🚫 Propagandas te atrapalhando? Assine o plano premium por menos de R$3/mês. Saiba mais →

MEU CU é para todos! Veja minha foto no perfil

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →
Um conto erótico de Roberta
Categoria: Grupal
Contém 1933 palavras
Data: 19/06/2026 10:58:59
Assuntos: Grupal

Oi, meus amores... Olha essa foto que eu tirei hoje cedo, enquanto voltava da feira com as compras pro final de semana. Estou de shortinho amarelo bem justo, daqueles que mal cabem na minha bunda grande e redonda, inclinada pra trás, sorrindo pro celular enquanto seguro a sacola. Vocês conseguem imaginar o que passa na cabeça dos homens que passam por mim na rua? Pois é... eu sei exatamente. Porque essa bunda aqui, essa que vocês estão vendo empinada contra a parede azul da nossa casinha simples no interior de Pernambuco, já foi comida por metade da cidade e por muito mais gente de fora. NOS COMENTÁRIOS deixo onde estão todas as minhas fotos e v[ideos.

Meu nome é Roberta, tenho 26 anos, e sou casada com o Mário, um corno velho de 60 anos que adora ver a mulher dele dar o cu pra todo mundo. A gente mora aqui em Sertânia, uma cidade pequena, quente, cheia de poeira e fofoca. Vida simples: casa modesta, um quintal com galinhas, e a internet que a gente usa pra trazer macho bom pra foder essa bundona. Hoje à noite chegam quatro novos amigos que conhecemos no Telegram VIP. Quatro machos fortes, de fora, que vão ficar na pousada aqui perto. Eu já tô ansiosa pra caralho. Minha buceta tá molhada só de pensar, e meu cu... ai, meu cu lateja de vontade de ser arrombado.

O Mário tá lá na sala agora, contando o dinheiro da pensão dele, separando pra pagar a pousada e as cervejas. Ele sabe de tudo. Na verdade, ele ama isso. Enquanto eu gravo tudo no celular e posto nos grupos fechados, ele fica em casa batendo punheta vendo os vídeos depois. A cidade toda já sabe que o Mário é corno, mas ninguém imagina que ele é corno consciente, que planeja tudo junto comigo. Acham que eu traio escondido. Que bobos...

Eu recebo muito macho de fora no hotelzinho aqui. Chego, entro no quarto, e passo a noite toda gemendo alto. Os funcionários da cidade são da cidade mesmo, né? Sempre escutam meus gritos: “Ai, vai, mete no meu cu! Mais fundo, caralho!” No dia seguinte já tá todo mundo comentando na feira. “A Roberta tomou quatro na bunda ontem de novo...” Eu rio por dentro. Porque sim, eu junto dois, três, até quatro machos num quarto só quando convido pro final de semana. E eles me usam como a puta que eu sou.

Olha, vou contar tudo pra vocês. Esse conto é pra quem gosta de coisa pesada, sem frescura. Se curtirem bastante, se deixarem muitos comentários e votos, eu gravo o final de semana inteiro com esses quatro e posto mais. Combinado?

Minha rotina de vadia sertaneja

Acordo todo dia com a bunda dolorida da foda da véspera. Ontem mesmo, antes de tirar essa foto, eu dei o cu pro Seu Zé, um aposentado de 68 anos aqui da cidade. Ele é daqueles que chega tremendo de tesão, me pede pra ficar exatamente nessa posição da foto: inclinada, shortinho abaixado até os joelhos, bunda empinada. Eu gosto de peidar bem na cara dele enquanto ele lambe. “Peida pra mim, Roberta, sua safada...” E eu solto um peido quente, longo, daqueles que fazem barulho molhado, bem no nariz dele. Ele fica louco, enfia a língua fundo no meu cu, lambendo tudo, sentindo o gosto.

Eu adoro dar o cu lambido. De 20 a 70 anos, não importa. Tem o Lucas, 22 anos, filho de um fazendeiro rico. O pai dele, Seu Antônio, trouxe o menino pra tirar a virgindade. “Roberta, quero que você ensine meu filho a comer cu direito.” Eu ri, tirei a roupa na frente dos dois no quarto da pousada e falei: “Hoje o Lucas vai perder a virgindade no meu rabo, e o senhor vai assistir e depois comer também.”

Coloquei o Lucas deitado, sentei devagar no pau dele. Meu cu tava bem lubrificado de cuspe. Desci até o talo, sentindo ele tremer inteiro. “Tá gostoso, novinho? Esse cu é teu agora.” Comecei a rebolar, subindo e descendo, peidando de vez em quando porque eu fico nervosa de tesão. Um peido forte escapou enquanto eu tava toda empalada, e o barulho foi alto. O pai dele ria: “Isso, filha, marca o menino.” Depois o Seu Antônio não aguentou, tirou o filho de baixo de mim e meteu o pau dele, mais grosso, mais experiente. Fiquei entre os dois, um na buceta, outro no cu, gritando que nem louca. Gravei tudo. O Mário viu em casa e me mandou áudio gemendo: “Isso, minha puta, dá pra eles.”

A fama corre. Homens bem-sucedidos de Petrolina, Arcoverde, até de Recife mandam mensagem no Telegram: “Quero levar meu filho de 19 pra você.” Eu aceito quase todos. Tem um ritual: eu de quatro, como na foto, bunda pra cima, eles filmam a entrada. Eu peido de leve pra relaxar, eles lambem, chupam meu cu, depois metem. Eu amo a sensação de cu virgem esticando meu rabo. “Vai, novinho, fode esse cu de puta casada!” Eles gozam rápido da primeira vez, mas eu não deixo parar. Chamo mais um, mais dois. Já fiz quarto com cinco machos numa noite. Meu cu ficou aberto, vermelho, escorrendo porra por horas.

O final de semana que tá chegando

Essa foto que eu postei foi pra atiçar os quatro que vêm hoje. Eles viram e já mandaram mensagem: “Nossa, que bunda é essa? Vamos destruir ela.” Um deles é o Rafael, 34 anos, casado, mas louco pra comer cu. Os outros três são amigos dele, todos entre 28 e 45. Um bem grandão, preto, pau enorme que eu já vi nas fotos que mandou. Eu tô contando os minutos.

O Mário ajudou a arrumar a sacola de compras: cerveja, carne, pão, e um vidrinho de lubrificante extra. Ele sabe que vou passar a noite na pousada. “Vai com calma, Roberta, mas grava tudo pra mim.” Eu beijei ele na boca e falei: “Vou dar essa bunda pra eles como você gosta, meu corno.”

Chegando na pousada, o quarto é simples, cama grande, ventilador no teto, cheiro de interior. Eu tomo banho, coloco o mesmo shortinho amarelo da foto, sem calcinha. Quando eles chegam, eu tô inclinada na janela, igual na foto, bunda empinada pra rua. Eles entram e já começam a passar a mão.

“Porra, Roberta, você é mais gostosa ao vivo.”

Eu rio, viro o rosto como na foto e falo: “Podem usar. Hoje eu sou a puta de vocês quatro.”

Eles não perdem tempo. Um abaixa meu shortinho, abre minhas nádegas e enfia a cara. Eu solto um peido longo, quente, bem na língua dele. “Tá sentindo o cheiro da vadia?” Ele geme e lambe mais fundo, enfiando a língua toda. Outro já tá com o pau pra fora, batendo na minha cara. Eu chupo gostoso, babando, enquanto sinto dedos no meu cu.

Eles me colocam de quatro na cama. Um por um vão lambendo meu cu. Eu peido pra cada um, rindo safada. “Peido pra vocês sentirem o gosto da minha bunda suja.” O grandão preto é o primeiro a meter. Pau grosso, veioso, ele cospe no meu cu e empurra. Eu grito: “Ai, caralho, que pauzão! Rasga meu cu!” Ele mete fundo, batendo as bolas, enquanto eu chupo outro. Os outros dois filmam com o celular, mandam pro grupo.

Eles me viram de todos os jeitos. De lado, eu cavalgando, de frente com as pernas no ombro. Sempre com pau no cu. Eu adoro quando dois tentam entrar ao mesmo tempo. Meu cu estica, queima gostoso, eu grito, peido, gozo. “Mais, porra! Me arrombem!”

Tem um momento que eu nunca esqueço nesses encontros: quando eles gozam dentro. Sinto o jato quente enchendo meu intestino. Depois tiro, sento na cara de um deles e solto tudo: porra misturada com meus peidos e sucos. Eles lambem tudo, loucos.

Lembranças que me deixam molhada

Não vou contar só esse final de semana. Vou contar mais, pra vocês sentirem o peso.

Teve uma vez que recebi sete homens. Era aniversário de um corno rico de Arcoverde. Ele pagou a pousada inteira. Eu passei o dia todo sendo comida. Começou de manhã: dois novinhos de 18 e 19 que os pais trouxeram. Coloquei os dois deitados, sentei no cu de um, depois no do outro. Eles gozaram em menos de dois minutos cada. “Boa, garotos. Agora o papai vai mostrar como se faz.”

Os pais meteram em seguida, mais experientes, me foderam duro. Eu peidava alto toda vez que tiravam o pau, fazendo barulho molhado. Eles riam e mandavam mais.

À tarde vieram os amigos. Quatro machos entre 30 e 50. Me colocaram no chão do quarto, de quatro, e fizeram um rodízio. Um comia o cu, outro a boca, os outros batiam punheta em volta. Eu tava babando, suada, o cu vermelho e aberto. Gravei um vídeo de 40 minutos só de gemidos e tapas na bunda.

De noite, o grand finale. Todos juntos. Eu deitada de bruços, eles se revezando no meu cu. Um gozava, saía, entrava outro. Meu cu virou uma bagunça de porra escorrendo. Eu peidava porra pra todo lado, rindo. “Olha o que vocês fizeram com a bunda da Roberta!”

O Mário recebeu todos os vídeos. Quando cheguei em casa de manhã, ele tava com o pau na mão, assistindo. Eu sentei meu cu arrombado na cara dele: “Lambe o que sobrou, corno.” Ele lambeu tudo, feliz.

Outra história pesada: o Seu João, 70 anos, viúvo. Ele me chama toda semana. Chega com dificuldade, mas quando vê minha bunda, revive. Eu tiro a roupa devagar, fico na posição da foto, empinada. Ele se ajoelha com dificuldade e lambe meu cu por quase uma hora. Eu solto peidos suaves, contínuos, quentinhos na cara dele. “Tá gostando do cheiro da vovó nova, Seu João?” Ele geme, chupa, enfia dedo. Depois eu sento devagar no pau dele, rebolando lento. Ele goza chorando de prazer. Eu adoro esses velhinhos. Eles têm tanto tesão reprimido...

E os locais? Todo mundo sabe. O mecânico, o açougueiro, o professor da escola. Eu dou pra eles rapidinho, no banheiro da pousada, no mato atrás da igreja. Sempre com o shortinho amarelo, igual da foto. Abaixada, cu pra fora, rapidinha braba. Peido, lambida, gozada dentro. Depois volto pra casa pro Mário cheirar.

O que tá rolando agora

Os quatro já tão no quarto. Eu tô escrevendo isso no celular enquanto eles descansam um pouco. Meu cu já levou duas cargas. Tá latejando, aberto, escorrendo. Eu peidei um peido longo agora há pouco, com porra saindo junto, e eles filmaram rindo.

Vou continuar a noite. Quero que eles me fodem até o sol raiar. Quatro paus se revezando no meu cu, na minha boca. Quero sentir eles gozando um atrás do outro. Vou gravar tudo em ângulos diferentes: close no meu cu piscando, meu rosto de puta gemendo, a bunda batendo contra as barrigas deles.

Depois mando pro Mário e pro nosso grupo VIP. A cidade vai ferver de fofoca segunda-feira, mas eu não ligo. Eu amo ser a vadia da cidade. Amo ser a Roberta que todo mundo quer comer.

Se vocês curtiram esse conto, se chegaram até aqui, deixem muitos comentários. Falem o que quiserem: o que querem que eu faça com esses quatro, quais posições, se querem que eu grave peidando mais, ou chamando mais machos. Se tiver bastante voto e comentário, eu gravo o final de semana inteiro e conto tudo depois, com mais detalhes ainda.

Essa bunda da foto é de vocês também. Imaginem ela empinada, igual agora, recebendo pau atrás de pau.

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Jabata a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil de Jabata

Estou ON LINE AGORA em meu TELEGRAM VIP, onde tem, ANOS DE VÍDEOS, FOTOS E CONTOS meus e de minhas amigas em www.bit.ly/telemanu Entra lá e vamos papear. Tem no site selmaclub.com também. Posso viajar e receber. Manu

0 0
Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →