No dia seguinte, por volta das 13h, o corno Mário saiu para trabalhar. Assim que ouvi o portão fechar, chamei Paula na cozinha.
— Vem aqui, sua safada.
Paula apareceu usando um shortinho de malha bem curto e uma blusa folgada. Assim que me viu, já sabia o que eu queria. Seu rosto ficou vermelho, mas a expressão era de pura puta.
— Ontem você quase me matou de medo… e ainda encheu minha buceta de novo — reclamou ela, mas já estava mordendo o lábio.
— Hoje eu quero algo diferente — falei, puxando ela pela cintura e apertando aquela bunda enorme. — Hoje eu vou foder esse seu cuzinho rabudo.
Paula arregalou os olhos:
— Não… no meu cuzinho não… eu nunca fiz isso… vai doer…
— Vai doer no começo, mas você vai aguentar — respondi, já virando ela de costas e inclinando seu corpo sobre a mesa da cozinha.
Puxei o shortinho e a calcinha até os tornozelos. Aquela bunda grande, redonda e macia ficou completamente exposta. Cuspi na mão, mas achei melhor usar algo mais grosso. Peguei o pote de margarina que tinha na geladeira e enfiei dois dedos generosamente dentro.
— Ai meu Deus… você é louco — gemeu Paula, nervosa.
Passei bastante margarina no cuzinho apertado e rosado dela, massageando o anelzinho franzido. Depois enfiei um dedo devagar. Paula soltou um gemido abafado de dor e prazer misturados.
— Relaxa essa bundinha… — ordenei, trabalhando o dedo e depois colocando o segundo.
Depois de abrir um pouco, tirei o pau pra fora, passei margarina na cabeça grossa e encostei no cuzinho dela.
— Vai devagar… por favor… — implorou Paula, segurando na borda da mesa.
Empurrei devagar mas firme. A cabeça do pau forçou a entrada e entrou com dificuldade. Paula soltou um gemido alto:
— Aaaaiii… tá muito grosso… tá rasgando meu cu!
Segurei firme aquela bunda rabuda e continuei empurrando até metade do pau estar dentro. A margarina ajudava a deslizar. Comecei a meter devagar, estocadas curtas e profundas, sentindo o cuzinho dela apertar meu pau como um torno quente.
— Porra, Paula… que cuzinho apertado e gostoso… — grunhi, dando tapas na bunda grande.
Aos poucos ela foi relaxando. Os gemidos de dor foram virando gemidos de puta:
— Ai… tá tão fundo… vai mais devagar… não… vai mais forte… caralho…
Aumentei o ritmo, metendo cada vez mais fundo, fazendo aquela bunda enorme balançar a cada estocada. Paula estava completamente entregue, empinando o cu pra trás.
— Isso… fode meu cuzinho… sou sua puta… — gemeu ela, voz rouca de tesão. — Mete tudo… arromba meu cu…
Segurei os cabelos dela e comecei a foder com mais força, estocadas brutais, o barulho da bunda batendo contra mim ecoando na cozinha. A margarina escorria pelas coxas dela.
— Tá gostando de levar no cu enquanto seu namorado tá trabalhando, sua vadia? — perguntei, metendo sem piedade.
— Tô… eu adoro… sou uma safada… fode meu cu mais forte!
Depois de uns minutos arrombando ela com vontade, segurei firme a cintura e enterrei tudo:
— Vou encher esse cuzinho de porra…
Explodi dentro do cu dela, jatos grossos e quentes enchendo o intestino. Fiquei pulsando lá dentro até esvaziar completamente. Quando tirei o pau, o cuzinho ficou aberto, piscando, com porra e margarina escorrendo.
Paula ficou tremendo sobre a mesa, ofegante, a bunda vermelha das palmadas.
— Nossa… você destruiu meu cu… — murmurou ela, com um sorriso safado. — Nunca senti isso antes…
Eu dei um tapa forte na bunda e respondi:
— Amanhã eu quero de novo. E quem sabe um dia eu fodo esse cu enquanto o Mário tá dormindo do lado.
Paula mordeu o lábio, olhando pra trás com cara de puta:
— Você é perigoso… mas eu quero.