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Marquinhos sendo marcado

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Um conto erótico de Thiago P.
Categoria: Gay
Contém 1580 palavras
Data: 18/06/2026 13:07:50

E ae mané punheteiro, pronta pra gozar com naus uma das minhas histórias? O que eu faço de verdade você só sonha em fazer, não é? Aposto que sonha em encontrar um macho igual eu pra te usar. Eu faço bico de boy interativo em balada de viado, como quantos cus Quero e ainda recebo para isso.

Tem uns velhos que me dão presente também pra comer a bundinha murcha deles.

Mas o tesão? Tá sempre presente, com 22 anos e um pau de 21 cm, eu sou daqueles caras viciados em caçar viadinho fácil. Adoro quando encontro um novinho assustado, daqueles que tremem mas não fogem, e enfio minha rola em cada buraco que ele tem. Boca, garganta, cu... tanto faz. O cheiro de medo misturado com suor me deixa louco. Eu e o Bruno somos parceiros nisso há um tempo — dois machos suados depois da pelada, procurando encrenca no mato.

O sol já estava baixo, pintando tudo de laranja avermelhado. A gente cortava caminho pelo mato alto atrás do campo velho, que era famoso por ser zona de cruising gay, ainda com o corpo quente da corrida, camisetas grudadas na pele, cheiro forte de suor masculino no ar. Foi quando eu vi ele sentado num tronco caído: magrinho, pele clara brilhando de leve com o calor, cabelo castanho meio cumprido, short jeans justo marcando as coxas finas e a bundinha arrebitada. Uns 19 anos no máximo. Ele mexia no celular, distraído, até ouvir nossos passos.

O moleque levantou o rosto rápido, olhos azuis arregalados. Tentou se levantar, mas o Bruno já estava na frente dele, bloqueando o caminho, e eu cheguei por trás, pondo a mão pesada no ombro dele.

—Calma aí, garoto. Não precisa correr — falei baixo, apertando de leve.

Ele engoliu seco, voz tremendo:

—O que vocês querem?

—Qual é o seu nome? — perguntei direto, inclinando o rosto pra perto do dele. Senti o cheiro leve de shampoo no cabelo dele misturado com o medo.

—Marquinhos... — respondeu quase sussurrando.

—Marquinhos — repeti, saboreando o nome. — Bonito nome pra um viadinho novinho como você.

O Bruno riu baixo e já começou a abrir a bermuda, tirando a rola grossa e pesada pra fora. Eu fiz o mesmo. Minha pica estava meio dura só de ver o jeito que ele olhava, os lábios carnudos entreabertos. O ar quente do fim de tarde carregava nosso cheiro forte de suor da pelada.

—Eu adoro isso, sabia? — falei enquanto segurava o queixo dele com firmeza. — Adoro encontrar um menino fácil como você e usar cada buraco. Hoje vai ser sua boca primeiro, Marquinhos.

Ele não respondeu, só tremia. Abriu a boca devagar quando eu bati a cabeça suada e grossa contra os lábios dele. O gosto salgado da pelada deve ter batido na língua dele. Eu empurrei devagar no começo, sentindo o calor úmido da boca apertada, a língua molhada tentando se mover.

—Isso... chupa gostoso. Sem dente.

Segurei os cabelos dele e forcei mais fundo. A garganta dele apertou forte em volta da minha rola, quente e macia. Marquinhos arregalou os olhos, lágrimas brotando rápido enquanto eu passava da metade. O som molhado de engasgo encheu o mato — gluck, gluck — misturado com a respiração pesada dele. Baba quente começou a escorrer pelos cantos da boca, pingando na camiseta branca.

—Olha pra ele, Bruno. Tá chorando já — murmurei, sentindo o prazer subir pela espinha.

O Bruno segurou a cabeça do Marquinhos pelo outro lado e puxou ele pro pau dele. A rola do Bruno era mais comprida, e quando entrou fundo o moleque teve um espasmo forte, tossindo, o corpo todo sacudindo. Lágrimas grossas desciam pelo rosto vermelho, misturando com baba que descia pelo queixo e molhava o peito. O cheiro de sexo começou a subir no ar quente.

A gente alternou devagar no começo, depois mais bruto. Eu metia fundo, segurando ele pelo cabelo como rédea, sentindo a garganta convulsionar em volta da minha pica. Tirava só o suficiente pra ele puxar um fôlego desesperado, baba grossa escorrendo em fios longos, e voltava a socar. O nariz dele batia contra minha barriga suada, pentelhos roçando na pele macia do rosto.

—Engole mais, Marquinhos. Relaxa essa garganta pra gente — eu dizia, voz rouca.

Bruno xingava baixo:

—Isso, viadinho... chora pra caralho. Sua boca tá feita pra isso.

Quando ele já estava um caos — olhos vermelhos e inchados, rosto todo molhado de baba e lágrimas, camiseta grudada no peito magro — a gente decidiu ir juntos. Eu sentei no tronco e puxei ele de joelhos entre minhas pernas abertas. Bruno ficou do lado. A gente segurou a cabeça dele e forçou as duas rolas ao mesmo tempo contra aquela boquinha esticada. Os lábios dele abriram ao máximo, quentes e tremendo, enquanto metade das duas picas entravam. O som era obsceno: engasgos molhados, baba espumando pelos cantos, o corpo dele sacudindo com ânsia.

—Isso... aguenta as duas, Marquinhos. Sente o gosto de macho de verdade.

Ele chorava descontrolado agora, lágrimas caindo sem parar, nariz escorrendo, o peito subindo e descendo rápido. A gente curtiu o sufoco um tempo, sentindo o calor apertado, depois voltou a foder um de cada vez, mais fundo e mais rápido.

Eu gozei primeiro. Segurei a cabeça dele firme, nariz colado na minha barriga suada, e soltei jatos grossos direto na garganta. Senti ele engolir desesperado, tossindo ao redor da minha rola.

—Toma tudo... engole minha porra quente.

Bruno fez o mesmo logo depois, gemendo baixo enquanto enchia a boca dele também, segurando forte até a última gota.

Ainda não tinha acabado.

Eu segurei o queixo dele com força, obrigando ele a olhar pra cima.

—Agora vem a melhor parte, Marquinhos. Você vai beber tudo que a gente te der.

Ele balançou a cabeça devagar, voz rouca e falhada:

—N-não... por favor... eu não aguento mais...

—Vai aguentar sim — eu disse, enfiando o pau ainda meio duro e molhado de baba na boca dele. — Abre bem. Se engolir tudo direitinho, acaba rápido. Se não... a gente te dá um banho completo de mijo, da cabeça aos pés. Escolhe.

Os olhos dele se encheram de pânico puro. Lágrimas frescas desceram enquanto eu relaxava a bexiga. O primeiro jato quente e forte saiu direto na garganta dele — um mijo amarelo-escuro, quente da pelada, com cheiro forte e salgado de macho suado. Marquinhos engasgou violentamente, o corpo inteiro dando um solavanco, mas eu segurei a cabeça dele firme com as duas mãos, nariz colado na minha barriga.

—Engole, caralho. Engole o mijo do macho.

O som era molhado e obsceno: o jato batendo no fundo da garganta, ele tossindo e gorgolejando, tentando desesperadamente engolir enquanto parte do líquido quente escapava pelos cantos da boca, escorrendo pelo queixo e pingando pesado na camiseta. O cheiro forte de urina subiu no ar quente do fim de tarde. Marquinhos fazia barulhos guturais, desesperados, os olhos azuis esbugalhados de puro terror, lágrimas misturando com o mijo que escorria pelo rosto.

—Isso... boa putinha. Engole mais. Sente o gosto quente descendo.

Ele tentou, o pomo de adão subindo e descendo com esforço visível, engolindo golfadas quentes e salgadas. O corpo tremia inteiro, as mãos apertando minhas coxas com força, unhas cravando na pele, mas sem força pra empurrar. O desespero era visível: o rosto contorcido, narinas dilatadas, lágrimas caindo sem parar, o peito convulsionando enquanto ele lutava contra a ânsia de vômito.

Bruno assistia, punhetando devagar, rindo baixo.

—Olha o desespero dele... tá se afogando no mijo e ainda tenta engolir. Viadinho corajoso.

Quando eu terminei o jato longo, tirei o pau devagar. Um fio grosso de mijo e baba ficou ligando a cabeça da minha rola à boca dele. Marquinhos tossiu forte, cuspindo um pouco, o peito arfando, mas eu segurei o rosto dele.

—Não cuspa, senão a gente começa o banho agora.

Bruno não esperou. Puxou a cabeça do moleque pro lado dele e enfiou a rola comprida até o fundo. Começou a mijar também, jato ainda mais forte e quente. Marquinhos soltou um gemido abafado de puro pânico, os olhos revirando de desespero enquanto o mijo enchia a boca e garganta novamente. Ele engolia com esforço máximo, o som gorgolejante ecoando, baba e mijo escorrendo pelo pescoço, molhando o peito magro, pingando na barriga e nas coxas. Parte do líquido quente vazava e molhava o short jeans, escurecendo o tecido entre as pernas.

—Engole tudo, Marquinhos... não deixa cair. Senão a gente te encharca inteiro — Bruno rosnava, segurando o cabelo dele com força.

O desespero do garoto era total: corpo sacudindo, soluços abafados ao redor da rola, lágrimas misturadas com mijo escorrendo pelo rosto todo, o cheiro forte e penetrante de urina dominando o ar ao nosso redor. Ele engolia, engasgava, engolia de novo, o rosto contorcido de nojo e humilhação, mas obedecendo por puro medo de piorar.

Quando Bruno terminou, tirou o pau e deu um tapa leve no rosto molhado dele. Marquinhos desabou um pouco pra frente, tossindo, cuspindo fios de mijo, o corpo todo tremendo, roupa encharcada, cabelo grudado na testa, cheiro forte de macho impregnado nele.

—A gente podia ter te dado um banho completo... mas você engoliu quase tudo como um bom viadinho — eu disse, guardando o pau. — Agora some, Marquinhos. Mas volta outro dia. Ainda tem muito mais pra gente usar.

Ele se levantou cambaleando, pernas fracas, rosto destruído de choro e mijo, roupa grudada no corpo, cheirando a nós. Saiu pelo mato sem olhar pra trás, o desespero ainda estampado na cara.

Eu e Bruno seguimos nosso caminho, satisfeitos

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