Meu nome é Daniel, engenheiro elétrico, o cara mais louco por cheiro de mulher que existe nesse Brasil. Não gosto de perfume, nem de banho fresquinho. Quero suor de verdade, axila peluda depois de um dia inteiro suando, chulé forte, e principalmente o cheiro podre da bunda de quem passou o dia trabalhando. Quando eu presto serviço nas comunidades do Grande Recife e interior de Pernambuco, eu já chego com o pau meio duro só de imaginar. Deixo caminho para minhas fottos e viddeos abaixo, nos comentários.
Dessa vez era em Rio Doce (Foto dela aqui no perfil) , Olinda. Três visitas pra instalar e arrumar a rede elétrica da rua. Na primeira vez que vi ela, já fiquei maluco. Nome dela é Juliana. Casada, uns 30 e poucos anos, corpo moreno, cabelo preto, bunda grande e um suor que não para. Sempre varrendo o quintal, lavando louça do lado de fora ou estendendo roupa. A blusa fina grudada no corpo, manchas escuras enormes nas axilas. Pelos pretos bem visíveis, grossos, molhados de suor. Axilas escuras. Eu já imaginava o cheiro forte, azedo, podre depois de horas.
No segundo dia eu comecei o joguinho. Cumprimentava demorado, olhava direto pros braços levantados dela, sorria safado.
— Tá calor hoje hein, Juliana? Você sua demais...
Ela ria, ficava sem graça, mas percebia o olhar. Eu ajudava a estender uma roupa só pra chegar perto e sentir o cheiro quente que saía dela.
No terceiro dia ela já tava esperando. Eu cheguei mais cedo. Ela tava de novo com aquela blusa rosa fina, braços pra cima prendendo o cabelo. Suada pra caralho, exatamente como na foto que tirei dela mentalmente. O sol batendo, gotas escorrendo pelo pescoço, manchas enormes nas axilas, a pele brilhando.
— Daniel... você de novo por aqui tão cedo?
— Não resisti, Juliana. Vim terminar o serviço... e ver você.
Ela riu, mas o olhar mudou. Eu fui chegando perto enquanto fingia mexer na fiação.
— Sabe... eu reparei que você sua bastante. E eu... eu fico louco com isso.
Ela parou, me olhou surpresa.
— Meu marido vive reclamando disso. Diz que eu suo demais, que fica fedido... que eu tenho que tomar banho duas vezes por dia.
Eu sorri, o pau já latejando dentro da calça.
— Pois eu acho o contrário. Senti tesão pra caralho só de ver você assim. Desculpa a sinceridade.
Ela riu alto, corou, mas não se afastou.
— Você é louco, hein?
Eu peguei o celular, abri uns sites de fetiche e mostrei rápido umas fotos e textos sobre lovers de axilas suadas, cheiros naturais, worship. Ela arregalou os olhos, curiosa, lendo.
— Gente... existe isso mesmo? Caralho...
— Existe. E eu sou o pior de todos. Adoraria realizar esse fetiche com você, Juliana.
Ela mordeu o lábio, olhou pros lados do quintal.
— Sempre foi meu sonho secreto alguém gostar de mim assim... suada, natural. Nunca pensei que ia encontrar um louco imundo como você.
Eu cheguei bem perto, quase colando o nariz na axila direita dela que tava levantada.
— Já tô sentindo o cheiro... forte, azedo, gostoso pra porra.
— Eu tô com desodorante ainda...
— Eu sei. Mas quero sentir sem nada. Quero o cheiro natural podre depois de horas.
Ela ficou louca. Olhou pra mim com tesão puro.
— Você é doente, Daniel... louco da porra.
Não aguentei. Beijei ela ali mesmo no quintal. Língua quente, suada. Ela gemia baixinho:
— Isso é loucura... nunca traí meu marido...
— Hoje você vai realizar todas as suas fantasias mais nojentas. Se entrega, vai adorar.
Levantei o braço dela com força e enfiei o nariz direto na axila molhada. Cheiro forte de suor azedo, desodorante velho misturado com pele, pelos molhados. Lambi devagar, sentindo o gosto salgado, amargo. Ela gemeu alto, enfiou a mão dentro do short e começou a se masturbar.
— Ai que delícia... lindo... continua...
Chupei, lambi, suguei aqueles pelos. Ela gozou pela primeira vez tremendo, gemendo meu nome.
— O suor tá maravilhoso, Juliana. Agora quero cheirar sua bunda.
— Você tá louco? Minha bunda deve tá podre... suada o dia inteiro.
— É exatamente assim que eu quero. Podre.
Ela gozou de novo só com as palavras.
— Filho da puta... Tu vai cheirar, mas vai lamber também esse cu podre, seu viado.
Levei ela pra dentro, apoiada no balcão da cozinha. Baixei o short dela. A bunda grande, suada, com marcas da calcinha. Abri as nádegas e o cheiro me acertou: forte, podre, amargo, suor velho, resto de cocô, tudo misturado. Lambi com vontade. Ela gritava de prazer, gozando de novo. O gosto era nojento pra caralho, quente, salgado, amargo. Ela suava demais, tinha mesmo excesso de glândula. A mistura de tesão com nojo me deixava insano.
— Quero comer esse cu e tirar merda na pica.
— Vai então... tô sem cagar há dois dias. Mete.
Enfiei devagar. O cu dela tava quente, apertadíssimo, seco de suor. Senti a merda mole logo na cabeça da pica. Socava fundo, sentindo o calor nojento, o cheiro subindo. Ela gozava sem parar, xingando, chamando de tudo. Eu metia cada vez mais forte, suado junto com ela.
Tirei a pica suja e botei na frente da cara dela.
— Cheira.
Ela cheirou, olhos revirando de tesão.
— Nunca fiz isso... tá podre... mas é gostoso pra caralho — e gozou de novo.
— Chupa.
— Não... dá nojo...
Na terceira vez que tirei, ela segurou a pica suja e enfiou na boca.
— Eu vou chupar essa porra mesmo, podre desse jeito...
Chupou com fome, gemendo, lambendo a merda misturada com suor. Gozou mais uma vez enquanto me mamava. Eu não aguentei e enchi a boca dela.
Depois, ainda suados, abraçados, ela rindo:
— Você é completamente imundo, Daniel...
E eu já pensando na próxima casada do Grande Recife.
Não percam as próximas aventuras de Daniel. Tem muita casada suada e tarada por aí esperando.Veja nos comentários onde tem minhas fottos e viddeos.
