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Um conto erótico de Vincas
Categoria: Heterossexual
Contém 1223 palavras
Data: 18/06/2026 16:55:14

Olá pessoal, primeiramente peço desculpas pela demora em escrever novamente, tem períodos que a vida nos ocupa demais ....

Hoje resolvi contar uma experiência que marcou bastante pra mim. Foi com a Izabela, a Loira que já apareceu aqui num outro conto. Na época éramos namorados e a conexão sexual entre a gente era absurda. Ela tinha aquele lado submisso que me enlouquecia, mas também uma safadeza natural que surgia quando menos esperava.

Lembro que foi numa manhã de domingo preguiçosa. Tínhamos ficado vendo TV até tarde na sala da casa dela e acabamos dormindo no colchão que ficava no chão mesmo. Acordei com o corpo dela colado no meu, ainda de camisola, aquele tecido fino que não escondia quase nada. O sol entrava fraco pela janela e o clima já estava quente.

Começamos devagar, com carícias preguiçosas. Beijos lentos no pescoço, mão boba passeando pelo corpo um do outro. Logo o tesão foi subindo. Eu estava só de cueca e ela sem calcinha por baixo da camisola. Passei a mão na coxa dela, subi devagar e senti sua buceta já molhada, lisinha, completamente depilada como ela sempre deixava. Aquilo me deixou louco. Comecei a massagear seu clitóris devagar enquanto a gente se beijava com mais vontade.

Não aguentei e tirei logo minha cueca, jogando ela pra longe. Meu pau já estava duro, latejando. Ela sorriu com aquele sorriso safado que eu conhecia bem e foi descendo pelo meu corpo. Ela sempre foi incrível nisso. Começou me chupando com aquela vontade dela, sem frescura. Babava pra caralho, descia a boca até o final, engolindo quase tudo enquanto me olhava. Era uma depravação gostosa, barulhenta, molhada.

E tinha uma coisa que eu vinha reparando nos últimos encontros: toda vez que me chupava, ela dava uma atenção especial pro meu saco e descia mais a língua. Como ela babava pra caralho, usava isso como desculpa pra lamber mais pra baixo. Eu não ligava. Pelo contrário, achava um tesão da porra aquele ar de putaria.

Ficamos assim um bom tempo, ela me mamando gostoso, me deixando completamente maluco. Até que eu decidi que queria mais. Me levantei, segurei ela pela cintura e fui pra cima. Era minha vez.

Cai de boca naquela buceta com muita vontade. Chupava forte, passando a língua inteira, enfiando dois dedos enquanto lambia seu clitóris. A buceta dela aceitava fácil, ficava cada vez mais melada, lambuzando meu rosto inteiro.

— Fica de quatro pra mim, Loira — pedi, com a voz rouca.

Ela obedeceu na hora, ficando de quatro no colchão, empinando aquela bunda perfeita. Abri bem as nádegas com as duas mãos e lá estava ele: o cuzinho dela, com as bordas mais escuras, apertadinho, piscando pra mim. Que visão maravilhosa.

Ela sempre curtiu muito anal. Aguentava tudo, adorava de verdade. E eu também era louco pra lamber e enfiar a língua no cuzinho dela. Toda vez que a gente fazia anal eu lambia bastante, deixava ela de quatro ou de bruços, abria bem a bunda e enfiava a língua fundo. Era uma delícia pra nós dois.

Comecei passando a língua devagar, de baixo pra cima. Cuspia, lambia de novo, brincava em volta. Depois fui enfiando a língua devagar, sentindo ela relaxar e abrir pra mim. Enfiava o máximo que conseguia enquanto segurava firme na bunda. Ela gemendo gostoso, empinando mais pra trás.

Ficamos um bom tempo assim. Eu adorava demais fazer aquilo com ela. Tesão sempre batia nas alturas. Sentia o anus dela apertando minha língua, pulsando, enquanto ela gemia de quatro, com o cabelo loiro todo bagunçado.

— Porra, Loira… seu cu é perfeito. Você me deixa maluco, sabia? — falei rouco.

Ela empinava mais, rebolando contra minha boca. Minha lingua entrando fundo no seu cu.

Até que, num ápice de loucura e tesão, ela virou o rosto e soltou:

— Loiro… deixa eu fazer em você? Tô com muita vontade…

Eu gelei. Fiquei meio em choque por uns segundos. Nunca tinha imaginado que ela fosse pedir aquilo. Mil coisas passaram na minha cabeça: “caralho, vou ficar de quatro agora?”, “e se eu não gostar?”, “que estranho pra porra…”. Senti uma vergonha imediata só de imaginar a cena.

— Sério mesmo? — perguntei, ainda tentando processar.

— Tô louca… quero muito tentar — ela respondeu com a voz manhosa, cheia de tesão.

Hesitei bastante. Fiquei uns segundos em silêncio, coração acelerado. Por um lado eu estava com muita vergonha de me expor daquele jeito, de quatro, com a bunda aberta pra ela. Por outro, ver ela tão safada e com tanta vontade estava me deixando ainda mais excitado. Pensei “foda-se, somos só nós dois aqui, ela já me viu de todo jeito mesmo… se ela quer tanto, vou deixar”.

— Tá bom então, Loira… se você tá afim ....— falei finalmente, deixando no ar.

Fiquei de quatro no colchão, morrendo de vergonha. Sentir o ar na bunda aberta era uma sensação estranha pra caralho. Izabela não perdeu tempo. Colocou as duas mãos nas minhas nádegas, abriu bem e começou a lamber.

Primeiro foram lambidas lentas, longas, quase provocantes. Depois ela foi ficando mais ousada, mais faminta. Segurava minha bunda com firmeza, abrindo o máximo possível, e enfiava a língua com vontade. Lambidas fortes, molhadas, circulares. Sentia a língua quente e molhada pressionando meu anus, tentando entrar.

— Caralho… — resmunguei, ainda com um resto de vergonha.

Mas ela não parava. Ficou vários minutos ali, totalmente entregue. Gemendo enquanto me lambia, babando muito, enfiando a língua o mais fundo que conseguia. Era intenso. Eu sentia a ponta da língua dela entrando, saindo, fodendo meu cu devagar e depois mais rápido. A saliva escorria pela minha bunda toda.

A vergonha foi sumindo e o tesão tomou conta. Meu pau latejava, babando no colchão.

— Porra, Loira… você é muito safada — gemi. — Tá gostoso pra caralho…

Ela gemeu alto contra minha bunda e enfiou a língua ainda mais fundo.

Não aguentei mais.

— Agora vem cá que eu vou comer esse cu — falei rouco.

Coloquei ela de quatro de novo. Empinei aquela bunda branquinha, encostei o pau melado no cuzinho dela e fui enfiando. Quando entrei todo, segurei firme na cintura e comecei a meter. Quanto mais eu metia, mais pensava que ela tinha acabado de lamber meu cu com tanta fome. Aquilo me deixava completamente possuído.

Meti com força, batendo fundo, sentindo o cuzinho apertar meu pau. Depois de uns minutos não dava mais pra segurar.

Senti as bolas apertando e rosnei:

— Caralho Loira, tô gozando…

Apertei a cintura dela com força e meti bem fundo. Gozei pra caralho. Jato forte atrás de jato, enchendo aquele cuzinho quente e apertado que ela tinha lambido pra mim minutos antes. Gozei muito, gemendo alto, esvaziando tudo lá dentro enquanto meu pau pulsava sem parar. Parecia que não ia acabar.

Quando tirei o pau, fiquei olhando hipnotizado. O cuzinho dela, todo fodido, vermelhinho e aberto, começou a piscar e vazar minha porra grossa. Escorria devagar, descendo pela bunda branquinha dela, um fio branco grosso e abundante. Que visão da porra.

Ela ainda de quatro, tremendo um pouco, com meu leitinho saindo dela. Depois caímos no colchão, suados, exaustos. Ela com a cabeça no meu peito enquanto minha porra continuava vazando devagar do cuzinho fodido.

Uma puta manhã de domingo.

Por hoje é só ... faz tempo que não escrevo então talvez não tenha saído da melhor maneira, sei que é um tema pouco falado, mas vale a pena testar.

É isso ...

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