O domingo que prometia ser apenas mais um dia de descanso preguiçoso tomou um rumo completamente diferente com o vibrar do celular. A mensagem era de Simone: 39 anos, cliente e colega de longa data, dona de um corpo espetacular, com um quadril largo, pernas grossas e uma bunda farta que roubava a atenção de qualquer um. Ela avisava que estava prestes a começar um churrasco e, casualmente, soltou que estava completamente sozinha em casa.
A deixa foi perfeita. Depois de uma rápida provocação mútua, o convite se concretizou. Banho tomado, uma passada rápida no mercado e o destino já era a casa dela.
Assim que a porta se abriu, o impacto foi imediato. Simone me recebeu usando um shortinho minúsculo, tão curto que as polpas daquela bunda redonda e generosa ficavam completamente de fora, além de uma blusinha com um decote que deixava os peitos fartos quase à mostra. O cumprimento com um beijo no rosto foi apenas a formalidade necessária para disfarçar o tesão que estalou na hora.
Enquanto ela ia para a cozinha preparar o arroz para o almoço, fiquei estrategicamente atrás dela, devorando cada movimento daquele corpo com os olhos. Simone percebeu o olhar fixo em suas curvas, mas não recuou; manteve o rebolado discreto enquanto mexia nas panelas.
Aproximando-me devagar, quebrei a distância e comecei a massagear os ombros dela. Minhas mãos apertavam a pele macia, descendo o toque pelo pescoço.
— Nossa, está gostoso... — ela murmurou, soltando o corpo.
— Quer que eu pare? — sussurrei bem perto do ouvido dela.
— Não, continua...
A temperatura subiu rápido. Num movimento calculado, Simone jogou o quadril para trás, colando aquela bunda farta e macia direto no meu pau, que já começava a dar sinais de vida por baixo da roupa. Aproveitando o encaixe, curvei o corpo por trás dela e dei duas roçadas firmes e de propósito, marcando o volume bem no meio das nádegas dela.
Simone soltou uma risadinha rouca e provocante:
— Já está animadinho, hein?
— Ué, você que me deixou assim. Quer ver?
Puxei o short e a cueca, colocando o membro erguido e pulsando para fora, balançando-o diante dela. Os olhos de Simone brilharam com a audácia. Ela estendeu a mão, envolveu a carne dura com os dedos e apertou com vontade, sentindo a textura latejar.
— Nossa, está muito duro... — ela comentou, completamente envolvida.
Comecei a distribuir beijos famintos pelo pescoço e pelos ombros dela, mas o bom senso prático dela falou mais alto por um segundo:
— Agora não, deixa eu só terminar esse arroz.
Assim que a panela foi tampada, a cozinha ficou para trás. O destino foi o sofá da sala, onde o controle foi totalmente perdido. Nos jogamos em um beijo profundo, de línguas que se buscavam com urgência. Minhas mãos foram direto para a blusa dela, puxando o tecido para cima e libertando aqueles peitões fartos e gostosos. Abocanhei um dos bicos acesos, chupando e massageando aquela carne generosa enquanto ela arqueava as costas, gemendo alto.
Com o tesão nas alturas, arranquei a camiseta, o short e a cueca, ficando completamente nu na sala. Simone olhou para aquele pauzão erguido, com a cabeça vermelha de desejo, e não hesitou: ajoelhou-se no chão da sala, posicionando-se entre as minhas pernas.
Ela adorava o perigo e a intensidade. Simone era do tipo que curtia o fetiche da garganta profunda, descendo o membro até o talo, buscando o limite até engasgar.
— Vai... Quero ouvir você engasgando com ele — ordenei, segurando firme nos cabelos dela.
Simone obedeceu com maestria. Abriu a boca quente e úmida, engolindo a estrutura inteira de uma vez só. Ela subia e descia com vigor, fazendo aquele som úmido e delicioso de saliva enquanto o membro batia no fundo da garganta, fazendo-a engasgar e lacrimejar de puro tesão. O contraste daquela mulher, que no dia a dia era uma cliente compenetrada, transformada em uma devassa ajoelhada na minha frente na tarde de domingo, transformou a sala de estar em um verdadeiro cenário de pura sacanagem. CONTINUA PARTE 2 VOCÊS QUER?