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Comi a esposa gostosa do meu sobrinho parte 9

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Um conto erótico de Ricardo
Categoria: Heterossexual
Contém 3425 palavras
Data: 18/06/2026 07:07:25

Somos o quinto conto mais lido do mês 😍😍😍

A Mariana parou bem na minha frente, com o vestido de malha preta arriado até a cintura, deixando os seios fartos com os bicos bem duros totalmente apontados para a minha cara. O mormaço da cozinha estava de lascar e a pele dela já estava brilhando de suor com o calor da noite.

— Eu disse que o senhor não ia dormir com o cano cheio, seu Omar... — ela sussurrou, com a respiração toda cortada, puxando a minha mão calejada e espalmando direto em cima de uma das tetas dela, me fazendo apertar aquela carne quente com força.

Eu levantei da cadeira num solavanco só, com o pau quase rasgando o brim da calça. Segurei a Mariana pela cintura, virei o corpo dela com ignorância e a empurrei de bruços direto contra o balcão da pia da cozinha, bem do lado das xícaras que ela estava lavando. Ela jogou os braços para a frente, segurando no mármore, e empinou aquela bunda imensa na minha direção, arreganhando bem as pernas grossas.

Puxei o vestido dela para cima de uma vez, deixando aquela racha clarinha e ensopada de tesão bem na mira. Abri o meu zíper correndo, botei o meu pau monstro para fora — latejando vermelho e babando de tanta vontade — e meti com tudo de uma vez só, enterrando o bicho até o osso.

— Ah, caralho... — a Mariana soltou um gemido grosso, daqueles rasgados, e meteu a mão na boca para abafar o som, mordendo os próprios dedos enquanto o corpo dela ia para frente com o impacto da batida.

O barulho da nossa foda começou a estalar alto na cozinha escura: um som molhado de carne batendo com força na carne, ritmado e violento. Eu segurava firme nos quadris dela, sentindo a pele escorregar no suor, e bombava com vontade, dando estocadas profundas que faziam as xícaras tremerem em cima da pia. A bucetinha dela parecia uma brasa de tão quente, apertando o meu pau a cada entrada de um jeito que me fazia perder o rumo da vida.

No meio daquela metida bruta, a mola do colchão do quarto do Henrique deu um estalo alto que ecoou pelo corredor. Nós dois travamos no mesmo segundo, com o meu pau todo enterrado dentro dela. Ficamos estáticos, sem nem respirar, ouvindo o barulho dos passos do guri levantando da cama para ir ao banheiro.

O silêncio na cozinha ficou tão pesado que dava para ouvir o gotejar da torneira da pia. A Mariana permaneceu de bruços, com a boca colada no mármore para não soltar um sopro, enquanto as paredes da buceta dela davam espasmos de puro pavor e tesão em volta do meu pau, que continuava enterrado até o talo.

O Henrique abriu a porta do quarto e pisou no corredor escuro. Os passos da botina de borracha dele vinham arrastados, mansos de sono. Ele passou direto pela porta da cozinha, sem acender a luz, mirando o banheiro no fundo do corredor. No rastro da penumbra, a silhueta dele passou a dois metros de onde estávamos grudados.

Ouvimos o barulho do trinco do banheiro bater e, logo em seguida, o som da descarga e do cano de água correndo na parede.

A Mariana virou o rosto um pouquinho para trás, com os olhos castanhos arregalados brilhando no escuro, e deu um sorriso de pura perversidade. Aquela proximidade do perigo parecia ter triplicado a água da racha dela. Ela deu uma rebolada curtinha, bem devagar, esfregando o fundo da bunda contra a minha virilha, me desafiando.

— Vai, seu Omar... Mais rápido antes que ele saia... — ela pediu num sussurro que foi quase um sopro no meu ouvido.

Eu segurei os dois lados daquela bunda imensa com as mãos calejadas, fixando o corpo dela contra o balcão. Voltei a dar as estocadas, mas agora de um jeito curto, rasteiro e sem fazer barulho, enfiando e puxando o pau com uma fúria controlada. O mormaço da cozinha parecia sufocar a gente. A Mariana revirava os olhos, enterrando as unhas no pano de prato para aguentar a pressão do meu bicho batendo lá no fundo do útero dela.

O trinco do banheiro estalou de volta. O Henrique saiu, lavando as mãos e bocejando alto.

— Mariana? Já deitou, preta? — ele chamou com a voz pastosa, olhando em direção à sala escura enquanto caminhava de volta.

— Tô terminando de guardar as coisas aqui, amor! Já tô indo! — ela respondeu alto o suficiente para ele ouvir, mantendo a voz firme na maior desfaçatez do mundo, bem no mesmo segundo em que eu dava uma estocada violenta que quase a fez perder o fôlego.

— Tá bom, não demora que o mormaço tá forte — o guri resmungou, entrando no quarto e se jogando no colchão, que rangia alto com o peso dele.

Assim que a porta deles bateu novamente, a represa quebrou. Eu não precisei mais segurar o rastro do barulho. Peguei a Mariana de jeito, puxei o corpo dela quase em pé contra o meu e comecei a bombar com uma ignorância sem fim. O som molhado ecoava na cozinha escura. Eu sentia o meu sêmen subindo com força, fervendo no cano do pau de tanto tesão acumulado daquele domingo.

Detei ela de lado em cima do balcão, suspendi a perna grossa dela no meu ombro e lasquei as últimas cinco metidas com toda a força que eu tinha no lombo. O meu pau esticou no limite e eu descarreguei tudo, uma jorrada grossa e quente que encheu a buceta dela até derramar pelo mármore. A Mariana deu um estalo com o quadril, contraiu as pernas inteiras e gozou junto, soltando um gemido rasgado na gola do meu short, tremendo feito vara verde de tanto orgasmo.

Ficamos ali ofegantes por um minuto, com o suor colando os nossos peitos no mormaço da noite. Saí de dentro dela devagar, vendo o rastro do nosso mel escorrer. A Mariana pulou do balcão, pegou um pano úmido, deu uma geral rápida nas pernas e na pia, limpando o rastro do crime. Ela ajeitou o vestido de malha preta no corpo, me deu um beijo rápido com gosto de safadeza e sussurrou antes de correr pro corredor:

— Amanhã ele vai cedo pra obra... Deixa a porta do seu quarto encostada, seu Omar.

Ela sumiu no escuro do corredor e entrou no quarto do marido. Pouco depois, ouvi a mola da cama deles chiar de leve quando ela deitou ao lado do Henrique, me deixando sozinho na cozinha com o rastro do pecado e o vento da noite de domingo esfriando na pele.

Segunda-feira amanheceu com aquele mormaço pesado de sempre. O sol mal tinha saído e o abafamento já tomava conta de cada canto da casa. Henrique levantou com a cara amarelada de sono, engoliu um copo de café preto correndo e pegou a mochila de marmita. O ônibus da obra buzinou lá fora na estrada de terra, levantando aquele poeirão vermelho. Ele me deu um bom-dia respeitoso, deu um beijo na ponta do nariz da Mariana e saiu batendo o portão de ferro.

Assim que o rastro do barulho do motor sumiu na distância, o silêncio da casa virou outro tipo de pressão.

Eu estava de pé na cozinha, terminando de coar mais café, quando ouvi o barulho dos passos descalços da Mariana. Ela entrou no cômodo com aquela moleza no corpo de quem passou a noite sendo macetada, vestindo apenas uma camiseta de algodão regata que não cobria nem metade da bunda imensa. Por baixo, nada. A racha dela estava totalmente à vista, brilhando de leve com o mormaço da manhã.

Ela não disse uma palavra de início. Caminhou até mim, colou aquele peito farto direto nas minhas costas suadas e passou os braços compridos pela minha cintura, me apertando com força. Eu senti o calor da pele dela atravessar o meu short.

— Seu Omar... — ela começou, com a voz rouca, encostando a boca na minha orelha. — Eu passei a noite em claro depois de tudo o que a gente aprontou naquele cinema e no balcão da pia. O Henrique me pegou de jeito, mas o meu pensamento não saía do senhor por um segundo.

Eu me virei devagar no rastro daquele abraço, ficando de frente para ela. Segurei no queixo da Mariana com a minha mão calejada e olhei bem no fundo dos olhos castanhos dela, que estavam brilhando.

— Você é muito atrevida, Mariana. O guri mal dobrou a esquina e você já está atrás de sem-vergonhice no rastro do café — falei grosso, sentindo o meu pau dar aquele estalo por dentro do pano do short, armando na hora.

Ela deu um sorriso manhoso, daqueles de piranha instruída que sabe o poder que tem, e colou o quadril com força contra o meu volume, esfregando a fresta molhada direto na minha pressão.

— Não é só sem-vergonhice não, meu velho... O negócio desandou pro meu lado — ela sussurrou, prendendo o ar e olhando fixamente na minha boca. — Eu tô sentindo uma paixão danada pelo senhor, seu Omar. Uma febre no corpo que homem nenhum nunca me fez sentir. O senhor me pegou de um jeito que virou o meu juízo do avesso.

Ela pegou a minha mão direita e desceu com ela por dentro da camiseta, me fazendo espalmar os dedos bem em cima daquela bucetinha que já estava fervendo de água logo cedo.

— E quer saber de uma coisa? A maior prova de que eu tô completamente apaixonada e rendida pelo senhor... é que logo, logo, eu vou querer que o senhor me coma de outro jeito. Eu vou querer que o senhor coma o meu cuzinho com toda a sua ignorância. Quero sentir esse pau monstro rasgando a minha carne por trás para eu ser sua de corpo e alma.

Ouvir aquilo com o mormaço da manhã batendo na janela me fez perder o resto de respeito que eu tinha pela moralidade daquela casa. Segurei a Mariana pelos cabelos com força, puxando a cabeça dela para trás, e lasquei um beijo violento, com gosto de saliva e de pecado, enquanto a minha outra mão já afundava com tudo no meio das nádegas dela, preparando o terreno pro rastro do que vinha pela frente.

Ela deu um empurrãozinho de leve no meu peito, se afastando só o suficiente para me encarar. Estava com a respiração cortada, mas tinha um sorriso provocador no rosto. Olhou bem nos meus olhos e largou:

— Calma aí... Não vai ser rápido assim não. Quero que você olhe bem. Hoje eu vou me exibir todinha para você.

ela pegou um frasco de óleo de amêndoas e foi limpar a casa. Ela colocou uma calcinha fio-dental vermelha que era um fio só e, toda vez que se abaixava para passar o pano no chão bem na minha frente, fazia questão de empinar bem aquela bunda imensa, brilhando com o óleo que ela tinha passado na carne de trás só para me provocar.

Mais tarde, eu estava sentado na sala assistindo TV e ela veio de mansinho. Sentou no piso bem na minha frente, abriu as pernas compridas e começou a massagear a própria racha por cima do short curto, olhando fixamente no meu olho com aquela cara de piranha sem vergonha, me fazendo morder os lábios de tanto tesão.

Quando fui ao banheiro dar uma chuveirada para ver se o sangue esfriava, dei de cara com o espelho todo borrado. A Mariana tinha usado o batom vermelho dela para escrever bem grande no vidro: "Hoje o meu rabo é seu." O meu pau já virou uma barra de ferro na hora.

Na hora do almoço, ela veio me servir o prato de comida. Ela se inclinou de um jeito que o peito farto dela roçou todo no meu ombro calejado, e ela soltou aquele sopro quente no meu ouvido, dizendo que a bucetinha já estava até piscando só de imaginar o estrago que eu ia fazer mais tarde.

Eu não aguentei esperar a noite. Lá pelas duas da tarde, com o mormaço estalando no telhado, ela foi me caçar no galpão de ferramentas. Mariana sentou de costas em cima de um saco de cimento, Tranquei a porta da cozinha com tudo para ninguém pegar a gente.

Eu empurrei a Mariana com tudo para cima da bancada de madeira do galpão, fazendo os parafusos e as chaves de fenda chocalharem com o baque. Ela já caiu de bruços, espalhando os braços por cima das ferramentas e empinando aquela bunda imensa e redonda bem na direção do meu peito, com o short jeans enfiado na racha. Eu não perdi tempo com conversa: puxei o pano do short dela de uma vez para o lado, deixando o cuzinho dela — que já estava todo lambuzado de creme — totalmente exposto e piscando de ansiedade. Botei o meu pau para fora, aquela barra de ferro latejando de tanto sangue e babando na ponta, apoiei a cabeça bem na entrada do buraquinho apertado dela e desci o quadril com toda a minha ignorância, enfiando metade do pau de uma vez só para arrombar ela de vez.

A Mariana soltou um gemido grosso e abafado, cravando as unhas com força na madeira velha da bancada enquanto o corpo dela ia para a frente com o impacto da pancada. Eu segurei firme com as duas mãos calejadas no quadril dela, firme , e terminei de socar o resto do pau, sentindo o rabo dela esmagar o meu pau até o talo, entrando tudo até encostar meu saco na bunda dela. Comecei a dar aquelas estocadas brutas e profundas, um rítmico vai-e-vem violento que fazia o galpão inteiro estalar e o som molhado da nossa safadeza ecoar no meio do calor abafado da tarde. A Mariana revirava os olhos de puro tesão, jogando o quadril para trás com força para receber cada paulada bem no fundo, mordendo os próprios lábios para conter os gritos enquanto eu destruía aquele cuzinho apertado sem nenhuma dó.

A Mariana continuou jogando o quadril para trás com força, fazendo a madeira da bancada estalar a cada pancada que eu dava. O calor dentro do galpão estava de lascar, e o suor do meu peito pingava direto nas costas nuas dela, deixando tudo ainda mais escorregadio. Eu puxava aquela bunda imensa com as duas mãos e metia sem dó, sentindo o buraquinho dela apertar o meu pau com uma força que quase me fazia perder o rumo.

— Vai, seu Omar... Soca mais fundo que eu sou sua... Acaba com o meu cuzinho! — ela implorava com a voz bem rouca, virando o rosto de lado para me olhar com aqueles olhos castanhos pegando fogo.

Eu não dei descanso. Mudei a pegada, puxei o corpo dela mais para a beirada da bancada e cavei com mais ignorância, dando estocadas rápidas e curtas que faziam a carne dela estalar alto contra a minha virilha. O aperto daquele lugar era tão gostoso que a minha mente já estava ficando turva de tanto tesão acumulado. O cano do meu pau esticou no limite, latejando forte bem no fundo da carne dela.

Sentir a Mariana tremer inteira por cima da madeira me levou direto pro limite. Eu dei as últimas cinco pauladas com toda a força do meu lombo, enfiando até o osso, e descarreguei tudo lá dentro. Senti a minha porra quente jorrar em jatos grossos, enchendo o cuzinho dela até o mel começar a transbordar e escorrer pelas coxas grossas. A Mariana deu um grito abafado, travou as pernas e gozou junto comigo, contraindo as paredes de trás com tanta fúria que quase esmagou o meu pau. Fabricamos aquele estrago ali mesmo,

A Mariana saiu de cima da bancada com as pernas meio bobas, limpou o excesso de mel que escorria pela coxa e se ajoelhou ali mesmo no piso sujo de poeira do galpão. Ela olhou para cima com os olhos castanhos cheios de perversão, segurou o meu pau com as duas mãos e abriu a boca, engolindo o cano todo de uma vez só até o talo.

Depois de dar umas chupadas bem molhadas e barulhentas, ela tirou a boca com um estalo e olhou bem no fundo dos meus olhos, com o queixo todo babado.

— Seu Omar, esse seu pau de ferro me deixa doida... Eu não aguento mais só essa metida de bruços — ela falou com a voz bem rouca, limpando a boca com as costas da mão. — Agora eu quero mais, quero sentir a pressão de outro jeito. Pega aquela cadeira ali, senta e se ajeita. Eu quero subir em cima do seu colo de frente e sentar com o meu cuzinho direto na sua pica, descendo até sumir tudo. Quero quicar nesse pau com força até o senhor me rasgar inteira por dentro de novo.

Eu puxei a cadeira de madeira pesada para o meio do galpão, sentei com as pernas bem abertas e espichei os braços para trás, segurando firme no encosto. Meu pau já estava vermelho, esticado feito ferro e babando na ponta, apontado direto pro teto.

A Mariana deu um risinho safado, levantou do piso, passou a perna grossa por cima das minhas coxas e montou de frente para mim, ficando com aquela bunda imensa colada na minha barriga. Ela segurou nos meus ombros calejados, empinou o corpo para trás e guiou a cabeça do meu pau direto na entrada do buraquinho dela, que já estava todo aberto e melado da foda de antes.

— Olha bem, seu Omar... Olha como a sua pica vai sumir todinha aqui dentro — ela sussurrou, mordendo o beiço.

Ela soltou o peso do corpo de uma vez só para baixo. No que o pau entrou inteiro até o osso, arrombando o cuzinho dela, a Mariana soltou um grito rouco e grudou a boca no meu pescoço, cravando as unhas nas minhas costas com tanta força que quase tirou sangue. Ela deu uma travada, respirando fundo por causa da dor gostosa daquele rasgo, sentindo o meu cano esticado preencher cada canto da carne dela.

Não demorou cinco segundos e ela começou o movimento. Mariana apoiava os pés no piso com força, subia o quadril até quase a ponta do meu pau sair e descia com tudo, dando aquelas sentadas violentas que faziam o meu saco bater com força contra a bunda dela. O barulho molhado daquela safadeza ecoava por todo o galpão abafado.

— Ah, caralho! Isso... Bota tudo, bota com força! — ela gemia alto, revirando os olhos e jogando o cabelo suado de um lado para o outro enquanto quicava na minha pica na maior velocidade.

Eu segurei firme na cintura dela, ajudando a empurrar o corpo dela para baixo a cada sentada, controlando o compasso para não estourar rápido demais. Aquele aperto quente de trás era bom demais, parecia uma brasa queimando o meu pau por inteiro. A Mariana estava totalmente entregue, com a cara vermelha de tanto tesão, rebolando em cima de mim.

A Mariana deu mais três quicadas violentas, descendo com tanta vontade que o meu pau batia no fundo do útero dela por trás, fazendo a estrutura da cadeira de madeira estalar alto. O calor da tarde deixava o ar pesado dentro do galpão, e a pele dela estava completamente escorregadia de suor, colando no meu peito a cada descida.

— Eu vou gozar, seu Omar! O seu pau vai me quebrar no meio... Eu tô derretendo todinha! — ela gritou, com a voz falhando, apertando os meus ombros com os braços compridos.

Ela acelerou o movimento de um jeito alucinante, jogando o quadril para frente e para trás, fazendo a pica entrar e sair do buraquinho com uma rapidez que me fez morder os lábios com força. O aperto lá de trás ficou tão violento, tão esmagador, que o meu sangue ferveu de vez. Eu senti a porra subindo com tudo, vindo direto da raiz do meu saco.

Segurei aquela bunda imensa com as duas mãos calejadas, travando o corpo da Mariana lá embaixo, com o meu pau enfiado até o talo, e dei três bombadas finais para cima com o quadril. Descarreguei tudo. Foi uma jorrada grossa, volumosa e fervendo, que encheu o cuzinho dela até transbordar e começar a melar a cadeira de madeira.

A Mariana arregalou os olhos, deu um estalo com o corpo e soltou um gemido longo, chorando de tanto tesão enquanto a carne de trás dela dava aqueles espasmos deliciosos, sugando a minha porra até a última gota. Ela desabou por cima do meu peito, com o coração batendo disparado e a respiração totalmente cortada, totalmente rendida e apaixonada no meio daquela safadeza.

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