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Meu primeiro boquete

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Um conto erótico de Rayanne
Categoria: Heterossexual
Contém 2226 palavras
Data: 18/06/2026 16:21:20
Assuntos: Heterossexual

Olá, sou a Rayanne, mais conhecida como Ray, descobri recentemente esse site, já li algumas histórias e resolvi contar a minha também.

Bom sou loira olhos verdes 1,65 e 62kg, meus seios e bunda são médios.

O que vou contar aconteceu comigo há uns anos, sou do interior de São Paulo de uma cidade bem pequena, nessa época meu pai tinha conseguido um emprego melhor e nos mudamos para outra cidade, também no interior, mas maior, entrei na minha nova escola e fiz amizade com quase todo mundo, mas com quem mais fiquei amiga foi da Lúcia, sempre andávamos juntas e frequentava a casa dela quase que diariamente, meu pai saia cedo para trabalhar e me deixava na escola, a minha mãe também acabou abrindo uma loja de roupas e ficava lá das 10 até umas 6 da tarde, horário que meu pai passava para pegar ela e dar carona para casa e como o pai da Lúcia trabalhava de casa, meus pais até que gostavam dessa minha proximidade com a Lúcia já que quase todos os dias depois da aula nos íamos pra casa dela e tinha alguém cuidando da gente.

A casa da Lúcia ficava perto da minha, e nos duas também morávamos perto da escola, então sempre íamos a pé mesmo pra casa dela, como o pai dela trabalhava de casa, tinha um escritório na parte debaixo da casa onde ele ficava trabalhando e nos duas sempre ficávamos no quarto, as vezes estudando, mas a maior parte do tempo conversando ksks.

O pai da Lúcia, o seu André sempre ficava trabalhando no escritório e quase não conversa com a gente, ele também sempre me respeitou muito, nunca tinha sentido que ele tivesse alguma intenção que não fosse a de eu ser a amiga da filha dele, e assim foi por quase o ano inteiro, o que acabou acontecendo foi só no começo de outubro, era uma sexta feira e quando saí da escola como quase sempre fazia fui para a casa da Lúcia, chegamos cumprimentei o seu André, que eu chamava de tio, ele respondeu com o boa tarde que ele sempre dava e eu e a Lúcia fomos para o quarto dela, estudamos um pouco e começamos a conversar, em um certo momento nos lembramos de uma coisa que tinha acontecido na escola, um menino da nossa classe o Lucas tinha ficado de pau duro e o Gabriel tinha visto e falou alto para a sala inteira ouvir, lógico que isso gerou muita zoação e começamos a lembrar disso e demos risada, nesse momento ouvimos um barulho no quarto do pai da Lúcia e paramos de rir e ficamos assustadas, afinal não queriamos que o pai dela ouvisse a gente falando do pau de um menino, o que ele podia pensar?

Mas logo depois ouvimos o pai dela descer a escada e como ele não disse nada ficamos aliviadas.

Não era incomum o pai dela subir e ir até o quarto dele, mas naquele dia foi no momento que estávamos falando do pau de um outro menino e aquilo ia ser vergonhoso se ele tivesse ouvido e quisesse que a gente explicasse pra ele.

Nos olhamos no relógio e vimos que já era quase 5 horas, como geralmente ia embora as 6 e tínhamos acabado de levar aquele susto e ficamos meio que sem mais assunto a Lúcia falou que ia tomar um banho nisso eu desci para tomar um copo de água na cozinha, quando desci vi que o seu André nao estava no escritório, tinha um lavabo com banheiro na sala e pude ver que ele estava lá, ele não tinha fechado totalmente a porta e tinha ficado uma pequena frestinha aberta que deu pra ver que ele estava de pé, achei que pudesse estar fazendo xixi e talvez pela curiosidade de estarmos falando de pau me aproximei para ver se conseguia ver o do seu André, mas só por curiosidade mesmo, até então nunca tinha visto um, me aproximei bem devagar da fresta para tentar ver alguma coisa, como ele estava de costas achei que ele não ia perceber e fui bem pertinho da porta, quando estava ali tentando ver algo ele falou:

- Quer alguma coisa Rayane?

Tomei um susto, saí correndo pra cozinha, pensei que ele pudesse imaginar que eu não estava ali tentando espiar, que pudesse pensar apenas que passei ali perto, cheguei na cozinha e peguei um copo pra pegar a água e enquanto pegava a água para beber ele chegou na cozinha e falou:

- Queria alguma coisa no banheiro?

Respondi nervosa que não e ele então perguntou:

- Ou queria ver alguma coisa?

Me senti com muita vergonha devia estar vermelha e respondi engasgando:

- Não... Eu ... não queria nada ...

Ele disse - tem certeza? Na sua idade é normal ter curiosidade

- Por acaso você não estava tentando ver meu pau?

Fiquei super nervosa, queria responder que não, queria sumir dali na verdade, mas a única coisa que saiu da minha boca foi uma tentativa de falar algo eu fiquei - nã... eu ... eu

Ele então perguntou de novo - Tem certeza? - fiquei quieta e ele perguntou - Você já viu um pau? - não conseguia falar nada, apenas balancei a cabeça dizendo que não e ele então perguntou de novo: - E tem certeza que não quer ver? - Só então consegui falar alguma coisa disse - ä ... não sei... pode ser.

Ele abriu a calça jeans que ele usava e abaixou a calça e a cueca até os joelhos me mostrando o pau dele que estava duro e ali bem perto de mim, como estava sentada na cadeira da cozinha e ele de pé do meu lado, estava quase na minha cara, até então só tinha visto foto de pau fiquei hipnotizada vendo um ali bem pertinho de mim, nem me lembro do que se passou na minha cabeça mas se fez alguns segundos de silêncio que o seu André cortou perguntando: - E aí gostou? - balancei a cabeça dizendo que sim, ele então pegou na minha mão e falou: - pega um pouquinho pra você sentir ele - enquanto levava a minha mão em direção ao pau dele.

Quando peguei gostei muito, era duro e macio ao mesmo tempo, apesar de nunca ter pego em um pau antes, comecei a deslizar minha mão para frente e para trás devagar batendo uma punheta para sentir todo o pau dele, não que o pau dele seja muito grande, é do tamanho da maioria dos pais que eu já chupei até hoje, mas como minha mão é pequena tive que bater uma punheta para sentir ele todo, vi que ele deu um gemido e falou - Que delícia - e logo em seguida ele perguntou - Quer experimentar um pouco? Dá uma lambidinha - fiquei meio que sem saber se queria ou não, mas como estava ali com o pau na minha mão e perto da minha boca e também aquilo me deixou curiosa, achei que poderia ser uma oportunidade de saber como seria e acabei lambendo a cabeça do pau dele, apesar de no momento que ele disse para mim lamber ter achado de início que poderia ser nojento, acabei gostando daquele sabor salgadinho e da textura macia e quente e sem ele pedir acabei dando mais umas lambidas, foi quando ele falou - Chupa um pouquinho - estava gostando tanto daquela sensação que não pensei duas vezes e coloquei minha boca engolindo aquele pau e chupando sem muito jeito ou sem saber direito como fazer, só sei que estava gostando muito até ali, estava com metade do pau dele nao minha boca com ela parada e chutando a cabecinha, quando ele colocou a mão atrás da minha cabeça e começou a guiar ela para frente e para trás, gostei mais ainda da sensação de ter aquele pau entrando e saindo da minha, estava achando aquilo o máximo, e já podia sentir minha bucetinha ficando molhada, estava gostando tanto que mesmo após ele soltar minha cabeça continuei fazendo aquele movimento e me deliciando enquanto chupava um pau pela primeira vez.

Mesmo ainda não sabendo direito como fazer ele me elogiava baixinho entre seus gemidos dizia que minha boca era muito gostosa que eu estava chupando gostoso acho que foram uns 5 minutos assim até que ele disse: - Nossa tá muito bom, tô quase gozando, posso gorar na sua boquinha? - apesar de ter 14 anos e eu sei que algumas meninas já faziam isso até mais nova do que eu, eu era meio inocente ainda, não sabia se tinha algum problema em gozar na boca, na verdade sabia ainda muito pouca coisa sobre sexo, inclusive o oral, não que hoje eu seja uma especialista, apesar de ter quase dois anos que faço boquete, e de nesse tempo já ter feito muito, até porque eu amo, ainda sou virgem, mas naquela época sabia muito menos, então resolvi tirar a boca e não deixar ele gozar nela, mesmo sem dizer que não, quando eu tirei a boca ele entendeu que eu não queria e perguntou - Posso gozar no seu rosinha então? - balancei a cabeça dizendo que sim e ele pegou o pau dele e começou a bater uma punheta bem pertinho do meu rosto, bem pertinho mesmo, e bem rápido, não demorou quase nada ele começou a gemer de uma maneira mais forte, mas abafando o gemido e eu pude sentir o primeiro jato perto do nariz entre minha bochecha e meus óculos, tomei um susto, mas não tirei o rosto daquela posição, só fechei os olhos e fechei ainda mais minha boca, sentindo na sequência o segundo o terceiro e o quarto jato, senti que minha cara ficava mais melacada com aquela gosma, pra ser bem sincera não gostei muito daquilo, na verdade até hoje se alguém pede para gizar na minha cara eu até deixo, mas eu gosto muito mais na boca, quando senti que ele terminou, levantei correndo e fui para o lavabo para lavar meu rosto de tanto que eu achei estranho, quando abri meus olhos para ver para onde estava indo pude ver que além de tudo que eu estava sentindo no meu rosto também tinha um pouco nos meus óculos, cheguei na pia do lavabo, tirei os óculos e comecei a jogar água na minha cara, bem nessa hora deu para ouvir a Lúcia abrindo a porta do banheiro, tomei um bruta susto, tinha gostado tanto de chupar que tinha me esquecido completamente da Lúcia, quis lavar meu rosto o mais rápido possível com medo de ela descer e me ver daquele jeito, mas para o meu alívio logo em seguida ouvi ela entrar no quarto e fechar a porta para colocar a roupa, fiquei um pouco mais aliviada, continuei lavando meu rosto, lavei também os óculos, foi quando olhei no espelho e vi que também tinham caído umas duas gotas do gozo dele na minha camisa, passei a mão, mas aquilo só fez espalhar mais, tive que jogar um pouco de água na camisa para ver se limpava, ainda bem que a camisa do colégio era branca e deu para disfarçar com a água ksks.

Quando terminei achei melhor eu ir embora, subi e quando entrei no quarto a Lúcia já estava quase pronta, mas meu rosto estava ainda um pouco molhado, assim como minha camisa, também devia estar vermelha, estava com um pouco de vergonha e com medo que a Lúcia suspeitasse de algo, ela chegou a perguntar o que aconteceu, eu disse que nada, que tinha me engasgado e derramado um pouco de água e que já ia embora, acho que ela estranhou e voltou a perguntar se tinha acontecido alguma coisa eu voltei a dizer que não ela ainda perguntou - Jura? - Eu disse - Juro, só que já está na hora de ir embora - falei tchau pra ela e desci, nem procurei o seu André para falar tchau, apenas abri a porta e fui embora.

Minha casa ficava uns 5 minutos caminhando, fui pensando pelo caminho no que eu tinha feito, e que tinha feito com o pai da minha melhor amiga, e sentindo culpada ainda mais por ter gostado tanto.

Cheguei em casa e fui tomar um banho, coloquei minha roupa no cesto de roupa suja e fiquei pensando em tudo aquilo, pensando tanto no quanto eu gostei e queria mais e na Lúcia.

Nesse dia estava meio calada, tanto que meus pais até estranharam e perguntaram se tinha acontecido alguma coisa, falei apenas que estava cansada e acabei indo para cama mais cedo, mas nao consegui dormir direito aquela noite, toda aquela lembrança e sensações não saiam da minha cabeça.

No dia seguinte acordei no mesmo horário que sempre levantava aos sábados, na verdade eu levantei no mesmo horário, quase nao tinha conseguido dormir, mas achei que minha mãe ou meu pai podia desconfiar de algo se eu continuasse do jeito que eu estava, então tomei o café junto com eles e meus pais foram para a loja da minha mãe, meu pai sempre ajudava ela na loja aos sábados, o que foi bom porque começou a me dar sono da noite que eu não tinha dormido, mas antes de ir dormir fui colocar a roupa para lavar, coisa que eu sempre fazia, o que foi minha sorte, mesmo tendo jogado água nela acabou formando uma casquinha branca e que esfarelava, imagina se minha mãe visse aquilo, nem sei como ia poder explicar ksks.

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