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A maior PUTA da comunidade de NOVA MORADA. Veja e espalhe as imagens dos flagras.

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Um conto erótico de Vizinho
Categoria: Heterossexual
Contém 1624 palavras
Data: 19/06/2026 16:09:45

Meu nome é Fernando e eu moro nessa quebrada aqui perto da Nova Morada, Avenida Caxangá, Recife. Aqui a gente se conhece todo mundo, mas finge que não vê as putarias que acontecem atrás dos muros altos. Eu sou vizinho do Júnior, um cara que eu considero amigo há anos. Ele se fode pra caralho todo santo dia dirigindo um Gol 2010 que mais quebra do que anda. Corre atrás de corrida de aplicativo do amanhecer até de madrugada, volta exausto, suado, com o bolso quase vazio e ainda tem que escutar a Lélia, a mulher dele de apenas 26 anos, reclamando das contas, da casa caindo aos pedaços e do quintal que mais parece um lixão.

Mas eu sei a verdade. E agora o bairro inteiro, e daqui a pouco o Brasil todo, também vai saber. Vou deixar links das fotos e vídeos nos comentários abaixo, ok? Dela e de muiiiitas outras.

A Lélia é daquelas que engana bem. Morena, cabelo preto liso que ela prende num rabo de cavalo alto, corpo cheio nos lugares certos — bunda grande, peitos firmes, cintura fina. Quando ela passa na rua de short jeans curto e top, os caras viram o pescoço. Mas dentro de casa... ai, dentro de casa ela é uma vadia sem limites.

Os boatos rolam desde que o Júnior começou a trabalhar fora o dia inteiro. Primeiro foi só comentário de botequim: “A Lélia tá muito cheirosa ultimamente, né?” Depois veio o resto. O Gustavo, aquele moreno catador de recicláveis, alto, pele escura, corpo marcado de quem carrega peso o dia todo, começou a aparecer demais no quintal deles. “Vim pegar uns recicláveis”, ele dizia alto pra disfarçar. Mas todo mundo sabia.

Eu escutei um dia o Zé do Bar conversando com o Baiano depois de umas cervejas:

— Porra, o Gustavo me contou ontem que a Lélia não só dá a buceta... ela adora dar o cu. Disse que o Júnior tem um pau pequeno, entra e sai sem ela sentir nada. Aí ela pede pra ele arrombar o rabo. E o pior: ela peida pra caralho quando tá nervosa ou quando goza. O Gustavo riu e disse que parece que tem um foguete saindo da bunda dela.

Eles riram alto. Eu fingi que não ouvi, mas guardei tudo. Outro dia, na roda de amigos no fim de semana, o Marquinhos, que também já comeu a Lélia escondido, soltou a língua depois da terceira cerveja:

— Essa mina é fogo. Me chamou pra “ajudar a tirar um entulho” no quintal. Em dez minutos eu tava com o pau enterrado no cu dela. Ela gemendo baixinho pra não acordar ninguém, pedindo pra eu meter mais fundo. Quando gozei, ela peidou alto, riu e disse “desculpa, amor, fica nervoso”. Vagabunda da porra.

E não para por aí. Dizem que ela já deu pra o motoboy que entrega as compras, pro eletricista que veio consertar a fiação e até pro irmão do Júnior uma vez, quando ele passou por lá. Sempre no quintal, sempre rapidinho, sempre com o cu. Porque buceta ela guarda pro “outro dia”, quando toma anticoncepcional. O cu é o buraco livre, o que ela oferece pra todo mundo que tem pau grosso e disposição.

Eu não aguentava mais só ouvir. Resolvi ver com meus próprios olhos. O muro que divide minha casa da deles é alto, mas meu telhado tem uma vista perfeita pro quintal bagunçado. Coloquei uma caixa velha de isopor em cima, inclinei o celular com um pedaço de arame, configurei pra gravar em alta qualidade e deixei ligado. O cheiro de lixo, terra úmida, pneus velhos e plantas meio mortas sobe forte ali. É o cenário perfeito pra putaria.

O primeiro flagra bom foi numa terça-feira à tarde. O Júnior tinha saído às 6h da manhã e só voltaria depois das 22h. Gustavo apareceu por volta das 14h, carrinho de mão cheio de papelão. Lélia abriu o portão dos fundos sorrindo, bunda balançando no short jeans surrado.

— Entra, amor. Tem bastante coisa hoje.

Eles nem esperaram chegar no fundo do quintal. Assim que ficaram escondidos pela mureta baixa, ele puxou ela pra um beijo molhado. O barulho das bocas se chocando chegava até minha câmera. Línguas se enrolando, saliva escorrendo no queixo dele. As mãos grandes e calejadas do Gustavo apertavam os peitos dela por cima do top fino, beliscando os mamilos que logo marcaram o tecido. Ela gemeu baixo, esfregando a coxa na braguilha dele.

Eu zoomava tudo. O suor já brilhava na pele morena dele, pingando do peito definido. Ela tirou o top dele primeiro, passou as mãos admirando os músculos. Depois ele arrancou o top dela. Os seios pularam livres, pesados, mamilos escuros endurecidos. Gustavo abaixou e mamou com fome, chupando um, depois o outro, mordendo de leve enquanto ela segurava a cabeça dele e rebolava contra ele.

— Tira tudo, vai — ela sussurrou.

O short jeans dela caiu no chão sujo junto com a calcinha. Lélia ficou pelada, buceta depilada brilhando de tesão, bunda redonda e empinada. Gustavo tirou a calça. O pau dele saltou: grosso, veioso, uns 20cm fácil, cabeça roxa brilhando. Ela olhou com desejo.

Eles se beijaram de novo, pelados, corpos colados. O suor dele misturava com o dela. Ele desceu beijando o pescoço, os seios, a barriga, até chegar nas pernas. Lambia devagar as coxas internas, subindo. Ela abriu as pernas ali mesmo, encostada numa pilha de caixas. Gustavo enfiou o rosto na buceta dela, lambendo forte, chupando o clitóris, enfiando a língua dentro. O som molhado chegava na gravação. Lélia segurava a cabeça dele, rebolando na cara dele.

— Isso... lambe gostoso... ai que delícia...

Depois ele virou ela de costas, empinou aquela bunda e cheirou fundo. Inspirou o cheiro da bunda suada dela, passou a língua no buraco, lambendo em círculos, enfiando a ponta da língua. Lélia tremia, gemendo mais alto.

— Cheira meu cu... lambe ele todo...

Foi aí que ela disse a frase clássica:

— Hoje não vai ter buceta não. Não tomei remédio. Bota no meu cu.

Gustavo tentou insistir, esfregando o pau grosso na entrada molhada da buceta.

— Só um pouquinho, Lélia... tá molhada pra caralho.

— Não! Outro dia eu tomo e te dou tudo. Agora enfia no cu mesmo. Mas vai devagar, hein? Seu pau é muito grande.

Ele cuspiu na mão, passou no pau e na rosca dela. Posicionou a cabeça grossa e começou a forçar. Lélia mordeu o lábio, agarrou a mureta.

— Ai porra... tá entrando... devagar... tá muito grosso...

Centímetro por centímetro, o pau dele desaparecia no cu dela. Ela respirava rápido, gemendo de dor e prazer misturado. Quando ele estava quase todo dentro, ela tentou afastar o quadril com a mão.

— Tá doendo muito! Para um pouco, Gustavo!

Ele segurou firme na cintura dela, dedos cravando na carne.

— Para porra nenhuma. Aguenta que eu tô quase todo dentro.

E socou. Um golpe forte, enterrando até o saco. Lélia soltou um gemido abafado, quase um grito.

— Tá arrombando tudo! Ai meu Deus... o cu tá pegando fogo...

Gustavo começou a meter. Devagar no começo, depois mais rápido. O barulho de pele contra pele ecoava no quintal. O suor pingava das costas dele nas costas dela. Lélia peidava de vez em quando, daqueles peidos curtos e quentes de quem tá sendo arrombada. Ele ria baixinho e metia mais fundo.

— Peida pra mim, vadia. Isso... solta tudo enquanto eu te como.

Ela gemia, tremia, as pernas bambas. Ele metia sem dó, tirando quase tudo e enfiando com força. O cu dela estava vermelho, esticado ao máximo em volta do pau grosso.

— Tá doendo... vai mais devagar... por favor...

— Cala a boca e aguenta. Eu vou gozar logo.

Ele acelerou, socando fundo, segurando ela no lugar. Lélia choramingava, mistura de dor, tesão e submissão. Depois de uns minutos ele deu umas estocadas brutais e gozou, enchendo o cu dela de porra quente. Quando tirou, o sêmen escorreu misturado com um peido baixo que ela soltou, envergonhada mas rindo.

— Olha o que você fez... me arrombou todinha.

Ele deu um tapa na bunda e foi embora como se nada tivesse acontecido.

Mas não foi só uma vez. Eu tenho vários flagras. Uma vez ela chupou ele atrás da pilha de pneus velhos. Outro dia ele comeu ela de quatro em cima de uns sacos de lixo, metendo no cu enquanto ela peidava e pedia mais. Teve o dia que o motoboy apareceu “por acaso” e em quinze minutos tava com o pau no rabo dela também. Sempre a mesma história: buceta não, cu sim.

Os boatos só crescem. Na última roda de chopp que eu fui, o Baiano contou alto:

— O Gustavo disse que a Lélia peida mais que solta pum quando tá levando piroca no cu. Outro dia ele quase morreu de rir quando ela soltou um peidão enquanto ele tava gozando. Mas disse que o cu é quente e apertado pra caralho. Melhor que muitas virgens.

Todo mundo riu. Ninguém vai contar pro Júnior. Aqui é assim: cada um cuida da sua vida, mas a putaria rola solta.

Eu já tenho horas de gravação. Fotos nítidas, vídeos com áudio. Olha essas duas que eu separei: na primeira ela abraçada nele, pelada da cintura pra cima, esfregando os peitos no peito suado dele. Na segunda eles estão separados, ela de short aberto, bunda marcada, olhar de quem acabou de levar uma arrombada.

Tô publicando tudo hoje. No grupo da comunidade, no WhatsApp, talvez até mande pro Júnior anonimamente. Foda-se. A Lélia é vadia assumida. O Brasil inteiro merece saber quem é essa mulher que trai o marido trabalhador dando o cu pro catador, pro motoboy, pro eletricista e pra quem mais aparecer no quintal da Avenida Caxangá.

Ela adora. Eu adoro filmar. E agora todo mundo vai adorar assistir.

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