Voltamos a nossas vidas cotidianas, fui cuidar dos shows da banda, o tempo passou... Mas aquele final de semana de muito sexo, putaria e paixão com a Família G não me saiu mais das cabeças. Alguma buceta que eu comia, alguma rola que me fodia, ou mesmo alguma punheta que eu tocava, eram os “G” que estavam gozando comigo, na minha imaginação.
Fizemos uma turnê pelo Nordeste e emendamos com uma série de apresentações no Centro-Oeste – brilhamos até na terra dos breganejos. Foi em Caldas Novas, Goiás: fizemos um show fechado, para os hóspedes de um resort. Um luxo só. Tinha gente de toda a região e de regiões até mais distantes do país. Gente até de outros países. Foi muito massa. E ainda ganhamos uma estadia, de brinde. O show foi na sexta à noite, e ficamos todo o sábado, só saindo no domingo.
O pessoal da banda quis aproveitar o pós-show e curtiu a sexta-feira à noite até tombar. Improvisaram uma roda de samba e forró, que até sertanejo cantaram. Estavam se divertindo pra caralho. Eu estava cansado demais. Fiquei um pouco com eles, mas logo subi para meu apartamento, vi um episódio de uma série, me arrumei para dormir e emborquei. Só ressuscitei com o cantar dos pássaros, por volta das seis da manhã. Tomei demorado banho e antes das sete estava eu no restaurante, me deliciando com o farto e variado café da manhã, enquanto o restante da banda (que foi até não sei que hora) deveria estar em pleno sono e não acordaria antes das 10...
Assim sendo, estava eu numa mesa, sozinho, checando algumas mensagens no celular, alheio a tudo que rolava ao redor – como ficam todos os que se fixam no aparelhinho –, quando, de repente, dois vultos sentaram de vez, nas cadeiras vazias da minha mesa. Levantei os olhos e dei com a cara serelepe de Gláuria e com o sorriso divertido de Bitar.
Depois das exclamações de surpresa de minha parte, de satisfação da parte deles; depois dos abraços apertados dos cheiros que os acompanharam; voltamos a nos sentar e falamos, meio atabalhoadamente do tempo que não nos víamos – quase um ano – e da saudade grande que preenchia esse tempo todo. Falamos da maravilhosa coincidência de eles estarem comemorando o aniversário de casamento exatamente num resort em que a banda viera se apresentar... Falaram de Gilma, que tinha arranjado um cara estribado e aparentemente muito gente boa (“Quem sabe ela aquieta um pouco o facho agora?!” – dizia Bitar. “Tomara que não, tomara que não!” – torcia eu, em segredo). Os netos estavam muito bem, estudando firmes para o Enem... (E minha pica se mexeu, lembrando da buceta de Giulia e da rola de Gaio).
Então Gláuria deu uma discreta cutucada no marido, e este fez o seu papel de pau mandado:
– Gláuria disse que quer um presente seu, de nosso aniversário de casamento.
Estava demorando. Mesmo eu tendo certeza de que, em algum momento, eles proporiam uma surubinha básica, não pude de sentir o coração disparar com o preâmbulo.
– Ah, mas como muito prazer! – falei, insinuante. Ela revirou os olhos, a bandida. E ele prosseguiu (a proposta agora tinha algo de novo: não estávamos a sós, como da primeira vez, mas a esposa estava presente – decerto com a xoxota se derretendo –, e isso me deixava num tesão absurdo):
– Ela agora quer me ver (e baixou discretamente a voz) dando o toba pra você...
– Ui!
– Pois não é? Ela disse que foi bom demais nosso primeiro encontro, que achou muito legal me ver fodendo você, mas que agora queria ver você me fodendo.
Meu olhar caminhou do rosto corado de Bitar para o risonho de Gláuria, que piscava os olhos bem devagar. Claro que meu pau já latejava dentro da bermuda. Olhei para os dois, e falei, laconicamente:
– Apartamento 712, sétimo andar.
E me levantei devagar, para que eles vissem a barraca armada pela minha rola (eles colaram os olhos entre minhas pernas), e me dirigi à porta de saída. No elevador, eu sentia os hormônios em ebulição; minha pica não desarmava a barraca, nem quando entrou um rapazinho franzino e delicado no segundo andar e seguiu até o sétimo em rápidas olhadelas para meu pau. Flagrei treze miradas. Se não fosse o compromisso recém assumido, eu tinha investido nele...
Entrei, desnudei-me, me perfumei discretamente, besuntei meu cu de lubrificante (nunca se sabe...), coloquei um dos meus mais escrotos trajes (o minimicroshort do pijama, a seda macia a fervilhar meu cu). Em instantes a campainha tocou e fui recebe-los: os olhos dos dois cravaram na minha sumária vestimenta e na minha rola rígida. Gláuria atirou-se em meus braços assanhadamente, beijando-me com todo o tesão acumulado. Quando ela me soltou, fui para Bitar, menos maleável que a esposa, mas beijei-o também fortemente, ele correspondeu e sua mão percorreu minhas costas e já entrou sob o short, dedilhando meu cu.
Enquanto isso, Gláuria estava de pé na cama, fazendo um strip-tease meio atrapalhado, mas ainda assim sensual: retirou a blusa por cima, virou de costas para baixar a bermuda (estava sem calcinha), mostrando a buceta vermelha e líquida sob o cuzinho palpitante. Eu e Bitar, os espectadores, lado a lado. A mão do marido desceu novamente pela minha bunda, abaixando o short, e liberando a minha rola em riste. Abracei-o e enquanto o beijava novamente (o puto tinha um beijo gostoso dum caralho!), ia retirando sua roupa, a pica também dura.
Os três nus, Gláuria estava arreganhado na cama. Não resisti, abaixei-me e me pus a sugar sua xoxota, que foi ficando cada vez mais molhada, enquanto ela gemia. O marido levou a rola até a boca da esposa, que passou a chupá-lo cadencialmente. Quando deixei a buceta e fui por cima dela, em busca de sua boca, ainda a encontrei chupando a tora do marido. Juntei-me a ela e passei a sugar a rola de Bitar, que também gemia. Enquanto isso, meu dedo melado do mel da buceta de Gláuria dedilhava o cuzinho de Bitar e forçava uma entrada – surpreendentemente mais fácil do que eu julgara (acho que esses putos estiveram praticando o alargamento daquele cu, ultimamente – premeditaram tudo, os safados!).
Minha rola tomou uma atitude e adentrou na racha alagada de Gláuria, que agora gemia com seu miado de falsa adolescente. Então me levantei e pus minha rola no nível da boca de Bitar. Ele fingiu não entender mas pressionei de leve sua nuca e ele abocanhou meu pau. Bem se via que não tinha experiência de boquete. Decerto era seu primeiro. Gláuria chegou para ajudar, e como fizera comigo, na pica do marido, juntou-se à boca de Bitar, chupando, sugando e babando minha rola. Aquilo era gostoso demais e eu terminaria gozando; então aproveitei uma pausa e me coloquei por trás de Bitar.
Agachei-me e passei a lamber seu rego e seu cu, enfiando a língua, deixando seu buraquinho bem lubrificado. O fresco já rebolava com aquela insinuação. Então me levantei, segurei minha rola, aprumei-a na porta da caverna do homem e coloquei a cabecinha. Ele deu uma remexidinha no rabo, aproveitei e pressionei um pouco. Ele deu um pinote, mas o contive, segurando suas ancas, enquanto parava de enfiar. Quando ele se acalmou, meti mais um pouquinho, novo pulo, nova parada, um carinho... E assim foi minha rola adentrando naquele buraco delicioso.
Desde o início da penetração, Gláuria se pusera de lado, olhos fixos nos movimentos de minha vara no rabo do marido. A mão acariciava a xoxota e seu líquido chegava a vazar nos dedos, de tanto. Quando finalmente empurrei todo o meu pau, aos ganidos de Bitar, e passei a estocar, Gláuria fremia as coxas e dedilhava suavemente os dedos em sua buceta.
– Ai, Cláudio... come o cu do meu maridinho... Arromba ele, vai... Nossa, Cláudio, que pica inteligente... Entra toda e sai e volta... Ai... ai... Tá gostando, Bitarzinho? Tá sentindo a rola de Cláudio em você...
– Ai, meu amor! O que eu não faço por você! Até tomar no cu desse jeito! Mas tá gostoso que tá danado... Ai, Cláudio... Me fode com vontade, que estou gostando muito...
– Ai, Bitar... Que cuzinho gostoso dum caralho! Apertadinho... Adoro foder você... Ai, Gláuria... O rabo de seu marido é uma delícia... Vou encher ele de porra!
Naturalmente, essas falas não eram assim, organizadas em turnos específicos e separados. Ao contrário, eram sussurradas entre gemidos, umas por cima das outras, numa verdadeira babel de luxúria.
Até que senti que não seguraria mais o gozo... Enfiei firmemente a rola no cu de Bitar e lá dentro explodi, jato após jato. Gritava eu a cada ejaculação. Gritava Bitar a cada enfiada molhada. Gritava Gláuria, assistindo aquele espetáculo.
Ela estava como em transe, completamente fora de si, tremendo-se toda, e tão logo eu liberei o cu de Bitar, ela avançou sobre o marido, pernas abertas, e praticamente engoliu com a xoxota a rola rígida dele, passando a se movimentar num ritmo alucinante, o cu dele expulsando porções da minha gala, a cada solavanco. Agora era eu que assistia aquelas duas feras se comendo, avidamente, aos rugidos e miados. Minha rola semidura, ainda pingando sêmen, que eu recolhia com o dedo e chupava languidamente.
Bitar enfiava-se tão fortemente, que parecia querer entrar inteiramente na buceta da esposa. Gláuria arreganhava as pernas em ângulo tão abertamente que eu julgava que a qualquer momento ela fosse se rasgar ao meio. De repente, ela cruzou as pernas em torno do ventre do marido, numa chave de coxa tremenda. Sua carne tremia incontidamente. Foi quando os dois gozaram juntos, numa estabanada que eu nunca vira antes. Saíam faíscas daquelas duas genitálias que se devoravam com tamanho frenesi. Até o último impulso, quando então foram parando aos poucos, colados, grudados, engatados feito um casal canino; os dois resmungavam baixinho, em movimentos corporais impulsivos, abraçados com intensidade.
Deitei-me ao lado dos dois e os abracei também, sentindo o calor de seus corpos. Eles se movimentaram, me agasalhando naquele novelo de gente, e assim ficamos, sentindo o suor um do outro, a respiração ofegante, e a felicidade multicolorida que envolvia os três amantes e nos fazia uma só carne, um só ser de concupiscência e entrega.
