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A Melhor Amiga Da Minha Esposa E Os Novos Vizinhos A Transformaram Numa Puta Pt5

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Um conto erótico de Carvalhinho
Categoria: Heterossexual
Contém 3489 palavras
Data: 19/06/2026 14:11:01
Última revisão: 19/06/2026 15:12:33

A viagem até Brasília foi tranquila. Cheguei, me hospedei no hotel que a empresa sempre reserva , um quarto simples, mas confortável no centro e fui direto para a sede da empresa.

O dia foi corrido. Passei a manhã inteira em reuniões com o time técnico e o cliente insatisfeito. Tive que analisar logs de servidor, rodar testes de performance, ajustar configurações de banco de dados e explicar várias vezes o que poderia ter causado o problema. À tarde, ainda participei de mais duas reuniões estratégicas e fiquei horas tentando reproduzir o erro no ambiente de teste. Nada resolvia completamente. O cliente estava pressionando e meu chefe pediu que eu ficasse mais alguns dias até conseguirmos estabilizar tudo.

Thais e eu nos falávamos quase o dia todo por WhatsApp. Ela mandava mensagens carinhosas, fotos do dia na loja e perguntava como eu estava. Eu respondia normalmente, mas por dentro estava inquieto. Ela estava longe, sozinha em Belo Horizonte… com dois leões famintos só esperando o primeiro erro ou momento de fraqueza para atacar.

No segundo dia em Brasília, tentei manter a calma o máximo possível. Acordei cedo, tomei um café rápido no hotel e segui para a sede da empresa. Passei a manhã inteira mergulhado no problema do cliente. Meu chefe havia me recomendado pessoalmente para resolver essa questão crítica, então a pressão era grande.

Fiz uma análise profunda dos logs, realizei testes de carga no servidor, identifiquei gargalos no banco de dados e propus uma nova arquitetura de cache para otimizar as consultas. Passei horas em reunião com o time técnico do cliente, explicando passo a passo as mudanças que estava implementando. Configurei ambientes de staging, migrei parte dos dados, ajustei queries SQL complexas e realizei deploy de correções em produção com monitoramento em tempo real. O cliente acompanhava tudo nervoso, fazendo perguntas constantes, e eu precisava explicar cada detalhe com paciência enquanto suava frio por dentro. O dia foi exaustivo, cheio de telas abertas, códigos rodando e ligações constantes com o time de Brasília.

À tarde, quando eu estava no meio de mais uma validação, meu celular vibrou com várias notificações. Eram as gravações da noite anterior: da minha casa, da loja e da casa dos vizinhos. Sentei-me em um canto mais reservado da empresa e comecei a assistir.

As gravações transcorreram normalmente durante o dia. Até o começo da noite, quando Thais chegou em casa. Ela estava visivelmente cansada do trabalho. Foi direto tomar banho. Sandra estava com ela, ajudando a preparar o jantar na cozinha. As duas conversavam, riam e pareciam normais enquanto cortavam legumes e colocavam a comida no fogo.

Foi então que Douglas e Rômulo apareceram na minha casa.

Após ver Douglas e Rômulo entrando na minha casa, terminei o expediente o mais rápido possível, entreguei o relatório parcial para o cliente e voltei para o hotel. Chegando lá, tomei um banho longo para tentar relaxar, pedi uma pizza pelo delivery e me deitei na cama com o notebook no colo. Abri a gravação da noite anterior e continuei assistindo.

Os quatro — Thais, Sandra, Douglas e Rômulo — jantaram juntos na nossa sala de jantar. A mesa estava bem arrumada, com pratos de comida caseira que Thais e Sandra haviam preparado: arroz, feijão, carne assada, salada e batata frita. Eles conversavam animadamente enquanto comiam. Douglas e Rômulo elogiavam bastante a comida, especialmente a Thais, dizendo que ela cozinhava muito bem e que era um prazer comer algo feito por ela.

O clima era descontraído. Eles abriram duas garrafas de vinho tinto. Conforme a bebida descia, todos ficavam mais soltos. Thais ria bastante das piadas dos dois, as bochechas coradas por causa do álcool. Sandra sentava ao lado de Rômulo e, de vez em quando, ele passava a mão na coxa dela por baixo da mesa. Douglas, por sua vez, estava bem próximo da Thais, servindo vinho para ela com frequência e tocando seu braço ou ombro enquanto falava.

Eles brindavam, riam alto e o volume das vozes aumentava. Thais, que normalmente bebia pouco, já estava bem alegrinha, os olhos brilhando e o corpo mais relaxado. Douglas enchia o copo dela novamente e dizia coisas como “você fica ainda mais linda quando bebe” e “esse vinho combina perfeitamente com você”. Rômulo e Sandra trocavam olhares cúmplices e risadas mais íntimas.

Quanto mais vinho eles tomavam, mais o clima esquentava. Os toques ficavam mais frequentes, os olhares mais demorados e as risadas mais provocantes. Fiquei ali, deitado na cama do hotel, assistindo tudo com o estômago revirado.

Após o jantar, Sandra colocou um funk pesado para tocar na caixa de som. O grave forte invadiu a sala e ela começou a dançar colada nos dois irmãos, rebolando de forma safada entre Douglas e Rômulo. Os dois colavam o corpo nela, apertando sua bunda e cintura enquanto dançavam.

Thais, visivelmente bêbada mas ainda com consciência, observava a cena com os olhos semicerrados e disse, rindo:

— Vocês estão bem animadinhos, né?

Sandra virou o rosto para ela com um sorriso malicioso e respondeu:

— Amiga, você não viu nada ainda…

Sem o menor pudor, Sandra se abaixou na frente dos dois, abriu o zíper das calças de Douglas e Rômulo quase ao mesmo tempo e tirou os dois paus grossos para fora. O pau de Douglas, enorme, de 23 cm e bem grosso, já estava semi-duro. O de Rômulo, um pouco mais curto mas ainda mais grosso, latejava pesado.

Sandra se ajoelhou entre eles e começou a masturbá-los lentamente. Com as duas mãos, ela segurava os dois paus ao mesmo tempo, subindo e descendo devagar, apertando com firmeza. O movimento era sensual e provocante: ela passava o polegar pela cabeça rosada dos dois, espalhando o pré-gozo que escorria, enquanto olhava para cima com cara de safada.

Ela alternava o ritmo — ora mais lento e apertado, ora mais rápido, torcendo levemente as mãos. Os paus cresciam e endureciam completamente nas mãos dela. Douglas gemeu baixo quando Sandra apertou a base do pau dele e deslizou a mão até a cabeça, repetindo o movimento várias vezes. Rômulo segurou os cabelos dela e empurrou o quadril para frente, fodendo a mão dela devagar.

Sandra lambia os lábios enquanto continuava a punheta dupla, olhando de vez em quando para Thais, como se quisesse provocá-la. Os paus estavam brilhando de pré-gozo, as veias marcadas, latejando forte nas mãos dela. Ela juntava os dois paus e batia as cabeças um no outro de leve, depois voltava a masturbar cada um com as duas mãos, alternando.

Thais assistia tudo sentada no sofá, com o copo de vinho na mão, as bochechas vermelhas e o olhar vidrado nos dois paus enormes sendo masturbados bem na frente dela.

Eu assistia a gravação no quarto do hotel, o coração acelerado e um misto de raiva, ciúme e excitação doentia tomando conta de mim.

Sandra olhou para Thais com um sorriso provocante e disse:

— Amiga, pega… é bem divertido.

Ela começou a chupar os dois paus alternadamente, ora enfiando o de Douglas bem fundo na garganta, ora passando a língua grossa pela cabeça do pau de Rômulo enquanto masturbava o outro com a mão.

Thais, ainda sentada no sofá com o copo de vinho na mão, ficou vermelha e falou:

— Sandra, por favor… você está na minha casa, na casa do meu marido.

Sandra tirou o pau de Douglas da boca com um “plop” molhado, saliva escorrendo pelos lábios, e respondeu rindo:

— É só uma punheta, amiga. Você não precisa fazer nada que não queira. Seu marido nunca vai saber. Ele deve estar com alguma mulher lá em Brasília nesse exato momento, aproveitando a viagem…

Thais franziu a testa e rebateu:

— Eu sou casada, Sandra.

— Você é nova e só teve homem de pau pequeno a vida inteira — provocou Sandra, ainda segurando os dois paus grossos nas mãos. — Qual o tamanho do seu marido mesmo?

Thais respondeu baixinho, quase envergonhada:

— 18 cm…

Sandra sorriu maliciosamente, pegou a mão direita da Thais e puxou com firmeza, colocando-a diretamente sobre o pau enorme e latejante de Douglas.

— Então sente a diferença… É só uma punheta, amiga. Ninguém precisa saber.

Sandra sorriu satisfeita ao ver a mão da Thais sobre o pau de Douglas e começou a guiá-la, praticamente comandando minha esposa.

— Assim, amiga… aperta mais firme na base e sobe devagar até a cabeça. Isso… gira a mão um pouco. Olha como ele lateja pra você.

Thais, com o rosto vermelho e a respiração acelerada, repetia os movimentos que Sandra comandava, masturbando o pau enorme de Douglas de forma hesitante no começo, mas cada vez mais ritmada.

Sandra então se levantou, puxou a blusa de Thais para cima e a tirou rapidamente, revelando os seios médios dela, com os bicos rosados já duros e arrepiados.

— Rômulo, chupa os peitos dela — ordenou Sandra.

Rômulo obedeceu na hora, abaixando a cabeça e capturando um dos seios de Thais com a boca, chupando com fome enquanto lambia o bico. Thais soltou um gemido baixo. Sandra aproximou a boca do ouvido da minha esposa e sussurrou:

— Sente isso… relaxa… deixa o desejo tomar conta.

O tesão claramente dominava o ambiente. Thais começou a punhetar Douglas com mais frenesi, a mão subindo e descendo rápido no pau grosso dele, enquanto Rômulo alternava entre chupar e lamber seus seios, descendo a boca por seu pescoço.

Thais estava cedendo, o corpo tremendo, os gemidos ficando mais altos… até que, num repentino lapso de consciência, ela empurrou os dois com força, soltou o pau de Douglas como se tivesse queimado a mão e gritou:

— Sai da minha casa! Eu sou casada, me respeitem!

Ela saiu correndo em direção ao quarto, ainda sem blusa, e bateu a porta atrás de si.

Enquanto isso, Sandra seguiu o que havia começado. Sem nenhuma vergonha, ela transou com os dois ali mesmo na minha sala de casa. Douglas e Rômulo não perderam tempo. Eles a colocaram de quatro no sofá e revezaram, metendo com força alternadamente na boceta e na boca dela. Os gemidos altos de Sandra ecoavam pela casa enquanto os dois a fodiam sem piedade, trocando de posição, apertando e estapeando sua bunda. A cena era bruta e intensa.

Na gravação do quarto, Thais estava de frente para o espelho do guarda-roupa, ainda sem blusa, os seios médios arrepiados. Ela se olhava com uma expressão confusa, passou água no rosto tentando se recompor, mas não adiantou. Sentou-se na beira da cama, respirando fundo, e murmurou:

— Meu Deus… o que eu estou sentindo?

Depois de alguns segundos, ela abriu as pernas, tirou a calça e a calcinha de uma vez. Com a mão trêmula, começou a se masturbar lentamente, passando os dedos pela boceta molhada, circulando o clitóris inchado. Seus gemidos baixinhos foram aumentando aos poucos. Logo o movimento ficou mais frenético: ela enfiava dois dedos fundo, esfregava o clitóris com rapidez, o corpo se contorcendo sobre a cama. Os seios balançavam com o ritmo desesperado da mão. Thais gozou longamente, o corpo tremendo forte, as pernas fechando e abrindo enquanto ela abafava os gemidos com a outra mão na boca.

Quando o orgasmo passou, ela ficou deitada, ofegante, olhando para o teto com os olhos vidrados e disse baixinho, quase em choque:

— Meu Deus… o que está acontecendo comigo?

Após gozar, Thais ficou alguns minutos deitada na cama, recuperando o fôlego. Pouco depois, meu celular tocou. Era ela. Atendi rápido, com o coração acelerado.

Thais começou em um tom sério, quase hesitante:

— Amor… eu preciso te falar algo.

Fiquei em silêncio, o peito apertado, já esperando que ela fosse confessar tudo o que tinha acontecido — a punheta, os paus, os toques, a masturbação… Mas, de repente, ela mudou completamente o tom de voz, ficando mais suave e carinhosa:

— Na verdade… não é nada. Só estou com muita saudade de você.

E desligou o telefone antes que eu pudesse responder qualquer coisa.

Fiquei puto. Uma raiva misturada com frustração explodiu dentro de mim. Joguei o controle remoto que estava na mesa de centro do quarto do hotel com toda a força contra a parede. Ele bateu e caiu no chão, com a tampa quebrada. Fiquei ali, sentado na beira da cama, estressado, respirando pesado, com a cabeça girando.

Eu sabia que algo estava acontecendo. E ela estava mentindo na minha cara.

Na manhã seguinte, trabalhei como sempre, mas passei o dia inteiro ao lado do meu chefe. Foram horas intensas de reuniões, ajustes finais no sistema, validações com o cliente e testes de estresse. O ambiente estava tenso, mas por volta das 18h conseguimos resolver o problema de vez. O cliente ficou satisfeito e meu chefe me deu um tapa nas costas, visivelmente aliviado.

— Hoje nós merecemos comemorar, Thiago. Vamos tomar uma cerveja — disse ele.

Fomos para um bar bom perto da empresa. O lugar era animado, com música ao vivo e muitas pessoas depois do expediente. Pedimos cerveja gelada, petiscos e brindamos várias vezes pela vitória. Tentei esquecer tudo o que estava acontecendo em Belo Horizonte: as câmeras, as gravações, a Thais, Douglas e Rômulo. Bebi mais do que o normal, ri das piadas do meu chefe e tentei relaxar.

Foi então que uma mulher se aproximou da nossa mesa. Era Elisa, a advogada da empresa, 29 anos, loira, corpo escultural, bem gostosa e muito elegante. Ela sorriu para mim, puxou conversa e começou a dar em cima descaradamente — tocando meu braço, elogiando meu trabalho, dizendo que eu era “muito mais interessante do que parecia nas reuniões”. Chegou a pedir meu número e sugerir que continuássemos a noite em outro lugar.

Eu neguei educadamente, mas com firmeza. Disse que era casado e que não estava interessado. Ela insistiu um pouco, mas acabou desistindo e foi embora.

Quando voltei para o hotel, já tarde da noite, abri as gravações do dia anterior em casa. Assisti tudo com atenção, mas não encontrei nada de suspeito. Thais, Sandra e os dois pareciam ter tido uma noite relativamente calma depois do incidente. Respirei um pouco mais aliviado.

Foi então que recebi uma mensagem do meu chefe:

“Seu voo não será amanhã. Te espero na empresa às 9h. Tenho uma proposta importante para te fazer.”

Na manhã seguinte acordei atrasado. Levantei correndo, me vesti o mais rápido possível e saí do hotel. Meu celular recebeu a notificação de que as gravações do dia anterior já estavam disponíveis, mas eu estava sem tempo e não abri nada.

Cheguei na empresa às 9:20. Meu chefe ainda estava em reunião. A secretária dele me pediu para aguardar, dizendo que não tinha hora para terminar. Sentei na sala de espera, peguei o celular e comecei a assistir as gravações.

Na parte da manhã não notei nada de estranho. À tarde, Thais e Sandra trabalharam normalmente na loja. Quando olhei as câmeras da casa dos vizinhos, vi Pamela andando nua pela sala e pela área da piscina, como se estivesse se exibindo de propósito, sabendo que eu poderia estar assistindo.

Chegou o fim do expediente. Thais estava com o meu carro e chegou em casa. Ela entrou, mas o portão automático da garagem não fechou direito. Foi então que Douglas apareceu. Os dois conversaram. Thais ficou brava com alguma coisa, mas Douglas começou a mexer no portão para arrumar.

Nesse momento meu chefe me chamou. Entrei na sala dele e ele foi direto ao ponto:

— Thiago, tenho uma proposta para você. Andei fazendo negócios com uma empresa bem conhecida de tecnologia em Cabo Verde, no continente africano. Eu indiquei você e a Elisa. Você é um bom funcionário, nunca me deu problema. Tem um mês para pensar na proposta. Sei que você é casado, mas acho que sua esposa também conseguiria um emprego por lá. Eles mesmos a indicariam. É isso.

Agradeci, abracei meu chefe e saí da sala. Era uma proposta tentadora — salário alto, mudança de país, crescimento profissional.

Ao sair, a secretária dele me disse:

— Vou te enviar todas as outras informações dessa proposta por e-mail.

Eu saí dali com a cabeça cheia, mas o que eu realmente queria era voltar logo para as gravações e ver o que Douglas iria fazer depois de arrumar o portão automático da minha casa.

Cheguei no hotel, tomei um banho rápido e me deitei na cama. Liguei a televisão do quarto, conectei o notebook e coloquei a gravação do conserto do portão.

Douglas passou alguns minutos mexendo no mecanismo. Depois de um tempo, conseguiu consertar. Ele entrou na minha casa sem camisa, exibindo o corpo musculoso suado, e disse com um sorriso confiante:

— Problema resolvido. Agora eu quero o que nós combinamos.

Thais, visivelmente nervosa, respondeu:

— Nós não combinamos nada… era só uma brincadeira.

Douglas fechou a porta da sala, sentou-se no sofá da minha casa e abriu a calça, tirando para fora aquele pau enorme de 23 cm, já meio duro e grosso. O pau latejava pesado na mão dele.

— Eu sei que você quer — disse ele calmamente. — Só pegar.

Thais gaguejou, olhando fixamente para o pau dele:

— Não… eu não posso…

Douglas pegou a mão dela com firmeza e colocou sobre o pau dele. Thais hesitou por alguns segundos, mas acabou fechando os dedos ao redor da grossura. Começou a masturbar lentamente, a mão pequena mal conseguindo envolver todo o comprimento.

— Isso… assim, devagar — guiou Douglas, com a voz rouca. — Aperta mais firme na base… isso, boa garota. Agora sobe até a cabeça e gira a mão. Olha como ele fica duro pra você.

Thais foi aumentando o ritmo aos poucos, a mão subindo e descendo mais rápido, espalhando o pré-gozo que escorria pela cabeça grossa. Douglas gemia baixo, incentivando:

— Isso, Thais… você tem mão boa pra caralho. Imagina isso dentro de você… continua, não para.

Ela estava ofegante, o peito subindo e descendo rápido. Douglas colocou a mão sobre a dela, guiando o movimento, fazendo ela apertar mais forte e acelerar.

Depois de alguns minutos, ele segurou o pau pela base e aproximou da boca dela:

— Chupa.

Thais olhou para ele, os olhos cheios de conflito:

— Não… por favor… meu marido…

— Ele nunca vai saber — respondeu Douglas, passando a cabeça do pau nos lábios dela.

Thais hesitou por longos segundos, respirando pesado… até que abriu a boca e colocou a cabeça grossa para dentro. Começou a chupar lentamente, tentando se acostumar com o tamanho absurdo. Só conseguia colocar metade, a boca esticada ao máximo enquanto babava. Douglas segurou os cabelos loiros dela com a mão e controlava o ritmo, empurrando devagar a cabeça dela para baixo.

— Isso… engole mais… relaxa a garganta… você consegue, gostosa.

Thais gemia abafado, os olhos lacrimejando enquanto tentava descer mais no pau dele, chupando com mais vontade conforme ele guiava sua cabeça.

Eu assistia tudo no quarto do hotel, o corpo tenso e o coração disparado.

Thais continuava chupando Douglas, cada vez mais fundo, embora ainda lutasse com o tamanho. Babava bastante, os olhos lacrimejando, enquanto ele segurava seus cabelos loiros e guiava o ritmo.

— Isso, gostosa… chupa bem gostoso — murmurava ele.

De repente, Douglas puxou o pau da boca dela com um som molhado e ordenou:

— Fica nua.

Thais hesitou por um segundo, mas obedeceu. Tirou o resto da roupa devagar, ficando completamente nua na frente dele. Seus seios médios estavam arrepiados, os bicos rosados duros, e a boceta brilhando de tesão.

Douglas olhou para ela com fome e disse:

— Você é uma delícia, Thais.

Ele segurou o pau grosso e perguntou:

— Você sabe o que é espanhol?

Ela negou com a cabeça, envergonhada. Douglas sorriu, puxou ela para mais perto e explicou:

— É você colocar meu pau entre esses seus peitos lindos e me masturbar com eles.

Ele posicionou o pau enorme entre os seios dela, apertou os dois contra o comprimento e começou a mover o quadril. Thais segurava os próprios seios, ajudando a fazer pressão enquanto Douglas fodia o vão entre eles, a cabeça grossa aparecendo e desaparecendo perto do queixo dela. Ele gemia de prazer.

Depois, Douglas a empurrou de leve para o sofá, abaixou a cabeça e começou a chupar um dos seios dela com vontade, sugando forte o bico enquanto apertava e massageava o outro com a mão. Thais gemia alto, arqueando as costas.

Ele abriu as pernas dela com as mãos grandes, se ajoelhou entre elas e passou a língua devagar pela boceta molhada, lambendo os grandes lábios e circulando o clitóris. Depois enfiou a língua fundo, chupando com fome, alternando entre lambidas longas e sucções fortes no clitóris. Thais segurava a cabeça dele, rebolando contra o rosto dele.

— Meu Deus… é tão bom… mas eu sou casa… — gemeu ela, sem conseguir terminar a frase “casada”.

O prazer tomou conta completamente. Thais gozou longamente, o corpo tremendo violentamente, as pernas apertando a cabeça de Douglas enquanto ela soltava gemidos altos e descontrolados.

Quando o orgasmo dela diminuiu, Douglas se levantou, o pau enorme latejando, e disse com voz rouca:

— Agora eu vou te comer.

Meus olhos mal acreditavam no que viam na tela. Ele realmente iria foder a minha esposa. Eu estava prestes a assistir aquilo acontecer.

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Comentários

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*Eles já mandaram nudes e mensagens pra ela, mas ela não responde. Aí a Sandra falou: “Eu tenho um plano.”*

Esse trecho também deixa uma brecha. O cara já tem acesso ao WhatsApp da esposa e ainda não conferiu o celular depois de tudo. Tem muito detalhes ficando em abertos e só gostaria de relembrar eles para que não fiquem esquecidos e sem respostas

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Tenho planos para aprofundar isso nos próximos capítulos

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Certo. Ao todo, a história vai seguir o mesmo padrão dos seus contos anteriores,com 10 capítulos?

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Ainda não sei estou produzindo o sétimo capítulo pode ter menos mais não tenho certeza

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Autor, se possível esclarece aqui nos comentários ou no próximo capítulo algumas coisas que estão sendo deixadas de lado e estão fazendo a história ficar estranha.

Poderia esclarecer sobre o trabalho de cuidadora dela? No último no trabalho de cuidadora, ela aparece já em casa e com pijama, está desconectado com a história.

O que aconteceu com ela no quarto do cara foi só aquilo mesmo? A tal cena com dois caras e uma mulher na cozinha foi dado uma certa atenção e não foi mencionado quem eram os envolvidos.

O que aconteceu no depósito antes dele chegar no dia que ela flagrou o trio?

Se possível, agradeço pelas informações, isso ajuda a entender desde quando o "caráter" dela parou de existir

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Oi cara a parte foi cortada mais eu já consegui repor ela aqui

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Parece que o conto foi enviado sem uma parte. Antes dela pegar no pau do cara e já corta pra "após gozar".

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