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Comi a esposa gostosa do meu sobrinho parte 10

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Um conto erótico de Ricardo
Categoria: Heterossexual
Contém 3384 palavras
Data: 19/06/2026 06:56:10

Somos o 4° conto mais lido da casa dos contos esse mês, com mais de 10 mil leituras, quero agradecer cada um de vocês que esta nos ajudando.

Ficamos os dois ali, colados um no outro em cima daquela cadeira, ouvindo apenas o som das nossas respirações cansadas cortando o silêncio do galpão. O suor misturado colava os nossos peitos, e a Mariana continuava com a cabeça jogada no meu pescoço, soltando uns suspiros compridos de quem tinha acabado de ser anestesiada por aquele pau de ferro.

O meu pau foi amolecendo devagar e escorregou para fora do cuzinho dela, fazendo um estalo molhado que ecoou no ambiente abafado. Uma poça do meu sêmen grosso com o mel dela pingou direto na madeira da cadeira e escorreu pro piso.

A Mariana deu uma risadinha fraca, daquelas bem sonsas, e levantou do meu colo com as pernas tão bambas que quase caiu de joelhos na poeira. Ela se apoiou na bancada, olhou para trás por cima do ombro e passou a mão na bunda, espalhando a porra que ainda escorria pelas coxas grossas.

— O senhor me desmontou inteira, seu Omar... Olha o estrago que o senhor fez em mim — ela cochichou, com os olhos castanhos ainda meio caídos de puro prazer. — Minha carne tá até latejando aqui atrás. É por isso que eu sou louca pelo senhor.

— Anda, Mariana, limpa logo essa sujeira aí e vai se ajeitar — falei grosso, levantando da cadeira e guardando o meu pau para dentro do short. — Daqui a pouco o Henrique aponta aí na estrada e a gente ainda tá com esse rastro de sem-vergonhice espalhado pelo galpão.

Ela pegou um pedaço de estopa velha que estava em cima do balcão, limpou o próprio corpo com rapidez e depois passou o pano na cadeira, tirando qualquer marca da nossa foda. Vestiu o short jeans e a camiseta regata, ajeitou o cabelo bagunçado olhando pelo reflexo de uma lâmina de serra e me deu um selinho demorado, com gosto de pecado.

— Vou entrar, tomar um banho e fazer a janta daquele guri inocente — ela disse, pisando leve em direção à porta do galpão. — Mas o senhor sabe que a noite é comprida, né? Deixa a porta do quarto só no trinco, porque o Henrique vai dormir cedo e eu vou querer mais do meu velho.

No fim do dia, o Henrique dobrou a esquina da rua e entrou em casa todo quebrado da obra. Na hora que ele bateu o olho na Mariana andando pela sala, notou algo estranho:

— Uai, preta... Tá andando meio travada, com a perna aberta... O que foi isso?

A Mariana, com a maior cara lavada do mundo, olhou para mim de rabo de olho e mandou a mentira:

— Ah, amor... É que passei a tarde carregando uns baldes de água pesados para limpar o quintal, fiquei toda assada das coxas.

Na hora de deitar, o Henrique tentou dar uma namorada nela, mas a Mariana usou a desculpa de estar assada e negou o fogo pro marido, guardando o corpo inteirinho para mim. Mas o vício dela era tanto que, de madrugada, ela ouviu o barulho da minha cama rangendo do outro lado. Ela levantou de mansinho, foi até o corredor escuro e começou a bater uma punheta na própria racha, gemendo baixinho encostada na parede fina do meu quarto.

Na manhã de terça, enquanto o Henrique estava trancado tomando banho, a Mariana veio na cozinha com o short aberto atrás. Ela empinou a bunda bem na frente do fogão aceso e me fez dar uma lambida bem comprida e molhada no cu dela, com o rastro do perigo deixando tudo ainda mais gostoso antes de o guri sair pro batente.

O Henrique terminou a chuveirada dele, saiu do banheiro batendo os chinelos no piso e entrou na cozinha com o uniforme de trabalho já vestido, todo cheiroso a sabonete. Ele nem desconfiou do calor que estava fazendo ali perto do fogão. Olhou para a Mariana, que já tinha fechado o zíper do short num movimento rápido, e deu um beijo na bochecha dela.

— Bom dia, preta. Bom dia, tio — o guri falou, pegando uma caneca e enchendo de café preto. — Rapaz, hoje a obra vai ser pesada. O patrão quer pressa no reboco daquela parede da frente. Vou até levar uma garrafa de café extra.

— Vai sim, amor, se alimenta bem para aguentar o batente — a Mariana respondeu com aquela voz sonsa de sempre, pegando a garrafa térmica para arrumar as coisas dele, enquanto me caçava com os olhos castanhos por trás do ombro do marido.

Isto posto, fiquei quieto no meu canto da mesa, mastigando um pedaço de cuscuz com queijo e mantendo a minha cara de velho sério, embora a minha boca ainda estivesse quente do gosto da carne dela. O Henrique engoliu o café, pegou a marmita e a mochila, e caminhou até o portão de ferro da frente.

— Tio, cuida bem da casa e da preta aí hoje. Até de noite, se Deus quiser! — ele gritou da calçada, subindo na garupa da moto do colega de trabalho que já esperava com o motor roncando.

O portão bateu e o barulho da moto sumiu no fim da rua.

A Mariana trancou o cadeado devagar, se virou pro quintal e já veio caminhando na minha direção tirando as alças da blusa regata. Ela colou aquela bunda imensa na minha virilha antes mesmo de eu levantar da cadeira da cozinha.

— Ele já foi, seu Omar... A casa é nossa — ela sussurrou com a voz totalmente rouca, puxando a minha mão calejada direto para o meio das pernas dela. — O senhor me atiçou demais com aquela lambida ali no fogão. Meu cuzinho tá piscando de desejo e eu quero aquela pica em mim agora mesmo.

Eu peguei ela escorando o corpo dela de quatro contra o tanque de cimento onde ela lavava as roupas. Puxei o short dela de uma vez, deixando aquela bunda imensa empinada pro sol da manhã, e enfiei o meu pau de uma vez no cuzinho dela, sem nenhuma pena. O buraquinho apertado engoliu o pau todo, e eu comecei a dar umas estocadas brutas, fazendo o corpo dela balançar e o barulho molhado da nossa safadeza ecoar perto do muro. A Mariana cravava as unhas na borda do tanque, revirando os olhos e soltando uns gemidos abafados enquanto eu socava com ignorância por trás.

Estávamos naquele buceta gostosa há uns quinze minutos, com o meu pau afundando até o talo na carne dela, quando de repente ouvimos umas batidas batendo no portão da frente.

Nós dois travamos na hora. Tirei o pau de dentro dela com um estalo molhado e espiei pela fresta do muro: era o rapaz da moto que tinha vindo buscar o meu sobrinho para levar pro trabalho. O sujeito estava lá fora esperando. Olhei para a Mariana, que estava com as bochechas vermelhas e o cuzinho toda babada de porra e suor, e o capeta mudou o meu juízo.

— Mariana, ajeita esse short jeans aí bem socado no meio do rabo, deixando a polpa da bunda toda de fora, e vai lá ver o que esse cara quer — cochichei grosso, com o pau ainda duro apontado pro teto. — Vai lá e se exibe para ele, mostra o que é que a mulher do Henrique tem por baixo dos panos.

A Mariana deu uma risadinha perversa, adorando a audácia. Ela puxou o short de um jeito que o pano sumiu no meio das nádegas dela, deixando as coxas grossas e metade da bunda totalmente expostas. Caminhou rebolando até a frente, abriu o portão e ficou ali de pé, toda putinha, se exibindo sutilmente, fingindo que estava meio sonolenta enquanto apoiava a mão na cintura e jogava o quadril de lado pro rapaz olhar bem pro corpo dela.

O sujeito da moto arregalou os olhos na hora, engolindo seco e desandando o olhar direto pras pernas e pro rabo dela que estava quase todo de fora daquele shortinho. Ele ficou até meio gago, limpando o suor da testa antes de conseguir falar:

— É... Bom dia, dona Mariana... Desculpa incomodar, é que o Henrique acabou esquecendo a garrafa de café dele em cima da mesa e me pediu para voltar correndo aqui para buscar... Ele não trabalha sem o café de jeito nenhum.

A Mariana deu um risinho bem manso, daqueles de quem sabe que está desestruturando o sujeito, e deu uma virada de lado bem lenta para o rapaz focar o olho naquela bunda imensa que estava engolindo o short jeans.

— Ah, sim... O Henrique é bem esquecido mesmo com essas coisas — ela falou com aquela voz mansa, jogando o cabelo por cima do ombro e estufando o peito sem sutiã por baixo da regata. — Espera só um minutinho aqui no portão que eu vou lá dentro buscar para você.

Ela se virou de costas e foi caminhando até a cozinha naquele passo arrastado, rebolando com gosto para o motoqueiro apreciar o rabo dela quase todo de fora do pano. Eu estava escondido atrás da parede do corredor, só com o pau de fora na mão, vendo o rastro do estrago. O rapaz da moto ficou estático na calçada, com o olho fixo na racha dela sumindo no corredor, com cara de quem estava prestes a perder o juízo.

A Mariana pegou a garrafa térmica em cima da mesa, olhou para mim com aqueles olhos castanhos brilhando de pura perversão e deu uma lambida rápida no próprio dedo, apontando para o meu pau duro antes de voltar.

Ela foi até o portão de novo, se inclinou bem para a frente para entregar a garrafa pro rapaz — deixando o decote da regata cair tanto que quase mostrou os bicos dos seios — e roçou a mão de leve nos dedos dele na hora de passar a garrafa.

— Aqui está... Leva lá pro meu marido não ficar sem o cafezinho dele — ela sussurrou, olhando bem no fundo dos olhos do sujeito, que estava vermelho feito um pimentão.

— O-obrigado, dona Mariana... Bom dia pro pessoal — o rapaz gaguejou, quase derrubando a garrafa, subiu na moto correndo e arrancou acelerando tudo, tentando espantar o tesão que aquela mulher tinha jogado nele.

A Mariana bateu o portão de ferro, girou a chave e desandou a rir alto no meio do quintal. Ela veio correndo na minha direção, arrancou o short de uma vez e se jogou de joelhos no piso, agarrando o meu pau com uma vontade cega.

— O senhor viu a cara daquele bobo olhando para a minha bunda, seu Omar? — ela falou ofegante, com a boca colada na cabeça do meu pau. — Chegou a ficar babando! Mas quem me come aqui é só o senhor... Bota essa pica no meu cuzinho de novo que eu tô fervendo!

Eu segurei a Mariana pelos cabelos, puxando a cabeça dela com força para trás enquanto ela ainda estava de joelhos no piso da cozinha. O calor ali dentro já estava sufocante, e o cheiro do suor dela misturado com a saliva me deixou cego de vez.

— Você é uma piranha muito atrevida, Mariana — falei grosso, sentindo o pau pulsar na mão dela. — Deixou o moleque doido lá fora e agora quer que eu resolva o seu fogo?

— Quero... Quero que o senhor me rasgue inteira de novo, seu Omar... Eu sou sua canga — ela soltou num sopro rouco, levantando do piso com aquela moleza nas pernas e se apoiando de bruços na mesa de madeira da cozinha, jogando as xícaras do café para o lado.

Ela empinou aquele rabo imenso bem na minha direção, arreganhando bem as coxas grossas. O cuzinho dela ainda estava vermelho e brilhando com o mel da foda que a gente tinha interrompido no quintal. Eu não perdi tempo com conversa: me posicionei logo atrás, segurei firme com as duas mãos nos ossos do quadril dela e empurrei o pau com toda a minha ignorância de uma vez só.

— Ah... caralho! — a Mariana soltou um gemido alto, rasgado, enterrando o rosto no tampo da mesa para abafar o som enquanto o meu pau entrava até o talo, esticando a carne dela no limite.

Comecei a quebrar ela ali mesmo na cozinha, dando estocadas brutas, compridas e violentas. O som molhado da nossa sem-vergonhice ecoava pelas paredes da casa, num ritmo cego que fazia a mesa de madeira arrastar no piso. A Mariana revirava os olhos de puro tesão, jogando a bunda para trás a cada batida para receber o pau bem no fundo, totalmente entregue e apaixonada pelo estrago que eu fazia no corpo dela.

Eu não segurei o rojão por muito tempo. Sentir o aperto daquele buraquinho fervendo me levou direto pro limite. Dei as últimas cinco pauladas com toda a força do meu lombo e descarreguei tudo lá dentro, sentindo os jatos de porra quente encherem o rabo dela até transbordar. A Mariana deu um estalo com o quadril, travou o corpo inteiro e gozou junto, soltando um choro de tesão enquanto o cuzinho dela esmagava o meu pau com os espasmos do orgasmo.

Ficamos os dois ali, escorados na mesa de madeira, com o peito subindo e descendo de cansaço. O meu pau foi escorregando para fora do cuzinho dela bem devagar, fazendo aquele estalo molhado, e um rastro da minha porra grossa correu pela coxa da Mariana até pingar no piso da cozinha.

A Mariana deitou de lado na mesa, totalmente mole, com o cabelo grudado no rosto por causa do suor e um sorriso de quem estava flutuando. Ela passou a mão por trás, pegou um pouco do sêmen que estava escorrendo e levou o dedo na boca, me olhando com aqueles olhos castanhos cheios de paixão.

— O senhor me viciou de um jeito que não tem mais volta, seu Omar... — ela sussurrou, com a voz bem fraquinha. — Se o Henrique sonhar que o rapaz da moto quase viu tudo, e que eu voltei para cá para o senhor me rasgar desse jeito, ele morre.

— Pois trate de limpar esse piso logo e sumir com essa bagunça — falei, ajeitando o meu short e recuperando o fôlego. — O rapaz da moto foi levar o café, mas do jeito que ficou abobalhado olhando para a sua bunda, o perigo agora é ele ficar inventando desculpa para rondar esse portão.

A Mariana pulou da mesa com aquela malícia toda no corpo. Pegou um pano de prato úmido, limpou as pernas e o tampo da mesa com rapidez, tirando qualquer vestígio do nosso crime. Depois, vestiu o short jeans — que continuava socado na racha — e me deu um aperto forte na cintura, colando o corpo quente no meu mais uma vez.

— Deixa ele rondar, seu Omar... Quem manda nessa carne aqui é o senhor. O Henrique banca a casa, os outros olham e o senhor é quem me destrói — ela disse, rindo baixinho antes de ir pro banheiro tomar uma chuveirada e tirar o cheiro da nossa safadeza antes do almoço.

O resto da terça-feira correu naquele silêncio abafado de interior. A Mariana tomou o banho dela, tirou o grude e passou o dia cuidando dos afazeres, mas toda vez que passava por mim na sala ou no corredor, dava aquela olhada de rabo de olho que parecia uma brasa acesa. Eu fiquei na varanda, pitando o meu cigarro de palha e de olho na estrada de terra, meio cismado se o rapaz da moto ia dar as caras por ali de novo, mas a tarde morreu sem nenhuma novidade.

Quando deu umas seis horas da tarde, o poeirão da moto do Henrique apontou lá na esquina. Ele entrou em casa com a cara cheia de cimento e o cansaço estampado no lombo, jogando a mochila em cima da cadeira do piso.

— Benção, tio. Rapaz, o dia hoje rendeu... Se não fosse a garrafa de café que o Cláudio voltou para buscar, eu não tinha aguentado o rojão debaixo daquele sol — o guri falou, esfregando o pescoço e nem notando o clima da casa.

— Deus te abençoe, meu filho. Pois é, o rapaz passou aqui cedo... A Mariana entregou a garrafa para ele no portão — respondi com a voz firme, mantendo a minha pose de velho sério enquanto a Mariana saía da cozinha com um pano de prato na mão, na maior desfaçatez do mundo.

— Pois é, amor, você quase você fica sem o seu sustento do dia — ela emendou com aquela vozinha mansa, indo dar um beijo de boa-chegada no marido. — Vai tomar seu banho que a janta já tá quase pronta na mesa.

O Henrique entrou pro banheiro e, no segundo em que o barulho do chuveiro começou a correr no piso, a Mariana virou para mim na sala. Ela levantou a saia do vestido de chita que estava usando, me mostrou que continuava sem calcinha nenhuma por baixo, com o cuzinho ainda meio inchado da foda da manhã, e deu uma rebolada milimétrica na minha direção.

— O Cláudio passou o dia me olhando estranho na obra, tio... Acho que ele gostou do que viu no portão hoje cedo — o Henrique gritou do meio do banho, com a voz abafada pela água.

A Mariana segurou o riso, tapando a boca com a mão e olhando bem no fundo dos meus olhos com pura perversão.

— Deve ser impressão sua, amor! O rapaz só é meio bicho do mato mesmo! — ela gritou de volta, com a maior cara de putinha instruída, enquanto caminhava até mim e colava a racha molhada direto no meu joelho, deixando claro que a noite ia ser de muito trabalho para o meu pau.

O Henrique saiu do banheiro secando o cabelo na toalha, vestindo um short tactel velho, sem nem imaginar a sem-vergonhice que tinha acabado de acontecer na sala. Sentamos todos na mesa para jantar. O mormaço da noite estava pesado, e a Mariana serviu o prato do marido com uma gentileza que dava até nojo de ver de tão cínica.

— Rapaz, tio, o Cláudio até comentou comigo na hora do almoço que a Mariana estava muito bonita hoje cedo no portão — o Henrique falou, enchendo a boca de arroz e feijão. — Disse que eu era um cara de sorte.

A Mariana deu uma risadinha de lado, fingindo timidez, mas por baixo da mesa ela esticou a perna e começou a esfregar o pé descalço direto no meu pau, que já começou a acordar e a esticar o pano do meu short.

— Esse Cláudio é um bobo, Henrique... Nem dei trela pro que ele falou — ela disse, olhando fixamente para mim enquanto pressionava o calcanhar com força na minha virilha. — Mas o seu tio sabe bem como o povo daqui gosta de reparar na vida dos outros.

— É verdade, meu filho, esse pessoal da obra não tem muito o que fazer além de reparar na mulher alheia — respondi grosso, segurando o garfo com força para não dar bandeira, sentindo a pica latejar com o aperto do pé da Mariana.

O Henrique engoliu a comida, bocejou alto e reclamou do cansaço. Não deu nove horas da noite e o guri já estava arrastando as botas para o quarto, totalmente quebrado do batente.

— Vou deitar, preta. Amanhã o despertador toca cedo de novo. Boa noite, tio — ele gritou lá de dentro, e logo em seguida ouvimos o barulho da cama de casal rangendo com o peso dele se jogando no colchão.

A Mariana esperou uns dez minutos, até o ronco do Henrique ecoar bem alto pelo corredor. Ela apagou as luzes da cozinha, me pegou pela mão no escuro e me puxou direto para o quarto dela. Entramos de mansinho. O Henrique estava apagado de bruços, roncando feito um porco.

A Mariana nem piscou: deitou na beirada da cama de casal, levantou a saia do vestido e ficou de quatro ali mesmo, do lado do marido adormecido, empinando aquela bunda imensa na altura do meu quadril.

Eu puxei o meu pau para fora, mirei bem na fresta do cuzinho dela, que já estava piscando todo molhado de suor, e empurrei com toda a minha ignorância de uma vez só, fazendo o cano entrar até o osso. A Mariana deu um estalo com o quadril e abafou o gemido grosso direto no travesseiro do Henrique, enquanto eu começava a socar com força na cama do próprio guri.

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Foto de perfil de Casal hotCasal hotContos: 56Seguidores: 137Seguindo: 35Mensagem Somo um casal bem safado

Comentários

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Quem quiser entra em contato mande mensagem no e-mail atakricardinho@gmail.com

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O contos está repetitivo, nao está na hora de uma mudança?

Talvez um capítulo do ponto de vista do Henrique começando a desconfiar, ou o flagra logo.

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O rapaz devia correr a tiro a vaca e o tio

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conto estava excelente e prendia nas primeiras partes,mas já estamos a vários episodios que nada muda e o roteiro é o mesmo(previsivel), o Henrique nunca desconfia de nada, os 2 que não gostam nenhum pouco dele fodem como coelhos e o fazem de corno literalmente ao lado dele e ele nunca desconfia de nada? quantas partes mais até pelo menos ter um avanço no conto? A escrita é realmente muito boa , mas sinto que a história parou no tempo e que o autor já não inova e que se a história for sobre um corno que é visto somente como vale refeição e que vai ser traido a torta e a direita sem desconfiar de nada , então acho que o conto já devia ter terminado faz tempo, pois tudo rola dentro da casa entre os 2 traidores e não tem nada novo nas últimas partes

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