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Minha mãe meu Tesão, toma meu leite sem saber.

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Um conto erótico de Pedro
Categoria: Heterossexual
Contém 544 palavras
Data: 17/06/2026 21:44:48

Me chamo Pedro, tenho 23 anos e, de uns anos pra cá, desenvolvi um tesão insano por incesto. Tudo começou quando passei a escutar meus pais transando. Os gemidos da minha mãe atravessavam as paredes e me deixavam louco de desejo.

Aqueles sons molhados, o jeito que ela gemia mais alto quando gozava… aquilo despertou algo primitivo em mim. Comecei a fantasiar com o corpo dela: os seios grandes e caídos, pesados, com mamilos escuros que eu imaginava chupando; a barriga macia, as coxas grossas e, principalmente, a vagina dela, com os pelos aparados, sempre bem cuidadinha.

Eu ficava atrás da porta do quarto deles, pau na mão, batendo uma punheta lenta enquanto escutava ela gemer. Gozar ouvindo minha própria mãe gozando era uma das sensações mais fortes que eu já tinha sentido. O leite saía grosso, jorrando forte, só de pensar nela. Ultimamente, ela se tornou a única responsável por me fazer gozar tanto assim — mesmo sem saber.

Só que bater punheta já não era suficiente. Eu queria mais. Queria socar meu pau fundo na buceta dela, sentir ela apertando em volta de mim, mas isso parecia impossível. Queria também encher ela de porra, marcar ela como minha. Como não conseguia fazer isso diretamente, comecei a dar um jeito mais safado: passei a gozar escondido nos cremes corporais dela, no sabonete íntimo, na escova de dentes e até no shampoo.

Hoje em dia, toda vez que minha mãe passa creme no corpo, escova os dentes ou toma banho, ela está, sem saber, engolindo e espalhando meu leite quente por toda a pele e dentro da boca. Saber disso me deixa com o pau latejando o dia inteiro.

Mas eu fui além. Comecei a roubar as calcinhas dela do cesto de roupa suja. As que estavam com a marca do dia, ainda quentinhas e com o cheiro forte da buceta dela. Eu enfiava o rosto nelas, lambia o fundinho, cheirava o aroma misturado de xoxota, suor e mijo leve, e batia uma punheta violenta. Quando estava quase gozando, eu virava a calcinha do avesso e jorrava uma carga grossa bem no forro, bem onde a buceta dela encosta. Depois dobrava direitinho e colocava de volta no cesto.

Outra coisa que me viciou foi a Gillette dela. Toda vez que ela se depilava, alguns pelinhos pretos e curtos da buceta ficavam presos na lâmina ou no aparelho. Eu recolhia aqueles pelos com cuidado, guardava num potinho e, quando ficava sozinho, enrolava eles no meu pau ou esfregava na cabeça enquanto batia uma punheta pensando nela. O cheiro e a textura daqueles pelos da buceta da minha mãe me faziam gozar absurdamente forte.

Eu sei que é errado. Sei que é doentio. Mas não consigo parar. Cada vez quero mais. Quero sentir o gosto real da buceta dela, quero enfiar o pau na boca dela enquanto ela dorme, quero acordar ela com porra na cara. E quem sabe um dia… quem sabe eu consiga algo ainda mais perigoso.

Enquanto isso, continuo marcando ela do meu jeito: com meu leite dentro dos cremes, nas calcinhas, na boca, na pele. Minha mãe anda por aí, linda e gostosa, sem fazer ideia de que o filho dela está viciado em enchê-la de esperma escondido.

(Me chamem no telegran @pefaria )

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