Há poucas coisas mais excitantes do que ter uma mulher de quatro para você. Ainda mais se essa mulher for a Ana Clara, um dos seres mais perfeitos que Deus já colocou sobre a Terra.
Eu socava o pau de forma ritmada em sua buceta, segurando-a pelos quadris. A Megera fazia um movimento compassado de vai e vem, arremessando aquela bunda perfeita contra minha pélvis, ao mesmo tempo em que gemia baixinho.
O cheiro de sexo no quarto era inebriante e afrodisíaco. Ay me envolveu pelo tronco e beijou meu pescoço.
- Que coisa linda essa mulher de quatro, não é? – sussurrou em meu ouvido – A cada dia que passa eu fico mais apaixonada por ela – se declarou Ayanna.
- Eu também, meu amor, a cada dia amo mais essa potranca.
- Amam tanto, que me torturaram – resmungou a Megera, tentando driblar a respiração descontrolada.
- Se toda a tortura fosse essa, meu amor, ninguém confessava – reagiu Ay.
- Eu também amo vocês cada vez mais, seus monstros. Aaaainnn Gabriel, que foda gostosa. Acho que eu vou gozar de novo – respondeu Ana Clara, pressionando a bunda contra mim e rebolando.
Com a Ay respirando no meu pescoço e usando as duas mãos para me fazer carícias deliciosas, que me arrepiavam inteiro, ficou difícil segurar o rojão. Acelerei as investidas contra aquela buceta deliciosa da Megera, que gemeu mais alto.
- Goza pra mim, Megerinha, que eu vou encher essa bucetinha gostosa.
- Aaaaainnnnn!
- Goza para mim, sua potranca. Gostosa pra caralho. Fala que me ama!
- Aaaaaiiieeeeeee, Gabrieeeeeellll, eu te amo. To vindo, uuhhhhh, aaaahhnnnnnnnn.
Ver aquela mulher gozando eleva a excitação de qualquer um a patamares quase inalcançáveis. Até a Ay esfregava a buceta na minha bunda e os peitos com os mamilos durinhos toda vida nas minhas costas. Seus gemidinhos no meu ouvido eram de desesperar. O orgasmo veio lá da alma numa torrente. Quente, mas pacífico, do tipo que a gente saboreia, diferente daquele que mata a fome. Enterrei o pau e deixei os jatos inundarei o útero da minha amada.
Deixei o pau amolecer e me retirei, puxando-a para um beijo apaixonado, a mão deslizando pelo seu corpo macio e esculpido com arte. Ay continuava respirando no meu pescoço e fazendo carícias deliciosas pelo meu corpo, me deixando todo arrepiado. Era como estar no paraíso.
Fomos os três tomar banho juntos com troca de beijos e carícias. De volta à cama, as duas se revezaram me cavalgando, arrancando o que me sobrara de energia. Enquanto uma rebolava no meu pau, a outra rebolava na minha cara. E eu detestando tudo aquilo, né? Eu já tinha transado com duas mulheres antes, mas não tem nada mais inacreditavelmente prazeroso do que você estar com duas mulheres que você ama.
Sim, é verdade, a Ay é minha mulher, aquela que eu escolhi e a quem pertencerei enquanto ela retribuir o amor desproporcional e absurdo que eu sinto por ela. Mas é verdade, também, que eu amo a Megera e, mais cedo ou mais tarde, esses sentimentos iriam parar sobre a mesa.
Naquela sexta-feira, acordei com aquelas duas deusas ao meu lado. Ay trabalharia na parte da manhã, mas ficaria livre à tarde. Levei nossos hóspedes para uma volta no Jardim Botânico. Depois levei-os para conhecer as Paineiras, Mirante Dona Marta e Lagoa Rodrigo de Freitas. O casal estava num grude acima do normal, com muitas trocas de beijos, abraços e carícias. Na volta, pediram que os deixasse em casa, pois Ana Clara queria cuidar da cozinha. Deixei-os e fui buscar Ay em sua casa. Minha rainha estava gravando, linda feito um sonho, como sempre. Esperei que terminasse e fomos almoçar em um restaurante na Tijuca.
- Gostou da noite de ontem, amor? – perguntou Ay, enquanto saboreávamos o primeiro chopp da sexta-feira.
- Tirando a noite em que eu fiquei de corno manso e excluído, amei todas as demais – respondi.
- Eu tive uma conversa rápida com a Megerinha hoje antes do café. Ela disse que estava meio confusa com o que está acontecendo entre nós.
- E você? Está confusa? – argui.
- Eu não pensei sobre isso. Logo, não tenho como ficar confusa. Você sabe que o que eu sinto por aquela criatura chega a doer, não sabe?
- Sim, sei, e acho lindo esse sentimento entre vocês, que eu sei que é recíproco. Só tenho medo de você querer me trocar por ela.
- Fala sério, Gabriel! Uma coisa não tem nada a ver com a outra, seu pela saco. O que eu sinto por ela é muito forte, mas você é o ar que eu respiro. Vocês não ocupam o mesmo lugar no espaço.
- E o André? – perguntei.
- Ah, amor, o André é um gostoso, lindo, divertido e uma foda de fazer a cabecinha rodar.
- Quer me deixar com ciúme, sua meretriz?
- Kkkkkkkkkkkkk! Você perguntou, eu respondi, uai. Eu sinto uma coisa muito boa por ele também, principalmente entre as pernas. Só de olhar para ele, minha calcinha fica molhada.
- Safada!
- Kkkkkkkkkkk! E você? Como se sente com relação a eles?
- A cada dia que passa, mais apaixonado pela Ana Clara. Com o André, só falta fazer aquele meia nove para ficar perfeito.
- Por que vocês não tentam transar, amor? Acho que eu ia gozar litros vendo um comendo a bundinha do outro de quatro e depois dormindo abraçadinhos num dos quartos, enquanto eu durmo com a Megerinha no outro.
- Porra, Ay, tu é foda. Quer que eu perca minhas preguinhas só para você matar a vontade de dormir com sua amada.
- Não é só por isso. É que seria mais legal se você e o Demônio se pegassem também. Aí, seria completo.
- Vou pensar no seu caso Ay, mas se é para liberar o brioco, eu prefiro dar para você.
- Filho da puta, não fala isso em público!
- Por que?
- Só de pensar, eu quase tive um orgasmo aqui. Tô até suando frio. Você sabe que é meu sonho.
- Algumas pessoas sonham viajar para a Disney. Deveriam se consultar com você para evoluir no quesito criatividade, Ay.
- Kkkkkkkkkkkkkkkk! Palhaço! É por isso que eu te amo, tá vendo? Você me faz rir, me faz gozar, me trata com carinho. Eu nunca me sinto só sabendo que eu tenho você. Não tem como precificar isso.
- Está quase me convencendo de que não serei trocado pela Megera.
- Se ela ainda tivesse uma rola como essa sua, quem sabe?
- E a do Demônio?
- Puta que pariu, nem fala, amor. Que caralho de homem gostoso aquele. Vou até sentir falta quando eles forem embora. Aliás, bem que a gente podia uma hora dessas trocar os casais, uma dormir com o namorado da outra. Eu ia rebolar, gemer e gozar muito naquela piroca.
- Quer dizer que o seu sonho é passar um dia inteiro sentada na rola do Demônio? – retribuí a provocação.
- E você fazendo amorzinho com a minha Megerinha na nossa cama, só os dois, fazendo juras de amor. Ai, eu vou gozar no meio do restaurante assim. Melhor parar com essa conversa – reagiu Ay, fazendo caras e bocas.
E eu de pau duro com aquela conversa cheia de provocações, mas havia um assunto sobre a mesa que requeria nossa atenção.
- O que a gente faz com relação aos receios e preocupações da Ana Clara, amor? – questionei.
- Não sei, amor. Eu acho que nós temos que fechar entre a gente. Eu amo tudo exatamente do jeitinho que está. Para mim, não há nada para resolver. Se alguém estiver incomodado com alguma coisa, a gente conversa e muda. Você está incomodado com alguma coisa?
- Não, amor, acho que isso não afetou em nada a gente. Aliás, o que eu sinto é que estamos mais unidos e eu fico a cada segundo mais apaixonado por você – falei, transmitindo exatamente o que eu estava sentindo.
- Ai, meu pai, você gosta de me deixar nas nuvens, não é seu canalha?
- Mas agora é pé no chão. Então, a nossa posição é que está tudo bem como está?
- Sim. Se não estiver bom para alguém, a gente muda. Se for o caso, não transa mais. Nós não estamos com eles por causa do sexo, estamos?
- Concordo com você. O sexo é maravilhoso, com ou sem joguinhos, mas não é o que nos define. Podemos ficar cada casal no seu quadrado e seguir curtindo a companhia uns dos outros, concorda?
- Amor, eu só discordo de você quando é para apimentar a relação.
- Kkkkkkkkkkkk! Então, estamos fechados.
- Fechados.
- Aliás, eu já falei sobre como você está linda hoje?
- Se você me acha linda, não preciso que mais ninguém ache.
- Só a Megera e o Demônio.
- É, só os dois, hahahah!
Bebemos mais uma tulipa de chopp e fomos para casa, porque eu estava dirigindo e não podia abusar do álcool. Lá chegando, percebemos que a porta do quarto deles estava fechada e era possível, pelos ruídos, perceber que o caldeirão estava fervendo lá dentro. Olhamo-nos com desejo, Ay com aqueles olhos brilhando e aquela carinha de gatinha olhando para o passarinho pousado na janela.
Fui praticamente arrastado para o quarto e jogado de costas na cama. Minha bermuda foi puxada para baixo. Minha mulher se colocou entre minhas pernas e engoliu meu pau com fome. Só parava para tirar mais uma peça de roupa e caía de boca novamente.
- Tá com fome de pau, sua boqueteira? – provoquei.
- Quem manda ser gostoso? – respondeu olhando nos meus olhos com as pupilas dilatadas.
- Porra, Ay, vai me fazer gozar assim – protestei diante daquele ataque brutal à minha pica.
- Goza na minha buceta, amor – falou, tirando a calcinha, a última peça que restara, subindo na minha pica e descendo com vontade, soltando um suspiro profundo e demorado, como quem acaba de encontrar água no deserto.
Ay começou a rebolar, quicar e gemer alto na minha pica. Estava com tanto tesão, que acabou gozando rápido, sua buceta espremendo meu pau.
- Aaaaaaahhhh, aaamoor! Que pica gostosa. Nossa! Puta que o pariu, caralho, uuhhh, aaaahnnnnn!
Ay desabou em cima de mim, seus seios se espremendo contra meu peito, sua respiração pesada em meu pescoço.
- Eu te amo, Gabriel. Meu amor, meu tudo! Promete que nunca vai me deixar.
- Só deixo você se a Megera abandonar o Demônio e quiser casar comigo – provoquei.
Sua buceta se contraiu e seu gemido saiu alto.
- Se você me trocar por ela, eu posso ser a madrinha do casamento? – reagiu, com aquela fala acelerada, que era o jeito Ay de ser e estar em estado terminal de excitação.
- Claro que pode.
- E vocês vão ser os padrinhos do meu bebê com o André?
- Só se você der essa bucetinha safada para mim de vez em quando, para a gente matar a saudade.
- Aaaainnnn, amooooorrr. Vocês vão fazer dupla penetração em mim?
- Se a minha esposa deixar.
- Ela vai deixar. Vamos compartilhar nossos donos e fazer amor sempre, só eu e ela, uma lambendo a bucetinha da outra.
O som do outro quarto repercutiu no nosso. Eram gemidos de Ana Clara e urros do André, deixando Ay agitada. Eu fazia movimentos de entra e sai de baixo para cima e aquilo alucinava minha namorada, que explodiu em outro orgasmo. Mulherzinha fogosa a minha. E eu, que não sou de ferro, devo ter lançado um rio de esperma dentro de sua bucetinha apetada, prendendo-a pela cintura, enterrando meu pau e ambos fazendo uma barulheira danada.
Só que a temperatura estava elevada entre nós. Mesmo após termos gozado, continuamos nos devorando alucinadamente num beijo interminável, rolando na cama com os corpos grudados. Minha fome era tanta, que meu pau continuou duro. Então, coloquei minha mulher de costas na cama e comecei a cheirar, beijar e lamber seu pescoço, enquanto minhas mãos apertavam suas coxas, sue bunda, seus seios, os quais abocanhei, arrancando gritinhos da deusa, que se debatia ferozmente sob o meu corpo, gemendo descontroladamente e falando sílabas que não formavam uma palavra.
Desci para o meio de suas pernas e mordi, chupei, lambi e cheirei suas coxas deliciosas, que dava vontade até de morar ali. Ay virou de bruços, subi nela e me enterrei novamente em sua buceta, arrancando-lhe um grito.
- Puta, que buceta gostosa – falei, socando com vontade naquela posição que a deixava louca, mordendo seus ombros, lambendo sua nuca e segurando seus pulsos contra o colchão.
- Aiinn, domina sua mulher, meu macho, meu dono, meu senhor. Fode o que é seu para sempre, seu gostoso. Eu vou gozar de novo, amor, eu não vou aguentar de tanto gozar. Tô com muito tesão, meu surfista, me faz de sua prancha, sobe em mim e pega um tubo comigo. Me leva e deixa eu te levar na manobra perfeita. Vamos pegar juntos essa onda até o final.
Mordi o lóbulo de sua orelha e soquei com mais vontade. Quase não acreditei quando uma onda poderosa veio lá de dentro de não sei onde. Ay apertava o lençol com força e rosnava embaixo de mim. Quando soltou um berro medonho, meu orgasmo veio de novo e meu corpo todo se convulsionou. Meus gemidos saíram quase como um lamento, algo meio gutural, como se algo estivesse sendo arrancado de dentro das minhas entranhas.
- Meu Deus, Ay. Fizemos a manobra perfeita – foi o que consegui dizer.
- Amor, não tô sentindo meu corpo – choramingou – eu estou na lua. Me abraça de frente, me beija e diz que eu sou sua.
- Te amo, minha prancha. Sem você eu não conseguiria.
Saí de sua buceta, deitei de lado na cama e nossos corpos se misturaram, quase tentando se fundir. Ficamos abraçados, rostos colados, respirações se confundindo, trocando carícias, nossos suores se misturando, sem mais dizermos nada. O que tinha que ser dito estava dito, estava explícito.
Mais tarde, fomos os quatro para um bloco no Centro. O clima entre nós estava leve, mais do que já fora antes. Nossas mulheres estavam lindas e os olhares e sorrisos entre nós eram de paixão, cumplicidade e felicidade. Foi uma noite de sexta maravilhosa naquele ambiente festivo. Para variar, bebemos muitas cervejas. Ay e Ana Clara estavam mais grudadas do que nunca. Eu e André também.
De lá, fomos para um barzinho lá perto de casa, onde ficamos até a madrugada. Acabamos encontrando conhecidos e as conversas se misturaram. Chegamos em casa já exaustos e bem alegrinhos, mas com os sentimentos à flor da pele. Sentamo-nos em torno da mesa e abrimos a saideira. Essa coisa de saideira nunca prestou, mas, naquele momento, tinha uma função social importante.
- Tem alguém ainda vivo aqui? – provoquei, dando um gole, com Ana Clara sentada em minha perna.
- Porra, o dia foi cansativo – arriscou o Demônio.
- Bota cansativo nisso – emendou Ay, visivelmente precisando de uma cama, mas disposta a fazer o que julgava que tinha que ser feito.
- Principalmente a parte da tarde, né? – manifestou-se a Megera, enlaçando meu pescoço com o braço, enquanto eu envolvia sua cintura e acariciava sua coxa macia.
Ay se levantou e foi para a cozinha, voltando com mais uma lata de cerveja e servindo os copos, antes de sentar no colo do Demônio e, sem a menor cerimônia, beijar sua boca, no que foi retribuída. Se eu já estava de pau duro com a Megera sentada no meu colo, a excitação aumentou. Eu e Ana Clara nos encaramos e nossos lábios se procuraram num beijo suave e carinhoso.
- Megerinha linda, amor da minha vida, eu e Gabriel conversamos sobre nossa conversa de hoje de manhã – iniciou Ay, com carinha de séria.
- Conversamos sobre nossa conversa – repeti, zombando de minha namorada.
- Nós também conversamos sobre isso – interveio André.
- E? – questionou Ay.
- Não chegamos a conclusão alguma – respondeu André.
- Vocês acham que o que estamos fazendo é errado? – questionou Ay com doçura e firmeza ao mesmo tempo.
- Não, não acho. Não se trata disso – respondeu Ana Clara, estalando um beijo carinhoso em meus lábios.
- O que te incomoda, meu amor? – questionou Ay.
- O que eu sinto por vocês. Por você e pelo Gabriel. É bom pra caralho sentir isso, Ay, mas eu me pergunto se é funcional, se não estou perdendo a minha referência. Eu e o Demônio estamos namorando tem tão pouco tempo. É muita coisa acontecendo ao mesmo tempo.
- E como será quando vocês voltarem para Feira, meu bem? – perguntei.
- Seremos só eu e ele – respondeu Ana Clara, com uma carinha de confusa.
- É disso que se trata, meu amor – intervim.
- E serei só eu e Gabriel, mas isso não vai mudar o que sinto por vocês, Megerinha. Vou continuar amando o Gabriel, que continuará sendo o homem da minha vida e um dia vocês serão nossos padrinhos de casamento. Você tem dúvida de que nós seremos padrinhos de casamento de vocês e nossa amizade vai ser para sempre, com ou sem sexo?
- Eu não vejo problemas quanto a isso e sou a favor de “com sexo” – brincou o Demônio.
- Amor, eu também não tenho dúvidas do que eu sinto por você. Você sabe que eu te escolhi. É que é muito sentimento muito forte, tudo ao mesmo tempo – reagiu a Megera acariciando minha nuca.
- Megerinha, eu não escondo o que sinto por você. É tão forte, que chega a doer. Eu não quero te perder nunca. Se você está confusa, eu compreendo. Só que você tem que aceitar que as coisas são assim. Ninguém premeditou nada. Eu nunca pensei que fosse viver algo assim, mas estou vivendo. E isso não me incomoda nem um pouco. Eu te amo, isso é lindo demais, não é, amor? - falou, dirigindo-se a mim.
- A gente não precisa fazer sexo mais se você não quiser, se estiver se sentindo confusa, insegura. A gente respeita seu sentimento. O mais importante para nós, eu e a Ay já conversamos sobre isso hoje, é a amizade de vocês – ponderei.
- Sabe o que é, meu amor? Meu amor mesmo. Eu te amo e te desejo muito como homem, Gabriel. Eu e o André conversamos sobre isso. É que tudo que eu pensava sobre amor e sexo virou fumaça de repente. Eu não tenho mais controle sobre nada – reagiu Ana Clara.
- Amor, eu falei para você. Não controlamos nossos sentimentos. É o que nós fazemos com eles que importa. Você sabe que eu te amo mais do que tudo e o que você decidir sobre o que vai fazer com seus sentimentos é soberano para mim – ponderou André.
- Gente, desculpa, eu só desabafei. Está sendo tudo maravilhoso. Eu só fiquei insegura sobre como lidar com isso. O problema não é o sexo. Ao contrário, se fosse só sexo não teria problema. Mas se fosse só sexo nem teria acontecido. Tem algo muito forte entre nós. Eu sei disso. É muito gostoso sentir e viver isso, inclusive os joguinhos da Ay – respondeu Ana Clara, misturando risada com olhos marejados.
- Vamos dormir os quatro juntos? – propôs Ay – Sem joguinhos hoje. Só dormir.
- Sem joguinhos, tudo bem, mas sem sexo só se você dormir de armadura – brincou o Demônio.
- É um safado mesmo – protestou a Megera.
- Vou dormir só de calcinha e você vai ficar de conchinha comigo – provocou Ay.
- Então, eu vou dormir peladinha de conchinha com o Gabriel – reagiu Ana Clara sentando de frente para mim, com as pernas em volta da minha cintura e enfiando a língua em minha boca.
- A safada estava só fazendo cu doce – provocou Ay.
O beijo foi tão demorado e despudorado, que nem percebi quando Ay e André se evadiram da sala. Quando dei por mim, estávamos só eu e a Megera no recinto.
- Acho que fomos abandonados – brinquei.
- Tá, não tem problema, deixa eles e dorme comigo – propôs.
- Será uma honra – respondi, puxando Ana Clara para o meu quarto.
Sentei-me na beirada da cama e puxei a Megera para o meu colo, com as pernas envolvendo minha cintura.
- Você sabe o que eu penso sobre isso? – puxei o tema novamente.
- O que?
- Que o que nós temos é perfeito. Por mim, e pela Ay também, a gente nem discutiria mais isso. Seria assim para sempre. Eu entendo seu desconforto. É muita coisa acontecendo em pouco tempo, mas pense que os sentimentos são verdadeiros. Você é a única mulher que eu toquei desde que comecei a namorar a Ay. E não pretendo tocar em outra, tá ligada?
- E eu posso sentir o que eu tô sentindo por você? É tão forte, tão intenso, que às vezes me dá medo.
- O que eu sinto por você é igual e não muda o que eu sinto pela Ay. Quem sabe nós não nos casamos os quatro e vamos morar todos juntos?
- Vai ficar uma família gigante, ainda mais com os trigêmeos – respondeu Ana.
- Kkkkkkkkkk.
- Quer ser meu namorado? – sussurrou em meu ouvido.
- Claro, meu bem. Já sou, se você quiser.
- Vai ser namorado do Demônio também?
- De um jeito um pouco diferente, sim.
- Sabe que eu estou gostando da ideia de ter dois donos lindos? Tomara que isso dê certo, Gabriel. E que ninguém se magoe.
- Sabe por que ninguém vai se magoar? Porque tem amor entre a gente. Se alguma coisa sair do controle, a gente para. Somos adultos.
- Então, vamos viver isso. Com friozinho no estômago é mais gostoso. Aliás, já estamos vivendo, né?
Beijamo-nos demorada e apaixonadamente, os corpos colados. Ana tirou minha camiseta. Tirei a dela, liberando seus seios que saltaram lindos e imponentes. Ana puxou minha bermuda para baixo e se ajoelhou entre minhas pernas para dar uma mamada deliciosa no meu pau, que já estava pulsando de tesão. Sua boca subia e descia suavemente, sem pressa, fazendo do jeito certo, prolongando meu prazer e me arrancando gemidos e arrepios pelo corpo todo.
- Deita – ordenou.
Deitei-me de costas. Ana tirou a bermuda e a calcinha antes de voltar a adorar meu pau com beijos e lambidas. Suas mãos acariciavam minhas bolas e minhas coxas de um jeito carinhoso e aquilo estava maravilhoso. Sem fazer cerimônia, subiu nos meus quadris e encaixou sua buceta molhadinha e agasalhou meu pau naquela gruta quente e aconchegante. Tive um orgasmo delicioso olhando aquela deusa rebolando na minha pica mordendo os lábios e apertando os olhos, seus seios balançando suavemente. Parecia até um sonho. Na verdade, eu sonhei antes de adormecer. Apaguei, exausto, com a Megera em cima de mim.
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Até o próximo episódio!