PARTE 2 O calor dentro do carro estava insuportável, os vidros completamente tomados pelo vapor da nossa respiração. Quando senti a pressão subir e avisei que estava no limite, que não ia aguentar, a Priscila nem piscou. Olhou bem no fundo dos meus olhos e largou com aquela voz rouca de safada:
— Goza, goza gostoso... Goza tudo!
— Então prepara essa boca! — respondi, cravando as mãos no cabelo dela. — Na hora que eu estiver gozando, você não para de chupar. Arranca tudinho a porra!
Ela não pensou duas vezes. A Priscila grudou com uma força absurda, fazendo uma sucção faminta que parecia querer arrancar a minha alma. O ápice veio violento. Arqueei as costas no banco do carro e dei uma jorrada forte, espessa, direto no fundo da garganta dela. E ela, firme no trato, não parou. Continuou ali, sugando e ordenhando o meu pau enquanto eu ovava com força dentro da boca dela. Engoliu tudinho, sem fazer careta, saboreando cada pulsação.
Quando o turbilhão passou, respirei fundo e comentei, ainda meio anestesiado:
— Nossa... Meu pau ficou mole.
Mas quem disse que ela largou? A Priscila continuou ali, trabalhando com a língua, fazendo carinho com a boca úmida. O tesão era tanto que, mesmo depois de descarregar tudo, o estímulo daquela boca de veludo fez o meu pau reasfaldar e endurecer de novo ali mesmo, na hora. Ela tirou a boca devagar, abriu um sorriso de canto e colocou a língua para fora, limpinha, me mostrando que tinha engolido até a última gota.
— Sua safada... — provoquei, sentindo o sangue ferver de novo. — Você é casada, cara. Você é uma casadinha muito puta, velho, que engole tudinho a porra dos outros.
Ela deu aquela risadinha que me enlouquecia. Senti o pau estalando de duro outra vez.
— Acho que eu quero gozar de novo — avisei.
Fiquei ali movimentando o quadril levemente e ela começou a passar a mão nas minhas bolas, que já estavam enrugadas pelo estímulo. O pau latejou, pronto para o segundo round.
— Eu vou gozar de novo! — alertei.
— Goza... — ela sussurrou, se posicionando.
— Vem, chupa!
No momento em que o prazer subiu e comecei a disparar a segunda carga, ela grudou a boca com gosto. Gozei de novo, uma quantidade absurda na boca dela, e a Priscila engoliu tudo mais uma vez, limpando o meu pau com a perícia de quem adora o que faz. Duas gozadas seguidas, direto na garganta, sem desperdiçar nada.Quando ela finalmente se afastou, respirando de forma ofegante, um fio de saliva misturado ao gozo escorreu pelo canto do lábio superior. Ela deu um sorriso extremamente satisfeito, limpando a boca com o polegar.
— Eu não disse que aguentava? — provocou, com a voz rouca.
Ali, com a adrenalina no topo, olhei para ela com a mente fervendo de safadeza e resolvi propor o ápice daquela loucura.
— Quero que você faça uma loucura por mim hoje.
— O que você quer? — ela perguntou, curiosa.
— Quero que, na hora que você chegar em casa, você beije o seu marido para ele sentir o gostinho de porra na boca.
Ela arregalou os olhos, meio sem jeito:
— Ah, não... Isso eu não tenho coragem.
— Faz por mim... — insisti, olhando fixo, atiçando o lado mais perverso dela. — Faz por mim que eu quero ver até onde vai a sua safadeza.
Insisti tanto, falando no pé do ouvido dela, que ela acabou cedendo com um sorriso cúmplice antes de se arrumar correndo e voltar para o trabalho.Antes que o transe passasse, o celular dela vibrou no painel: o tempo do intervalo havia acabado. Com a agilidade de quem conhecia o perigo, ela se ajeitou rapidamente, ajeitou a roupa e o cabelo, deu um beijo rápido com o gosto compartilhado da entrega e um tapa leve no rosto de despedida. Saiu do carro e desapareceu na chuva, deixando para trás o rastro do perfume, os vidros embaçados e a adrenalina de uma noite inesquecível no estacionamento.
O domingo passou, mas a história não terminou ali. No dia seguinte, meu celular vibrou com uma mensagem dela que me deixou de pau duro na hora. A Priscila tinha feito a loucura.
Ela me contou em detalhes: logo que pisou em casa, cheia de adrenalina, foi direto no marido. Deu um beijo de língua demorado, profundo, deixando o cara sentir, sem saber, o gosto do sêmen que ela tinha acabado de engolir no estacionamento. Para completar, olhou para ele e disse que estava louquinha, com uma vontade incontrolável de fazer sexo.
Eles foram para a cama, e a Priscila me confessou o ponto mais alto daquela putaria: transou com o marido de mente voltada para o nosso encontro no carro. Cada estocada que ela levava, fechava os olhos pensando no meu pau, na forma como tinha mamado duas vezes seguidas e no jorro de porra que tinha engolido na tarde anterior. Pensando em mim, ela se acabou de tanto gozar no pau do marido.
A Priscila provou que era uma casada perigosamente deliciosa. Além de mamar até o fim e engolir duas cargas completas no escuro de um estacionamento chuvoso, voltou para casa para selar a traição na boca do marido e dar a buceta para ele totalmente sintonizada na nossa transa. Uma verdadeira loucura que, só de lembrar, faz o pau estalar de tão duro.