Levei Isabela para casa naquela mesma noite. O trajeto foi silencioso, pesado. Ela olhava pela janela, os olhos inchados, sem dizer uma palavra. Quando chegamos, ela apenas me deu um abraço longo, apertado, como se estivesse se despedindo de algo dentro dela. Eu fiquei ali, parado na porta, vendo ela entrar.
No dia seguinte, na escola, Isabela estava arrasada.
Durante a aula, ela falava o mínimo necessário. A voz estava rouca, sem vida. Explicava a matéria de forma mecânica, os olhos vazios, como se a alma tivesse sido arrancada. As alunas percebiam. Algumas trocavam olhares preocupados. Eu, sentado no fundo da sala, sentia o peito apertar a cada vez que nossos olhares se cruzavam. Ela me dava um sorriso fraco, quase invisível, mas eu sabia o quanto aquilo custava para ela.
Às 5 da tarde, fui direto para a casa dela. Sarita abriu a porta. Isabela estava na sala, sentada no sofá, olhando para o nada. Eu me sentei ao lado dela, celular na mão, esperando a ligação ou mensagem com as instruções.
O telefone tocou às 17h47.
Era a juíza Alanis.
— Matheus. Temos um problema em um presídio. Alguns integrantes da Seita — traficantes, gente de baixo escalão — estão presos e precisam de um pouco de diversão. Leve a Isabela. Quando chegar, você será bem recebido. Leve Sarita também.
A voz dela era fria, profissional, como se estivesse marcando uma reunião de negócios.
Desliguei. O silêncio que se seguiu foi ensurdecedor.
Isabela começou a chorar primeiro. Um choro baixo, contido, que logo virou soluços. Sarita, ao lado, também desabou, cobrindo o rosto com as mãos. Eu fiquei ali, imóvel, sentindo o peso de cada palavra da juíza.
Isabela enxugou as lágrimas com as costas da mão, respirou fundo e disse, voz destruída, mas firme:
— Eu sei o que devo fazer.
Ela se levantou, foi até o quarto e trocou de roupa. Voltou com um vestido florido, comportado, quase inocente — como se tentasse manter um último resquício de dignidade. Sarita vestiu um vestido vermelho curto, justo, que marcava o corpo maduro. As duas estavam lindas. E terrivelmente frágeis.
Chegamos ao presídio por volta das 21h. Estacionei o Corolla Cross bem escondido, nos fundos do estacionamento, longe das câmeras principais. A noite estava quente, úmida, o ar pesado. Quando descemos, dois guardas já nos esperavam na entrada lateral. Eles nos cumprimentaram com cordialidade excessiva, quase respeitosa.
— Sr. Matheus… a juíza avisou. Por aqui.
Um deles me entregou duas caixas grandes de camisinhas — 100 unidades cada.
— Fiscalize. Ninguém vai deixar de usar — disse ele, com um tom quase divertido.
Isabela tremia ao meu lado. Sarita segurava o braço dela, tentando se manter firme. Eu caminhei na frente, sentindo o coração martelar no peito. Os corredores do presídio eram frios, mal iluminados, cheirando a mofo, suor e desespero. Gritos distantes ecoavam de algum bloco.
Cada passo parecia mais pesado que o anterior. Isabela olhava para o chão, lágrimas silenciosas escorrendo pelo rosto. Sarita respirava rápido.
Eu sentia um misto de raiva, culpa e impotência que queimava por dentro de min queria tirar ela dali fugir mas sabia que nao poderia ir contra a Seita.
Chegamos a um bloco isolado. Os guardas abriram uma porta pesada de ferro. Do outro lado, vozes masculinas, risadas roucas e o cheiro forte de cigarro e maconha. Chegamos a uma cela grande, no fundo do bloco Era enorme, superlotada, com cerca de 20 homens. O ar estava pesado, quente, cheirando a suor, cigarro, maconha e testosterona acumulada de quem nao metia a muito tempo. Apesar da lotação, havia um espaço relativamente aberto no centro, como se tivessem preparado o lugar para aquilo.
Assim que entramos, todos os olhares se voltaram para nós. Isabela parou por um segundo, o corpo inteiro tremendo. Sarita segurou o braço da filha, tentando se manter firme, mas o medo era visível nos olhos das duas.
Um homem se aproximou. Forte, tatuado, cara marcada, uns 35 anos. Era o líder. Magu.
— Você é o Matheus? — perguntou ele, voz rouca.
— Sim.
Magu olhou para Isabela e Sarita de cima a baixo, com um sorriso predatório.
— Então… como vai ser?
Eu respirei fundo, tentando manter a voz firme:
— Sexo até onde elas aguentarem. Com preservativo. E sem sexo anal.
Magu riu alto. Os outros presos acompanharam o riso.
— Sem anal? Tá no combinado com a Seita, garoto. Elas vão dar o cu sim. E vão dar gostoso.
Eu senti um aperto no estômago. Olhei para Isabela. Ela estava pálida, os olhos cheios de lágrimas que não caíam. Sarita respirava rápido, mas tentou manter a compostura.
— Faz assim… — eu disse, tentando negociar. — Sarita é a mais velha. Ela da o cu.
Magu deu de ombros.
— Faz assim vamos começar. Depois vemos.
Ele estalou os dedos. Os homens se organizaram rapidamente em duas filas de 10, uma na frente de cada mulher. O clima na cela ficou elétrico — risadas baixas, comentários obscenos, olhares famintos.
Eu peguei as duas caixas de camisinhas e comecei a distribuir uma por um, com as mãos tremendo levemente. Cada preservativo que eu entregava parecia uma sentença.
Isabela estava paralisada. Sarita foi a primeira a se ajoelhar. O vestido vermelho curto subiu, expondo as coxas grossas. O primeiro homem da fila abriu a calça. Sarita olhou para mim por um segundo, depois para a filha, como se pedisse desculpas silenciosas, e começou a chupar.
O som molhado ecoou na cela. Sarita chupava com experiência, mas os olhos dela estavam distantes. O homem gemeu, segurando o cabelo dela.
Isabela ainda estava de pé. Dois homens da fila dela já estavam com as calças abaixadas, paus duros na mão. Ela tremia visivelmente.
— Isa… — murmurei, voz quase sumindo.
Ela me olhou. Lágrimas escorriam pelo rosto. Depois, devagar, como se cada movimento doesse, ela se ajoelhou.
O primeiro homem segurou o pau e bateu no rosto dela. Isabela fechou os olhos com força, abriu a boca e começou a chupar. O choro dela era abafado pelo pau na boca.
A cela explodiu em risadas e comentários:
— Olha como a loirinha chora… vai acostumar, vadia hoje vai lamber muita rola!
— A mais velha já sabe das coisas!
Eu fiquei ali, distribuindo as camisinhas restantes, sentindo cada segundo como uma facada no peito. Matheus, o garoto que entrou na Seita para proteger Isabela, agora assistia ela ser humilhada na frente de 20 homens.
Sarita já estava sendo chupada por dois ao mesmo tempo. Isabela, ainda chorando, tentava acompanhar o ritmo, mas o desespero era visível.
Magu se aproximou de mim e bateu no meu ombro.
— Relaxa, garoto. Elas vão aguentar. A Seita agradece sua cooperação.
A noite estava apenas começando e os 20 homens olhavam para as duas mulheres como lobos famintos. Sarita ainda estava de joelhos, chupando os homem da fila com uma mistura de resignação e desespero. Isabela, ao lado dela, tentava acompanhar, lágrimas escorrendo pelo rosto enquanto o pau entrava e saía de sua boca.
De repente, um preso alto e tatuado veio por trás de Sarita. Sem aviso, ele agarrou o vestido vermelho curto dela e rasgou com força, do decote até a barra. O tecido se abriu como papel, revelando o corpo maduro dela apenas com um conjunto de lingerie preta. Os seios grandes transbordavam do sutiã, a calcinha fio mal cobrindo o risco da buceta.
Magu, o líder, vendo a cena, sorriu com malícia. Foi até Isabela, segurou o vestido florido comportado dela e rasgou com a mesma brutalidade. O vestido se abriu completamente, caindo aos pedaços. Isabela tentou cobrir os seios com os braços, ainda com o pau na boca, mas era inútil.
— Para de esconder este corpo gostoso vadia — rosnou Magu.
Dois homens agarraram os braços dela. Em segundos, rasgaram o sutiã e a calcinha. As duas mulheres agora estavam completamente nuas no chão sujo da cela.
Sarita, com o corpo exposto, os seios grandes balançando, a bunda grande à mostra. Isabela, tremendo inteira, tentando inutilmente cobrir os seios firmes e a bucetinha depiladinha com as mãos. Os presos gritavam, aplaudiam, batiam nas coxas.
De outras celas próximas, os detentos que ouviam o barulho começavam a bater nas grades, gritando palavrões:
— Manda as duas pra cá depois!
— Olha a loirinha chorando, que delícia!
— Arromba essas putas desgraça!
Mesmo com todo o barulho infernal, eu me concentrava apenas nelas. E pelo jeito, elas também — como se o resto do mundo tivesse desaparecido. Só existiam elas, eu e o que estava prestes a acontecer.
Um dos presos ofereceu um pequeno pacote de pó branco para Isabela.
— Cheira, vai ficar mais fácil, loirinha.
Isabela virou o rosto, recusando com nojo. Mas Sarita, com os olhos já vidrados, aceitou. Cheirou uma carreira grande, depois outra. Em menos de um minuto, a transformação começou. Os olhos dela brilharam, o corpo relaxou, o rosto ganhou uma expressão selvagem, quase animalesca — a mesma que eu tinha visto no iate.
Sarita se colocou de quatro no colchão sujo que havia no canto, empinou a bunda grande e virou o rosto para os homens:
— Faz uma fila.
Isabela, vendo a mãe naquela posição, tentou enrolar ainda mais, chupando com desespero e com força que quase tirava as camisinhas dos paus, como se pudesse adiar o inevitável. Mas Magu perdeu a paciência.
Dois homens a pegaram pelos braços e a colocaram de quatro ao lado da mãe. Isabela tremia violentamente, lágrimas caindo no chão.
Magu se posicionou atrás dela. Cuspiu na mão, passou no pau grosso e segurou a cintura fina de Isabela.
— Agora você vai sentir o que é ser nossa puta de cadeia.
Ele meteu com força. Isabela soltou um grito alto, o corpo inteiro tensionando. Magu não parou — meteu fundo, segurando o cabelo loiro dela como rédea, socando ritmado e brutal.
— Isso… aperta vai… que buceta apertada… — gritou ele.
Isabela chorava, gemendo , mas o corpo traía, reagindo ao movimento. Sarita, ao lado, já estava sendo penetrada por outro homem, gemendo alto, rebolando, completamente transformada pelo pó.
Os outros presos assistiam, paus na mão, esperando sua vez.
Eu fiquei ali, distribuindo as camisinhas . Assim que um gozava, tirava a camisinha, jogava no balde grande de plástico que estava no canto, e ia para o final da fila novamente. Um sistema cruel e eficiente, como se elas fossem máquinas de prazer que não podiam parar.
Sarita foi a primeira a sentir o peso disso.
Ela ainda estava de quatro, empinando a bunda grande, o corpo maduro brilhando de suor. Umhomem meteu com força na buceta dela, segurando os quadris largos, socando fundo. Sarita gemia alto, o efeito do pó branco já transformando a dor em um tesão animal. Ela rebolava, pedindo mais, a voz rouca:
— Isso… mete mais fundo… me enche…
O homem gozou rápido, tirou a camisinha cheia e jogou no balde com um ploc molhado. Outro tomou o lugar imediatamente, enfiando sem piedade. Sarita gemeu mais alto, o corpo balançando, os seios grandes pendurados balançando a cada estocada.
Isabela, ao lado dela, estava destruída.
Ela tentava se manter firme, mas cada vez que um homem a penetrava, seu corpo tremia inteiro. Os homens da fila dela era grande, grosso quase do tamanho do meu. Quando um deles empurrou bem forte , Isabela soltou um grito abafado, cravando as unhas no colchão sujo. Lágrimas escorriam pelo rosto dela enquanto ele metia ritmado, segurando a cintura fina.
— Por favor… devagar… — implorava ela, voz falhando.
Mas o homem não ouvia. Metia com força, grunhindo, batendo a pelve contra a bunda dela. Quando gozou, tirou a camisinha, jogou no balde e foi para o fim da fila. O próximo já estava posicionado, pau duro, pronto.
Eu estava parado a poucos metros, distribuindo camisinhas quando necessário, sentindo cada gemido de Isabela como uma facada no peito. O balde já começava a encher de camisinhas usadas, um símbolo grotesco da humilhação.
Sarita, completamente dominada pelo pó, estava em outro mundo. Rebolava com vontade, gemendo como uma vadia experiente:
— Mais… me fode mais… eu aguento todos vocês de uma vez…
5 homens já tinham gozado nela. O sexto metia com violência, dando tapas fortes na bunda grande, deixando marcas vermelhas. Sarita gritava de prazer, empinando mais, pedindo para baterem mais forte.
Isabela, por outro lado, tentava resistir mentalmente. Cada homem que entrava nela era um novo pedaço de sua dignidade sendo arrancado. Ela mordia o lábio até sangrar, tentando abafar os gemidos, mas o corpo traía — a buceta molhada, as pernas tremendo, pequenos gemidos escapando mesmo contra a vontade.
— Matheus… — sussurrou ela uma vez, olhando para mim com olhos cheios de dor e vergonha.
Eu não consegui responder. Apenas fiquei ali, impotente, vendo o amor da minha vida ser usada como uma puta barata por homens que ela nem conhecia.
A fila andava devagar, mas constante.
Homens gozando, jogando a camisinha no balde com um som úmido, voltando para o fim. O balde já tinha quase trinta camisinhas. O cheiro de sexo impregnava tudo.
Sarita já tinha recebido varios homens. Estava suada, o cabelo grudado no rosto, mas ainda rebolava, pedindo mais. Isabela tinha recebido quase o mesmo tanto. O corpo dela tremia visivelmente, a buceta vermelha e inchada, gozo escorrendo pelas coxas mesmo com as camisinhas alguns batia o pau nas coxas delas e escorria um pouco.
Magu observava tudo com um sorriso satisfeito, fumando um cigarro.
— Tá aguentando bem, loirinha? — provocou ele, olhando para Isabela. — Ainda tem muita rola pra você.
Isabela não respondeu. Apenas fechou os olhos com força quando o ultimo homem se posicionou atrás dela e meteu de uma vez.
O barulho da cela era ensurdecedor — gemidos, tapas, risadas, os presos das celas vizinhas gritando e batendo nas grades. Mas no meio de todo aquele caos, eu só conseguia focar nelas duas.
E no quanto eu havia falhado em protegê-las, O balde de camisinhas usadas estava quase transbordando. Os homens já tinham gozado três, alguns até quatro vezes dentro delas. Sarita estava completamente destruída, mas o pó branco a mantinha em um estado de frenesi animal — suada, gemendo, rebolando, pedindo mais mesmo com a buceta inchada e vermelha.
Isabela, por outro lado, estava no limite. O corpo dela tremia sem parar. A buceta inchada, vermelha, escorrendo lubrificante e porra mesmo com as camisinhas. O rosto dela era uma máscara de dor, vergonha e exaustão. Ela mal conseguia manter o corpo de quatro, os braços tremendo, lágrimas silenciosas caindo no colchão sujo.
Magu, o líder, limpou o suor da testa e olhou para o relógio improvisado na parede.
— Hoje vai até as 6 da manhã — anunciou ele, com um sorriso cruel.
Eu senti um frio na espinha.
— É muito tempo — murmurei.
Magu riu.
— Esse é o acordo com a Seita, garoto. Mas vamos fazer assim… eu vi que você tá meio que protegendo a loirinha novinha. Então vamos fazer uma rodada especial: os 20 vão comer o cu dela primeiro. Depois o resto é da coroa ali. Olha pra ela… tá triunfante e querendo mais pó.
Sarita, de quatro, empinava a bunda grande, ainda rebolando levemente, os olhos vidrados. Ela realmente queria mais.
Eu olhei para Isabela. Ela estava de quatro, respirando rápido, o corpo brilhando de suor. Nossos olhares se encontraram. Por um segundo, vi o puro terror nos olhos dela. Mas ela respirou fundo, engoliu o choro e acenou com a cabeça devagar, aceitando.
Magu foi o primeiro.
Ele se posicionou atrás de Isabela, o pau grosso e escuro já duro novamente. Cuspiu na mão, passou na camisinha lubrificada e segurou a bunda dela, abrindo as nádegas.
— Já deu o cu alguma vez, loirinha?
Isabela negou com a cabeça, voz quase sumindo:
— Não…
Magu sorriu.
— Então hoje vai estrear. Esta camisinha já é lubrificada, não vai ser tão difícil.
Sem nenhum carinho, sem preliminares, ele pressionou a cabeça grossa contra o cu apertado de Isabela. Ela tensionou o corpo inteiro, apertando os olhos com força.
— Relaxa… — rosnou Magu, segurando a cintura dela com firmeza.
Ele empurrou. A cabeça do pau forçou o anel apertado. Isabela soltou um grito agudo, o corpo inteiro se contraindo.
— Aaahhh… dói… pra caralho… por favor…
Magu não parou. Segurou com mais força e empurrou novamente. Metade do pau grosso entrou de uma vez. Isabela gritou mais alto, lágrimas escorrendo, as mãos cravando no colchão.
— Tá apertado pra caralho… — gemeu Magu, satisfeito. — Vai acostumando, vadia.
Ele começou a meter, devagar no começo, mas sem piedade. Cada estocada fazia o corpo de Isabela sacudir. Ela chorava, gemia, tentava respirar, mas a dor era visível. O cu virgem dela era forçado a se abrir ao redor do pau grosso, a pele esticando.
— Isso… vai abrindo… tá gostoso pra caralho — grunhiu Magu, acelerando aos poucos.
Isabela soluçava, o rosto pressionado contra o colchão, o corpo tremendo violentamente a cada estocada. Sarita, ao lado, olhava para a filha com dor nos olhos, mas o pó não deixava ela parar — ela mesma rebolava contra o homem que a fodia.
Magu metia cada vez mais fundo, segurando o cabelo loiro de Isabela como rédea, puxando a cabeça dela para trás.
— Olha pra frente, loirinha. Deixa eles verem sua cara de puta enquanto eu como seu cu virgem.
Os outros presos assistiam, paus na mão, comentando:
— Olha como ela chora… tá apertadinha mesmo.
— Vai aguentar os 20, vadia?
Eu estava parado a poucos metros, o coração destroçado, sentindo cada grito de Isabela como uma lâmina. Ela, a professora linda e digna que eu admirava desde o primeiro dia, agora estava de quatro, sendo arrombada no cu por um criminoso, na frente de outros.
Magu acelerou, metendo com força, as bolas batendo contra ela. Isabela gemia alto, um misto de dor e algo que o corpo dela, traidor, começava a sentir.
— Tá quase todo… — rosnou Magu. — Agora aguenta.
Ele empurrou com tudo. Isabela soltou um grito longo, rouco, o corpo convulsionando quando o pau entrou completamente.
Magu começou a foder o cu dela com estocadas pesadas, brutais, segurando a cintura fina.
Cada vez que ele socava fundo, ela soltava um gemido rouco, misturado com choro. O corpo dela tremia violentamente, as mãos cravadas no colchão sujo, as unhas quebrando.
— Isso… aperta o meu pau… que cu apertado… — grunhia Magu, segurando a cintura fina dela com força, deixando marcas vermelhas.
Isabela soluçava, o rosto pressionado contra o colchão, baba e lágrimas molhando o tecido.
— Dói… por favor… devagar… — implorava ela.
Mas Magu não tinha piedade. Acelerou, batendo a pelve contra a bunda dela com violência. O som molhado ecoava pela cela. Os outros presos assistiam excitados, alguns batendo punheta, esperando sua vez.
Depois de alguns minutos brutais, Magu deu um grito rouco e gozou. Empurrou fundo, segurando a bunda de Isabela aberta, enchendo a camisinha dentro do cu dela. Ele ficou ali por alguns segundos, pulsando, depois tirou devagar. A camisinha estava esticada, cheia. Ele tirou e jogou no balde com um ploc molhado.
— Próximo! — gritou ele, dando um tapa forte na bunda de Isabela.
O segundo homem se posicionou. Era mais grosso ainda. Isabela mal teve tempo de respirar. Ele empurrou e entrou com dificuldade. Ela soltou um grito agudo, o corpo inteiro se contraindo.
— Aaahhh… não… tá rasgando meu cu…
O homem metia com força, segurando o cabelo loiro dela, puxando como rédea. Isabela chorava alto, o corpo sacudindo a cada estocada. O cu dela, ainda virgem há poucos minutos, estava sendo destruído sistematicamente.
Um por um, os homens foram passando.
Terceiro, quarto, quinto… Cada um mais bruto que o anterior. Alguns davam tapas fortes na bunda dela, outros puxavam o cabelo, outros simplesmente metiam com toda a força, gemendo como animais. Isabela já não conseguia falar. Só gemia, chorava e tremia. A buceta dela pingava no chão, o corpo traidor reagindo mesmo com a dor insuportável.
Quando chegou o décimo homem, Isabela mal conseguia se manter de quatro. Os braços tremiam, as pernas abertas, o cu vermelho e inchado, brilhando de lubrificante.
O décimo primeiro entrou. Ela soltou um gemido fraco, quase um lamento. O corpo dela estava no limite.
O décimo quinto… Isabela já não chorava mais alto. Só soluçava baixinho, os olhos vidrados, o corpo mole.
Quando chegou o último homem — o vigésimo —, Isabela estava destruída. O corpo dela tremia sem controle, suor escorrendo, o cu arrombado, vermelho vivo. O homem meteu com força, segurando a cintura dela.
— Isso… aguenta, vadia… tá quase acabando…
Isabela não respondeu. Os olhos dela reviraram. O corpo inteiro ficou mole.
Ela desmaiou exatamente quando o último homem gozou dentro da camisinha, o corpo convulsionando levemente. Ele terminou, tirou o pau e jogou a camisinha no balde, satisfeito.
Isabela caiu de lado no colchão, inconsciente, gozo escorrendo do cu arrombado, o corpo marcado por tapas, suor e exaustão.
A cela ficou em silêncio por um segundo.
Sarita, ainda de quatro, olhou para a filha desmaiada. Depois virou o rosto para os homens, os olhos brilhando com o efeito do pó. A voz dela saiu rouca, quase selvagem:
— Deixa ela… Eu aguento todos vocês. Vem… faz uma fila grande. Eu quero todos.
Ela empinou a bunda grande, rebolando, completamente tomada pela droga.
— Me fode… me arromba… eu aguento até vocês cansarem.
Os homens olharam para Sarita com fome renovada. Magu sorriu.
— A coroa quer mais… então vamos dar.
A fila começou a se reorganizar em torno de Sarita, enquanto Isabela permanecia desmaiada no colchão, o corpo destruído.
Eu fiquei ali, paralisado, vendo a mulher que eu amava caída, e a mãe dela se oferecendo para proteger o que restava da filha.
Sarita continuava sua performance insana. Totalmente tomada pelo pó, ela se entregava como uma atriz de filme pornô de alto nível. Estava de quatro, sendo fodida em dupla penetração — um pau grosso na buceta inchada, outro no cu arrombado. Os seios grandes balançavam violentamente a cada estocada. Ela gemia alto, rouca, incentivando os homens:
— Isso! Me fode mais forte! Me enche os dois buracos! Eu aguento… me usa até não aguentar mais!
Os homens, mesmo cansados, revezavam sem parar. Sarita tomava tudo: dois na buceta, um no cu, paus na boca, porra escorrendo pelo corpo inteiro. Ela lambia, pedia mais, rebolava como se nunca fosse parar. O corpo maduro dela estava coberto de suor, marcas de tapas, porra seca e viva.
Enquanto isso, eu me ajoelhei ao lado de Isabela.
Ela estava semi-acordada, deitada de lado, o corpo completamente destruído. O cu vermelho e inchado, escorrendo lubrificante e vestígios de porra. As coxas tremiam sem controle. O olhar dela estava distante, vazio, como se parte dela tivesse morrido ali.
— Isa… — murmurei, segurando o rosto dela com cuidado.
Ela piscou devagar, lágrimas silenciosas escorrendo. A voz saiu fraca, quase inaudível:
— Me tira daqui… por favor…
Eu não pensei duas vezes. Peguei o vestido florido rasgado do chão, cobri o corpo nu dela como pude e a levantei nos braços. Isabela era leve, mas parecia pesar uma tonelada. Ela encostou a cabeça no meu peito, o corpo ainda tremendo.
Sarita, mesmo no meio da orgia, olhou para nós. Por um segundo, o olhar dela ficou lúcido. Ela acenou levemente com a cabeça, como se dissesse “leve ela embora”. Depois voltou a gemer alto, rebolando contra os dois paus que a fodiam.
Magu olhou para mim enquanto eu caminhava para a saída com Isabela nos braços.
— Pode ir, garoto. A coroa fica até o fim.
Os guardas abriram a porta pesada. Eu saí carregando Isabela pelo corredor longo e frio do presídio. Cada passo ecoava. Ela soluçava baixinho contra meu peito, o corpo nu coberto apenas pelo pedaço de vestido rasgado.
— Eu tô aqui… — sussurrei, beijando o topo da cabeça dela. — Acabou por hoje. Eu tô aqui.
Chegamos ao estacionamento. A noite estava escura e úmida. Coloquei Isabela com cuidado no banco de trás do Corolla Cross. Ela se encolheu, tremendo, olhos fechados. Eu liguei o carro, liguei o ar quente e saí devagar do presídio.
No retrovisor, vi a silhueta da cela ao fundo. Sarita ainda estava lá, sendo usada até o limite.
Dirigi em silêncio, uma mão no volante, a outra esticada para trás, segurando a mão de Isabela. Ela apertou meus dedos fracamente.
— Obrigada… — murmurou ela, voz quase sumindo.
Eu não respondi. Apenas apertei a mão dela de volta.
A estrada estava vazia. O peso do que tinha acontecido naquela noite parecia esmagar o carro inteiro.
Isabela tinha sido destruída.
E eu, mais uma vez, não consegui impedir.mas desta vez eu estava disposto a tudo pra tirar ela daquilo ate mesmo dar a minha vida.