🚫 Propagandas te atrapalhando? Assine o plano premium por menos de R$3/mês. Saiba mais →

A Descoberta da Família Livre - Parte 2

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →
Um conto erótico de Gustavo
Categoria: Grupal
Contém 1752 palavras
Data: 18/06/2026 12:42:42
🤖 Texto produzido com auxílio de inteligência artificial

Quatro meses haviam se passado desde a festa de aniversário do tio Carlos. Eu, Gustavo, ainda não conseguia apagar aquela noite da cabeça. A imagem da tia Rosa ajoelhada no quarto, engolindo meu pau com aquela fome madura, voltava com força toda vez que eu fechava os olhos no banho. Foram incontáveis punhetas rápidas no apartamento em Campinas, gozando enquanto lembrava do calor da boca dela, do jeito que ela me olhou por baixo enquanto chupava.

Quando surgiu a oportunidade de atender um cliente importante em Guarulhos na sexta-feira à tarde, fiquei quase uma hora encarando o celular, indeciso. Meu dedo pairava sobre o nome do Mateus no WhatsApp. “Será que devo? E se for estranho? E se eles acharem que eu sou louco?” Mas a tesão falava mais alto. Acabei mandando a mensagem: “E aí, cara. Vou estar em Guarulhos sexta atendendo cliente. Posso passar aí depois?”

A resposta veio em menos de dez minutos: “Pode sim, Gustavo. Vai ser ótimo te ver de novo.”

Para Letícia, preparei a mentira com cuidado:

— Amor, é sexta-feira e o trânsito na Anhanguera vai estar um caos. A empresa já reservou um hotel aqui perto caso eu precise dormir. Melhor não arriscar voltar hoje à noite, né?

Ela respondeu com um simples “Tá bom, cuidado aí” e nem questionou. Senti uma pontada de culpa, mas o tesão era maior.

Cheguei na casa deles por volta das 18h30. O portão automático abriu com aquele zumbido familiar. Entrei carregando a mochila, o coração já batendo mais forte. A casa parecia silenciosa.

— Ô de casa! — gritei.

— Gustavo! Entra, querido. Estou aqui na sala! — respondeu a voz calorosa de tia Rosa.

Quando virei a esquina da sala, o ar quase sumiu dos meus pulmões.

Tia Rosa estava completamente nua, regando algumas plantas perto da janela que dava para o quintal. Era ruiva de farmácia, aquele vermelho vivo e chamativo que brilhava sob a luz da tarde. Aos 58 anos, tinha um corpo volumoso, mas extremamente bem cuidado e sensual: seios enormes e pesados, cheios de sardas pelo colo generoso, mamilos grandes, escuros e ligeiramente caídos pelo peso natural. A barriga era macia, com uma curvatura madura e atraente, quadris bem largos, coxas grossas e firmes com celulites discretas que só a deixavam mais real e gostosa. A bunda era grande, redonda, carnuda, balançando levemente a cada movimento. Sua buceta era totalmente depilada, com lábios externos carnudos e um clitóris que parecia ligeiramente inchado. Ela exalava uma sensualidade madura, confortável no próprio corpo.

Ela se virou, sorriu largamente e veio me abraçar sem a menor cerimônia. Seus peitos quentes, macios e pesados se espremeram contra meu peito. Senti os mamilos duros roçando o tecido da minha camisa. Meu pau endureceu quase instantaneamente dentro da calça.

— Que saudade de você, Gustavo… — murmurou ela no meu ouvido, apertando o abraço por um segundo a mais.

— Eu também, tia… — respondi, voz um pouco rouca.

Ela se afastou e me olhou de cima a baixo.

— Vai tomar banho, deve estar cansado da viagem e do trabalho. Pode usar o banheiro de hóspedes. Eu termino aqui e já levo uma toalha limpa pra você.

Entrei no banheiro sem porta, tirei a roupa devagar e liguei o chuveiro. Meu corpo estava razoavelmente em forma: 1,82m, ombros largos, peito definido, barriga reta com leve marca de abdômen, pernas fortes. Meu pau, grosso, veioso, com uns 18cm quando completamente duro, já estava latejando, cabeça rosada brilhando, completamente ereto desde o momento em que vi tia Rosa nua. Ele não dava o menor sinal de que ia abaixar.

Estava me ensaboando quando tia Rosa apareceu encostada no batente da porta, ainda completamente pelada, como se fosse a coisa mais natural do mundo ficar conversando com um homem pelado e de pau duro.

— E aí, Gustavo? Como está a Letícia? O trabalho tá te tratando bem? — perguntou com naturalidade, olhos descendo sem vergonha nenhuma para o meu pau latejante.

Fiquei vermelho, mas tentei manter a conversa. Meu pau pulsava visivelmente a cada palavra dela, roçando na coxa molhada. Conversamos por longos minutos sobre o trânsito, o cliente que eu tinha atendido, bobagens do dia a dia. Ela sorria, claramente satisfeita com o efeito que causava em mim. Meu coração batia forte. A tensão sexual no ar era palpável, mas nada explícito acontecia.

Pouco depois, Larissa e tio Carlos chegaram quase ao mesmo tempo. Larissa veio do trabalho, me deu um abraço normal (ainda vestida) e foi direto tomar banho. Carlos fez o mesmo. Mateus mandou mensagem dizendo que tinha prova importante na faculdade e só chegaria bem tarde da noite.

Jantamos todos juntos na mesa da cozinha. Eles todos estavam pelados, totalmente a vontades com a situação. A conversa foi completamente normal: trabalho, política, piadas sobre futebol, reclamações do trânsito. Nada de olhares safados, nada de duplo sentido, nada de tensão sexual. Eu comecei a duvidar de tudo. “Será que eu inventei essa história toda na minha cabeça? Será que aquela noite foi só um momento isolado de loucura?” Apesar de todos estarem nús, não havia putaria, era uma noite normal em família. A ausência do Mateus me deixava ainda mais inquieto — ele parecia ser o elo mais “aberto” da família.

Depois do jantar, Larissa se levantou da mesa com um suspiro, ainda completamente nua como todos nós. Seus seios médios balançaram levemente com o movimento.

— Tenho umas planilhas e relatórios do trabalho pra resolver ainda hoje. Vou subir um pouco. Qualquer coisa me chamem. Boa noite pra vocês.

Ela deu um beijo rápido na boca da mãe, outro no pai e subiu as escadas tranquilamente, a bunda firme e branca rebolando a cada degrau. Fiquei sozinho na sala com tio Carlos e tia Rosa, todos pelados.

Tio Carlos se jogou no sofá grande, seu pau grosso e meio curvado descansando sobre a coxa, e pegou o celular. Logo começou a rir sozinho de memes idiotas. Virava a tela para mim o tempo todo:

— Olha esse aqui, Gustavo! — dizia, gargalhando alto, o corpo peludo balançando com a risada.

Mostrava um meme atrás do outro, compartilhando freneticamente nos grupos de WhatsApp. Eu ria por educação, mas minha atenção estava completamente dispersa. Meu olhar escapava o tempo todo para o corpo volumoso e sensual da tia Rosa, sentada no sofá com as pernas ligeiramente abertas, seus seios enormes e pesados subindo e descendo com a respiração, os mamilos escuros relaxados, a buceta carnuda exposta sem qualquer pudor.

Tia Rosa, por sua vez, estava concentrada na novela das nove. Ela comentava em voz alta sempre que um ator aparecia na tela:

— Ai, esse José Loretto é um espetáculo né? Olha esse homem, que gostoso...

Eu respondia com acenos e sorrisos curtos, tentando não demonstrar o quanto estava nervoso. Meu pau, que tinha dado uma acalmada durante o jantar, voltava a endurecer lentamente só de estar ali, pelado, cercado por eles.

O relógio da sala marcava 21h30 quando tio Carlos bocejou alto, coçou a barriga e falou:

— Vou subir pra arrumar as coisas e deitar. Amanhã tenho que acordar cedo. Fica à vontade, Gustavo. Se precisar de qualquer coisa é só chamar.

Ele se levantou, deu um beijo demorado na boca da esposa, bateu no meu ombro de forma fraterna e subiu as escadas, o pau balançando entre as pernas. Fiquei sozinho com tia Rosa na sala. Ela continuou assistindo à novela, ocasionalmente fazendo algum comentário baixo sobre a trama. O silêncio entre nós era confortável, mas carregado de algo que eu não conseguia identificar.

Fiquei ali mais uns quinze minutos, o coração aos poucos se acalmando. “Realmente, nada vai acontecer hoje”, pensei. “Eles estão agindo com total naturalidade. Acho que eu fantasiei demais aquela primeira noite. Foi só um momento isolado de loucura. Mas mesmo assim… só de estar pelado aqui com eles, vendo a tia Rosa assim, já valeu toda a viagem.”

Por volta das 21h50, senti uma vontade forte de mijar. Levantei devagar do sofá, meu pau semi-duro balançando, e caminhei pelo corredor escuro. Nenhum quarto tinha porta — só batentes vazios. Passei pelo quarto de Larissa (as luzes estavam apagadas) e continuei até o quarto principal.

Foi quando parei completamente paralisado, o coração martelando no peito.

A luz amarelada do abajur iluminava a cena de forma clara. Larissa estava completamente nua, de joelhos no chão, entre as pernas do pai. Tio Carlos estava sentado na beira da cama, pernas bem abertas, uma mão segurando firme o cabelo ruivo da filha enquanto ela chupava seu pau com devoção absoluta.

O som molhado e obsceno enchia o quarto baixo: gluck… gluck… gluck… gluck…. Larissa descia a boca até o fundo, engolindo quase todo o pau grosso e curvado do pai, saliva escorrendo abundantemente pelo queixo e pingando nos seus seios médios e firmes. Ela babava muito, fios grossos de saliva ligando seus lábios brilhantes à glande inchada toda vez que subia a cabeça. Uma das mãos massageava as bolas pesadas do tio, enquanto a outra estava entre as próprias pernas, dois dedos enterrados na buceta depilada, se masturbando no mesmo ritmo da chupada.

Tio Carlos gemia baixo, a cabeça jogada um pouco para trás, mas os olhos fixos na filha:

— Isso, minha putinha… chupa o pau do pai bem gostoso… vai fundo… que boca quente você tem, Larissa…

Ela respondia com gemidos abafados, acelerando o movimento, sugando com fome e desejo. O pau do tio brilhava inteiro, coberto de saliva, veias saltadas. Larissa tirava o pau da boca por um segundo, dava lambidas longas na extensão toda, circulava a língua na cabeça inchada e voltava a engolir, olhos semi-fechados de puro tesão.

Fiquei ali, parado no corredor, completamente congelado. Meu pau endureceu dolorosamente em poucos segundos, latejando no ar, a cabeça brilhando com pré-gozo. O sangue pulsava forte nos ouvidos. Não conseguia me mexer. A cena era proibida, surreal e absurdamente excitante. Fiquei observando por longos minutos — o jeito como Larissa chupava o próprio pai com tanta naturalidade e voracidade, o som molhado da boca, os gemidos baixos dos dois, os corpos pelados brilhando de suor.

De repente, Larissa sentiu minha presença. Ela virou o rosto lentamente na minha direção, ainda com a cabeça grossa do pau do tio Carlos na boca. Um fio grosso e brilhante de saliva esticou entre seus lábios e a glande. Seus olhos encontraram os meus. Ela tirou o pau da boca com um estalo molhado, limpou o canto dos lábios com o dorso da mão e, com a voz rouca, safada e completamente sem vergonha, disse:

— Vai ficar parado aí igual idiota ou quer participar?

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 3 estrelas.
Incentive Just Sad a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →