vi, eu senti que por baixo dessa carinha de boazinha tinha uma putinha querendo sair.

Eu ri, corando um pouco.

— Para… eu não sou assim.

— Ainda não — corrigiu ela, passando o dedo de leve no meu grelo por cima da calcinha. — Mas vai ser. E eu vou adorar te ajudar a virar a putinha que você realmente é.

Ficamos um tempo em silêncio, só fazendo carinho. Eu passava a mão no cabelo dela, ela desenhava círculos na minha barriga. Depois de uns minutos, ela confessou:

— Sabe… eu sempre tive muito tesão por você. Desde que te vi no condomínio. Mas você parecia tão certinha, tão boazinha… Eu vinha pra cá usando meus shortinhos mais curtos de propósito, pra ver se você olhava. E hoje, quando vi você vermelha e excitada olhando pra minha buceta marcada… eu soube que era a hora.

Eu fiquei surpresa.

— Sério? Eu nunca imaginei… Eu achava que você só via os meninos.

— Eu gosto dos dois. Mas com você… é diferente. Tem algo em você que me dá vontade de te ensinar tudo. De te ver gemendo, pedindo, gozando com o cu cheio.

Eu mordi o lábio, sentindo meu grelo pulsar de novo só de ouvir aquilo.

— Eu também… nunca tinha sentido nada parecido. Hoje eu descobri que gosto de dar o cu. E de chupar uma menina. E de ter você me comandando… Foi tudo muito... intenso.

A Taty se aproximou e me deu um beijo lento, carinhoso.

— Então não precisa ter pressa. Vamos devagar. Mas eu quero repetir isso muitas vezes. Quero te ver usando plug na escola, quero te ver gozando com minha língua, quero te ver ficando cada vez mais safada.

Eu sorri, um pouco envergonhada, mas já sentindo o tesão voltar.

A Taty se levantou, vestiu a roupa rapidamente e pegou a bolsa.

— Bem, eu já vou indo. Pode ficar com os plugs. Eles já são pequenos pra mim. Use quando quiser...

Ela me deu um último beijo bem demorado, língua macia na minha, e foi embora.

Fiquei sozinha no quarto.

Levantei, fui até o espelho do guarda-roupa e me virei de costas. Levantei a blusa e olhei meu reflexo: o plug rosa bem justinho no meu cuzinho, combinando com a patricinha loira que eu era. Toquei de leve na base e senti uma onda de prazer subir. Meu grelo ainda estava sensível, minha buceta ainda melada.

Eu me olhei nos olhos no espelho e sorri.

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