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PAU PEQUENO NO CHUVEIRO

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Um conto erótico de O Realizado
Categoria: Gay
Contém 2839 palavras
Data: 19/06/2026 15:52:10

Começou assim:

Meu nome é Marquinhos.

Desde a infância, eu tinha um amigo de vizinhança chamado Paulo (mesma idade pré-aborrencente). A gente brincava muito, conversava e costumávamos ficar tardes inteiras brincando no quintal de tudo que fosse possível.

Um belo fim de tarde de muito calor, nossos pais foram para a missa e ficamos no quintal jogando bola e tentando escalar o muro do vizinho pra olhar um cachorro feroz que eles tinham por lá, mas não conseguimos.

Já estávamos cobertos de poeira que ficou grudenta no corpo, junto com o suor que escorria. Então o Paulo disse: vamos tomar banho e ficar sentado na calçada pra olhar as meninas que passam na rua. Topei na hora! Tiramos toda roupa e ficamos no banheiro extra que tinha no quintal pra tomar banho. Só que o registro da água ficava muito alto e eu era menor que o Paulo. Então o engraçadinho propôs pra me levantar um pouco pra eu alcançar o registro e abrir a água.

Foi aí que ele me pegou por trás e me levantou pra alcançar o registro, mas devido a quase não usarem aquele banheiro, estava emperrado e não estava conseguindo girar pra água sair. Então, o Paulo ficou insistindo pra me levantar várias vezes pra eu tentar colocar força e girar o registro. Numa dessas tentativas, quando o Paulo me soltou, continuou abraçado comigo, enquanto descansava um pouco. Foi aí que senti algo muito duro roçando na minha bunda.

Ele me levantou mais umas três vezes, sendo que demorava bastante me abraçando por trás e na última tentativa, me apertou forte contra a parede e senti quando ele ajeitou estrategicamente, seu pau super duro bem no meio da minha bunda e começou um vai e vem muito gostoso. Eu sempre fui meio safadinho e já batia muitas punhetas, pensando em sarrar minha rola na pica do Paulo. Aquilo tudo era novo pra mim, mas não ofereci nenhuma resistência, pois estava gostoso demais. Não acontecia nenhuma penetração, mas eu sentia a cabecinha do pau dele se esfregando no meu cuzinho. A gente tinha pau bem pequeno na época. Acho até que foi por isso que não entrou. Teve até alguns momentos que ele forçou muito e até ameaçou de entrar um pouco, mas não.

Só sei que na última vez que ele forçou muito, tremeu-se todo e ficou gemendo baixinho.

Quando ele me soltou, estávamos lavados de suor. Ainda pude ver as gotas de esperma saindo do pau dele. Quando passei a mão no rêgo da minha bunda, percebi meu rabo todo ensopado de esperma.

Que sensação maravilhosa!

Não falamos nada.

Chamei o Paulo pra o banheiro social e tomamos banho e fomos sentar na calçada da frente da casa.

Ele meio sem jeito me perguntou se eu estava com raiva dele. Eu respondi que não tinha motivo pra estar com raiva. Ele disse: você jura? Eu respondi: juro sim e pra provar que não estou com raiva, no próximo domingo quando nossos pais forem pra missa de novo, a gente pede pra ficar em casa jogando bola, e vamos tentar de novo pra abrir o registro da água do banheiro do quintal.

Essa foi a deixa que eu soltei pra ele entender que além de não estar com raiva, eu tinha adorado a putaria dele ficar me levantando e me esperando na rola dele toda vez que eu descia.

Dito e feito. No domingo ficamos fingindo que estávamos jogando bola no quintal, então quando ouvimos o bater do cadeado no portão e o carro saindo da frente de casa, já fomos correndo pro banheiro e tiramos toda roupa rapidinho. Já fui ficando logo na posição e com as duas mãos na parede. E até já dei uma leve empinadinha na bunda pra facilitar o encaixe...KKKK

O Paulo chegou bem devagar por trás e foi me abraçando. Quando senti o pau dele encaixando entre as roupinhas da minha bunda, fiquei tipo me tremendo de tesão. Era gostoso demais! Não posso negar que naquele instante percebi algo diferente... senti meu cuzinho piscando involuntariamente. O tesão tinha tomado conta de mim quando senti o calor daquele pau extremamente duro forçando na entradinha do meu rabinho virgem. Os minutos foram se passando e o tesão crescendo, mas nada do pau dele entrar em mim. Ele me apertava com força, fungava e gemia no meu pescoço. Eu até tentava ajudar levantando a bunda e mexia um pouco para os lados, tentando um encaixe melhor. Tinha momentos que o Paulo forçava tanto que eu até sentia a pontinha da pica entrando bem pouquinho, mas não passava disso. Eu já estava com o rêgo todo lambuzado de pré-gozo, mas o meu amiguinho não conseguia me enrabar de jeito nenhum. Por falta de experiência, nem pensei em ficar de quatro ou poderia ter pedido pra ele sentar numa cadeira e eu teria sentado com força na pica dele e teria entrado toda.

Ficamos assim: enquanto ele esfregava o pau no meu cuzinho e gemia muito, ele pegou na minha rola e começou a punhetar pra mim. Não demorou muito e senti o esperma quente dele jorrando na entradinha da minha bunda. Aquilo aumentou o meu tesão e gozei também na mão dele.

Meio sem graça e demonstrando um pouco de frustração, chamei ele pra tomar banho no banheiro da casa. Quando estávamos terminando o banho, eu vi que o Paulo estava de rola dura de novo e fiquei olhando meio que parado. Foi nesse momento que ele se aproximou e pediu pra eu colocar na boca. Eu disse na hora um NÃO bem sonoro. Ele perguntou porquê. Então, como eu já estava meio desapontado, falei uma bobagem em tom de provocação; eu disse: "nem eu sei chupar sua rola e nem você sabe comer minha bunda".

Só que um homem com tesão não pensa direito e o Paulo parece que não se importou com a provocação. Ele queria mesmo era ser chupado. Ele disse que se eu colocasse o pau dele na boca, ficaria mais lisinho e a gente tentaria de novo pra ver se entraria no meu cuzinho dessa vez.

Então me animei e fiquei de joelhos, quase debaixo do chuveiro e fui colocando aquele pau gostoso todinho na boca. Nem chegava perto da garganta. Ele comandava os movimentos, segurando forte na minha cabeça.

Ele sabia foder direitinho a minha boca e eu ficava só imaginando que aquelas entradas e saídas, bem que poderia ser na minha bunda.

Eu que não sou besta, enquanto chupava, aproveitava e batia uma punheta gostosa, pois meu pau estava doendo de tão duro e gozei rapidinho, enquanto eu chupava a rola dele.

Em determinado momento, ele segurou minha cabeça bem forte e meteu o pau o mais fundo que podia e gozou bastante. A minha reação instantânea foi engolir tudo, pois ele não queria soltar minha cabeça enquanto gozava.

Depois disso, escovei os dentes e terminamos o banho. Permaneci calado e chateado, pois ele não cumpriu o que prometeu.

Ficamos sentados na frente da casa, mas não conversamos sobre o que tinha acontecido. Conversamos muito pouco, apenas sobre outros assuntos. Ficou um clima desagradável, realmente.

Depois desse episódio, me distanciei do Paulo. Algumas vezes em fins de semana, ele até me chamou pra jogar bola no quintal, talvez na tentativa de repetir o desempenho ruim dele, mas não aceitei mais brincar com ele. Realmente me desapontei e concluí que o pau dele era muito minúsculo e pelo jeito, nunca conseguiria uma penetração, pois da forma que acontecia, seria uma frustração atrás da outra... então me contentei só em bater punheta, pensando nele como se tivesse um pau enorme me comendo e gozando dentro.

Passando-se uns 2 meses, o Paulo parou de insistir em querer jogar bola comigo pra tentar me comer.

Na mesma rua que moramos, tinha um outro garoto pertinho também da minha casa chamado Vânio. Ele era um ano mais velho que a gente, era um pouco mais alto e mais forte, também. Até já tinha namorada. De vez em quando, todos nós sentávamos juntos pra bater papo e contar experiências, histórias e tal.

Certa vez, o Vânio comprou uma cesta de basquete e estava a noite treinando na calçada da casa dele e me aproximei, depois que observei que o Paulo não estava. Até arrisquei uns lances, porém eu só me aproximei porquê estava num tesão da porra e tentava me distrair, pra não morrer na punheta. O Vânio parou um pouco pra descansar e a garotada foi embora e fiquei conversando com ele um pouco.

Pra minha surpresa, o safado entrou no assunto e disse que tinha observado que eu e o Paulo não estávamos nos falando e que viu que eu andava meio triste, aí ele me perguntou o motivo. Falei que não era nada, mas alguma coisa me dizia que o filho da puta do "pau pequeno" tinha revelado alguma coisa pro Vânio.

Ele disse: nunca fica triste não. Eu sei que a amizade de vocês é grande e depois fica tudo normal.

E disse mais: no final de semana, os meus pais vão passar o sábado na chácara com meu irmão e eu vou ficar em casa sozinho o dia todo de bobeira. Se você quiser, aparece aí pra gente assistir filme e conversar um pouco pra você se distrair e parar de pensar no Paulo.

Eu falei que tudo bem. E no sábado umas 3 da tarde, tomei um belo banho e fui pra caso do Vânio. Começamos a assistir o filme: Falcão Negro em Perigo. Eu até já tinha assistido, mas eu não tirava os olhos do corpo do Vânio. Sem camisa, meio forte e usando um shortinho box que detalhava um volume bem interessante. Eu ficava imaginando o tamanho daquele pau quando estivesse duro. Aí ele falou: fica assistindo aí, pois vou tomar um banho pra fazer uns sanduíches pra gente.

Logo após o banho, realmente fez uns sanduíches e comemos rapidinho. Aí começamos a conversar e ele foi logo direto e perguntou: você já namora ou já transou?

Eu respondi que tava de olho numa menina, mas nunca tinha transado não.

No mesmo instante ele falou: vou colocar aqui um filme de putaria pra você se ligar na hora de comer a menina. Ele colocou um filme justamente numa cena em que uma garota bem loirinha estava engolindo um pau gigante de um ator afro. Fiquei de boca aberta e quase babando. Ele deve ter percebido. Ele começou a apertar a rola e de repente botou o pau pra fora e congelei olhando aquela picona e esqueci completamente do filme.

O Vânio tinha uma super rola enorme, meio torta e cheia de veias. A cabeça do pau dele era bem rosinha e brilhava como se ele tivesse passado óleo. Aquele pau tinha uns 18cm e era o dobro no tamanho e na grossura da rola do Paulo. Confesso que fiquei encantado e comecei a desejar ardentemente de ser penetrado por aquele monstro nervoso.

Pois bem, o Vânio sentiu meu interesse e começou a investir. Perguntou o que eu achava do pau dele; na hora respondi que era bonito e que eu ficaria feliz se o meu fosse daquele jeito.

Detalhe: enquanto eu conversava com o Vânio, não tirava os olhos daquela tora dura e torta, enquanto ele massageava lentamente. Foi aí que ele disse: vem cá, me dá sua mão. Eu estava disposto a obedecer a ele e fazer tudo que ele mandasse. Meu pau já estava duríssimo e sentia também o meu anelzinho piscando bastante.

Ele colocou minha mão sobre aquela picona linda e comecei a fazer movimentos lentos de uma punheta carinhosa. Eu já estava entregue ao tesão e não ligava pra nada que ele pudesse pensar, até porquê eu já tinha quase certeza que o safado do Paulo já tido falado pra ele das nossas safadezas juntos.

Então, antes que ele mandasse, eu já desci do sofá e fui pro chão, entre as pernas do Vânio e enquanto punheta ele bem devagar, eu olhava bem de pertinho pra aquela máquina linda de esperma. Quando olhei pro Vânio, ele tava super relaxado e com a cabeça virada para trás. Aí aproveitei o momento e comecei a lamber aquele pau saboroso e cheiroso a sabonete. Quando ouvi que ele começou a gemer, fui enfiando aquela tora quente na minha boca. Só entrava a metade do pau, e olha que eu me esforçava muito até a garganta. Eu nem podia respirar direito. Uma sensação poderosa muito diferente do pauzinho do Paulo.

Ele sempre foi muito gentil comigo e não falava quase nada. Só gemia e alisava minha cabeça e de vez em quando segurava no pau e passava suavemente nos meus lábios e no meu rosto.

Minha bunda estava pegando fogo e tomei a iniciativa e deitei de bruços no outro sofá. Ele entendeu direitinho e foi bem rapidinho no banheiro e pegou um creme de cabelo bem cheiroso e começou a passar em todo meu reguinho e na pica. Tinha momentos que ele passava o dedo no meu cuzinho e enfiava só um pouquinho e eu ia nas nuvens. Depois ele foi deitando por cima de mim e encaixando a cabeçona daquele pau bem na entradinha do meu rabo e forçando devagar. Eu tava muito nervoso e sabia que a coisa ia ser muito diferente do que foi com o Paulo, mas apesar do medo, tava gostoso demais. Quanto mais ele fazia força, mais a rola entrava muito devagar. O Vânio sempre me dizendo que se eu sentisse dor, falasse que ele parava um pouco. Pela minha cara, ele estava vendo que tava doendo pra caralho, mesmo com todo aquele creme, mas também estava muito gostoso. Depois de alguns minutos, ele relaxou o corpo em cima de mim e pude sentir os seus pelos roçando na minha bunda. Eu estava completamente preenchido por aquele pau enorme, lindo, duro e gostoso.

Nossa! Como o Vânio foi carinhoso comigo. Enquanto ele metia bem devagar, deitado em cima de mim, o meu pau era esmagado contra o sofá.

Na minha cabeça ainda passou o seguinte pensamento: como um pau tão grande e torto consegue entrar bem certinho num buraco tão apertado?

Só sei que depois de um tempo, eu não sentia mais dor e ficou bom demais. Ele já metia com bastante força e eu até arriscava dar uma reboladinha.

Depois de alguns minutos socando bem forte, ele avisou que ia gozar e meteu mais forte ainda, então aquela fúria toda me fez gozar repentinamente, pois eu sentir uma leve dor bem no fundo e não aguentei. Foi gostoso demais. Gozamos juntinhos enquanto ele chupava minha orelha. Ele gozou muito mesmo. Quase não tinha espaço na minha bunda pra tanta porra, além daquele cacetão está ocupando todo espaço.

Depois que ele gozou, foi retirando o pau devagar e parece que num terminava nunca de sair.

Fiquei arrebentado, mas foi maravilhoso.

Depois ele me levou pro banheiro e tomamos um banho muito gostoso.

Ele me abraçou por trás e senti aquele monstro duro outra vez. Eu sabia que não aguentaria outra rolada daquela, pois eu estava esfolado e ainda estava vazando muito esperma. Então, tratei de me ajoelhar logo e enfiei aquele cacetão na boca e tentei dar a ele, um boquete espetacular, pois a comida de bunda que ele me deu, foi digna de um Oscar de cinema.

Então babei muito, chupei bastante, punhetei com vontade e quando percebi que ele estava se tremendo pra gozar, mudei a posição e fiquei com a cabeça encostada na parede e pedi pra ele gozar na minha garganta. O Vânio metia com muita vontade e o meu tesão estava tão grande que nem percebia vontade de vomitar quando passava da garganta. Então ele parou bem no fundo da minha garganta, forçando a minha cabeça contra a parede e ejaculou várias jatadas de esperma quente e grosso.

Quando ele terminou de gozar, continuei chupando até seu pau ficar mole. Engoli e lambi até a última gota.

Quando levantei, o Vânio viu que eu estava com o pau muito duro e me abraçou por trás e ficou batendo punheta pra mim, enquanto chupava meu pescoço e mordia minha orelha. Na hora que avisei pra ele que ia gozar, o safadinho escorregou a mão até a minha bunda e enfiou o dedo no meu cuzinho. Gozei demais, me tremia todo e ele só tirou o dedo quando eu relaxei completamente.

Terminamos o banho e fomos pra pracinha comer pipocas.

Eu ate hoje, nunca mais falei com o Paulo, pois depois de alguns meses o Vânio confidenciou que o Paulo tinha contado tudo. E contou mesmo! Tudo nos mínimos detalhes. Então decidi acabar a amizade. Enquanto que eu e o Vânio ficamos bons amigos e transamos umas 70 vezes. Ele tinha namorada e eu arrumei uma namorada também, mas sempre que agente tinha chance, transávamos que nem doidos. Era uma maravilha! Sem compromissos e sem frescuras.

E essa é a minha história.

Ela é verídica completamente e aconteceu em fevereiro de 2003.

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