Bernardo não conseguia parar de cheirar a calcinha de Dóris. O cheiro da buceta da irmã era forte, mas ao mesmo tempo intoxicante. Agora, ele conseguia fechar os olhos e reviver na memória a imagem da buceta dela, gravada em sua mente, ou a cena do sexo com o namorado no quarto. A cena de Dóris fodendo com o namorado tinha marcado muito com Bernardo.
— Aaaahhh… gozei…
Ejaculou tudo dentro da calcinha. Só quando o tesão passou é que a preocupação bateu. "Caralho, sujei a calcinha de porra…" Ele correu para lavar, mas foi pego no flagra.
— O que você está fazendo com a minha calcinha? — Dóris perguntou, entrando brava no quarto.
— É… eu só queria lavar…
— Vai lavar a sua cueca, deixa a minha calcinha em paz.
Ela pegou a peça e notou uma mancha esbranquiçada, viscosa.
— Não acredito, Bernardo… você gozou na minha calcinha?
— Não…
— Então o que é essa porra aqui?
Era porra. Literalmente. Bernardo fugiu da cena, mas Dóris foi atrás, consumida pela raiva.
— Me solta, Dóris!
— Seu moleque nojento, quantas vezes você gozou com a minha calcinha?
Eles caíram na cama, trocando tapas. Dóris pulou em cima dele, dominando-o, e colocou as mãos no pescoço do irmão.
— Olha aqui, seu pervertido. Vai ser a última vez que você ejacula na minha calcinha, está entendendo?
Bernardo gemeu levemente.
— Sim, entendi… aaaah…
Dóris sentiu algo duro crescendo entre as pernas dele. Olhou para baixo e viu a ereção.
— Ora, seu tarado… não acredito que isso te deixou duro.
— Não tenho culpa se você sentou com a buceta em cima do meu pau…
Dóris se levantou, nojada. Foi debaixo do colchão e tirou um chicote de lá.
— Só tem um jeito de educar você: na surra.
Bernardo ficou apavorado ao ver o chicote na mão da irmã.
— Está bem, está bem… já aprendi a lição, não precisa disso, Dóris.
Dóris correu para fechar a porta.
— Calado. Eu decido quando está bom. Abaixa a calça.
— Dóris…
— Eu mandei abaixar a calça. Não me faça pedir duas vezes. — Disse ela com a voz cheia de autoridade.
Bernardo, tremendo, abaixou as calças. Ela ordenou que ele virasse de costas. Ele obedeceu, deitado na beira da cama, com o rosto pálido, já imaginando o que viria.
Dóris desceu o chicote na bunda do irmão. Bernardo gritou de dor.
— Aaaahhh… para, Dóris, por favor…
Mas Dóris não parou. Pelo contrário. O som do grito de Bernardo, a forma como o corpo dele se contorcia sob o impacto, algo dentro dela acendeu. Os mamilos endureceram, pressionando contra o tecido fino da blusa. Um calor estranho subiu entre as pernas, e os pelos dos braços se arrepiaram como se uma corrente elétrica a tivesse percorrido.
Ergueu o braço novamente, e o couro cortou o ar antes de estalar na bunda já vermelha de Bernardo. O grito dele foi mais agudo dessa vez, misturado com um gemido abafado. Dóris mordeu o lábio inferior, sentindo a umidade crescer nos meios das pernas. "Caralho, porque eu estou tão excitada?" ela pensou.
A terceira chicotada veio com mais força. Bernardo enterrou o rosto no colchão, os dedos cravando nos lençóis. Dóris notou como a bunda dele já começava a inchar, as marcas do chicote se destacando na pele clara. Cada golpe a deixava mais molhada, mais ansiosa.
A ultima chicotada foi tão forte que Bernardo soltou um grito silencioso, ficou paralisado chorando na cama.
Dóris percebeu que tinha exagerado no chicote.
— Meu Deus… o que eu fiz… Bernardo, fala comigo… Desculpa... não sei o que me deu...
Bernardo grunhia na cama, sentindo a bunda arder. Olhou para a irmã e abriu um sorriso.
— Então é essa a sensação de levar uma chicotada na bunda… Agora eu te entendo, Dóris. Agora sei por que você gosta disso…
Dóris ficou espantada ao ver a expressão de prazer no rosto do irmão.